ANAPPS inaugura nova sede, no Centro de Porto Alegre 3007

Associação apresenta espaço na Rua dos Andradas

“Hoje comemoramos, com muita festa e alegria, a conquista da nova sede da ANAPPS!”, anunciou uma publicação no Facebook da Associação Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (ANAPPS). “Localizada na Rua dos Andradas, 1512, no centro de Porto Alegre, a estrutura conta com uma equipe preparada para atender a terceira idade em um ambiente iluminado e cheio de energia”, completa ao convidar todos os aposentados para conhecerem a nova forma de viver da terceira idade.

A associação nasceu pelo crescimento da população de pessoas longevas, apresentando alternativas para esta camada da população. A Organização Mundial da Saúde afirma que já temos mais pessoas longevas do que crianças no planeta. “O número de pessoas longevas dobrou nos últimos anos no Brasil, e novas necessidades surgiram para essa população, como autonomia, mobilidade, acesso à informações, serviços, programas de prevenção e promoção da saúde, inclusão social, principalmente para um grande número pessoas com menos oportunidades de desfrutar dos benefícios oferecidos pela ANAPPS”, conta a entidade, case social do ano no Troféu JRS 2016.

Confira as imagens divulgadas pela ANAPPS:

Feira de inovação apresenta ‘A magia nos negócios’ em Alphaville (SP) 611

Feira de inovação apresenta 'A magia nos negócios' em Alphaville (SP)

Velox Contact Center aposta em inovação e relacionamento para fomentar novos negócios

A primeira edição da Expo Alpha foi recheada de networking, conhecimento e principalmente inovação. A feira de negócios com foco em B2B contou com a participação de empresas de diversos segmentos, como a Velox Contact Center, por exemplo.

A empresa especialista no atendimento 24h no ramo de assistência e também em fomentar soluções personalizadas para diversos formatos de negócios apresentou para um público de mais de 5 mil pessoas suas soluções diferenciadas e completas. “O evento foi bem envolvente, pois uniu palestras motivacionais e inovadoras em um ambiente propício a grandes negócios”, afirma Camila de Cássia, responsável pelo marketing da Velox Contact Center.

Além de vasta programação, recheada com palestras e diversas atrações na feira de negócios, o dia de intenso aprendizado culminou com a apresentação da palestra “A magia nos negócios”, apresentada por Issao Imamura, considerado o maior ilusionista do Brasil.

“Nossa intenção é encantar nossos clientes. Atuamos em todo território nacional, de forma a trazer segurança e tranquilidade para quem é atendido por nossas soluções”, explica o Gerente Comercial da Velox, Gilson Silva.

Confira as imagens – Expo Alpha 2019:

*Colaboração: Camila de Cássia, responsável pelo marketing da Velox Contact Center.

Icatu e Rio Grande Seguros oferecem espaço no Fórum da Liberdade 453

Icatu e Rio Grande Seguros oferecem espaço no Fórum da Liberdade

Seguradoras patrocinam Lounge Vip no evento

Promovido desde 1988 pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), o Fórum da Liberdade chega a sua 32ª edição. Com o tema “Brasil: aberto para reformas?” o encontro promoveu intensa programação, entre os dias 8 e 9 de abril, no Centro de Eventos da PUCRS.

Icatu Seguros e Rio Grande Seguros e Previdência dão nome ao espaço Vip do evento, que recebeu cerca de cinco mil pessoas.

Icatu inicia 2019 como líder de portabilidade e captação de previdência aberta 482

Henrique Diniz é superintendente de Previdência Privada da Icatu Seguros / Divulgação

Dados são da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

O ano começou com boas notícias para a Icatu Seguros. Após encerrar 2018 como líder no ranking de portabilidade, a companhia manteve a posição de liderança nos primeiros dois meses de 2019 e alcançou ainda o primeiro lugar em captação líquida no mercado de previdência aberta. De acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a empresa registrou uma variação de 202% em portabilidade em relação ao mesmo período de 2018 e mais de R$ 1,8 bilhão acumulados em captação líquida, um aumento de quase 170% em relação a janeiro e fevereiro do ano passado.

Pioneira na atuação sob o modelo de arquitetura aberta, a Icatu conta com 71 gestores e mais de 240 fundos, oferecendo diversificação para todos os perfis de investidores de forma eficiente. “As plataformas digitais abriram um novo horizonte para a experiência do usuário. O consumidor está livremente conectado a estratégias de investimento, gestoras de fundos, formas de contratação e assim muito mais atento a comparação de produtos e melhores alternativas disponíveis”, afirma Henrique Diniz, superintendente de Previdência Privada da companhia.

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 502

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Megale: Seguro é fundamental para pavimentar bom funcionamento dos mercados 1033

Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal participou do 8º Encontro do Resseguro

A mudança de mentalidade necessária para a expansão das cidades inteligentes e a agenda de desburocratização econômica pautaram a manhã do primeiro dia do 8º Encontro do Resseguro. O evento reúne mais de 700 especialistas no setor do Brasil e do exterior, no Rio de Janeiro.

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstrou otimismo em relação a recuperação da economia brasileira. “Isso representa expansão na capacidade de investimento, retomada do emprego e do desenvolvimento. Apresentamos propostas ao governo que representam nossa contribuição com a sociedade”, disse ao ressaltar os desafios para garantir a solvência de um setor que possui mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas.

Em entrevista exclusiva ao JRS, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação na CNseg, Solange Beatriz Palheiro, ressaltou a abertura do setor de seguros para a inovação. “Tudo isso surge para atender melhor os consumidores do mercado de seguros. O setor tem assumido uma posição de destaque na economia brasileira. Este é um evento prestigiado, sem dúvida”, acrescentou.

Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal
Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal

Painelista na abertura do evento, o Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal, Caio Megale, demonstrou a importância do mercado segurador para reduzir os riscos para a economia. “Os setores de seguros e resseguros permitem que os mercados funcionem de forma mais eficiente. Este é um governo que acredita muito no funcionamento disso como um indutor da recuperação economia. Um setor de seguros e resseguros forte e bem regulamentado é fundamental para pavimentar este movimento. Nossa ideia não é tirar completamente as regulamentações. É importante que as agências regulatórias, de forma geral, acompanhem e garantam o bom funcionamento da economia. Mas acreditamos, em diversas áreas, que existe um excesso e isso precisa ser repensado para, como diz o presidente Bolsonaro, tirar o governo do ‘cangote’ das empresas e dos mercados”, declarou.

Segundo Megale, a reforma previdenciária irá abrir caminho para redução de gastos. “É muito difícil pensar numa racionalização tributária com tanta pressão nos gastos públicos. Por isso que a sequência tende a ser primeiro para o lado das despesas, como a reforma da Previdência e outras, para depois abordar o lado tributário. Embora a simplificação de tributos já possa acontecer”, explicou. De acordo com o secretário, governo construiu uma grande agenda para a economia brasileira retomar o rumo. “A indústria do seguro precisa expandir sua participação. O Brasil precisa voltar a crescer. Acredito que isso é muito importante. A Previdência é um grande gatilho, mas temos uma ampla agenda de melhoria regulatória e outras simplificações que também são importantes agora para o Brasil”, concluiu.

A cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro 2019 tem o patrocínio especial de Icatu Seguros.

Confira as imagens da manhã – 8º Encontro do Resseguro: