Quatro passos para alcançar metas empresariais sustentáveis em 2018 12911

Confira artigo de Antonio Carlos Hencsey, líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti

Um novo ano bate à porta e junto com ele são divulgadas as tão esperadas metas. Você já parou para pensar no impacto que esses números e expectativas organizacionais podem trazer para a gestão ética da sua empresa?

Se isso ainda não tinha passado pela sua cabeça, sugiro que você faça algumas reflexões para que a sua organização consiga os resultados esperados sem, porém, aumentar a probabilidade de ações ilícitas decorrentes de planejamento corporativo audacioso.

  • Comunique as metas de forma adequada

A maneira como as expectativas e objetivos da empresa para o próximo ano são apresentados fazem toda a diferença. Entusiasmo e desafio são fatores positivos para estimular as equipes a conseguirem superar os seus limites, porém é fundamental falar sobre o como se deseja alcançar esses números. Discursos ao estilo “missão dada é missão cumprida” devem obrigatoriamente ser acompanhados de diretrizes éticas claras, caso contrário as pessoas podem se preparar para o vale tudo da guerra sem prestar atenção nas melhores práticas do mercado.

  • Use dados de realidade para estipular as metas

O que você espera dos seus colaboradores é algo real ou é fruto de um pensamento ganancioso? Existe uma grande diferença entre vencer obstáculos e buscar o impossível. Por mais que em um processo de automotivação seja válido pensar que o impossível não existe, na prática ele é bastante real e desconsiderar questões sociais, econômicas ou operacionais ao traçar metas agressivas pode colocar em risco o posicionamento ético de profissionais. Ao desejar entregar o que é esperado, um colaborador pode manipular números ou usar atalhos para “alcançar o inalcançável”.

  • Ensine como se chega lá

Trabalhando com ética e compliance escutei muitos executivos de vendas reclamando da prática de gratificações ter sido proibida por boa parte das empresas. Eles dizem que isso impacta diretamente em suas vendas e que, por outro lado, as companhias para as quais trabalham estão cada vez mais agressivas desconsiderando esse fator. Tal ponto merece a atenção das organizações com os seguintes questionamentos: você ensina ao seu colaborador como obter seus resultados diante de cenários adversos? Qual é o suporte oferecido diante de novas realidades ou dificuldades? Cobrar sem dar as condições de obter o resultado pode aumentar o risco de fraude organizacional.

  • Observe o caminho e não só a reta final

Uma vez dadas as metas, acompanhe o trabalho da sua equipe. Verifique dificuldades, oriente os passos de acordo com o posicionamento ético esperado, ajude na identificação de saídas criativas. Os números devem ser o fim, mas de forma alguma o meio deve ser ignorado. Caso contrário, corre-se o risco de cairmos em uma armadilha, olhando exclusivamente para uma moldura financeira sem saber como os resultados foram construídos. Lembre-se das provas de matemática que você fazia na escola. Não é só a resposta final que importa, precisa-se observar toda a lógica do cálculo. Fique atento.

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida 339

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida

Novidade vale para os produtos Liberty Vida Especial e Vida Perfil e é mais um investimento da seguradora no segmento

Com o objetivo de tornar seus produtos ainda mais completos e atender às necessidades de seus clientes, a Liberty Seguros anuncia a ampliação de dois dos seus principais produtos do segmento: o Liberty Vida Perfil e o Liberty Vida Especial. Com a expansão, os produtos passarão a oferecer novas coberturas focadas na saúde e no bem-estar dos segurados, além de mais insumos para os corretores no momento de negociar as vendas das apólices.

Essa mudança, dentre outras iniciativas da seguradora, faz parte do constante investimento da companhia no setor de Vida – no qual a Liberty já se destacou em 2018, crescendo 16,2% em comparação a 2017.

Liberty Vida Perfil

A partir dessa atualização, o produto Vida Perfil passará a contar com um novo limite de capital de até R$ 3,5 milhões. Além disso, o cliente poderá optar entre três diferentes planos com coberturas para Doenças Graves – com combos de 10, 20 ou tipos de 24 doenças. Com elas, o segurado tem apoio para tratamentos como Transplantes de Órgãos, Implante de Marcapasso e doenças como Alzheimer, Embolia Pulmonar e Câncer.

Liberty Vida Especial

Na nova versão deste produto, os segurados podem contar com uma cobertura de Diárias de Incapacidade Temporária (DIT) de até R$1.300,00, além de duas coberturas exclusivas: LER e DORT e de Hérnia. O Vida Especial também oferece coberturas de Doenças Graves, nos combos de 10 e 20 tipos de doenças, e um novo limite capital de R$ 2,5 milhões.

Além disso, os produtos contam com o uso da telessubscrição, que dispensa a entrega da proposta física assinada pelo cliente. Com esse formato, a contratação se torna mais simples e ágil tanto para corretores quanto segurados.

Vantagens para os corretores

Além das novidades na cobertura dos produtos, a campanha Feliz da Vida da Liberty já impactou mais de 1.500 corretores com treinamentos sobre Vida e está realizando uma campanha de incentivo que vai até junho e irá beneficiar parceiros que se destacarem nas vendas de produtos do setor com prêmios catalogados e uma experiência em um festival de música. Nesta fase, parceiros que comercializarem o Liberty Vida Especial participarão de 4 sorteios mensais no valor de R$5 mil.

Os corretores e segurados ainda podem aproveitar todos os benefícios do Club Liberty Momentos, com descontos exclusivos em Diversão, Gastronomia, Viagens, Compras e Presentes, entre outros serviços.

Para mais informações sobre os produtos e os benefícios em vendê-los, basta acessar este endereço.

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil 357

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil

Apólices disponibilizam coberturas para diversos imprevistos que podem acontecer

A Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo, diz que, a exemplo do carnaval, as festas juninas estão demandando proteções securitárias de modo crescente em todo o Brasil. As apólices cobrem riscos como ferimentos por fogos de artifício, quedas de estruturas retráteis, choques elétricos, danos corporais por conta de tumultos, intoxicação com alimentos e bebidas, danos a equipamentos, incêndio e vários outros episódios que podem ocorrer ao longo de eventos organizados em recintos abertos e fechados.

“As ameaças presentes nas festas juninas não são menores em relação ao carnaval, pois as festividades hoje chegam a durar mais de 30 dias, dentro de uma programação bastante intensa de brincadeiras com diferentes graus de risco”, diz Juliana Santos, Responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com a executiva, as festas são tradicionalmente organizadas por milhares de instituições de todo o Brasil, considerando entidades públicas, associações, empresas, escolas, igrejas e outras.

Juliana Santos observa que, nos últimos anos, diversas prefeituras do país assumiram a realização dos eventos. “Em algumas localidades, a festa evoluiu muito com o passar dos anos e hoje já atrai um grande fluxo de pessoas de cidades vizinhas e outros estados, além de turistas estrangeiros”, observa. Segundo ela, na região nordeste, em especial, os eventos do período junino passaram a movimentar de forma expressiva a economia de várias cidades pequenas, médias e grandes.

Conforme Juliana, o investimento de um pequeno valor em uma apólice de seguros pode evitar prejuízos que poderiam significar o fechamento do negócio do promotor de um evento junino, tais como perdas ocasionadas por incêndios, cancelamentos e acidentes com vítimas fatais. “O mercado se encontra cada vez mais consciente disso e, por essa razão, a Chubb está estimulando os corretores de seguros a contatarem o quanto antes os organizadores dessas festas”, conta. Como as oportunidades vão surgir até a véspera do período junino, ela destaca que a seguradora dispõe de um sistema que emite boleto, certificado e apólice em até 24 horas antes do inicio da montagem do evento.

“Estamos levando para nossos parceiros uma experiência de mais de 50 anos em seguros de Entretenimento no mundo, bem como os conhecimentos adquiridos a partir de uma atuação pioneira no Brasil”, conclui.

Como soluções de seguros podem alavancar o crédito corporativo? 334

Como soluções de seguros podem alavancar o crédito corporativo?

Palestra do economista Ricardo Amorim sobre as expectativas da economia brasileira contribuirá para o debate a respeito da importância do mercado de seguros na criação de ferramentas alternativas para alavancagem de crédito corporativo

A Lockton, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, promoverá no próximo dia 23, quinta-feira, no Hotel Grand Hyatt São Paulo, o Lockton Financial Lines Day. O evento mediado pela jornalista Carla Vilhena, debaterá o uso de ferramentas disponíveis no mercado de seguros para alavancagem de crédito corporativo, aumento de financiabilidade e operações estruturadas.

“Será uma grande satisfação para a Lockton reunir os principais especialistas do mercado para debater soluções customizadas de seguros de crédito e garantia, tendo como foco a otimização do capital e fluxo de caixa de nossos clientes”, exalta Marcelo Elias, Diretor Executivo de Risk Solutions da empresa.

A agenda será marcada por três painéis, sendo o primeiro pautado pelo tema “O mercado de seguros como ferramenta para operações estruturadas, financiamentos e alavancagem de crédito corporativo”. Este debate trará diferentes visões a respeito do atual cenário de crédito do mercado e como a utilização estratégica de seguros pode auxiliar as empresas na melhoria de seu perfil de risco. Representando a Lockton, Franklin Nogueira, Head de Seguro de Crédito e Riscos Políticos, e Thais Ferreira, Head de Seguro Garantia, dividirão o palco com Daniel Nobre, CEO da Atradius, Roque Mello, Vice-Presidente da Junto Seguros, e Fabricio Bonadio, Superintendente da Fator Seguradora.

O tema “Evolução do seguro garantia judicial no Brasil e perspectivas de mercado” será abordado por João Di Girolamo, Diretor da Swiss Re Corporate Solutions, Fernanda Felício, advogada da Pottencial Seguradora, Cassio Amaral, sócio da Mattos Filho Advogados, e Cristina Tseimatzidis, Head de Financial Lines da Lockton. Este painel promete debater as tendências do mercado de Seguro Garantia, traçando um paralelo entre o desenvolvimento do produto como principal proteção de passivos judiciais das empresas, as mudanças do ambiente legislativo do país e a disponibilidade de capacidade do mercado.

O encerramento do evento ficará a cargo do economista e consultor, Ricardo Amorim. Sua palestra será norteada por dois temas centrais, que abordarão as perspectivas e oportunidades da economia brasileira: “Compreendendo os ciclos econômicos: a chave para o sucesso dos negócios e dos investimentos financeiros.”; e “Por que a economia deve melhorar e crescer mais do que você imagina nos próximos anos? Como aproveitar as oportunidades?”.

Lockton Financial Lines Day tem vagas limitadas e é direcionado principalmente aos executivos das áreas Financeira,  Jurídica, e Riscos. As inscrições podem ser feitas neste link.

Serviço: 

Evento: Lockton Financial Lines Day
Data: 23 de maio de 2019, das 08h30 às 13h.
Local: Hotel Grand Hyatt São Paulo
Inscrições: http://evento.lockton.com.br/evento-lockton-global-de-linhas-financeiras

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas 327

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

No final de abril, o Magazine Luiza, conhecido também por Magalu, anunciou a compra da Netshoes em uma negociação estimada em 62 milhões de dólares. É fato que a gigante do comércio eletrônico de esportes e moda acumula anos de prejuízos, dificuldades para controlar seus custos e nenhum sinal de reação a partir do seu único canal de vendas, o site de suas marcas. Em contrapartida, nos últimos três anos, o Magazine Luiza apresentou uma valorização de quase 17.000% no valor de suas ações, crescimento esse que pode ser creditado ao sucesso obtido em sua missão de criar um varejo no modelo omnichannel, com uma forte presença por meio de sua rede de 900 lojas aliada à eficiência logística e uma estratégia digital inovadora, que é aplicada a partir de seu e-commerce e de outros canais tecnológicos.

