Revista JRS lembra da noite mágica do Troféu JRS 489

Confira em primeira mão o material especial

Além de celebrar toda a mensagem social que caminha ao lado do setor de seguros, a noite do dia 21 de outubro conseguiu demonstrar um pouco do que é este mercado. Unido, alegre e prevenido.
Com o Seguro de Eventos da Chubb e apoio de uma unidade móvel da Gente Saúde, o Troféu JRS 2016 proporcionou uma agradável noite à todos os presentes no Centro de Eventos Casa do Gaúcho. Foram ao todo, 41 homenageados, que representam, na verdade, o setor segurador como um tudo.

Mais de 1000 convidados prestigiaram a estreia da nova dupla de apresentadores do evento, Júlia Senna e William Anthony. Uma grande apresentação artística da Banda Cia. Show 4 tomou conta da noite, que alongou-se até as primeiras horas do sábado, dia 22.

Profissionais, empresas e parceiros dos ramos de seguros, previdência, capitalização, saúde complementar, corretagem e outros, fizeram sua parte, também participaram do Troféu. Serviços que garantem soluções financeiras e a estabilidade para um futuro mais tranquilo sempre tem preferência. Afinal, é disso que falamos. Sobre meios para se preservar vidas, negócios e bens.

Mas muito mais do que isso. Além das ilustres presenças de personalidades do mercado de seguros, como Gabriel Portella, presidente da SulAmércia; João Francisco Borges da Costa, presidente da FenSeg; Julio Rosa, diretor da FenSeg; Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros; E tantos outros que ficam explicitados através desta referência a alguns dos personagens que, mais uma vez, fizeram com que Porto Alegre fosse a capital do seguro mais uma vez. A forte adesão dos corretores de seguros também nos deixa muito contentes.

E o trabalho começa todo novamente. Em 2017 tem mais Troféu JRS, cheio de novidades e pronto para surpreender o público, além é claro de promover aquela integração total, que só quem já foi no Troféu JRS sente.

Vamos reviver esta noite? Folheie as páginas da edição 195 da Revista JRS!

“Associações não compactuam com crimes”, dizem empresas de proteção veicular 529

"Associações não compactuam com crimes", dizem empresas de proteção veicular

Em nota, entidade nega relação do segmento com o crime organizado no Rio de Janeiro

Após investigação da polícia carioca, as associações de proteção veicular emitiram uma nota enviada à TV Globo sobre as denúncias de pagamento de valores para assaltantes em troca de carros roubados, na região de Belford Roxo (RJ). A Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) disse que repudia o suposto envolvimento de cooperativas e associações de autogestão de planos de proteção contra riscos patrimoniais em esquema criminoso. O caso foi denunciado no dia 18 de abril, no jornal noturno da emissora carioca.

“Repudiamos qualquer ato criminoso e nos certificamos que as associações/cooperativas de autogestão de planos de proteção contra riscos patrimoniais filiadas a AAAPV não compactuam com crimes e não têm qualquer tipo de contato com traficantes. Todas as mútuas filiadas (185) são orientadas a não se sujeitar ao pagamento de resgate, seja para policiais, para empresas especializadas ou para assaltantes. Esses atos criminosos fazem parte de um grupo pequeno de associações que não representam todo o segmento”, prossegue a nota.

A entidade ainda afirma que o alto índice de criminalidade na região faz com que sobrem poucas alternativas para “os cariocas protegerem seus bens”. “Ressaltamos também que as associações e cooperativas são legais, constituídas e amparadas pelo Código Civil Brasileiro e Constituição Federal (art. 5º, XVII CF). O funcionamento das entidades não possui nenhum impedimento legal, responsabilizando-se solidariamente de conformidade com os princípios do associativismo e cooperativismo embasados na Lei Federal 5.764/71”.

No entanto, segundo reportagem do jornal O Globo, o advogado Raul Canal, presidente da própria AAAPV, admitiu que cooperativas do setor que atuam no Estado do Rio pagam aos ladrões para que os veículos sejam devolvidos. Conforme o periódico, a entidade não recomenda qualquer tipo de negociação com criminosos e vem tentando inibir essa prática. O advogado disse ainda que cooperativas de Minas Gerais estão começando a agir da mesma forma:

“O que ocorre é que as cooperativas adotaram essa prática no início e acabaram ficando reféns. Elas contratam uma empresa de pronta-resposta, integrada por policiais aposentados e até alguns da ativa, para recuperar os carros. E isso acontece rapidamente, em poucas horas. Nossa orientação é que esse pagamento não seja feito. É uma bola de neve. Não se consegue mais sair disso. Isso estimula os roubos”, afirmou Canal ao jornal.

Em 2015, JRS revelou que uma associação de caminhoneiros comercializava os pacotes de proteção sem qualquer fiscalização de órgão regulador. “Isso acontece há 500 anos”, disse o representante da entidade na ocasião. A reportagem foi capa de nossa revista impressa à época (confira abaixo).

Já o deputado federal Lucas Vergílio (SD-GO) demonstrou recente indignação com outro episódio envolvendo as cooperativas de proteção veicular. “Essas empresas atuam de forma marginal. Processaram uma corretora por danos morais. Quem causa danos e prejuízos aos consumidores brasileiros são vocês”, disse em vídeo que viralizou nas redes sociais.

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019 229

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019

É o que aponta a Carta de Conjuntura do Setor

Os primeiros meses de 2019 já mostraram que o mercado de seguros tem um ano promissor pela frente. Apesar de o cenário econômico nacional não ter evoluído muito, com a taxa de desemprego em 15,5%, o setor de seguros já apresenta números positivos. É o que aponta a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, agora produzida de maneira conjunta pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

De acordo com o estudo, o faturamento do setor em fevereiro, sem contabilizar o ramo de saúde e o DPVAT, foi de R$ 17,9 bilhões, o que representa avanço de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado. A surpresa ficou com o ramo de pessoas (acidentes pessoais, vida, prestamista, educacional etc), que conseguiu avanço de 17%, superando, com folga, a taxa de inflação e arrecadando R$ 3,4 bilhões. Os ramos elementares (automóvel, residencial, empresarial etc.) tiveram faturamento da ordem de R$ 5,6 bilhões, apresentando crescimento de 9%.

Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros 234

IRB recebe debate sobre os 11 anos da abertura do mercado de resseguros

Encontro fará uma retrospectiva e abordará o futuro sob a ótica de diferentes players do setor

O IRB Brasil RE recebe, nesta quarta-feira (24/04), às 17h30, o talk show “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”, organizado pela Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS). O encontro, aberto ao público, abordará as mudanças ocorridas desde a abertura do mercado em 2008: o que melhorou, o que precisa mudar e quais são as perspectivas para setor nos próximos anos. Tudo isso a partir do ponto de vista de diferentes players do mercado.

Os convidados do talk show são José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil RE; Carolina Vieira, diretora de Áreas Corporativas da Markel Seguradora e Markel Resseguradora; Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions; Judi Newsam, Managing Director and Country Head Brazil Guy Carpenter; Carolina Weber, gerente de Riscos e Seguros da Vale para a América Latina; Camila Calais, sócia do escritório Mattos Filho; e Maria Elena Bidino, membro do Conselho de Administração do IRB Brasil RE. Margo Black, presidente da AMMS, mediará o debate.

As inscrições, com valores que variam de R$ 20 a R$ 120, assim como a programação completa do evento no Rio de Janeiro, estão disponíveis neste endereço.

São Paulo

Na quinta-feira (25/04), será a vez de São Paulo receber o evento, no Teatro Renaissance, às 17h30. Participarão Ângelo Colombo, CEO da AGCS América do Sul; Antonio Trindade CEO da Chubb e presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Paula Lopes, diretora executiva de Placement na Marsh Brasil e Bowring Marsh; Ida Sá, gerente de risco da Embraer; Júlia Santoro de Camargo Donato, sócia do DR&A Advogados; e Maria Elena Bidino.

Para saber mais sobre o evento de São Paulo e fazer sua inscrição, acesse este link.

Serviço – “Mercado de Resseguros – 11 anos depois”:

Rio de Janeiro

Data: 24 de abril (quarta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Auditório do IRB Brasil RE – Avenida Marechal Câmara, 171

São Paulo

Data: 25 de abril (quinta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233

Perdeu o Seguro Sem Mistério da semana? Não tem problema! 146

Perdeu o Seguro Sem Mistério da semana? Não tem problema!

Confira os horários das reprises diárias

O programa Seguro Sem Mistério dessa semana trouxe entrevistas exclusivas do Encontro de Gestores, promovido pela Icatu Seguros. As edições inéditas vão ar sempre aos domingos às 11h30 pelo Canal Bah! TV (20 da Net-RS).

No YouTube da Revista JRS é possível acompanhar várias das reportagens e entrevistas que foram exibidas no Seguro Sem Mistério. No entanto, é possível acompanhar pelo Bah! TV as reprises diárias:

Segunda-Feira 13h30
Terça-Feira 13h30
Quarta-Feira 19h30
Quinta-Feira 16h30
Sexta-Feira 9h
Sábado 14h
Domingo 11h30 (inéditos)

Thinkseg investe R$ 50 mi para lançar primeiro seguro auto por assinatura do Brasil 331

Thinkseg investe R$ 50 mi para lançar primeiro seguro auto por assinatura do Brasil

Na modalidade Pay-Per-Use, usuário paga assinatura acrescida por uma variável de acordo com o uso do automóvel

Thinkseg, primeira insurtech totalmente digital do Brasil, anuncia investimento de R$ 50 milhões para desenvolver o primeiro seguro por assinatura, comportamento e pagamento mensal do Brasil. Chamado de Seguro Pay-Per-Use (pague pelo uso, em tradução livre), o serviço funciona com o pagamento de uma assinatura fixa média de R$ 94, acrescida por uma variável conforme a utilização do veículo – uma combinação de quilometragem rodada com a forma de condução do segurado.

Segundo Andre Gregori, ex-BTG Pactual, Fundador e CEO da Thinkseg, o serviço deve garantir economia de até 50% para o motorista que dirige pouco. “Nosso objetivo é democratizar o acesso ao seguro para o brasileiro. Com a tecnologia usada na criação deste novo produto, vamos disponibilizar um seguro de carro mais justo e transparente para o usuário ”, explica Gregori.

Na dinâmica do modelo Pay-Per-Use, quanto menos a pessoa usar o seu carro, menor será o valor do seu seguro, assim como quanto mais prudente for a sua direção, melhor será o preço final da mensalidade. Para oferecer esta personalização, os dados do motorista serão aferidos por telemetria e analisados por inteligência artificial. O produto estará disponível para contratação ainda no primeiro semestre deste ano.

De acordo com o executivo, este modelo acompanha a transformação digital que ocorre em todos os setores e influência desde o modo em que os consumidores fazem compras, até a forma como as pessoas escutam música e assistem filmes. “Está modalidade está alinhada a uma tendência mundial, similar a modelos que marcas como Netflix e Spotify já adotam. Por conta disso, acreditamos que os produtos baseados em assinatura, acrescidos por variáveis de comportamento, irão revolucionar também o setor de seguros. No caso do Brasil, este tipo de inovação trará novos clientes que não acessam o seguro, seja pelo preço ou pela falta de transparência do valor cobrado, ajudando a aumentar a quantidade de carros e pessoas com proteção de seus patrimônios no País”, completa o CEO da Thinkseg.