Proteção veicular deixa clientes ‘na mão’ 884

Federação de corretores de seguros faz alerta após reportagem no jornal ‘O Globo’

Em tempos de crise e cortes de gastos, a oferta de proteção por um preço mais em conta leva muitas pessoas a contratarem ‘gato por lebre’. Vendida como se fosse um seguro, a proteção veicular tem regras diferentes e o risco de ficar ‘na mão’ é alto, alerta a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Para muitos especialistas do mercado a prática é ilegal e existem relatos de pessoas presas por estelionato ao realizar a comercialização destes produtos.

Reprodução

Segundo reportagem do jornal O Globo uma empresária carioca foi vítima deste mercado. Ozeane Queiroz comprou Honda Civic zero quilômetro, em meados de 2015, e por indicação de um amigo, contratou a proteção veicular oferecida pela empresa. O valor das mensalidades, de cerca de R$ 200, foi um atrativo. No fim daquele ano, no entanto, a empresária teve o carro roubado, e aí começou a sua dor de cabeça.

“Quando fui solicitar a indenização, descobri que precisaria apresentar os documentos do veículo, o que não seria possível, pois foram levados junto com o carro. A Unibras não tinha a cópia dos documentos que entreguei. A empresa me enrolou por um ano, cada hora pedia um documento diferente. No fim, disseram que só teria o reembolso se conseguisse o documento do carro. O problema é que o Detran não emite segunda via de documento para carro roubado. Exige o veículo para ser vistoriado antes de emitir o novo documento”, conta Ozeane.

Dica é consultar o site da Susep

A empresária ficou sem carro, sem documento e sem o dinheiro. Cansada de correr atrás da empresa, que continua funcionando com outro nome – agora é Unibras Mais -, Ozeane entrou com um processo na Justiça, ainda em andamento.

“A impressão que dá é que fui culpada por ter deixado os documentos dentro do veículo. Como não posso ficar sem carro, comprei um Celta usado. Foi o que deu, já que não recebi o reembolso pelo roubo do Honda”, lamenta a empresária que, desta vez, contratou um seguro regular para o veículo.

Procurada, a Unibras não respondeu às mensagens enviadas pelo jornal. A empresa é alvo de uma ação civil pública do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ). De acordo com decisão provisória, disponível no portal Consumidor Vencedor, a empresa não poderá comercializar nenhum contrato de seguro até regularizar sua atividade junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão regulador do setor.

A Susep informou que tem recebido denúncias de consumidores com relação a contratos de proteção veicular e que busca verificar essas queixas. Entretanto, como essas empresas não são seguradoras, a autarquia não tem ingerência sobre a sua atuação e, por isso, esses casos são encaminhados ao Ministério Público para que este tome providências.

O promotor de Justiça Sidney Rosa da Silva Junior, subcoordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor do MPRJ, diz que a orientação para o consumidor é, antes de contratar qualquer seguro, verificar junto à Susep, em seu site ou por telefone, se a empresa que oferece o serviço tem registro como seguradora. “Caso contrário, o consumidor certamente não estará adquirindo um seguro e poderá sair lesado da contratação”, alerta o promotor.

Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, conta que os corretores denunciaram a proteção veicular pela primeira vez em 2008:

“Na época, denunciamos 78 empresas. Destas, 50 já devem ter fechado as portas. Mas fecha uma e abrem duas. É preciso apertar a fiscalização sobre esse mercado, que funciona à margem da lei”, diz.

A proteção veicular é vendida por cooperativas e associações de classe a preços mais baixos do que o seguro regular. O modelo consiste no rateio dos prejuízos sofridos por todos os sócios, fornecendo proteção mútua de patrimônio, sem reserva técnica e sem fiscalização. Especialista em direito do consumidor, o advogado Paulo Cruz lembra que, no regime de proteção veicular, existe apenas um contrato de prestação de serviços, geralmente com regras dúbias, criadas pela própria empresa.

João Francisco Borges da Costa / Arquivo JRS

O presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges da Costa, compara a estrutura desses serviços de proteção a de pirâmides ou correntes financeiras, que, em algum momento, quebram e prejudicam a todos:

“O risco é o mesmo de todas as pirâmides, que surgem prometendo facilidades, mas que não são ilegais. São serviços que não têm fiscalização das atividades e dos recursos envolvidos, nem têm reservas técnicas constituídas para fazer frente às indenizações, como as seguradoras. Temos o dever de alertar essas pessoas”, disse.

Segundo Costa, a garantia que as operações de seguro dão ao consumidor é que as reservas técnicas formadas pelas empresas são fiscalizadas e blindadas pela Susep.

Jayme Torres, presidente do Clube de Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), alerta que a venda é feita de forma enganosa, fazendo o consumidor crer que se trata de um seguro:

“Há casos de simulação de prejuízos para justificar o aumento de mensalidade”, conta.

Venda virou caso de polícia na Paraíba

Em João Pessoa, a venda fraudulenta de “seguros de automóveis” virou caso de polícia. Segundo a Polícia Civil da Paraíba, a empresa Way Seguros celebrou diversos contratos, recebendo em média R$ 1.800 por cada um. No entanto, quando os clientes acionavam o “seguro”, eram orientados a pagar o conserto dos veículos, com a promessa de ressarcimento, nunca concretizada. Em dois casos mais graves, a empresa fez o conserto de carros de clientes e os vendeu a terceiros. Na operação, duas pessoas foram presas suspeitas de estelionato; a empresa foi fechada, e mais de 30 contratos apreendidos. Os prejuízos causados a consumidores são superiores a R$ 150 mil. Segundo a Susep, a Way Seguros não consta dos registros da autarquia.

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano. / Arquivo JRS

“Eles diziam vender seguro, mas na verdade o que comercializavam era a chamada proteção veicular. O consumidor precisa ficar muito atento”, diz Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Valores de procedimentos no exterior chegam a ser de 5 a 100 vezes maiores que uma apólice de seguro viagem 852

Exames obrigatórios podem chegar a 10 mil dólares, e cirurgias de emergência variam de 30 a 100 mil dólares

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a busca por seguros viagem no Brasil cresceu 19,2% no último trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os motivos para essa mudança de mentalidade do brasileiro, estão a maior conscientização em relação aos acidentes e doenças que podem acontecer na viagem e a importância do suporte em caso de imprevistos, somados à compreensão dos valores praticados no exterior.

Ainda assim, trata-se de uma mudança de comportamento gradual. Por outro lado, com a alta do dólar e do euro, o seguro viagem muitas vezes é visto como um gasto adicional, cujo valor poderia ser revertido em passeios e alimentação na visão de muitos turistas. No entanto, em emergências – que vão desde um roubo ou furto e até mesmo um mal-estar súbito ou acidente – além dos gastos exorbitantes, há toda uma situação a ser administrada.

“Costumamos dizer que não se trata apenas de valores monetários, mas todo o cenário que a pessoa vive naquele momento. Muitas vezes ela precisa lidar com trâmites consulares, emissões de passagens urgentes, repatriações, contato com família para transmitir notícias, e quando ela viaja sozinha, sem apoio de qualquer amigo ou parente do país de origem, as coisas podem ficar até mais delicadas”, comenta Fabio Pessoa, head de Seguro Viagem na Omint. “Para isso, oferecemos um seguro viagem bem estruturado que, além das coberturas, fornece toda a estrutura de intermédio com hospitais, clínicas, companhias aéreas, órgãos governamentais e demais locais”.

O barato sai caro?

De acordo com o executivo, se o viajante visitar outro país sem um seguro viagem, com toda certeza. “Se o turista estiver nos Estados Unidos e sofrer um mal-estar, ele terá que passar por um atendimento médico de emergência em que ele vai desembolsar, em média, 1.900 dólares. Fora os exames, complexos, que podem ir de 4 a 9 mil dólares”, ressalta.

Segundo Pessoa, caso o viajante não tenha seguro viagem e esteja desprovido da quantia a ser paga na ocorrência, ele pode receber uma cobrança de empresas especializadas, mesmo após seu retorno ao país de origem. “Os Estados Unidos, por exemplo, contam com uma estrutura altamente profissionalizada. Enquanto o viajante não quitar suas dívidas, ele pode inclusive ter incidentes diplomáticos”, frisa o executivo.

Enquanto isso, na Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen exigem cobertura mínima de 30 mil euros para o viajante adentrar no continente. “Mesmo que a Europa apresente sistema público de saúde, há gastos envolvidos. Em todo o território, o valor médio de atendimento é de 540 euros – sendo 495 libras no Reino Unido”, explica.

Verão no Hemisfério Sul, esqui no Hemisfério Norte

Com a chegada do inverno nos Estados Unidos e Europa, regiões como o Estado do Colorado e os Alpes europeus atraem milhares de turistas que querem desfrutar da neve e, consequentemente, esquiar. Segundo Pessoa, é uma das atividades que mais geram lesões e, por isso, é imprescindível que o turista esteja devidamente amparado pelo seguro viagem. “Caso o turista se machuque, dependendo da montanha, não tem como uma ambulância ir busca-lo: ele precisa de um helicóptero. Apenas um voo de descida pode custar 2 mil dólares. Além disso, há os custos com exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância, que são bastante dispendiosos: nos Estados Unidos, por exemplo, podem chegar a até 10 mil dólares”, alerta.

O executivo ainda esclarece que “em condições como essas, também são frequentes os casos de lesões em membros inferiores, que precisam ser imobilizados. Com isso, o turista tem que voltar de primeira classe, uma vez que ele é inviável seu acondicionamento na econômica, e isso também mobiliza custos. Caso essas condições não sejam atendidas, ele sequer consegue autorização médica para embarcar, tampouco da companhia aérea”.

Pessoa ainda frisa que a Omint é uma das únicas companhias no mercado a apresentar a cobertura de esportes amadores já inclusa. “Esportes de inverno, praticados de forma amadora, não são cobrados como adicional pela Omint, o que assegura ao turista a certeza de contar com uma cobertura altamente qualificada, amparando-o nas mais diversas situações”, finaliza.

 

Consórcio é opção para fazer a viagem dos sonhos 645

Entre janeiro e novembro do ano passado, a procura neste segmento cresceu cerca de 11%

A realização de uma viagem, seja para o exterior ou a um destino nacional, exige a adoção de um planejamento financeiro que não comprometa o orçamento familiar antes ou depois das férias. Para tornar esse tipo de sonho uma realidade, muitos consumidores têm utilizado o consórcio como solução. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), entre janeiro e novembro de 2019, as vendas de novas cotas que oferecerem esta possibilidade cresceram cerca de 11%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Patricia Soeiro, superintendente de Seguros Especiais MAPFRE, associada à BR Consórcios, explica que esta modalidade de serviços, além de viagens, pode ser utilizada ainda para realização de formaturas, festas de casamento ou aniversário, estudos, cirurgias estéticas ou reparadoras, tratamentos odontológicos, pagamento de consultorias ou assessoria jurídica.

“O consórcio é um instrumento muito eficiente para quem busca uma alternativa para estruturar um plano financeiro que lhes permita realizar um sonho, pois além de possuir parcelas acessíveis, não exige um bem como garantia”, comenta a superintendente.

Na Mapfre, para adquirir uma cota no segmento de Serviços, basta ter renda igual a quatro vezes o valor da parcela do produto adquirido, não ter restrições financeiras e comprovar vínculo empregatício ou de trabalho de, no mínimo, um ano. Os créditos disponibilizados pela companhia para estes fins variam de R﹩ 8 mil a R﹩ 16 mil, com plano de até 36 meses e opção de lance livre.

 

DPVAT soma quase 600 mil restituições 343

Números foram atualizados hoje (21 de janeiro)

A seguradora Lider registrou, até às 15:30 de hoje (21 de janeiro), mais de 594 mil restituições processadas no site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br/.

A empresa disponibilizou desde 15 de janeiro, uma solução tecnológica simplificada para facilitar a restituição da diferença dos valores pagos do Seguro DPVAT 2020 pelos proprietários de veículos.

O recurso está disponível por meio do site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br e a restituição da diferença dos valores pagos é feita diretamente na conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo.

A restituição será feita por meio de depósito, exclusivamente na conta do proprietário.
Ao enviar a solicitação, o proprietário recebe um número para o acompanhamento da restituição, no mesmo site. Após o cadastro, a restituição será processada pela Seguradora Líder em até dois dias úteis, dependendo, apenas, da compensação bancária para a sua finalização.
É importante destacar que o site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br recebe somente os pedidos de restituição da diferença de valores pagos referente ao Seguro DPVAT 2020.
Para o proprietário que pagou o Seguro DPVAT 2020 duas ou mais vezes, a solicitação da restituição destes valores deve ser feita pelo http://www.seguradoralider.com.br/Contato/Duvidas-Reclamacoes-e-Sugestoes.

Os proprietários de frotas de veículos devem enviar um e-mail para restituicao.dpvat@seguradoralider.com.br.
Pagamento 2020
O Seguro DPVAT deve ser pago, uma única vez ao ano, junto ao vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA, acompanhando os calendários estaduais. As informações completas de como pagar o valor de 2020 estão disponíveis no site www.seguradoralider.com.br.
Os valores para pagamento do seguro DPVAT em 2020 são:
• Automóveis e caminhonetas particulares/oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional — R$ 5,23;
• Táxis, carros de aluguel e aprendizagem — R$ 5,23;
• Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 10,57;
• Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a 10 passageiros e Ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 8,11;
• Ciclomotores — R$ 5,67;
• Motocicletas, motonetas e simulares – R$ 12,30;
• Caminhões, caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500 kg de carga, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) e outros veículos — R$ 5,78;
• Reboque e semirreboque – Isento (seguro deve ser pago pelo veículo tracionador)

Despesas de operadoras de saúde com usuários podem variar até 484%, aponta estudo 693

Pesquisa inédita da corretora It’sSeg revela discrepância de gastos com atendimentos de beneficiários em rede terceirizada e própria

O alto volume de exames, consultas e terapias realizadas pelos usuários na rede terceirizada está impactando os custos dos planos de saúde. Uma pesquisa inédita da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios, revela que o desembolso de despesas das operadoras de saúde com atendimento de beneficiários na rede terceirizada é 484% superior ao registrado na rede própria.

O levantamento contemplou cerca de 165 mil vidas distribuídas em diversas  operadoras de planos de saúde (medicinas de grupo, cooperativas médicas e seguradoras), em 80 clientes da Its’Seg e com apuração de dados de setembro de 2016 a agosto de 2019.

Os objetivos dessa pesquisa foram identificar as médias dos exames e terapias geradas a cada consulta ambulatorial e o custo deste pacote de atendimento nos últimos três anos, além de avaliar a eficiência das redes verticalizadas das operadoras de saúde. Foram observados os custos de eficiência de 12 operadoras a partir das despesas geradas pelos beneficiários atendidos exclusivamente por redes próprias, terceirizadas ou por operadoras com ambos formatos de atendimento (terceirizadas e próprias).

O estudo apontou a operadora A, com rede exclusivamente terceirizada, como campeã em desembolso com despesas ambulatoriais com seus usuários, totalizando R$ 788,01. Em contrapartida, os gastos dos beneficiários da operadora L, que possui rede própria, foi de R$ 134,86, registrando diferença de 484,3%. Essa grande variação também foi notada na quantidade de exames e terapias realizados pelos usuários das duas operadoras. Na operadora A foram 4,58 exames e 0,80 terapias por consulta, enquanto que na operadora L foram 1,10 exames e 0,13 terapias por consulta.

“O número de redes total ou parcialmente verticalizadas tem crescido. Com hospitais e especialistas próprios, as operadoras acabam buscando melhoria em sua gestão, redução de custos, menor tempo entre a ocorrência do atendimento e o aviso dos sinistros, além de menores provisões. Essas estratégias têm ajudado essas redes a monitorarem seus indicadores e a compor custo de eficiência mais sustentável, medida extremamente necessária para a longevidade das operadoras”, explica Thomaz Menezes, presidente da It’sSeg.

Ao avaliar operadoras com perfil de comercialização similar, se observa que as despesas da Operadora F, exclusivamente de rede terceira, chegaram a R$ 190,97 e na operadora L, com rede própria, a R$ 134,86, apontando variação de 41,6%. O desvio é também observado na média de exames e terapias por consulta, que na Operadora F é de 2,30 e 0,47 e na operadora L 1,10 e 0,13, respectivamente.

Mas a menor diferença apontada na pesquisa apareceu entre os beneficiários atendidos totalmente pela rede própria das operadoras. As despesas da operadora K chegaram a R$ 144,02 e na L, R$ 134,86, apontando variação de 6,8%. E foi justamente nessa categoria onde também apareceram as menores quantidades de exames e terapias por consulta. Na K, 2,84 e 0,29, enquanto na L, 1,10 e 0,13.

“Essa drástica diferença de despesas e consequente volume de exames e terapias entre as operadoras mostram que as redes verticalizadas apresentam custo de eficiência bem mais satisfatório. É um indicador valioso e que serve de alerta para que outras operadoras revejam suas estratégias de negócios”, finaliza Thomaz Menezes.

Curso de corretores oferece descontos para matrículas antecipadas 1474

Planos parcelados têm abatimento de 5%

A ENS está com inscrições abertas para formação das turmas de 2020 do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros. Neste ano, o programa conta com condições diferenciadas para quem fizer matrícula antecipada.

Interessados que se inscreverem até 31 de janeiro têm desconto de 10% nos pagamentos à vista. Já nos planos parcelados, o abatimento é de 5%. A partir de 1º de fevereiro, somente pagamentos à vista terão desconto, de 5%.

O programa será ministrado no segmento Capitalização e Vida e Previdência, que tem vagas em 29 localidades para a modalidade semipresencial e em 36 para aulas presenciais; e Demais Ramos, disponível em três cidades na modalidade semipresencial e em outras sete na presencial.

Nos dois casos, os alunos aprovados receberão certificado que permite obter o registro profissional emitido pelo Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, o Ibracor, órgão autorregulador da categoria.

No endereço sercorretor.com.br é possível efetuar inscrição e obter todas as informações sobre o curso.