As evidentes oportunidades do seguro residencial 284

Confira o artigo de Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI Seguros Brasil

Nossa casa é sinônimo de proteção, local de fazer planos e de receber aqueles que são importantes para nós. Para alguns é templo sagrado. Para outros é espaço de criação e inspiração. E existem aqueles que têm a casa como ambiente de trabalho. Por que não proteger esse local que nos acolhe diariamente?

Muitos protegem o carro, o celular, até mesmo a bolsa, mas deixam de lado esse bem tão importante. Acredito que a maioria associe o valor do seguro residencial com o do automotivo e, por isso, conclui que é um produto caro. No entanto, além de ter valor muito abaixo do seguro de automóvel, o residencial traz excelente custo-benefício ao cliente e diversas coberturas.

O mercado segurador, quase que em unanimidade, acredita que o seguro automotivo é muito promissor, com inúmeras possibilidades de exploração. A ideia é baseada no fato do Brasil ter frota superior a 50 milhões de veículos, sendo que apenas 30% desta é segurada. Se incontáveis cenários são imaginados para o crescimento deste segmento já consolidado no País, por que não exploramos o ramo de seguro residencial?

De acordo com dados de 2015 divulgados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), temos quase 69 milhões de residência no Brasil, das quais apenas 13,3% possuem seguro. Logo, no comparativo com o ramo de automóvel, temos uma quantidade muito maior de residências, para um percentual de penetração que fica abaixo da metade do que é apresentado pelo auto.

É esperado que o mercado de seguros residenciais cresça 9% em 2016, segundo dados do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). Entretanto, esse número ainda é simbólico frente ao cenário existente no País. O Brasil possui um total de residências quase 38% maior do que a frota de veículos circulantes.

Enquanto o ramo de automóvel se mostra estável na casa dos 30% e tem, ainda, a possibilidade de crescimento com a chegada do Seguro Popular, o residencial apresenta uma taxa bem abaixo do potencial de exploração do produto. Ou seja, há muito mais oportunidade de negócios neste ramo. Um dos fatores para a baixa adesão, possivelmente, é falta de conhecimento do consumidor em relação ao produto. Por isso, é muito importante que os corretores conheçam bem o produto e apresentem suas vantagens aos clientes.

E é justamente no cenário de corte de gastos que o País enfrenta atualmente, que o seguro residencial se mostra ainda mais vantajoso, pois com ele o segurado pode economizar em diversos serviços que contrataria de forma particular, como dedetização e manutenções domésticas. As apólices residenciais têm valor médio de R$ 250, o que deixa o custo entre 0,6% e 0,9% do preço do imóvel. Logo, é um produto que deve – ou deveria – ter alto índice de penetração, já que o seguro para automóveis exige orçamento de 3% a 5% do valor do carro.

Seguro residencial da HDI Seguros é eleito pela Proteste como o que oferece o melhor custo-benefício ao consumidor brasileiro 272

Seguro residencial da HDI Seguros é eleito pela Proteste como o que oferece o melhor custo-benefício ao consumidor brasileiro

Produto foi considerado a melhor escolha ao consumidor e superou nove concorrentes

O seguro residencial da HDI Seguros, sexta maior seguradora deste segmento no Brasil, foi eleito o produto com o melhor custo-benefício do gênero pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), sendo classificado como a melhor escolha ao consumidor. O resultado foi alcançado pelo produto ter apresentado o preço mais em conta em comparação ao valor cobrado pelas coberturas nas simulações feitas pelo órgão.

Foram mensurados os montantes cobrados pelas seguradoras avaliadas em três modalidades de seguro: a que cobre a estrutura física da residência; a que assegura o conteúdo de dentro dela, como móveis e outros bens materiais; e uma terceira englobando as duas juntas. Também foram levados em conta bairros em regiões urbanas e litorâneas de seis cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

A Proteste avaliou 124 apólices diferentes, de 10 seguradoras, e o produto da HDI Seguros apresentou o valor mais vantajoso em 83% das localidades avaliadas, no cenário com os dois seguros juntos. Os preços variaram de R$ 215,88 a R$ 950,12 mensais, sendo o cenário da capital carioca o mais barato e o do Guarujá, cidade do litoral paulista, o mais caro.

“Todo seguro tem como função ser um apoio ao cliente em momentos de emergência. A conveniência e acessibilidade devem ser, portanto, objetivos a serem buscados por uma seguradora ao desenvolver seu produto: a HDI Seguros atingiu esse propósito e a sensação é de dever cumprido”, comemora Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros.

O seguro residencial da HDI Seguros conquistou ainda o quarto lugar na categoria “Melhor do Teste”, que avalia, de 0 a 5 estrelas, a qualidade de nove atributos dos produtos avaliados. A seguradora somou 52 pontos no total, com destaque para a cobertura de Responsabilidade Civil, que conseguiu nota máxima dos avaliadores da Proteste.

Big Data e Inteligência Artificial: o que as operadoras podem fazer diante de tantos dados? 1630

Big Data e Inteligência Artificial: o que as operadoras podem fazer diante de dados?

Confira artigo de Tatiana Giatti, diretora executiva da Saúde Concierge

Vivemos em uma era em que toda empresa precisa ter um sistema tecnológico em seu negócio. Independente do segmento, difícil encontrar uma apresentação institucional que não mencione Big Data ou Inteligência Artificial. As operadoras de seguros e corretoras também já incorporaram tais termos em seus discursos.

Mas será que estamos verdadeiramente prontos para trabalhar com essas informações? Não duvido da usabilidade ou capacidade humana, mas a pergunta é: sabemos como usar a tecnologia para traduzir as inúmeras informações ali encontradas em ações realmente assertivas?

Para exemplificar e tentar responder à questão, pensemos no processo de implantação de uma nova tecnologia em uma empresa. Você apresenta a plataforma, o que ela faz e os benefícios que espera gerar. Então, constrói um padrão de uso para ela. Treina e educa os profissionais para utilizarem esse padrão. Além de habilidade tecnológica, é preciso boa comunicação para explicar o que se espera do profissional e o porquê de usar a nova ferramenta dentro dos padrões estabelecidos. Depois, é preciso ter uma forma tão tecnológica quanto para medir a efetividade e detectar possíveis falhas.

Podemos definir essas etapas como Metodologia de Gestão. Esse é o grande diferencial de uma operadora que passa a usar a tecnologia em seus negócios. Com metodologia de gestão, a aplicação é bem estruturada, o profissional sabe qual é o seu papel dentro desse novo ecossistema e sabe que há um monitoramento para acompanhar a assertividade do programa.

Quantas empresas você conhece que tenham um método de gestão atrelado a sua tecnologia?

Sem essa metodologia, vivemos como bombeiros corporativos, apagando incêndios que estavam sendo alertados, mas que não tínhamos recursos metodológicos para compreendermos.

Traduzindo para a saúde, vemos empresas com aplicativos que registram os dados clínicos do paciente e que emitem alertas sonoros quando esses estão fora de parâmetro. Ótimo. E o que é possível fazer com isso? A resposta mais simples seria “chamar um médico diante de uma alteração”.

Ok, chame um médico, mas analise esse dado. Por que da alteração? O que mais o sistema nos mostra? Era possível evitar esse “incêndio” com outras ações?  O que precisamos analisar ou quais informações precisamos enxergar ali para ter as respostas?

O passo a passo para acionar o médico, socorrer rapidamente o paciente e analisar as informações certas de maneira adequada estarão contidos na metodologia de gestão. Somente ter a tecnologia e o dado não significa que você tomará a melhor decisão quando o sistema soar o alerta.

Analisar, tomar uma ação, medir sua eficácia, modificar e monitorar até evoluir. Transformar dados em ações conforme o previsto, dentro de processos e padrões. Essa é a metodologia de gestão. Sem ela, esperaremos o próximo alerta para apagar mais um “pequeno fogo”.

HDI Seguros participa do 11º Encontro Estadual Feminino de Corretoras de Seguros 425

HDI Seguros participa do 11º Encontro Estadual Feminino de Corretoras de Seguros

Seguradora debateu as iniciativas que adota para estimular o protagonismo feminino

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, esteve presente no 11º Encontro Estadual Feminino de Corretoras de Seguros, que ocorreu no dia 31 de maio, em Porto Alegre (RS). Organizado pelo Sincor/RS, o evento debateu a força da mulher no mercado de trabalho e que iniciativas as seguradoras têm tomado para destacar o papel feminino nas companhias.

Rayani Melega, Superintendente de Analytics da HDI Seguros, participou de um painel de debate às 11h, que reuniu representantes de oito grandes seguradoras do mercado. Nele, a profissional dividiu com o público as atividades exclusivamente focadas na mulher desenvolvidas pela HDI Seguros.

A edição de 2019 do evento trouxe ainda as palestras “Motivadas para vencer em um mercado competitivo”, proferida pelo Professor Marins, às 14h; “A invenção de uma bela velhice”, da antropóloga e escritora Mirian Goldenberg, às 15h; e “Qualidade de vida – Amor e Ética”, de João Signorelli, às 17h, que visou compartilhar o valor da cultura de paz para a ética nos negócios, a partir da filosofia de Mahatma Gandhi.

