As evidentes oportunidades do seguro residencial 204

Confira o artigo de Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI Seguros Brasil

Nossa casa é sinônimo de proteção, local de fazer planos e de receber aqueles que são importantes para nós. Para alguns é templo sagrado. Para outros é espaço de criação e inspiração. E existem aqueles que têm a casa como ambiente de trabalho. Por que não proteger esse local que nos acolhe diariamente?

Muitos protegem o carro, o celular, até mesmo a bolsa, mas deixam de lado esse bem tão importante. Acredito que a maioria associe o valor do seguro residencial com o do automotivo e, por isso, conclui que é um produto caro. No entanto, além de ter valor muito abaixo do seguro de automóvel, o residencial traz excelente custo-benefício ao cliente e diversas coberturas.

O mercado segurador, quase que em unanimidade, acredita que o seguro automotivo é muito promissor, com inúmeras possibilidades de exploração. A ideia é baseada no fato do Brasil ter frota superior a 50 milhões de veículos, sendo que apenas 30% desta é segurada. Se incontáveis cenários são imaginados para o crescimento deste segmento já consolidado no País, por que não exploramos o ramo de seguro residencial?

De acordo com dados de 2015 divulgados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), temos quase 69 milhões de residência no Brasil, das quais apenas 13,3% possuem seguro. Logo, no comparativo com o ramo de automóvel, temos uma quantidade muito maior de residências, para um percentual de penetração que fica abaixo da metade do que é apresentado pelo auto.

É esperado que o mercado de seguros residenciais cresça 9% em 2016, segundo dados do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). Entretanto, esse número ainda é simbólico frente ao cenário existente no País. O Brasil possui um total de residências quase 38% maior do que a frota de veículos circulantes.

Enquanto o ramo de automóvel se mostra estável na casa dos 30% e tem, ainda, a possibilidade de crescimento com a chegada do Seguro Popular, o residencial apresenta uma taxa bem abaixo do potencial de exploração do produto. Ou seja, há muito mais oportunidade de negócios neste ramo. Um dos fatores para a baixa adesão, possivelmente, é falta de conhecimento do consumidor em relação ao produto. Por isso, é muito importante que os corretores conheçam bem o produto e apresentem suas vantagens aos clientes.

E é justamente no cenário de corte de gastos que o País enfrenta atualmente, que o seguro residencial se mostra ainda mais vantajoso, pois com ele o segurado pode economizar em diversos serviços que contrataria de forma particular, como dedetização e manutenções domésticas. As apólices residenciais têm valor médio de R$ 250, o que deixa o custo entre 0,6% e 0,9% do preço do imóvel. Logo, é um produto que deve – ou deveria – ter alto índice de penetração, já que o seguro para automóveis exige orçamento de 3% a 5% do valor do carro.

Icatu Seguros é destaque no 8º Prêmio Líderes do Brasil 626

Foto: Gustavo Rampini/Rampini Produções

Premiação concedida pelo LIDE reconhece talento, competência e comprometimento de empresas e executivos

O Teatro Santander, na capital paulista, recebeu na noite de 10 de dezembro, 602 empresários, CEOs, presidentes e outras lideranças corporativas, além de autoridades, para a cerimônia de entrega do Prêmio Líderes do Brasil. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, o evento foi transmitido pela Rede TV!, UOL e TV LIDE para todo o Brasil.

O vice presidente corporativo da Icatu Seguros, César Saut, recebeu o troféu de Líder do Estado do Rio Grande do Sul das mãos do presidente do LIDE RS, Eduardo Fernandez. “É considerada uma das maiores premiações empresariais do país por receber as principais lideranças e autoridades políticas. Uma menção especial à Icatu Seguros que recebeu o Prêmio Regional esse ano pelo brilhante trabalho que tem feito no Rio Grande do Sul”, afirmou Fernandez.

Eduardo Fernandez/Reprodução
Eduardo Fernandez/Reprodução

Entre as autoridades presentes no Teatro Santander, na capital paulista, estavam os atuais ministros Sérgio Sá Leitão (Cultura), e Rossiele Soares (Educação); o governador eleito de São Paulo, João Doria, e o futuro secretário estadual paulista Gustavo Junqueira (Agricultura).

Indicados pelo júri oficial, foram homenageados os protagonistas que, mesmo em um cenário de instabilidade econômica, obtiveram êxito nos negócios, nos principais setores da economia do país.Para destacar a forte atuação das unidades regionais do LIDE, a premiação também reconheceu o líder de cada região ou estado onde o grupo atua: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Região Metropolitana de Campinas (SP), Região de Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Região de São José do Rio Preto (SP) e Região do Vale do Paraíba (SP).

Como as startups estão transformando as empresas tradicionais? 620

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Que as startups são modelos de negócios escaláveis tentando inovar com o desenvolvimento de soluções em um cenário de incertezas não é novidade. A reflexão da vez é que, esses empreendedores disruptivos vem transformando não só o nicho em que atuam, mas também todo um setor de mercado anteriormente tradicional e dotado de velhas práticas.

