JRS na 37ª Noite Italiana de Antônio Prado 934

Cobertura especial da grande festa da cidade mais italiana do Brasil

O maior evento gastronômico da cidade mais italiana do Brasil começou neste sábado. A 37ª Noite Italiana de Antônio Prado (RS) contou com a participação de quase 4 mil pessoas, que usufruíram da hospitalidade típica italiana, regada a queijos, frango, polenta e muito vinho. Tudo à vontade.

A repórter Júlia Senna e Laureano Fortuna, CEO do Grupo Solaris

A noite foi embalada por Jeverson Carelli e Grupo, Zo Scarpon – Os Colonos e Chiquito e Bordoneio e contou com a presença das soberanas, como a rainha Manoella Sandi e as princesas, Ana Paula Borsoi e Bruna Bertoldo, além do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), promotora do evento, Luiz Ziliottto.

Evento contou com quase 4 mil participantes

O evento conta com patrocínio da Solaris Corretora de Seguros, que em parceria com o JRS sorteou dois pares de ingressos para o final de semana de integração plena. “No dia 26 acontece novamente. Venham que será um prazer enorme para a cidade. Patrocinamos este evento e para a Solaris é uma satisfação enorme participar da comunidade”, comentou Laureano Fortuna, CEO do Grupo Solaris.

As soberanas da 37ª Noite Italiana

O mercado segurador prestigiou em peso o evento. Gilson Bochernitsan, diretor regional da SulAmérica; Waldecyr Schilling, diretor Região Sul da Zurich Seguros; Peterson Goi, executivo da Zurich; além do apoio institucional da Generali. O casal Clovis e Joyce Della Flora, do Grupo Autosul, também prestigiou a ação.

Gilson Bochernitsan em entrevista ao JRS

Confira todas as imagens:

ANSP aborda a lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros 319

ANSP

Debate conta com três painéis

A Academia Nacional de Seguros e Previdência realizará, no dia 29 de novembro, mais uma edição do Café com Seguro, que debaterá o tema “A lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros”. O evento, que acontecerá no auditório do Sindseg-SP, tem como objetivo abordar a lei geral da proteção de dados pessoais (Lei n° 13.709/2018) e seus reflexos em toda a cadeia da indústria de seguros.

O debate terá três painéis e contará com a apresentação, composição da mesa e moderação do diretor da ANSP, Rafael Ribeiro do Valle; a abertura do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos.

O primeiro painel abordará a Lei e “compliance”: como se adaptar? Como palestrante, Paulo Eduardo Lilla, Doutor e Mestre em Direito Internacional pela USP, especialista em direito e tecnologia da informação pela Escola Politécnica da USP (PECE/POLI/USP). Possui extensão em direito digital aplicado pela FGV/EDESP, é membro do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), do Instituto Brasileiro de Estudos sobre Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC), da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações (ABDTIC) e da “International Association of Privacy Professionals” (IAPP).

Em seguida serão colocados em debate os aspectos trabalhistas da lei por Alexandre Magalhães, especialista em Direito Empresarial pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Logo após, Maria Fernanda Hosken Perongini, apresentará os agentes de tratamento na Lei no terceiro painel. A palestrante é mestre em propriedade intelectual e inovação pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com extensão em proteção de dados (IDP/SP), professora de propriedade intelectual no LLM e de direito empresarial pela FGV e membro da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI),

A coordenação dos Trabalhos é do Ac. Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR; e Ac. Voltaire G. Marensi, coordenador da cátedra de Direito do Seguro.

O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de novembro pelo e-mail eventos@anspnet.org.br ou pelos telefones (11) 3333-4067 e (11) 3661-4164.

Porto Seguro Aluguel reforça a sua atuação no mercado empresarial e incentiva o empreendedorismo 179

Porto Seguro Aluguel

Produto facilita locação de imóveis residenciais e comerciais

O Porto Seguro Aluguel, produto que facilita a locação de imóveis residenciais e comerciais, percebendo uma necessidade do setor empresarial e um crescimento desse mercado, reforça a sua atuação para as startups, com benefícios e facilidades aos empreendedores.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, no primeiro semestre de 2018 o Brasil registrou um aumento de 10,5% novos negócios, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sobretudo para essa demanda do mercado, o Porto Aluguel Empreendedor é uma opção. “Sabemos que os novos empresários têm mais dificuldades para conseguirem um fiador e o seguro torna-se uma ótima alternativa para quem vai alugar o primeiro imóvel ou ampliar suas instalações, além de trazer uma segurança maior para eles”, afirma o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

A análise cadastral do produto é feita em até 24 horas, agilizando o processo de locação para quem não pode perder negócio. Além disso, os contratantes possuem vantagens como desconto em transportadoras para realizar mudanças e serviços de emergência gratuitos, além da participação do Clube Porto de Benefícios, que reúne descontos em restaurantes, academias, entre outros.

“De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem cerca de 62 mil empreendedores e cresceu mais de 200% em números de startups nos últimos seis anos. Atualmente são mais de 6 mil microempresas cadastradas na entidade e é para contribuir com o crescimento delas que estamos reforçando a nossa atuação”, completa Luiz Henrique.

Affinity Seguro participa do Festuris Gramado e patrocina festa de abertura com parceiros 322

Affinity Seguro

Evento aconteceu entre os dias 8 e 11 de novembro

A Affinity Seguro participou, mais uma vez, do Festival de Turismo de Gramado, entre os dias 8 a 11 de novembro. Desta vez, ela foi uma das patrocinadoras da festa de abertura junto com uma série de empresas parceiras. “Esse é um evento muito importante no cenário do turismo brasileiro e fazemos questão de participar a cada ano. Um momento de encontro com os profissionais do setor e essencial para reforçar nosso posicionamento de trabalhar apenas no B2B”, explica o diretor geral da Affinity, José Carlos Menezes.

A solenidade de abertura acontece no Palácio dos Festivais, nesta quinta, dia 8, às 20h. A cerimônia contará com mais de mil profissionais e a participação dos ministros do turismo do Brasil, Vinícius Lummertz, e do Uruguai, Lilian Kichichian.

Quem passar pela feira poderá encontrar a equipe da Affinity em diferentes pontos: no stand em conjunto com a MGM Operadora, no Espaço Luxury e no stand da Incomum Operadora. “Vamos estreitar laços já consolidados, além de conquistar novos parceiros. Assim como a Affinity, que possui bases espalhadas por todo o país, o Festuris tem a vantagem de ter todos os estados da federação participando, e mais de 15 mil profissionais da indústria. Uma grande oportunidade de negócios”, afirma Luiz Américo, gerente GSA da empresa, que vai liderar a equipe.

Completam o time da Affinity os executivos de contas que atendem a região Sul do país: Sandra Vieira, Ricardo Melo e Belmar Guedes (embaixadores do Festuris) e Sócrates Moreira.

Ação

As pessoas que visitarem os stands dos parceiros da Affinity (Bee Happy, Incomum Operadora, Personal Operadora e Espaço Luxury) irão concorrer a uma capa de mala da Affinity.

A Affinity cresceu 30% no primeiro semestre deste ano e a meta da empresa é fechar 2018 com incremento total de 40% no faturamento. Em 2017, o crescimento foi de 43% em relação a 2016.

Divulgação
Divulgação

Diretora da SulAmérica participa de debate sobre sustentabilidade na saúde 337

Debate sobre gestão em saúde suplementar

Raquel Giglio apresentou visão das seguradoras a respeito da gestão de saúde suplementar

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, esteve presente no VI Congresso Internacional de Oncologia D’Or, no dia 9 de novembro, no Windsor Oceânico, no Rio de Janeiro. A diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto da SulAmérica, Raquel Giglio, participou do debate “A visão do financiador, segurador e distribuidor no setor de saúde privado”, sobre a sustentabilidade na saúde suplementar.

A conversa foi moderada por Bruno Ferreira Blatt, da D’Or Consultoria, e apresentou um panorama sobre as práticas de gestão de saúde necessárias para o equilíbrio do setor. “Estamos em um momento de intensa discussão sobre os modelos mais eficazes de gestão para que o setor de saúde suplementar garanta a excelência dos serviços prestados, com eficiência e de forma sustentável para todos. A iniciativa da rede D’Or é importante para enriquecer esses debates e, para a SulAmérica, é fundamental estar presente em encontros como este”, avalia a executiva.

O VI Congresso Internacional de Oncologia D’Or reuniu, nos dias 9 e 10 de novembro, cerca de 5 mil convidados, entre médicos oncologistas, diretores de hospitais e público multidisciplinar ligado ao setor de saúde. O objetivo do encontro é promover a troca de experiências entre especialistas do mercado a respeito da humanização do tratamento e no bem-estar do paciente, assim como em avanços tecnológicos, diagnóstico e pesquisa em oncologia.