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço? 904

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço?

ComparaOnline explica: a seguradora precisa dar autorização prévia e cada caso será analisado individualmente

Apesar de ser obrigatório nas viagens para a Europa, o seguro viagem ainda é um serviço com informações pouco disseminadas e gera dúvidas para quem vai embarcar para outros locais. É comum os viajantes deixarem para contratá-lo na última hora e até mesmo após o embarque. Apesar de ser possível contratá-lo já em viagem, pode ser arriscado. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, reuniu informações importantes que você deve saber sobre a contratação do seguro viagem depois de embarcar.

“Se você já embarcou e precisa contratar serviço, será necessária uma autorização prévia da seguradora, que analisará caso a caso. Geralmente existem exigências como uma carta de próprio punho do passageiro solicitando permissão para compra e declarando bom estado de saúde, informações como nome, CPF, data de nascimento, datas de saída e de volta para o Brasil”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

O seguro pode sofrer alteração de valor devido a flutuação do dólar, mas não há cobrança de tarifa extra por não efetuar a contratação antes do embarque. Um ponto de atenção quando se faz a contratação já estando em viagem é que as seguradoras podem estipular um período de carência, durante o qual o segurado não poderá acionar o seguro e nem ser reembolsado por qualquer despesa. Essa carência varia de seguradora para seguradora e caso a caso, mas normalmente fica entre um a dez dias. Após esse período, o segurado poderá utilizar o seguro viagem normalmente.

Caso o viajante ainda esteja no período de carência e tenha alguma emergência, as opções seriam ir até um hospital particular e arcar com os custos, sem a possibilidade de reembolso, ou tentar atendimento público. Dependendo do país, estrangeiros precisam de autorização prévia para utilizar o serviço público de saúde gratuito ou com taxas baixas, no Canadá, por exemplo, turistas não podem ter acesso a gratuidade ou pagamento mais baixo do serviço. Em alguns casos, as seguradoras chegam a direcionar para o atendimento mais próximo pago ou público, contudo, não é um serviço obrigatório ou frequente.

“O ideal é que o serviço seja contratado antes do embarque, assim, o viajante pode escolher o seguro viagem com calma, analisando as coberturas e valores oferecidos por cada seguradora. Apesar de ser possível contratá-lo depois do embarque, nem todas as seguradoras aceitam e o viajante terá que optar pelas disponíveis naquele momento”, finaliza Marchetti.

HDI participou da 47ª Tribuna Livre da Camaracor-SP 518

Flávio Rodrigues é Vice-Presidente Comercial da HDI Seguros / Divulgação

Evento realizado na segunda (27) teve foco nos corretores de seguros do Estado

A HDI Seguros, quarta maior seguradora de automóveis do País, participou da 47ª Tribuna Livre da Camaracor-SP, realizada na segunda-feira, 27. O evento teve como propósito a troca entre corretores e seguradora acerca dos produtos e das novidades da marca para o mercado. Participaram o Vice-Presidente Comercial, Flávio Rodrigues, o Vice-Presidente Técnico, Fábio Leme, e o Diretor Comercial, Euclides Naliato.

Fábio Leme é Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros / Divulgação
Fábio Leme é Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros / Divulgação

As lideranças abordaram as transformações digitais do mercado segurador e os impactos positivos para os profissionais de corretagem hoje. Flávio Rodrigues falou ainda sobre o novo momento da HDI e a proposta de ser uma companhia Humana Digital e Inovadora. “Estamos tornando nossos processos mais simples e ágeis, para dar velocidade ao dia a dia dos corretores e permitir que eles tenham mais tempo para se dedicar à consultoria”, disse o executivo.

Euclides Naliato é Diretor Comercial da HDI Seguros / Divulgação
Euclides Naliato é Diretor Comercial da HDI Seguros / Divulgação

Fábio Leme reforçou a importância do contato mais próximo entre corretores e seguradora, mencionando um recente mapeamento dos principais aspectos positivos e negativos da companhia sob o olhar do corretor. “Seguimos atentos às necessidades desses profissionais, para cada vez mais colocar à disposição produtos assertivos, que reflitam de forma positiva nos negócios das corretoras, não apenas em números, mas também na satisfação de seus clientes”, frisou o VP Técnico da HDI Seguros.

A mesa de discussão do evento contou ainda com a presença de Pedro Barbato Filho, presidente na Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, Braz Romildo, diretor Regional do Sincor-SP, e de Evaldir Barboza de Paula, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo.