Pelo sétimo ano consecutivo, Grupo BB e MAPFRE apaga as luzes para marcar a “Hora do Planeta” 1651

Movimento global chama a atenção às soluções para proteger o planeta e criar um futuro sustentável

Por mais um ano, o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE participará do movimento “Hora do Planeta”, iniciativa mundial promovida pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas por meio de uma atitude simples: desligar as luzes durante o período de uma hora.

A sede da companhia, localizada da Avenida das Nações Unidas, próximo à estação Morumbi da CPTM, zona Sul de São Paulo, e as 102 sucursais distribuídas por todo o país farão o ato simbólico de apagar as luzes em apoio ao movimento, que em 2016 chegou a 178 países e territórios e 9.000 cidades e vilas, segundo a organização.

A edificação do condomínio WT Morumbi, onde está localizada a sede do Grupo, é certificada LEED (principal selo de construção sustentável) Core and Shell – Silver, assim como o projeto de interiores do grupo, que acaba de ser certificado LEED-CI – Gold. Tanto o projeto quanto a execução de obras seguiram requisitos e métodos que geram maior eficiência energética, racionalização de água, redução da geração de poluentes e qualidade do ambiente para o usuário.

A participação do grupo no movimento Hora do Planeta está alinhada à sua estratégia de promover sustentabilidade em todas as esferas de atuação. Desde o início de suas operações, em 2011, esse cuidado está presente por meio da promoção de diversas iniciativas para reduzir o impacto ambiental na realização de suas atividades.

“Participar da Hora do Planeta estimula o engajamento de pessoas, cidades e empresas em ações que façam a diferença para a preservação ambiental. Mais do que simplesmente apagar as luzes durante uma hora, a iniciativa pode ajudar a potencializar a mobilização em busca de iniciativas concretas em favor das questões climáticas”, afirma Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo.

A companhia é certificada pela norma ISO 14001, que atesta que o sistema de gestão ambiental da companhia segue padrões internacionais e demonstra sua preocupação com a proteção do meio ambiente, por meio de um compromisso formal e internacionalmente reconhecido. Para recebê-la, o grupo estabeleceu novas metas e indicadores ambientais para as áreas, investiu em treinamentos para os colaboradores e adequou processos aos padrões internacionais pré-estabelecidos pela norma.

“A busca por alternativas inteligentes e sustentáveis é uma responsabilidade de toda a sociedade e o grupo, que pauta suas ações e decisões buscando sempre o equilíbrio socioambiental, procura investir em iniciativas que geram valor para a empresa e para a sociedade, garantindo a mitigação de riscos socioambientais na sua operação”, conta Fátima.

Segunda edição do Rio Innovation Week terá área exclusiva para as LawTechs 269

Steve Forbes e Aaron Ross / Divulgação

Evento acontece em novembro no Píer Mauá e reforça o protagonismo do Rio de Janeiro como capital da Inovação da América Latina

Reconhecido em sua primeira edição – em janeiro de 2022 – como o maior e mais completo evento de Inovação e Tecnologia da América Latina, o Rio Innovation Week confirma sua nova data – de 08 a 11 de novembro deste ano, no Píer Mauá. A agenda vai reunir mais de 700 palestrantes, cerca de 200 empresas expositoras, pitch de startups, debates sobre o futuro de diferentes segmentos que movem a economia e indicam o comportamento da sociedade.

O evento estreia esta edição uma área totalmente dedicada às LawTechs, segmento que foca no desenvolvimento de produtos e serviços tecnológicos voltados para o mercado jurídico, como softwares de gestão e extração de dados públicos. Entre os objetivos dessas empresas está modernizar e descomplicar serviços jurídicos, buscando formatos mais ágeis e menos burocráticos.

Entre os key speakers confirmados para a Rio Innovation Week estão Steve Forbes, presidente e editor da publicação Forbes; o publicitário Nizan Guanaes; Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden; Dan Cockerel, que foi VP da Disney World; Spike Lee, cineasta; Camila Farani, presidente da G2 Capital, investidora e empreendedora; Steve Blank, empreendedor do Vale do Silício; Bianca “Boca Rosa”, empresária e influenciadora digital; e Aaron Ross, autor do livro “Receita Previsível”.

O Rio Innovation Week trará para o mesmo espaço diversos segmentos de mercado que hoje tem seu futuro baseado na inovação e tecnologia. Essa integração e complementaridade é um importante ativo do Rio Innovation Week.

O público do evento é também composto por profissionais de diferentes posições, incluindo iniciativa privada, Academia, governo, empreendedores, investidores, instituições de pesquisa e profissionais especializados.

“O sucesso da primeira edição do Rio Innovation Week reforçou o potencial do Rio de Janeiro para agregar importantes debates sobre tendências e futuro de diferentes segmentos da economia. O grande legado desse evento é a capacidade de estimular mudanças e incentivar da busca por novas soluções viáveis de implementação, além de realizar forte networking e gerar parcerias”, indica Fábio Queiróz, um dos idealizadores e presidente do Conselho Organizador do evento.

“A cidade e o Estado do Rio de Janeiro estão na pauta do desenvolvimento do país. O Varejo teve que se reinventar nos últimos anos e o Rio Innovation Week vem dar o suporte para a continuidade desse desenvolvimento”, reforça Antônio Queiroz, presidente da Fecomércio RJ.

Áreas do Rio Innovation Week

FoodTechs – a área estreia em novembro de 2022 reforçando a importância de olhar para a alimentação do futuro. A categoria, em franca ascensão no Brasil e no mundo, já atrai empreendedores e investidores tanto do ramo da alimentação tradicional como vindos de outras áreas, em um trabalho de repensar e reinventar o modo de comprar alimentos, selecionar de produtos, questionar a saudabilidade e mesmo cozinhar.

Music Forward – uma área totalmente dedicada à música, um dos primeiros segmentos a trazer disrupção total no modelo de disseminação e consumo, além de remuneração dos artistas e profissionais do segmento. A tecnologia também trouxe para o mercado novas possibilidade de criação, dando mais acessibilidade a recursos antes somente possíveis em estúdios caros.

RIW Pop & Tech – Inovação a Favor da Cultura Um ambiente interativo trazendo as múltiplas possibilidades da utilização da tecnologia para criar novos ambientes e experiências na produção cultural, estimulando a economia criativa e gerando novos negócios.

Farani Stage RIW – Camila Farani é embaixadora do Rio Innovation Week e terá um palco exclusivo, no formato talkshow, onde vai receber grandes investidores e empreendedoras para conversas sobre desafios, como identificar um potencial negócio, como apresentar sua proposta.

LED Innovation – Luz na Educação, iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho com foco em iluminar e disseminar práticas inovadoras em Educação, reconhecendo quem está revolucionando o futuro do setor no Brasil, hoje.

Conecta – Inovação e Tecnologia para o Varejo

Evento anual do setor de Varejo com foco em conectar empresas, empreendedores e executivos. O Conecta reforça como o Varejo 4.0 foca na convergência de dois mundos: o varejo tradicional – e seus pontos
fortes -, e o varejo digital – e as mudanças que gera em todos os segmentos. Entre os focos está mostrar todos os ganhos de consumidores e gestores de empresas.

SDP Summit – Inovação Aberta

O espaço recebe diferentes setores, focando em criar conexões e gerar novas oportunidades de negócios, networking, aprendizado e novas experiências para todos os players.

Terá debates sobre temas como Educação Financeira, Energia, Segurança Digital e Novos Mercados em uma mega estrutura com três palcos, VCSquare, área expositiva para startups, mentorias e
workshops

AgroRiw Tech

O espaço apresentará como será a agricultura do futuro, abrindo oportunidades para discussões sobre tecnologias, modelos de negócios, o impacto da inovação e de novas ferramentas em uma atividade tão ligada ao meio ambiente. Durante o Rio Innovation Week, será montada uma extensa agenda para conectar produtores agrícolas de diferentes segmentos e tamanhos com desenvolvedores de tecnologia capazes de revolucionar de forma responsável a utilização do campo, impulsionando o mercado agrícola brasileiro.

Health Tech

O espaço apresentará as novidades do mercado de saúde, unindo a área científica com soluções tecnológicas. Além de gerar oportunidades de negócios e fomentar o ecossistema de open health innovation, será também incentivado o networking e a criação de novas conexões entre os players do mercado de saúde.

Turistech Zone – O Turismo do Futuro

Espaço totalmente dedicado ao ecossistema Turistech, o Turismo 5.0 terá foco em fomentar o setor conectando as áreas e profissionais de Turismo e Inovação, estimulando o investimento em startups que podem apoiar e acelerar a transformação digital desse mercado.

Entre os temas da pauta estarão turismo espacial, turismo virtual e nomadismo digital.

Futuro – O Futuro das Profissões

Um espaço dedicado a discutir o futuro das profissões terá como tema como ser um líder digital – quais os novos skills que o mercado demanda do profissional e as oportunidades no mercado de trabalho neste novo momento.

Vila da Ciência

A VILA DA CIÊNCIA MCTI, projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, reúne as 29 entidades vinculadas -unidades de pesquisa, organizações sociais, agências e autarquias para apresentar as iniciativas, ações e projetos, trazendo o há de mais moderno no desenvolvimento da ciência e tecnologia com o objetivo de gerar conhecimento, riquezas e melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Growth Machine – Estratégia de vendas

Foco em organizar e simplificar os principais processos para que as empresas organizem melhor suas estratégias de vendas, mirando o crescimento, em especial no segmento B2B.

Sociedade 5.0

Como a convergência de todas as inovações possibilita maior qualidade de vida para a sociedade além de ações com foco em responsabilidade ambiental.

  • Smart cities
  • Mobilidade
  • Ciência da Vida
  • Desenvolvimento humano e social
  • Ciência da natureza

Journey – Marketing digital

A agenda deste espaço vai reforçar como o Marketing Digital e as modernas técnicas de vendas são cruciais como estratégia de crescimento de negócios, trazendo soluções eficazes e sustentáveis.

Clean Up The World – Educação para um Ambiente mais Limpo

Fundado em 1993, é um evento apolítico, sem fins lucrativos e não governamental que busca unir diferentes grupos da sociedade com foco em comum na proteção do meio ambiente. Além do desenvolvimento e apoio a projetos, também capacitam pessoas ao redor do mundo.

Arena HUB – Inovação no Esporte

O espaço vai apresentar as do mercado esportivo, promovendo experimentação e gerando experiências imersivas. Todo o ecossistema do Arena Hub auxiliará na conexão de profissionais, startups, entidades esportivas, universidades, centros de pesquisa, estudantes, atletas, investidores e grandes empresas de esportes, com foco em inovação e tecnologia.

Arena Games

A Arena Games mostrará as principais transformações do indivíduo através da modalidade do e-Sports, trazendo as novidades tecnológicas para o segmento, promovendo experimentações e gerando experiências imersivas

Impact HUB Brasil

A maior rede global colaborativa de impacto, unindo os inovadores, sonhadores e os empreendedores que estão criando soluções tangíveis para as questões mais prementes do mundo.

O Impact Hub nasceu em Londres com a iniciativa de criar um espaço de trabalho colaborativo para pessoas interessadas em promover grandes transformações. Sua missão é inspirar, conectar e capacitar a comunidade a desenvolver ideias empreendedoras para construir um mundo radicalmente melhor. Os três pilares do HUB são: Comunidade Vibrante, Espaços Inspiradores e Conteúdo Significativo.

MIT Innovative Workplaces

Iniciativa que chega ao país trazida pela MIT Technology Review com o objetivo de amadurecer o cenário local de inovação, destacando boas iniciativas e apresentando caminhos possíveis de melhoria e transformação.

Palco do Conhecimento

Espaço para os grandes nomes que pensam sobre tecnologia, cultura, sustentabilidade, ciência e muito mais. Foco em como a tecnologia está presente nas mais diversas formas de produção de conhecimento e também no impacto dessa presença.

Conheça os números da primeira edição do Rio Innovation Week, realizado em janeiro de 2022

  • Capacidade para geração de R$ 300 milhões em novos Negócios;
  • Público durante os 4 dias – 48 mil pessoas
  • Mais de 1500 palestrantes em 19 palcos;
  • 780 horas de palestras;
  • Cerca de 200 expositores;
  • 1.500 startups participantes;
  • Mais de 1.000 investidores.

Rio Innovation Week – Novembro 2022

  • Os ingressos para o Rio Innovation Week – Píer Mauá 2022 são vendidos pela plataforma Sympla.
  • O evento é realizado por Base Produções, LER Cultural e Sai do Papel.

thyssenkrupp marca presença na Smarter E South America 363

Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp para a América do Sul / Divulgação

Encontro acontece entre os dias 23 e 25 de agosto, em São Paulo (SP)

Líder global na tecnologia de eletrólise da água, principal rota para produção de hidrogênio verde em larga escala, a thyssenkrupp participará da Smarter E South America, que acontece entre os dias 23 e 25 de agosto, em São Paulo (SP). Um dos principais eventos do setor de energia da América Latina, a Smarter E trará, além da exposição, um congresso com amplo programa de palestras, incluindo um side event organizado pela Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) para discutir o desenvolvimento do mercado de hidrogênio verde no Brasil, marcado para o dia 24, das 13h às 19h30.

Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp para a América do Sul, está entre os palestrantes e abordará o panorama e as expectativas para aplicação do hidrogênio verde em diferentes setores no Brasil. “O hidrogênio verde e seus derivados, como amônia verde e metanol verde, devem movimentar algo em torno de US$ 20 a 30 bilhões até 2040 no País, com custos de produção bastante competitivos e potencial uso para descarbonizar setores como siderurgia, refinarias e mobilidade. Fatores como a matriz energética com ampla participação de fontes renováveis e a localização geográfica estratégica dos portos marítimos em relação aos potenciais mercados consumidores, principalmente a Europa, fazem do Brasil um candidato natural a se tornar um dos maiores produtores e exportadores de hidrogênio verde do mundo”, destaca Alvarenga.

Recentemente, a thyssenkrupp firmou um contrato com a Unigel, uma das maiores empresas químicas da América Latina, para fornecer sua tecnologia de eletrólise da água para a primeira planta de hidrogênio verde em escala industrial do Brasil. A fábrica também vai produzir amônia verde e, quando entrar em operação, será a maior desse gênero no mundo.

Com capacidade atual de manufatura de eletrolisadores de 1 GW por ano e atualmente ampliando a cadeia de fornecimento para atingir 5 GW por ano, a thyssenkrupp, por meio de sua unidade thyssenkrupp nucera, é a empresa com maior capacidade de fornecimento de plantas de larga escala de eletrolise de água para produção de hidrogênio verde no mundo, tendo já fornecido mais de 150 plantas de amônia e mais de 600 plantas de eletrólise em diversos países no decorrer das últimas seis décadas.

A edição de 2022 da Smarter E será realizada no Expo Center Norte. Mais informações podem ser obtidas no site https://www.thesmartere.com.br/inicio.

Sobre a thyssenkrupp

A thyssenkrupp é um grupo internacional composto por empresas industriais e tecnológicas independentes. O Grupo gerou vendas de €34 bilhões em 56 países no ano fiscal de 2020/2021. Sob uma forte marca de referência, nossos produtos e serviços contribuem com a criação de um futuro melhor e mais sustentável. A competência e o comprometimento de nossos mais de 101 mil colaboradores ao redor do mundo são a base do nosso sucesso. Com nossa tecnologia e inovação, trabalhamos com nossos clientes para desenvolver soluções de baixo custo e consumo eficiente de recursos para os desafios futuros. Nós combinamos a orientação aos resultados com a responsabilidade empresarial e social.

Desenvolvendo negócios na América do Sul desde 1837, a thyssenkrupp emprega cerca de 4.000 colaboradores na região nos segmentos automotivo, mineração, química e defesa naval. Na América do Sul, a empresa contabilizou durante o ano fiscal 2020/2021 um faturamento equivalente a R$ 4,8 bilhões.

SulAmérica organiza roda de conversa para debater o aleitamento materno e saúde emocional 478

SulAmérica organiza roda de conversa para debater o aleitamento materno e saúde emocional / Divulgação

Aberto ao público, bate-papo com profissionais acontece nesta terça-feira, 16/08

Em uma palestra aberta ao público, a SulAmérica debate os desafios da amamentação e sua relação com a saúde emocional. Alinhada com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), que designou agosto como o mês de incentivo à amamentação, o Agosto Dourado, a SulAmérica convida duas especialistas para um bate-papo sobre o assunto.

O encontro online será realizado nesta terça-feira, 16/08, às 19h, e conta com a participação de Juliana Saia, Especialista em Saúde da Mulher e Neonatal, e Náthaly Costa, Especialista em Saúde Mental. A conversa é direcionada e aberta às pessoas interessadas em entender mais sobre a importância da amamentação e como a saúde emocional está ligada a esse gesto, já que para muitas mulheres esse ato envolve superação.

Para acompanhar o bate-papo e participar com dúvidas, basta realizar o cadastro em https://bit.ly/3AhFR0V

Iniciativa da SulAmérica auxilia mães

A SulAmérica, em linha com o posicionamento de Saúde Integral, que incentiva o equilíbrio entre a saúde física, emocional e financeira, desenvolveu a iniciativa Futura Mamãe. O programa, além de apoiar, preparar e dar suporte às gestantes e mães de recém-nascidos, auxilia nesse momento tão importante dentro de uma família. Desde o lançamento, em 2015, a iniciativa foca em orientar a gestante quanto aos cuidados necessários com a alimentação, atividade física, exames preventivos, importância das consultas médicas programadas, relacionamento com o médico ginecologista/obstetra, além dos cuidados após o nascimento do bebê.

Tokio Marine promove a 3ª edição do Green Vida Brasil em 2022 295

Marcos Kobayashi é presidente do CVG-SP / Foto: Antranik Photos/Divulgação

Considerado o maior movimento de conscientização sobre Seguro de Vida no País, a última edição da ação contou com mais de 2.400 corretores participantes

Com o objetivo de reforçar a importância e aumentar a conscientização sobre o Seguro de Vida e suas modalidades relacionadas, a Tokio Marine realiza no dia 18 de agosto, mais uma edição da campanha Green
Vida Brasil, uma ação de vendas sincronizada que envolve todas as assessorias, escritórios e sucursais da seguradora no País.

Essa é a terceira vez que a campanha, direcionada a Corretores e que contempla os produtos Vida Individual (Mulher, Homem e Sênior) e Simples Vida Empresa (VG e AP), será realizada em 2022. A última edição do Green Vida Brasil, em maio, alcançou números recordes – na ocasião, participaram mais de 2.400 Corretores e quase 5.900 negócios foram fechados em um único dia.

“Temos muito orgulho em contar que a Green Vida Brasil é um sucesso, tendo se tornado o maior movimento de conscientização sobre Seguro de Vida no País. A cada edição da campanha podemos ver na prática o resultado do comprometimento de nossos Parceiros de Negócios e da área comercial da companhia, agentes fundamentais para nos ajudar a disseminar e consolidar a importância do Seguro de Vida e aumentar a compreensão das pessoas em relação aos seus benefícios e coberturas oferecidas”, afirma Marcos Kobayashi, Diretor Comercial Nacional Vida da Tokio Marine.

Visando ajudar os corretores a otimizarem suas vendas e a buscarem qualificação profissional constante, a Tokio Marine promove uma série de treinamentos e capacitações, compostos por orientações de técnicas de vendas, abordagem e argumentações junto a clientes. “O processo de conscientização sobre o Seguro de Vida começa com nossos corretores. Oferecemos diversas ferramentas e treinamentos sobre o produto, não apenas para prepará-los para as edições do Green Vida, mas também para ajudá-los a terem mais assertividade na consultoria aos seus clientes no dia a dia e, consequentemente, conseguirem fechar mais negócios. Até maio desse ano, a área de treinamentos da companhia realizou mais de 300 treinamentos sobre os produtos da carteira”, finaliza Kobayashi.

Assim como nas edições anteriores, o terceiro Green Vida Brasil no ano vai premiar as três melhores corretoras de cada sucursal com o melhor desempenho na venda de apólices dos produtos Vida Individual e Simples Vida Empresa, que ganharão um Voucher especial de compras das Lojas Americanas.com, nos valores de: R$ 200, para o primeiro colocado; R$ 150, para o segundo; e R$ 100, para o terceiro. Também será premiada cada venda dos produtos Vida Mulher, Vida Homem e Vida Sênior, contratados com agenciamento e no cartão de crédito, com o pagamento do agenciamento prolongado, que será realizado de forma automática, na primeira parcela de cada ano, nos primeiros cinco anos de vigência.

Para mais informações, acesse a página da campanha: https://www.tokiomarine.com.br/lp/green-vida/.

Sedgwick analisa mudanças climáticas e gestão de riscos 381

Sedgwick analisa mudanças climáticas e gestão de riscos

Especialistas da companhia apontam desafios do presente e soluções para o amanhã

Embora a regulamentação da mudança climática continue sendo uma questão altamente debatida entre as nações, um fardo maior recai sobre corporações e organizações individuais para intensificar iniciativas como meio de reduzir a pegada de carbono e mudar a trajetória de risco futuro. Recentemente, a Sedgwick organizou um clube de gestão de risco com parceiros na França – um encontro de especialistas discutindo os desafios e oportunidades atuais e futuros – e as mudanças climáticas estavam na agenda. Gestores de risco na França e em todo o mundo reconhecem a mudança climática como um dos principais riscos para a próxima década (Pesquisa PwC, França, Janeiro de 2022). Compreender sua história, considerar as tendências futuras e ficar de olho nos desafios contínuos abrirá o caminho para possíveis soluções.

Na Sedgwick, à medida em que a empresa colabora com gerentes de risco e líderes organizacionais em todo o espectro de clientes, são constatadas preocupações compartilhadas relacionadas ao risco climático, independente do tamanho da organização, localização ou a indústria que atendem. A paisagem mudou significativamente, mesmo nos últimos anos. Historicamente, da perspectiva do gerente de risco, as mudanças climáticas e os riscos relacionados estavam no radar, mas não impactavam significativamente o perfil de risco segurável de uma organização. Temporadas de tempestades difíceis viriam, mas também longos períodos de relativa calma. Os riscos conhecidos eram fáceis de segurar. Além disso, o seguro era barato.

Avancemos para 2021, quando os desastres naturais do ano passado ganharam ainda mais atenção dos gerentes de risco em todo o mundo. De fato, 2021 foi um dos anos de catástrofe mais caros na história do clima registrado. Mais de 300 eventos catastróficos foram registrados — custando US$ 111 bilhões em perdas seguradas (Natural Catastrophes 2021: Flood Gates Are Open – Swiss RE Sigma). Esse número leva em consideração as inundações na China, Colúmbia Britânica e Austrália, ciclones em Bangladesh e na Índia e um tufão nas Filipinas. Três desastres naturais — Furacão Ida, Tempestade de Inverno Uri e as inundações na Europa — gerou danos estimados em mais de US$ 50 bilhões.

À medida que os tempos mudaram e literalmente enfrentamos as tempestades, a indústria – seguradoras e gerentes de risco – começaram a conectar os pontos – talvez ainda não denunciando as mudanças climáticas, mas certamente vendo padrões climáticos mais extremos e observando que anos de eventos significativos estavam chegando mais regularmente. A conversa entre os C-suites começou a mudar. A boa administração geral do planeta não é mais uma estratégia sólida. A redução proativa do impacto ambiental tornou-se essencial para a redução do risco.

Várias coisas impulsionaram essa mudança de pensamento:

  • Mudanças claras no padrão de eventos – gravidade, frequência;
  • O forte foco em todo o mundo em questões ambientais, sociais e governança (ESG);
  • Evidência mais forte de que a mudança climática atua como um catalisador para catástrofes naturais;
  • A crescente importância da marca para o valor da empresa e potencial de crescimento;
  • O custo do seguro

Hoje, às mudanças climáticas – especificamente, o impacto do clima extremo nos eventos é visto como real e inegável. Em 2021, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera atingiu um nível historicamente alto: 414,72 partículas por milhão (Climate Change: Atmospheric Carbon Dioxid1E | NOAA Climate.Gov). O aumento do dióxido de carbono leva a temperaturas mais altas e o aumento das temperaturas leva a desastres naturais mais frequentes e intensos. Com base nessa trajetória, a economia global poderá contrair 10% até 2050 (The Economics of Climate Change | Swiss RE). Olhando para o futuro, nenhuma área geográfica será poupada. Os países do Sudeste Asiático e da América Latina estarão mais expostos ao risco de seca. Espera-se que o norte e leste da Europa experimente episódios sem precedentes de chuvas e inundações.

Consequentemente, as empresas devem adotar os princípios de gestão de riscos relacionados ao clima e, mais amplamente, ESG, e incluí-los no planejamento ou enfrentar consequências bastante extremas, como exposição a passivos, exposição à marca, perda de base de clientes, perda de ativos físicos e interrupção de negócios.

Quais riscos relacionados ao clima devem estar em sua lista de observação?

Vejamos três áreas principais: riscos físicos, riscos de continuidade de negócios e riscos de responsabilidade.

Riscos físicos

À medida que os padrões climáticos extremos mudaram, seus programas de gerenciamento de risco físico – aqueles que tratam de danos à propriedade, interrupção de suprimentos, perda de produtividade ou renda – acompanharam o ritmo? Continuamos a ver catástrofes aumentando de intensidade. Em muitos casos – como inundações recentes no Parque Nacional de Yellowstone nos EUA após um ano de incêndios florestais na região – encontramos a relação de eventos extremos na mesma área mais de uma coincidência.

  • Água demasiada ou insuficiente – inundações, aumento do nível do mar, secas;
  • Severidade de furacões e ciclones – e não apenas na costa;
  • Perigos secundários – granizo, tempestades, tornados, tempestades;
  • Incêndios florestais;
  • Tempestades de inverno.

Os riscos físicos podem ditar onde construímos. Talvez, à medida que as pessoas migrem para áreas menos propensas a eventos climáticos, as empresas também precisem se mudar. As organizações podem optar por se mudar para reduzir o risco no transporte ou permanecer próximas ao abastecimento de água. No entanto, nenhum lugar pode evitar completamente o potencial de clima extremo. Quantos podemos ultrapassar?

Os riscos físicos também se tornaram mais influentes na determinação de como construímos, as especificações e o planejamento relacionados à elevação, localização do local e capacidade de mitigar perigos secundários e relacionados. Você deve levar em conta coisas como tolerância ao vento, carga de neve, proteção de temperatura, retardamento de chama. Considere backups e redundâncias como medidas de precaução. Considere os riscos nos níveis de estoque, o que manter no local em vez de armazenado em outro lugar, como sua cadeia de suprimentos pode ser afetada. Incorpore métodos e projetos de construção que protejam seu pessoal. Resiliência é a chave.

À medida que enfrentamos um ambiente em mudança, a tolerância de risco/perfil de risco da maioria das empresas precisarão se ajustar ou mudar em relação à propriedade física e à interrupção dos negócios. A disponibilidade do seguro será reduzida à medida que mais foco for colocado em como o risco retido afeta a empresa. A revisão holística do programa é essencial; não podemos olhar para “riscos seguráveis” no vácuo. O risco mais alto em uma área deve ser equilibrado com o risco de negócios mais baixo em outra. Não podemos esperar que as seguradoras coloquem seu capital em jogo abaixo do ponto de equilíbrio.

Riscos de continuidade de negócios

Os riscos de continuidade de negócios afetam a capacidade de uma organização de reconstruir ou reparar após um evento, bem como a interrupção de negócios resultante. Os fatores incluem:

  • Disponibilidade de materiais;
  • Disponibilidade de mão de obra qualificada;
  • Disponibilidade de dinheiro (com menos/sem seguro);
  • O impacto da inflação em reparos e substituições;

Pense no impacto potencial de um evento para sua base de clientes. Os clientes ainda estarão presentes após uma catástrofe? Seus hábitos mudarão após o evento? Eles permanecerão clientes fiéis? O que eles vão precisar pós-evento?

Pense no impacto potencial de um evento em suas instalações. Você vai reconstruir no mesmo local? Você reconstruirá no mesmo formato, pois isso pode afetar a estruturação de sua política para custo de substituição ou valor real em dinheiro?

Pense no impacto potencial de um evento em sua cadeia de suprimentos, que hoje em dia pode parecer frágil. O clima extremo em qualquer parte do mundo afetará a disponibilidade de produtos completos e componentes necessários para o seu negócio? Quão estáveis são a capacidade e o fluxo de seus portos de exportação e importação? Como você contabilizará a disponibilidade e o custo flutuante de navios e contêineres? Você está preparado ou é capaz de evitar o tempo extra em trânsito, principalmente de produtos sazonais ou perecíveis? Você está preparado para enfrentar os desafios relacionados à migração de mão de obra, disponibilidade de trabalhadores, atitudes em relação ao trabalho, capacidade de escala? Você é capaz de suportar o impacto da instabilidade social e política ou eventos mundiais, como bloqueios por COVID ou conflitos militares?

Setores selecionados ou unidades de negócios devem considerar ainda mais avaliar a preparação, como riscos únicos que podem enfrentar na transição para uma economia de baixo carbono. As indústrias pesadas em carbono podem enfrentar disponibilidade limitada de seguro devido a seus perfis de risco? Se olharmos para combustíveis alternativos, quais são os riscos potenciais das alternativas, por exemplo, desafios de descarte de baterias de veículos elétricos para um negócio com elementos de frota e motor?

As organizações podem enfrentar riscos de marca e reputação vinculados à opinião pública sobre a conformidade com a ESG. Como os investidores reagirão às estratégias ESG de sua organização ou à falta delas? Você enfrentará o impacto de requisitos adicionais de regulamentação e relatórios à medida que as medidas climáticas entrarem em ação?

Todo gestor de risco precisa ter olhos e ouvidos bem abertos nessas áreas para se manter à frente. Observe as tendências e pense em como as normas em mudança moldarão ou ameaçarão seus negócios. Mas não vá sozinho. Ao avaliar e abordar a continuidade dos negócios, é importante ter um parceiro com experiência, escalabilidade e conhecimento que possa alavancar parceiros e recursos para apoiar os objetivos de gerenciamento de risco e administração de sinistros. Esteja preparado para ter uma parceria sólida antes que um evento ocorra.

Riscos de responsabilidade

Os riscos de responsabilidade continuam a crescer à medida que observamos um aumento na responsabilidade relacionada ao clima. De contestações de litígios e veredictos nucleares a golpes de reputação vinculados às suas políticas corporativas, fica claro que cada um na lista abaixo capturou a atenção corporativa e/ou pública.

  • Contencioso orientado a eventos – cobertura de diretores e executivos (D&O);
  • Ações coletivas de valores mobiliários — “greenwashing”;
  • Violação do dever fiduciário de D&O – inadequação das ações ESG;
  • Responsabilidade por “não fazer o suficiente” – ou pela pegada de carbono de uma organização;
  • Responsabilidade por uma grande perda – e por não ter previsto as consequências;
  • Impacto da inflação social — alimentando a exposição;
  • Risco regulatório à medida que agências governamentais desenvolvem divulgação e requisitos de ação – incerteza sobre o que é necessário.

Como os gerentes de risco podem se preparar?

As conversas corporativas e os planos de ação para lidar com as mudanças climáticas estão evoluindo. Por quê? Para muitas empresas, os princípios ESG tornaram-se uma extensão de sua cultura e sistema de valores. E para outros, é porque seus acionistas, clientes, investidores e agora os reguladores os estão levando à mudança. A segurança de suas marcas exige isso, e os riscos de não adaptação e adoção são simplesmente muito altos.

Mas de um ângulo específico de gerenciamento de risco, nem todas as empresas estão totalmente preparadas e equipadas para lidar com riscos relacionados ao clima. Muitas incógnitas permanecem sobre o impacto futuro e, como é o clima, é impossível prever com precisão. Onde podem ser feitas melhorias? Aponto três áreas principais de foco para o sucesso futuro – cobertura, dados e estratégias de mitigação.

Cobertura

A dinâmica entre os lados da demanda e da oferta do mercado de seguros está mudando. Embora não fosse verdade no início do mercado difícil em 2019, agora vemos as seguradoras diferenciando entre os segurados em termos de seu perfil de risco e recompensando aqueles que estão menos expostos – seja por meio de localização ou mitigação. O risco de perda terá que ser compartilhado entre empresas e seguradoras. E as seguradoras não devem assumir o risco se as empresas não estiverem dispostas a pagar taxas razoáveis.

Não podemos simplesmente operar em um mundo de “perda segurável”; precisamos entender como as perdas seguráveis se encaixam no perfil de risco mais amplo da empresa. Os gerentes de risco devem revisitar seu papel no processo de gerenciamento de risco corporativo — os tempos mudaram. Lidere o esforço para avaliar o apetite/tolerância ao risco de sua empresa.

Pense além do seguro. O baixo custo do seguro transformou os gerentes de risco em compradores de seguros nos últimos 15 anos. No entanto, a transferência de risco só deve fazer parte de sua estratégia quando necessário ou quando for a opção mais eficiente. O seguro pode ou não estar disponível – e certamente a um custo mais alto. Considere áreas viáveis para autosseguro, quais riscos você pode/deve assumir e quais riscos você deve proteger.

Confie no seu mapa de risco e monitore as fraquezas que surgem ao aplicar os impactos potenciais das mudanças climáticas. Ofereça alternativas além do tradicional, como uma rede de cativos, apólices de seguro paramétricas baseadas em gatilho ou títulos de catástrofe (CAT) e conceitos veterinários desde o início e não apenas quando você estiver em apuros. Saia do ciclo anual de renovação do seguro. Em vez disso, pense na estratégia em termos de onde você deseja levar seu programa nos próximos três a cinco anos.

Dados e análises

Com tanto que não sabemos e os fatores do destino em jogo, ainda há espaço para melhorias na análise dos dados, sua estruturação, sua apresentação e o uso da inteligência artificial atrelada ao clima. Prever as consequências de diferentes tipos de eventos climáticos – desde que as previsões sejam baseadas em modelos robustos – ajudará os gerentes de risco a se prepararem para o futuro.

Não confie apenas em suas seguradoras e corretoras para fazer o trabalho atuarial, a análise de perdas e as projeções de perdas. Desenvolva sua própria compreensão das análises e seja capaz de aplicá-las às suas estratégias. A indústria está passando por uma saída de talentos – e diferentes talentos e abordagens são necessários de qualquer maneira; seguradoras e corretores podem não ter as habilidades certas para atender às suas necessidades. Além disso, a modelagem de perdas na indústria ainda não dominou o conceito de fatorar um desconhecido como a mudança climática – então tenha sua própria perspectiva sobre isso.

Mitigação

Os gerentes de risco podem concordar com o ditado de que “um grama de prevenção vale um quilo de cura”. Como gerente de risco, você deve se sentir capacitado para liderar seu esforço organizacional em oportunidades de mitigação e estar aberto a explorar opções de programas. À medida que o custo e a disponibilidade da cobertura de seguro flutuam, sua análise do ROI potencial das iniciativas na lista abaixo também pode mudar.

  • Segurança e ergonomia;
  • Câmeras de instalações e veículos;
  • Telemática;
  • Proteções climáticas em edifícios.

Em última análise, o gerente de risco está pronto para ser mais influente do que nunca – desde que as organizações estejam dispostas a ouvir. Os desafios das mudanças climáticas não estão desaparecendo. Agora é a hora de intensificar os esforços. Eduque seus líderes. Não tenha medo de explorar o poder da parceria para implementar programas comprovados em vez de tentar construí-los você mesmo. Crie planos estratégicos em torno de cobertura, dados e mitigação. Proteja suas organizações contra riscos físicos, riscos de continuidade de negócios, riscos de responsabilidade e riscos à reputação da marca ou conformidade.

Embora as abordagens que nos levaram até onde estamos hoje não sejam as mesmas que funcionarão no futuro, os elementos fundamentais do ERM não mudarão. O básico — identificação e avaliação de riscos, planejamento de resposta, mitigação de risco e monitoramento de risco — ainda está lá para fundamentar as decisões que você toma. Pensar grande e estar preparado para o que vem a seguir preparará você e suas organizações para o sucesso à medida que enfrentamos juntos os desafios do risco climático.

*Por Eric Malterre – Diretor Internacional de Clientes e; David Stills – Vice-presidente Sênior, Operador em Gerenciamento de Riscos.
**Confira o material original, em Inglês (.PDF externo).