CVG-RS promove palestras e qualifica profissionais do mercado de seguros 770

Clube retomou atividades na tarde desta terça-feira

“Tendências do marketing digital no mercado segurador”, este foi o tema da primeira palestra promovida pelo Clube de Seguros e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS) em 2017. Uma série de eventos intercalados já foram programados pela diretoria da entidade. “Os profissionais precisam dar um passo à frente de seus concorrentes. Estar atento às transformações da Comunicação é fundamental para obtenção de resultados acima da média”, explica Eder Oliveira, presidente do CVG-RS.

Rafael Terra é CEO da agência Fabulosa Ideia e professor de MBAs em Marketing Digital

O palestrante Rafael Terra é CEO da agência Fabulosa Ideia e professor de MBAs em Marketing Digital em diversas instituições de ensino, como PUCRS, ESPM, UNDESC, UNICRUZ, UNIJUI e UCS. Ele reforça a importância que deve ser dada às tendências de 2017 conciliada aos negócios. “A ideia desta palestra é demonstrar como as empresas se relacionam com este movimento e como eles criam engajamento com o público através do conteúdo desenvolvido por elas mesmas”, conta.

Muito mais que simplesmente estar na internet, é preciso enxergar as redes sociais como mídia. “A partir de R$ 1,50 você consegue criar um anúncio no Facebook, por exemplo. Isso exige uma visão muito mais ampla sobre mídia e publicidade, que envolvem estratégias referentes ao público alvo e à segmentação de audiência”, completa. Para Rafael Terra ainda é importante alinhar o posicionamento digital e físico das empresas. “Costumo brincar: nunca publique na internet algo que você não colocaria em um outdoor. No outdoor, você ainda consegue retirar a peça, mas na internet não. É preciso muito cuidado com isso, visto que uma crise em redes sociais pode ser algo horrível para uma marca”, finaliza.

Eder Oliveira, atuário e presidente do CVG-RS

“Hoje, a palestra foi aberta ao público em geral do mercado de seguros, mas visamos valorizar também o associado ao Clube, que contará com debates de especialistas das áreas técnicas e comerciais”, reforça o presidente do CVG-RS em entrevista ao programa Seguros Sem Mistério na TV, exibido aos domingos no Canal 20 da NET Rio Grande do Sul.

Oliveira também demonstra o cuidado com a fidelização dos membros da entidade. “Além das palestras mais focadas na parte profissional, debates e eventos sociais estão previstos com benefícios exclusivos para associados”, explica. O também atuário destaca o início das preparações para um dos eventos mais aguardados pelo mercado de seguros gaúcho, o Troféu Destaques do Ano, organizado tradicionalmente pelo CVG-RS.

O encontro, realizado com auditório da Escola Nacional de Seguros de Porto Alegre lotado, contou com a presença de diversos representantes do ramo de seguros, entre os quais: Guacir Bueno, presidente do Sindicato das Seguradoras do RS, Roseli de Castro, presidente do Clube das Gurias e vice-presidente do Sincor-RS, Jane Manssur, coordenadora da Escola Nacional de Seguros no Rio Grande do Sul, José Antônio Lumertz, coordenador do curso de Ciências Atuariais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Carlos Josias, membro do conselho permanente de acadêmicos da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e José Dalpiaz, presidente do Clube da Bolinha.

Na oportunidade, foi realizada uma homenagem dos membros da diretoria do CVG-RS a Eloy Kath, fundador da Bika Corretora. Kath possui mais de 50 anos de atuação no mercado de seguros de vida. “Precisamos sempre dar destaque aos profissionais que fazem a história do mercado de seguros”, finalizou Eder Oliveira.

Arrecadação do mercado de seguros avança dois dígitos até fevereiro 253

Arrecadação do mercado de seguros avança dois dígitos até fevereiro

Receita atinge R$ 39,4 bilhões e sobe 12,7% no período

A arrecadação do mercado de seguros manteve a trajetória positiva no acumulado do ano até fevereiro. No primeiro bimestre, a alta foi na casa de dois dígitos – de 12,7% (sem DPVAT e sem saúde suplementar) – sobre o mesmo período do ano passado, alcançando a cifra de R$ 39,4 bilhões (ou R$ 40,1 bilhões com DPVAT), informa a nova edição da publicação Conjuntura CNseg. “O comportamento positivo de todos os ramos contribuiu para fevereiro apresentar uma taxa de crescimento bastante promissora, na comparação com o acumulado no mesmo período do ano passado”, destacou Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a Confederação das Seguradoras.

Vale lembrar que o desempenho positivo do setor segurador é importante no plano macroeconômico, não só pela sua participação de mercado – de 6,5% do PIB-, mas também pela sua condição de grande investidor institucional – as seguradoras mantêm mais de R$1,2 trilhão em ativos, ou seja, 25% da dívida pública.

O resultado deveu-se ao crescimento de todos os ramos de seguros no período. Destaque para os Planos de Acumulação VGBL, que subiram 17,8% nos dois meses primeiros meses do ano. Outras contribuições importantes, no acumulado do ano, partiram dos seguros Patrimoniais (19,5%), do Seguro Rural (13,1%), dos seguros de Crédito e Garantias (10%) e dos títulos de Capitalização (9,6%). Já os seguros de Automóveis tiveram discreto aumento de arrecadação, de 1,3% no bimestre.

Na série de dados anualizada (março/18 a fev/19 – sem Saúde Suplementar), o crescimento é mais discreto- 2%-, indicando, porém, uma recuperação paulatina, já que houve uma sequência de quatro períodos anualizados de taxas negativas (considerando-se as séries de 12 meses móveis de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2018).

Fausto Dórea assume novo desafio na Sudamerica Vida 293

Fausto Dórea assume novo desafio na Sudamerica Vida

Empresa visa expandir operação na Região Nordeste

O executivo Fausto Dórea
O executivo Fausto Dórea / Divulgação

O executivo Fausto Dórea é o representante da Regional Norte/Nordeste da Sudamerica Vida, desde o início de abril. A companhia atua fortemente em todo País com produtos de vida individual, em grupo e empresarial.

“A vinda de Dórea, profissional com muita experiência no mercado segurador, tem o intuito de alicerçar as parcerias que já possuímos na região, além de expandir a operação da empresa em todo o Nordeste”, explica o diretor comercial da Sudamerica, David Novloski.

“Entendo que será um grande desafio, entretanto estou imensamente motivado e disposto a desenvolver um excelente trabalho neste segmento que mais cresce no Brasil e de fundamental necessidade para a proteção da sociedade”, ressalta Dórea, referindo-se aos seguros de pessoas.

O executivo agradece a confiança do presidente do grupo Sudamerica, Luciano Fracaro, e do diretor comercial, David Novloski. “É uma honra integrar a equipe desta companhia tão conceituada no mercado, que há mais de 30 anos vem atuando com muito profissionalismo no segmento de seguros de pessoas”, finaliza Dórea, que também preside o Clube dos Seguradores da Bahia.

‘Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos’, traça Nilton Molina 1108

'Vida é o ramo que mais irá crescer pelos próximos 20 anos', traça Nilton Molina

Presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também destacou importância de uma reforma estrutural no sistema previdenciário brasileiro

Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina é um dos grandes nomes do Seguro de Vida e Previdência no Brasil / Foto: Antranik Photos

Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguros de Vida e Previdência no Brasil, participou de almoço promovido pelo Clube Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), na última quinta-feira (11), na capital paulista. Tudo aconteceu no Terraço Itália, onde os participantes desfrutaram de uma das mais belas vistas da cidade de São Paulo.

Durante o encontro, Molina fundamentou a estruturação dos setores público e privado de previdência Outro ponto de destaque pelo especialista é a transformação da estimativa de vida do brasileiro, além de questões sobre longevidade. Outra abordagem de Nilton Molina foi sobre a tipificação de riscos ao longo da vida. O especialista elenca a vasta população brasileira como um grande ativo para o País. “O PIB per capta mensal do brasileiro é R$ 2.809 (a divisão da população pelo PIB), isso mede a riqueza das pessoas. O salário médio do brasileiro, tem a ver na veia, com a previdência, é a fortuna de R$ 2.270. Olhando para baixo da pirâmide social, quando se fala em previdência, falamos desse valor médio. A média mensal de empregados qualificados é R$ 4.750 reais, já na indústria, o valor médio é de R$ 2.600, entre os pouco qualificados o valor é de R$ 1.440. Isso justifica a necessidade da reforma, não faz sentido que brasileiros tenham R$ 30 ou R$ 50 mil reais de aposentadoria do Estado. Essa disparidade entre salários maiores e menores é Robin Hood ao contrário”, justifica.

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Nilton Molina ainda lembrou que o Brasil já atravessou diversas reformas previdenciárias ao longo dos últimos governos. “Outro ponto importante é a relação do percentual do PIB gasto com o pagamento dos 35 milhões de beneficiários, que recebem uma média de R$ 1.371,43. A receita do Regime Geral de Previdência Social é de R$ 390 bilhões, com despesas de R$ 576 bilhões, o que gera um déficit de R$ 186 milhões. Isso representa um custo de 8,21% sobre o PIB. Já os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) custaram 1,75% ao PIB (engloba 1.053.972 beneficiários, com média de R$ 9.725,00 mensais). São os aposentados, pensionistas e funcionários da esfera federal, com uma receita de R$ 37 bilhões, despesa de R$ 123 bilhões e um déficit de R$ 86 milhões. O dramático não é nem a média. São as discrepâncias geradas pela política”, classifica.

“A desinformação chegou ao ponto que os aposentados são contra a reforma que irá garantir o pagamento dos benefícios. É preciso demonstrar a necessidade de fazê-la”, apresenta Nilton Molina.

Os gastos de quase 12% do PIB com previdência são um dos mais altos entre os países considerados jovens. “A atual reforma proposta pelo governo prevê aumento das idades de aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Outra base de sustentação do projeto é o aumento para 20 anos de contribuição para alcançar diretos, além da volta do fator previdenciário para cálculo dos benefícios. As medidas visam uma diminuição do déficit em curto prazo, para futura estabilização. Em 10 anos, o projeto estabiliza o custo dos sistemas em 10% sobre PIB. Esse valor é muito alto para um país ainda considerado jovem”, analisa.

Molina ainda lembra que existem dois tipos de reforma. A paramétrica, que está no Congresso Nacional, e a estruturante, que cria um novo sistema – o que seria ideal, na visão do especialista. “A atual proposta mantém privilégios entre trabalhadores privados e públicos e também não tem uma visão clara das questões sociais dos mais pobres”, reitera. “Uma reforma estruturante cria um novo sistema para os novos trabalhadores”, disse Molina ao apresentar um modelo alternativo, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e baseada em quatro pilares: “renda básica, regime de repartição entre empregado e empregador, capitalização (opcional) com aproveitamento de parte do FGTS e ainda na previdência complementar”, classificou.

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“Existe um artigo na atual PEC que enseja a discussão a cerca do regime de capitalização, mas isso em momento futuro”, conta o especialista que também faz parte da diretoria da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na visão de Nilton Molina teria sido melhor começar pela reforma que impacta os jovens, os novos trabalhadores, ou seja, a reforma estruturante. “O caixa do Estado Brasileiro não permitiu que assim fosse”, lamenta.

“Um programa como o proposto pela FIPE visa diminuir o custo sobre folha dos 32% atuais para 10%, criando condições do aumento dos empregos formais. Outro ponto é que esse projeto quer tratar todos os brasileiros de forma igual perante os sistemas previdenciários mantidos pelo Estado, sem privilégios. Com isso, o custo do sistema em regime será de mais ou menos 4% sobre o PIB, em comparação aos atuais 12%”, projeta Nilton Molina. Na visão do segurador, a discussão sobre a reforma promove a cultura previdenciária e evidencia a inviabilidade da manutenção de privilégios financiados pela sociedade, além de provocar o aumento da poupança individual. “Outro ponto relevante é que ela diminui os custos das empresas sobre folha e, principalmente, estimula os brasileiros com renda superior à média (R$ 2.270,00) a entenderem que dependerão das próprias poupanças para a manutenção da segurança previdenciária de si mesmo e de suas famílias”, prossegue.

Um bom exemplo, citado pelo especialista, trata-se do regime complementar de previdência do Estado de São Paulo, a SP-PrevCom, que conta com gestão da Mongeral Aegon. “O Brasil errou tanto em Previdência que a aplicação de ambas as reformas demoraria 50 anos para que se atinja esse valor de 4% do PIB (tal qual é em países como Chile e Coreia do Sul, por exemplo)”, evidenciou.

Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos
Nilton Molina recebeu homenagem de Silas Kasahaya, presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos

Molina abordou mais os impactos e efeitos externos que estão centrados sob a reforma da previdência. “Isso também diz respeito ao Seguro de Vida. Se tem algo que vai crescer no Brasil é esse segmento”, contou a reportagem de JRS.

Na visão de Nilton Molina a não realização da reforma da Previdência significa a volta da inflação. “Isso significaria um desastre absoluto para estados e municípios. O Seguro de Vida só cresce se a renda cresce, a renda só cresce se a economia cresce, para a economia crescer é preciso fazer o ajuste fiscal e atrair novamente a confiança dos investidores”, enfatizou ao público seleto, que reuniu líderes de entidades do mercado segurador de todo o Brasil, bem como das entidades de classe do Estado de São Paulo.

Confira outras imagens – Palestra do CVG/SP:

Proseg está com nova sede em Porto Alegre e contrata executivo 416

Raul Lopardo agora integra equipe da empresa

A Proseg Administradora e Corretora de Seguros, com mais de 30 anos de especialidade no mercado de seguros brasileiro, com soluções de agilidade em propor tranquilidade aos seus clientes, através de seus produtos pessoais e patrimoniais, segue inovando em soluções. A empresa com sede em Brasília, filiais em São Paulo e Salvador, agrega novidades para a filial Porto Alegre.

O novo endereço da Proseg conta com amplo espaço para atendimento de clientes segurados e parceiros, e fica situado na Rua Felicíssimo de Azevedo, 744 – Bairro Higienópolis. Além disso, o executivo com mais de 25 anos de experiência em seguridade nacional, Raul Lopardo, soma-se à equipe da empresa para desenvolvimento de projetos inovadores.

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 311

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.