Com o avanço da tecnologia, a chegada da geração millennials ao mercado de trabalho e a mudança na forma como as pessoas consomem os mais diferentes tipos de produtos, as corporações tradicionais tiveram que se adaptar para continuarem competitivas. O novo consumidor demanda um conjunto de agilidade, mobilidade e conveniência, que não pode passar despercebido e deve ser cada vez mais incorporado pelos negócios.

No entanto, implementar mudanças e transformar o legado de uma instituição tradicional não é tarefa das mais simples, por isso um movimento que passou a acontecer foi as grandes empresas buscarem as novatas, que já nasceram com essa veia de inovação e tecnologia, para adotar novas soluções e aprimorar seus processos. Prova disso é que, hoje, já existe uma ampla gama de startups que atuam exclusivamente no segmento B2B, oferecendo recursos para modernizar setores até então mais enraizados.

Uma pesquisa feito pela GE Global Innovation Barometer com executivos seniores de 23 países demonstra essa transformação: 81% reconheceram o crescimento da cultura de startups e concordaram que essa é uma forma de estabelecer sistemas inovadores dentro das organizações. Outro estudo, realizado pelo Harvard Business Review, apontou que 43% das empresas pesquisadas, de diversos setores, estão conseguindo resultados positivos em seus negócios com investimentos em transformação digital.

Uma das principais aplicações tecnológicas que vem sendo inserida nos negócios das grandes companhias é a Inteligência Artificial (IA), tecnologia que se expandiu e fortaleceu em paralelo ao movimento de crescimento das startups no mercado. O objetivo é aprimorar a relação entre empresas e clientes.

Cada vez mais conectado e atento as mudanças ocorridas no comportamento do consumidor, o setor tradicional de seguros é um dos que está apostando nas soluções digitais para atender as novas demandas e se manter competitivo. No caso da Inteligência Artificial, a ideia é levar mais qualidade, segurança e agilidade para os processos, inovando em um ambiente complexo de sistemas, nos quais as seguradoras estão inseridas.

A IA é capaz de substituir esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos deixando de agregar valor ao negócio, por processos automatizados, o que aprimora os serviços das seguradoras de diferentes formas. Entre as vantagens estão um processo mais rápido, melhor experiência do usuário, redução de custos, maior competitividade no mercado e estímulo à inovação.

Visto que o cenário é de transformações, o que percebemos é que não só as startups têm muito a aprender com a experiência das já bem-sucedidas e consolidadas organizações, como as empresas tradicionais também estão cada vez mais engajadas em se inspirar na dinâmica de inovação dessas pequenas disruptivas.

*Por Henrique Mazieiro, fundador e CEO da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Obras públicas e a política de custos que derruba pontes 460

Obras públicas e a política de custos que derruba pontes

Confira artigo do engenheiro civil Marcus Granadeiro

A ruptura ocorrida na ponte da Marginal Pinheiros, uma das principais vias de acesso da maior metrópole brasileira, levantou precedentes para questionarmos a importância do armazenamento e da gestão de documentos, procedimentos que possibilitam dar o diagnóstico completo e mais rápido do incidente para que a obra de reparo fosse iniciada.

Porém, é sabido que a guarda e a gestão de documentos são vistas como custos e não são preocupações valorizadas pela Engenharia, principalmente quando falamos de obras públicas. O fato é que os dados só são procurados quando problemas e conflitos começam a florescer, na maioria das vezes, quando o cenário já é caótico.

Se durante as fases de projeto e obra já é assim, imagina após a sua entrega. É raro encontrar empreendimentos com orçamento para manter os dados e informações ao longo do tempo. O comum é receber o databook, que é colocado em algum armário e, infelizmente, nunca é usado. Não é incomum que ele se perca ao longo do tempo ou, até mesmo, que nunca tenha existido de forma plena, pois não são todos que conferem a documentação que recebem.

A informação e os documentos são bases para qualquer operação de facilidades ou sistema de manutenção. São organismos vivos, que precisam ser mantidos e atualizados dentro de processos e de mecanismos de governança que garantam sua integridade. Qualquer obra demanda manutenção e qualquer manutenção demanda informação e documentos.

E então o mercado segue muito agitado em relação ao BIM (Business Information Model) por se tratar de um viaduto importante que se rompe e não se tem os projetos para estudar a solução de correção. Será que não estamos querendo correr antes de aprendermos a andar?

Não quero com isso condenar a iniciativa de BIM que vem sendo, de alguma forma, incentivada ao uso nos projetos de obras públicas, mas alertar da importância de nos preocuparmos com processos e investimentos básicos que ainda não estão sendo feitos. Pontes erguidas são um problema atual e estão em alerta. É hora de revermos, com urgência, o que deve ser feito de básico antes de ampliarmos as capacidades de controle para aquele que é o mundo perfeito.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e ​ do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

HDI Seguros apoia projeto AMAR – Maternidade e Amor 282

Maternidade e Amor - HDI Seguros

Semanalmente, temas deste universo são abordados com convidados especiais

A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, é a nova apoiadora do projeto AMAR – Maternidade e Amor. Apresentado pela atriz Mariana Kupfer, a iniciativa é um programa sobre maternidade e amor, que se dedica a abordar, semanalmente, um tema diferente deste universo, sempre com um convidado especial.

O projeto foi lançado há pouco mais de dois anos e nasceu com o intuito de mostrar as dores e delícias da maternidade, trazendo à tona histórias reais. Atualmente na 5ª temporada, o canal mostra os desafios enfrentados por mães em temas como gravidez na adolescência, criação de filhos com necessidades especiais, adoção, entre outros.

“Trabalhamos para fazer da HDI uma empresa cada vez mais Humana, Digital e Inovadora. E não há nada mais humano do que apoiar mães na construção da família, que é a base da segurança de qualquer indivíduo”, comenta Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

Exibido no YouTube, o canal do projeto conta hoje com 65 mil inscritos e já registrou mais de 4,8 milhões de visualizações em seus vídeos. Fazem parte também da iniciativa a fanpage do Facebook “Mariana Kupfer no AMAR”, com quase 7 mil curtidas, e o Twitter da apresentadora, que acumula 127 mil seguidores. Ambas as plataformas funcionam como meios de propagação dos vídeos e possibilitam ainda a interação com o público.

A vez da previdência privada com a reforma no novo governo 659

Previdência

Participação do setor de seguros será indispensável para garantir o futuro da sociedade

A atuação política tem impacto direto na economia, por isso, as instabilidades de governo trouxeram atrasos na retomada do crescimento dos setores no Brasil. Em 2019 teremos um novo presidente da república e vemos com otimismo as novas possibilidades.

Uma importante pauta do novo governo, de interesse de toda a sociedade, é ligada diretamente ao mercado de seguros: a reforma da previdência. A equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro defende o que nós do setor já sabemos há muito tempo: a conta da previdência social não fecha e será indispensável a participação da iniciativa privada para garantir o futuro das pessoas. Enquanto algumas linhas vinham contra as reformas, entendendo que é responsabilidade do governo cuidar dos cidadãos idosos que já deram sua contribuição, sabemos que as pessoas hoje vivem mais, têm menos filhos, aumentaram os trabalhos informais… ou seja, são poucos jovens contribuindo para muitos idosos receberem.

No primeiro semestre de 2018 os planos de previdência privada tiveram arrecadação de R$ 54,1 milhões, queda 5,1% em relação ao mesmo período no ano anterior, segundo dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras). Na esfera pública, os números também não foram animadores, apresentando queda ainda em 2017. De acordo com a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, o déficit foi de R$ 268,79 bilhões – considerando o INSS.

A proposta de reforma previdenciária esteve parada em função da intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, porque, de acordo com a legislação, em períodos como este o Congresso não pode alterar a Constituição. Mas existe a possibilidade de revogação da intervenção e o assunto segue em mais alta do que nunca: o presidente eleito tem dado seguidas declarações sobre o assunto.

Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação
Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação

Atualmente a previdência social opera pelo regime de repartição, em que trabalhadores em atividade financiam os benefícios dos aposentados. Outro regime possível seria o de capitalização, que tem como característica principal o pré-financiamento do benefício, ou seja, os próprios trabalhadores, durante a sua fase laborativa, produzem um montante de recursos necessários para sustentar o seu benefício previdenciário. Dessa forma, não existe o pacto direto entre as gerações, pois é a geração atual (o próprio beneficiado) que financia os seus benefícios previdenciários. O novo Governo prevê um meio termo.

De acordo com o plano de governo de Jair Bolsonaro, a ideia é implementar um modelo de capitalização de forma gradativa, mas o texto do candidato do PSL também salienta que os brasileiros ainda poderão ficar no modelo de previdência antigo, se assim quiserem. “Novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. E aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas”, diz trecho do plano de governo.

Segundo o documento, a proposta é que seja criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo, que poderia deixar os aposentados que escolheram pelo regime de capitalização desamparados em um primeiro momento.

A proposta é parecida com a que os especialistas do setor de seguros imaginavam, pois a única maneira de se ter um sistema sustentável, a longo prazo, é com uma reforma. E provavelmente as mudanças devam ser realizadas em fases, pois é um impacto muito grande para os brasileiros.

As empresas e profissionais do setor de seguros terão participação inquestionável para desenvolver e implantar o melhor modelo de gestão da previdência. Os corretores de seguros, por sua vez, irão trabalhar fortemente no aculturamento da sociedade brasileira aos novos moldes e na entrega e consultoria das soluções do mercado privado.

Já nosso papel enquanto entidades representativas será de, cada vez mais, buscar ampliar proximidade e insistir em termos representantes do nosso setor na esfera pública, para atendermos pleitos e contribuirmos com a ampliação da participação dos seguros entre os brasileiros.

*Artigo produzido por Alexandre Camillo. O especialista é corretor de seguros e liderança política. Atua como diretor da Camillo Seguros, presidente do Sincor-SP (Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo), presidente da CâmaraSIN (Câmara de Mediação e Conciliação – Sincor-SP), e vice-presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros).