A derrocada dos governos populistas socialistas 339

Palestra do CVG-RS evidencia novo momento político e social

A primeira palestra do Clube de Seguros e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS) sob gestão de Eder Oliveira foi marcada pela atualidade do tema proposto. Ademar Schardong, que atua desde 1978 em cooperativas de crédito, conversou sobre conjuntura e expectativas tanto em curto, como a médio prazo para os novos cenários desenhados para a economia mundial. “A crise que nós vivemos tem a ver com valores, ideologias políticas, modelo de Estado e desenvolvimento econômico”, conta o palestrante.

Para Schardong, o momento é de transição. Isso deve prevalecer até 2019, quando será empossado o novo governo brasileiro oriundo das eleições diretas. “Neste período precisamos de mudanças a médio prazo”, justificou. O advogado ainda acredita que o real é uma moeda fragilizada, pois está diretamente relacionada com nossa economia e capacidade de administração.
“Este processo não pode ser revertido no curto prazo. É questão de gerações e leva, no mínimo, 20 anos”, alertou ao evidenciar que as pessoas devem priorizar necessidades básicas para conter o endividamento. “Gastar apenas o que recebemos é algo que deveria vir de berço”, completa.

Apesar das dificuldades da economia, o ex-presidente do Sicredi afirma que vivemos em um momento mágico. “Experimentamos o modelo populista socialista e agora sabemos o efeito disso. Precisamos adaptar o Estado para que caiba na economia e torná-la eficaz na geração de renda”, lembra ao contestar a ideia de que o Estado é o provedor de todos os meios e bens que o cidadão precisa, como praticado na Venezuela, por exemplo. “Daqui há duas décadas estaremos colhendo os frutos deste momento de dificuldade que estamos passando”, destaca.
Ademar Schardong ainda comentou as eleições americanas. Para ele, a eleição de Donald Trump expõe a real necessidade de revermos as políticas sociais e econômicas dos últimos 30 anos. “É uma insatisfação silenciosa, como aconteceu na Argentina, já observamos nas eleições municipais deste ano e certamente veremos na França. O mundo vai mudar”, finaliza.

Confira as imagens:

Icatu e Rio Grande Seguros oferecem espaço no Fórum da Liberdade 457

Icatu e Rio Grande Seguros oferecem espaço no Fórum da Liberdade

Seguradoras patrocinam Lounge Vip no evento

Promovido desde 1988 pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), o Fórum da Liberdade chega a sua 32ª edição. Com o tema “Brasil: aberto para reformas?” o encontro promoveu intensa programação, entre os dias 8 e 9 de abril, no Centro de Eventos da PUCRS.

Icatu Seguros e Rio Grande Seguros e Previdência dão nome ao espaço Vip do evento, que recebeu cerca de cinco mil pessoas.

Matriz energética brasileira, cyber risk e desafios do seguro de transporte marcaram último dia do 8º Encontro do Resseguro 513

Mais de 700 executivos nacionais e internacionais marcaram presença em momentos produtivos para o mercado

O crescimento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira exige que seguradoras e resseguradoras se preparem para ofertar produtos adequados a esse mercado promissor. Atento a essa frente de atuação, o setor precisa que sejam superados entraves legislativos, regulatórios e, sobretudo, ambientais. A análise foi feita nesta terça-feira (09/04) pelo diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), Roberto D’Araújo, durante a plenária “Matriz energética brasileira – mudanças e investimentos”, que abriu o último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Coordenada por Leonardo Semenovitch, ex-diretor presidente da Travelers Seguros, a plenária teve como debatedores o CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty, Angelo Colombo, e o sócio-diretor da RegE Barros Correia Advisers, Tiago de Barros Correia.

Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony
Painel debateu mudanças e investimentos na matriz energética brasileira / William Anthony

Tiago Correia enfatizou que o setor energético trabalha com alto risco, muitas vezes não precificado. Nas energias alternativas o risco é a oscilação da capacidade de produção, que varia de acordo com a disponibilidade de ventos e luz solar. Segundo Correia, as mudanças climáticas acrescentam um risco considerável a esse setor. Araújo disse que o Brasil tem uma base renovável expressiva e mundialmente respeitável, mas ainda promove uma das maiores emissões de gases no planeta. “As secas são mais secas; a chuvarada cada vez mais forte. As consequências são abruptas e irreversíveis. Vamos precisar reduzir bastante as emissões de gás carbônico para começar a pensar em desenvolvimento sustentável”.

Coordenada pelo CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, o segundo tema do dia foi “Como o resseguro pode ajudar a resolver a lacuna de proteção”, com palestra do CEO Reinsurance da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba, tendo como debatedores o CEO da Terra Brasis, Rodrigo Botti, e o professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha.

Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony
Moses Ojeisekhoba é CEO Reinsurance da Swiss Re / William Anthony

Moses trouxe as principais tendências globais e os riscos envolvidos, como as tendências geopolíticas, a exemplo do nacionalismo e do protecionismo, o rápido envelhecimento da população em todo o mundo, a Inteligência Artificial, suas ramificações e as questões éticas envolvidas, entre outras.

O executivo também abordou a dimensão da lacuna de proteção – a diferença entre as perdas econômicas totais e as perdas seguradas. Segundo ele, em 2018, apenas um quarto dos US$ 337 bilhões de perdas econômicas estava assegurado. “A lacuna de proteção existe em todo o mundo. Portanto, temos que encontrar maneiras de reduzir essa brecha. Temos muitas oportunidades e desafios em muitas áreas, chegando a um potencial de US$ 800 bilhões de prêmio, dos quais US$ 100 bilhões estão na América Latina”, destacou ele, chamando atenção para o potencial do Brasil: “A agricultura é muito importante e tem um potencial de US$ 200 bilhões, mas menos de 10% das áreas aráveis e cultiváveis são seguradas”.

Contextualizando sua apresentação com a situação caótica que o Rio de Janeiro enfrenta desde a segunda-feira (08/04), Cunha fez uma análise crítica do cenário brasileiro, comparando a relação entre os gastos públicos e os investimentos do Brasil em relação a seus pares, como Rússia, China e México. “O Brasil é o que mais gasta e o que menos entrega”.

O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony
O professor de economia e decano do centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha / William Anthony

Depois de uma análise comparativa das áreas que têm maior presença no setor de resseguros no Brasil e nos Estados Unidos, Botti elencou setores onde há grandes oportunidades para o setor de resseguros no Brasil: seguro agrícola, RC ambiental, seguro de vida, resseguros para saúde e fundos de pensão e microsseguros. “Olha que lista incrível. Olha quanta coisa nós temos para fazer. Uma lista dessas você não vê em outros setores da economia. Estar envolvido no setor de seguro e resseguro no Brasil de hoje é estar envolvido com a parte mais interessante de finanças do mundo”, afirmou, finalizando a apresentação com o tema Insurance-Linked Securities (ILS) – grupo que inclui os chamados cat bonds e que permitem que subscritores transfiram riscos tomados de seus clientes aos mercados de capitais em troca de um retorno sobre o investimento feito. De acordo com Botti, um grupo de trabalho atua na proposta que já está no Ministério da Economia. “Já estivemos em contato com o governo atual e soubemos que ele também é favorável”, concluiu.

Antonio Trindade falou sobre o que é preciso fazer para aumentar a cultura de seguros. “A falta de renda é um fator limitador, ou seja, as pessoas precisam de renda suficiente para poder consumir nesse mercado. Outro ponto é a questão regulatória. No Brasil, é complicado aprovar produtos, o que acaba restringindo seguradoras na oferta de produtos para nichos”.

Em sua participação no evento, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocado à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, e ultrapassado a barreira do R$ 1,3 trilhão em provisões e garantias. Coriolano contou que o Encontro de Resseguro – o maior evento anual do setor na América do Sul – é um evento já consagrado: “Começou em 2011 com 230 participantes e chega a 2019 com mais de 700 inscritos”, comemora.

No período da tarde foram realizados cinco painéis técnicos. “Perspectivas Regulatórias” foi o tema debatido pelo sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, João Marcelo dos Santos, e o professor de Direito Administrativo da UERJ, Advogado e Procurador do Estado do RJ, José Vicente Mendonça, com coordenação da especialista sênior em regulação de seguros da CNseg, Luciana Dall’agnol. Paralelamente, o VP Claims Large and Complex da Chubb Seguros, Rodrigo Bertuccelli, o sócio da Matos Filho Advogados, Cassio Gama Amaral, com coordenação do sócio da Tavares Advogados, André Tavares, debateram os “Temas relevantes em sinistros”.

Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony
Perspectivas Regulatórias foram temas de painéis técnicos durante o 8º Encontro do Resseguro / William Anthony

O tema “Resultados recentes e perspectivas no rating do mercado brasileiro e internacional” também fez parte da programação, sob o olhar do analista sênior da A.M. Best, Guilherme Simões, com a participação do diretor-presidente BTG Pactual Resseguradora, Thiago Moura, e com coordenação do Head of Personal Lines & Bancassurance da Zurich Minas Brasil, Peter Rebrin. Ao mesmo tempo, o diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia, a advogada Associada do CGVF Advogados, Paula Rodrigues, e o Head of Marine da AXA XL, Paulo Robson Alves, abordaram “Os desafios atuais do seguro de transporte”.

A programação do dia foi fechada com o painel técnico “Cyber Risk e a Lei de Proteção de Dados”, em mesa coordenada pela superintendente jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, tendo como palestrantes a sócia da área de seguros e resseguros do Demarest, Marcia Cicarelli, e o CEO da CECyber, Daniel Haddad, e participação de head of distribution – commercial and consumer Lines da Argo Seguros, Gustavo Galrão, e do gerente de linhas financeiras da AIG, Flávio Sá.

Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões.

Confira todas as imagens da 8ª edição do Encontro do Resseguro:

Megale: Seguro é fundamental para pavimentar bom funcionamento dos mercados 1052

Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal participou do 8º Encontro do Resseguro

A mudança de mentalidade necessária para a expansão das cidades inteligentes e a agenda de desburocratização econômica pautaram a manhã do primeiro dia do 8º Encontro do Resseguro. O evento reúne mais de 700 especialistas no setor do Brasil e do exterior, no Rio de Janeiro.

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), demonstrou otimismo em relação a recuperação da economia brasileira. “Isso representa expansão na capacidade de investimento, retomada do emprego e do desenvolvimento. Apresentamos propostas ao governo que representam nossa contribuição com a sociedade”, disse ao ressaltar os desafios para garantir a solvência de um setor que possui mais de R$ 1 trilhão em reservas técnicas.

Em entrevista exclusiva ao JRS, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação na CNseg, Solange Beatriz Palheiro, ressaltou a abertura do setor de seguros para a inovação. “Tudo isso surge para atender melhor os consumidores do mercado de seguros. O setor tem assumido uma posição de destaque na economia brasileira. Este é um evento prestigiado, sem dúvida”, acrescentou.

Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal
Caio Megale é Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal

Painelista na abertura do evento, o Secretário de Indústria, Comércio e Inovação do Governo Federal, Caio Megale, demonstrou a importância do mercado segurador para reduzir os riscos para a economia. “Os setores de seguros e resseguros permitem que os mercados funcionem de forma mais eficiente. Este é um governo que acredita muito no funcionamento disso como um indutor da recuperação economia. Um setor de seguros e resseguros forte e bem regulamentado é fundamental para pavimentar este movimento. Nossa ideia não é tirar completamente as regulamentações. É importante que as agências regulatórias, de forma geral, acompanhem e garantam o bom funcionamento da economia. Mas acreditamos, em diversas áreas, que existe um excesso e isso precisa ser repensado para, como diz o presidente Bolsonaro, tirar o governo do ‘cangote’ das empresas e dos mercados”, declarou.

Segundo Megale, a reforma previdenciária irá abrir caminho para redução de gastos. “É muito difícil pensar numa racionalização tributária com tanta pressão nos gastos públicos. Por isso que a sequência tende a ser primeiro para o lado das despesas, como a reforma da Previdência e outras, para depois abordar o lado tributário. Embora a simplificação de tributos já possa acontecer”, explicou. De acordo com o secretário, governo construiu uma grande agenda para a economia brasileira retomar o rumo. “A indústria do seguro precisa expandir sua participação. O Brasil precisa voltar a crescer. Acredito que isso é muito importante. A Previdência é um grande gatilho, mas temos uma ampla agenda de melhoria regulatória e outras simplificações que também são importantes agora para o Brasil”, concluiu.

A cobertura especial do JRS no 8º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro 2019 tem o patrocínio especial de Icatu Seguros.

Confira as imagens da manhã – 8º Encontro do Resseguro:

CVG-RJ apresenta 2ª edição de Workshop sobre Vida Individual 430

CVG-RJ apresenta 2ª edição de Workshop sobre Vida Individual

Encontro acontece na quarta-feira, dia 10 de abril

Na próxima quarta-feira, dia 10 de abril, acontecerá a palestra de apresentação da segunda edição do workshop “Alta Performance Comercial com Foco no Ramo Vida Individual”, promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ).

O sucesso do treinamento realizado no início de 2019 motivou a abertura dessa nova turma, cujos encontros começam em 17 de abril e vão até 15 de maio, sempre às quartas-feiras. “O evento de apresentação é aberto a todos os interessados, mesmo os que ainda não se inscreveram no workshop”, explica o presidente do Clube, Carlos Ivo Gonçalves.

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O workshop será liderado pelos especialistas Marcos Martins, professor do Ibmec, Sebrae (Empretec/UNCTAD/ONU) e Roberto Palmeira, da Escola Nacional de Seguros e Universidade Estácio de Sá. O objetivo é compartilhar técnicas com o corretor que deseja se destacar na venda do seguro de Vida Individual, com foco principal em uma atuação consultiva e identificação das reais necessidades dos clientes.

Para mais informações e inscrições, os contatos são o telefone (21) 2203-0393 e o e-mail cvgrj@cvgrj.com.br.

GBOEX recebe destaque em premiação do mercado segurador 342

GBOEX recebe destaque em premiação do mercado segurador

Posição foi conquistada pela 7ª vez consecutiva

Divulgação
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Pela 7ª vez consecutiva, o GBOEX – Previdência e Seguros de Pessoas – é reconhecido pela sua importante participação no segmento em que atua. A empresa recebeu na última semana, em São Paulo, um importante prêmio do mercado segurador, na categoria: Mérito na Prestação de Serviços em Planos de Pecúlio.

“Mais uma vez o GBOEX recebe essa premiação, que já é consagrada no segmento que atuamos, e isso nos enche de orgulho. É um reconhecimento que nos fortalece, para continuarmos trabalhando pelo crescimento sustentável da empresa, por meio de sua atividade fim, proteger o futuro de muitas famílias. Nossos valores de tradição, solidez e segurança são os alicerces desta empresa secular. Dividimos este prêmio com nossos associados, colaboradores, corretores de seguros e parceiros. Estão todos de parabéns”, comemora o Diretor-Presidente da Diretoria Executiva do GBOEX, Ilton Oliveira.

Segundo a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, as Entidades Abertas de Previdência Complementar obtiveram R$ 442,8 milhões de receita bruta de contribuições em 2018, cerca de 63% desse total foram auferidos pelo GBOEX. Isso demonstra a relevância e a representatividade da empresa para o setor. A entidade vem cumprindo sua atividade-fim com absoluta regularidade, protegendo e amparando financeiramente o futuro de muitas famílias. Os pagamentos de benefícios, realizados dentro do prazo estipulado pelo órgão fiscalizador, correspondem a uma média de R$ 15 milhões/mês.

O GBOEX nasceu em 24 de maio de 1913, em Porto Alegre. Chegando aos seus 106 anos em 2019, conta com Unidades de Negócios, Pontos de Atendimento Comercial e Home Offices em vários estados brasileiros. É uma das empresas gaúchas mais tradicionais, sendo um dos destaques entre as 500 maiores empresas do Sul, conforme pesquisas realizadas recentemente no Rio Grande do Sul.

Desde sua fundação, o mercado sofreu muitas transformações e o GBOEX, num processo de constante desenvolvimento, se mantém atento às inovações e às tendências, nunca esquecendo os valores que o diferenciam: tradição, solidez e segurança. Iniciou sua história atendendo oficiais militares, mas, entendendo a importância de sua missão, abriu seus produtos para a população em geral na década de 60, podendo, assim, proteger mais famílias.

A cerimônia de entrega foi realizada no dia 28 de março, na capital paulistana. O prêmio foi recebido pelo superintendente comercial do GBOEX, Leonardo Neustadt. Também prestigiaram o evento, representando o GBOEX: a consultora comercial Claudia Quatroni Viviani Michelasi, o gerente comercial da Skeff Corretora, Arthur Skeff, e o sócio-proprietário da Skeff Corretora, Franklin Skeff. A premiação tem como base análises estatísticas da Silcon Estudos Econômicos, num comparativo entre os períodos de 2017 e 2018, com base nos números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

GBOEX – quando você tem, tudo fica bem.