Porque o mercado de criptomoedas ganha cada vez mais espaço e credibilidade 642

Criptomoedas

Confira artigo de Jaime Schier, diretor comercial do Grupo Bitcoin Banco

Desde que alcançou ampla popularidade no fim do ano passado, o mercado de criptomoedas esteve marcado por discussões que envolvem a confiabilidade do sistema, a segurança, a transparência, a regulamentação ou a alta volatilidade da moeda. A verdade é que essa agenda é superada a cada dia pela revolução que o bitcoin vem causando no sistema financeiro. As criptomoedas possuem um valor de US$ 200 bilhões e somam mais de US$ 6 trilhões desde que surgiu, segundo dados de abril deste ano.

Descentralizado e distribuído, ou seja, não controlado por nenhuma entidade ou governo, o mercado de cripto está ancorado na blockchain, o que garante segurança e praticamente impede ataques ou adulteração. Para se ter uma ideia, hoje seriam necessários US$ 56,5 bilhões e uma estrutura computacional como a da Nasa para burlar a rede Bitcoin.

Qualquer movimentação em bitcoin fica registrada e disponível para visualização na blockchain por parte dos usuários. Ainda assim, as consultas são feitas aleatoriamente e as ligações entre as transações exigem um conhecimento aprofundado de navegação nos incontáveis nós da rede.

Isso já começa a fazer das exchanges agentes do processo de transparência e de combate a crimes como lavagem de dinheiro. Alguns magistrados de diferentes órgãos do Poder Judiciário têm demandado consultas às nossas bases de dados, e o fazem requisitando informações e até bloqueio de eventual saldo em criptomoedas, vinculado a determinado CNPJ ou CPF tornado réu em alguma operação criminal.

A ausência de regulamentação específica do setor também já não inibe o mercado. Esse é um segmento extremamente organizado e a prova está na tributação de suas atividades, mesmo sem definição da categoria. As criptomoedas precisam ser declaradas ao fisco brasileiro no Imposto de Renda, por exemplo.

Além disso, ganha força a defesa da autorregulação. Entende-se que o Conselho Monetário Nacional poderia outorgar, como já se faz no mercado imobiliário, poderes a associações que têm como objeto social a defesa do mercado de criptomoedas. Essas entidades, com notória e irrefutável expertise no segmento, ficariam encarregadas da regulação, supervisão, fiscalização e certificação do criptomercado, com vistas a preservar a segurança, eficiência e integridade das operações de negócios e ofertas.

O ideal é que um dia cheguemos ao patamar de países como o Japão, que promoveu a autorregulação e passou a reconhecer as criptos como “moedas legais”, a aumentar a fiscalização contra operações ilegais e para segurança dos investidores. Até mesmo o governo aceita receber seus impostos em moedas virtuais e recentemente um banco tradicional do país passou a fazer oferta de criptomoedas.

O bitcoin também ganha força como forma de investimento. Ao comprar na “baixa” e vender na “alta” e realizar negociações até mesmo com outros usuários das plataformas das exchanges, é possível conseguir boa rentabilidade mesmo em ambiente alta volatilidade. Ganha ritmo agora o uso das criptomoedas como meio de troca de produtos e serviços, especialmente pela possibilidade de realizar transações de maneira rápida, ágil e acessível. Em todo o mundo, são mais de 13,5 mil estabelecimentos, de acordo com o site CoinMap.org, que realiza o monitoramento.

A expansão deve continuar mesmo diante de resistência no sistema financeiro tradicional. Para entrar no segmento de criptos ainda é preciso fazer a troca pela moeda fiduciária e passar pelos bancos, mas a tendência é de que haja uma transformação cada vez maior nesse novo mundo que vai muito além da simples compra e venda de bitcoins.

É com essa certeza que o Grupo Bitcoin Banco investe em estruturas que materializam o mundo das criptomoedas. Nossa agência física em Curitiba é pioneira e oferece produtos concebidos inclusive para quem não tem intimidade com moedas digitais. Entre eles, modalidades de investimento por 90 ou 180 dias, com ou sem possibilidade de trade, que remuneram o cliente com 1% ao mês em bitcoin, com base no valor investido. Na plataforma La Rêve, um depósito por 12 meses permite escolher um “presente” no valor correspondente.

Com as inovações, o Grupo Bitcoin Banco prova ser possível fazer investimento seguro e transparente em criptomoedas, sem risco de perdas. Mais um caminho para oferecer ainda mais credibilidade e consolidar o mercado de criptomoedas.