Há alguns anos, muito especula-se sobre o fim do varejo tradicional como conhecíamos antes do advento das conexões de internet velozes e dos smartphones. Gurus mais apocalípticos arriscaram até um palpite sobre o fim das lojas físicas. Porém, esse movimento da Magalu acaba por decretar, de uma vez por todas, que presença local e relacionamento continuam sendo fatores de sucesso, inclusive, passamos por um momento em que se coloca em xeque a viabilidade de varejos exclusivamente digitais, que dificultam o contato e a experiência do cliente.

O cliente já é omnichannel. Esta frase tem sido repetida como um mantra nas reuniões estratégicas de todas as empresas que discutem o futuro dos seus negócios. Para simplificar, o termo em inglês poderia ser facilmente substituído, resumindo a sentença em: o cliente quer ter o poder de decidir o que é melhor para ele.

Nos últimos anos, o varejo vem enfrentando uma série de mudanças significativas, entre elas, a redução de fluxo de clientes nas lojas, o maior acesso à informação pelo consumidor para tomada de decisão da compra, o aumento da exigência de nível de serviço, o crescimento da disponibilidade de marcas e produtos e a competição entre canais de venda físicos e digitais.

Tudo indica que a melhor solução para as empresas enfrentarem este cenário é otimizar o aproveitamento dos seus canais, utilizando o que cada um oferece de melhor. O acesso à informação e a disponibilidade entregues pelos canais digitais podem caminhar de mãos dadas com o relacionamento e experiência presencial proporcionados pelos canais físicos.

Dentro deste contexto, as lojas físicas deixam de cumprir apenas com o papel de ser um ponto de venda, mas recebem as atribuições de ponto de logística, compartilhando seus estoques com a rede e disponibilizando espaços para troca e retirada de produtos. Tornam-se também o ponto de relacionamento, onde o cliente pode tirar dúvidas, experimentar e ter contato com produtos e serviços que poderão ser entregues pelo e-commerce ou, até mesmo, por outras lojas.

Além dos benefícios relacionados à melhoria da experiência do cliente, as empresas que obtiverem sucesso ao desenvolver uma sinergia entre seus canais, consequentemente se beneficiarão também de uma melhoria no giro de seus estoques, assim como do aumento nas vendas e da otimização da utilização dos recursos de marketing e logística.

Para obter sucesso nesse desafio, é importante observar cuidadosamente as peculiaridades relacionadas aos pilares que envolvem pessoas, processos e tecnologias existentes em cada um dos canais. As lojas físicas, provavelmente, terão dificuldades ao encarar os desafios de marketing digital e termos como SEO, inbound marketing, rede de display, SAC, entre outros. Em contrapartida, para as lojas virtuais, gerenciar PDV, TEF, visual merchandising, aluguel percentual de shopping e metas de vendas poderão ser novidades difíceis de digerir inicialmente.

Além disso, ainda existe a dificuldade tecnológica de integrar os diversos sistemas que as empresas utilizam com a finalidade de automatizar os processos entre os canais e promover consistência na experiência do consumidor.

O futuro do varejo está nas mãos das empresas que conseguirem encontrar o equilíbrio e serem mais eficientes com os seus canais, pois nesta nova realidade de mercado, o cliente ganha, e muito. E com o leque de possibilidades que se abre, as lojas também ganham.

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, empresa desenvolvedora de sistemas especialistas em lojas de calçados. O executivo apresenta, no dia 22 de maio, a partir das 13h, uma palestra sobre o tema durante a SICC (Salão Internacional do Couro e do Calçado), evento do setor de calçados que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 20 a 22 de maio de 2018.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Serra Park.
Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS.
Mais informações: neste endereço.

Empresas otimizam gastos com saúde e oferecem qualidade de vida aos colaboradores 217

Empresas otimizam gastos com saúde e oferecem qualidade de vida aos colaboradores

Impactos são sentidos dentro e fora do ambiente de trabalho

A otimização dos gastos das empresas com planos de saúde caminha de mãos dadas com os cuidados com o bem-estar dos colaboradores e com o uso eficiente da assistência médica. Atualmente, as despesas das corporações brasileiras com planos de saúde consomem de 12% a 20% do orçamento da área de recursos humanos, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). O valor empenhado com a assistência só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento de salários, de acordo com o estudo.

Como os planos fazem um reajuste de 20% a 30%, índice, no mínimo, quatro vezes maior do que a inflação no país, é importante incentivar o uso consciente da assistência médica. A utilização adequada dos planos de saúde pode promover acompanhamento preventivo, reduzindo internações e uso excessivo de atendimentos de emergência. Mas, principalmente, pode contribuir para o aumento do bem-estar dos colaboradores e sua qualidade de vida, dentro e fora do ambiente de trabalho.

“Todas as ações que promovem o uso consciente do plano de saúde trazem bem-estar para os funcionários, reduzem o absenteísmo e garantem a presença de um colaborador disposto para as atividades na empresa, assim como uma pessoa que terá condições de aproveitar melhor seu tempo em família”, explica o VP de Riscos e Gestão de Portfólios da JLT Brasil, Marcos Mello.

Soluções para otimizar o uso da assistência médica

O primeiro passo para otimizar o uso do plano de saúde pelas empresas é fazer um diagnóstico de como a assistência médica tem sido utilizada pelos colaboradores.  Uma das ferramentas que podem ajudar nessa tarefa é o Meu BI, oferecida pela JLT. A plataforma recebe e organiza dados das operadoras de saúde das empresas por meio de Inteligência Artificial. Em seguida, uma equipe da corretora analisa o cruzamento desses dados para detectar riscos e propor programas e ações para as empresas. Com isso, as companhias podem elaborar campanhas internas para a melhoria da qualidade de vida dos colaboradores, o que vai influenciar diretamente na produtividade e bem-estar.

“Em um dos clientes, foi feito um acompanhamento das gestantes e incentivo ao pré-natal. Com isso, o número de partos nos quais houve necessidade de UTI neonatal para os recém-nascidos caiu de 9% para 4%, respeitando o índice de 5% recomendado pelos médicos”, exemplifica Mello.

A plataforma Meu BI também auxilia na identificação do uso do pronto-socorro em situações que não são de emergência. “É importante incentivar as consultas de rotina e o acompanhamento de doenças crônicas para que o colaborador cuide da sua saúde de maneira preventiva O atendimento de urgência deve ser usado apenas casos emergenciais”, esclarece Mello. Segundo o profissional, com campanhas específicas de esclarecimento, é possível reduzir pela metade o uso do pronto-socorro.

Uma outra solução implantada com sucesso em clientes é a oferta de um serviço de atendimento telefônico voltado para a orientação dos colaboradores em relação à assistência médica contratada pela empresa. Do outro lado da linha, médicos e enfermeiras fornecem informações para que os funcionários saibam como proceder em uma situação de doença ou mal-estar e quais são as melhores opções disponíveis.

“Todas essas soluções auxiliam a empresa a reduzir custos com assistência médica e a cuidar da saúde dos colaboradores que necessitam de acompanhamento de doenças crônicas. Assim é possível evitar procedimentos como internações e cirurgias, que, além de desgastantes, podem ser evitados com cuidados preventivos frequentes”, reforça Mello.