EDR mostra potencial ao mercado brasileiro 3240

Com foco em tecnologia, empresa de regulação de sinistros conquista grande fatia do mercado

Parceiros qualificados na resolução de sinistros são fundamentais para o bom funcionamento das companhias seguradoras. A EDR quer mostrar ao Brasil da seguridade sua expertise no assunto, com foco em solidificação e expansão para novos mercados. “A maior parte de nosso faturamento, hoje, vem do Sul e Sudeste”, contou o diretor adjunto Mauricio Vieira.

A empresa foi reconhecida com o Destaque Nacional em Regulações no 15º Troféu JRS, realizado em outubro do ano passado. O CEO, Davi Daniel Barbosa explica que o foco está na prestação de serviços de qualidade no ramo de regulações de sinistros de automóveis e outros ramos, como Vida e DPVAT. “Essa regulação de sinistros acontece até mesmo em caráter social, representando as companhias seguradoras”, explicou Barbosa. “A partir de Pernambuco expandimos para todo Nordeste, depois chegamos a Minas e conquistamos uma grande fatia de mercado com a credibilidade de nossos parceiros, pela confiança que nos é transmitida e pelos compromissos da EDR em investimento em tecnologia para acompanhar os passos do mercado de seguros ao oferecer serviços de ponta para todo o setor”, completou.

No Rio Grande do Sul não foi diferente. A expansão orgânica da EDR foca na contratação de profissionais identificados com o mercado local, como o executivo José Coelho. “O brasileiro cada vez mais desperta para um mercado sério, bem embasado e solidificado. Lembro-me com as liberações de tarifas no setor, a partir daí o mercado tornou-se mais maduro e com mais atenção ao consumidor”, lembrou o CEO ao abordar o espaço conquistado pelo setor de seguros na economia brasileira. “Começamos no Rio Grande com regulação de automóvel, já fazemos por aqui também a regulação da Ramos Elementares. Atende quase uma centena de sinistros, desde abertura a liquidação da demanda, em tempo médio de 4 dias”, complementou Vieira.

“A EDR trabalha com todas as seguradoras que atuam no Nordeste, são 25 anos de credibilidade e nosso foco é para consolidar a empresa em nível nacional.  Nosso comprometimento e visão em colocar o cliente em primeiro lugar fica evidenciada pelos investimentos em treinamentos técnicos, com foco no atendimento de qualidade”, disse Maurício Vieira. Um dos grandes diferenciais, segundo o diretor adjunto, é pelo grande investimento em soluções tecnológicas de ponta. “Somos uma empresa que gosta de tecnologia, nesse sentido somos a reguladora mais avançada. Nossos controles de processo são em tempo real. Ao visitar a EDR você vê uma sala de controle completamente ligada a rede”, afirmou ao ressaltar a contratação e treinamento de profissionais próprios para um atendimento adequado às necessidades dos clientes.

Renato Pedroso: “Corretor de Seguros é o Futuro da Proteção” 1292

Renato Pedroso: "Corretor de Seguros é o Futuro da Proteção"

Executivo integrou painel em evento sobre insurtechs e inovação

Na tarde desta quarta-feira, o presidente da Previsul Seguradora, Renato Pedroso, participou do CQCS Insutech & Inovação. O executivo integrou o painel “Porque o Corretor é o Futuro da Proteção”.

De forma interativa, Pedroso cativou os presentes e comentou sobre a importância do profissional da corretagem seja um agente de prospecção para o setor de seguros.

“O corretor de seguros tem um papel consultivo fundamental junto ao segurado. Cada vez mais as pessoas buscam por seguros e, com a variedade de planos e coberturas, elas precisam de alguém que busque a melhor proposta para suas necessidades. Esse alguém é o corretor. O papel da Previsul, como seguradora, é oferecer soluções cada vez mais completas em portfólio de produtos e em ferramentas digitais que facilitem o dia a dia do corretor”, diz Pedroso, lembrando que ele e mais dez corretores estiveram mês passado em São Francisco, nos Estados Unidos, como premiação da Campanha de Incentivo de Vendas 2018, “Sou + Previsul – É você corretor, no centro da inovação”. “Estivemos no Vale do Silício e visitamos empresas como o Google e Tesla. Será ótimo reforçar aos corretores que visitarem nosso estande os contextos da tecnologia que vimos lá e compartilhar as experiências que podem ser aplicadas ao nosso mercado”, destaca.

Equipe da Previsul Seguradora / William Anthony

JRS participa do evento e conta com apoio da Previsul Seguradora, em cobertura especial, com os principais detalhes de dois dias de uma programação recheada de grandes conteúdos. A companhia é digital, orientada para o futuro, que facilita a vida do corretor. Sempre atenta às demandas de mercado e buscando oferecer mais vantagens, tecnologias e benefícios para corretores, segurados e estipulantes, a Previsul Seguradora está sempre inovando para facilitar o dia a dia. São exemplos as ferramentas digitais Portal do Corretor, o Cota+, cotador online da seguradora, o Portal do Estipulante, o aplicativo; além do primeiro produto lançado no projeto de ampliação de portfólio: o produto Empresarial. Todas essas novidades serão apresentadas no estante.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

*Com informações de Literal Link.

Operadores do setor reúnem-se em evento sobre insurtechs e inovação 1270

Operadores do setor reúnem-se em evento sobre insurtechs e inovação

São Paulo é o cenário deste encontro, que acontece entre hoje e amanhã

A partir desta quarta-feira, dia 12, São Paulo é palco de grande evento sobre insurtechs e inovação. Promovido pelo Centro de Qualificação de Corretores de Seguros. As seguradoras, por exemplo, expõem suas novidades aos parceiros de negócios. É o caso da Tokio Marine, por exemplo. A companhia apresentará as ferramentas que foram inseridas na Brokertech, plataforma desenvolvida para capacitar os Parceiros de Negócios em um ambiente cada vez mais digital, além de iniciativas para fomentar negócios e agilizar o atendimento. Entre elas estão o Portal Imobiliária, já com o novo produto Tokio Marine Aluguel; APP Corretor com novos Produtos Empresariais; e canais de atendimento via WhatsApp, Messenger e Portal do Corretor.

A Tokio Marine ainda participa de dois painéis de discussão sobre inovação e o futuro do corretor de seguros durante o evento. Adílson Lavrador é um dos debatedores da discussão sobre “Inovação em Velocidade Recorde”, enquanto José Luís Ferreira da Silva, Diretor Comercial Varejo II participa do debate “Por que o Corretor é o Futuro da Proteção”. Ambas as apresentações acontecem nesta quarta-feira.

Denise Ciavatta, Diretora de TI da HDI Seguros, vai debater como as seguradoras podem incorporar as novas tecnologias disponíveis, em um painel às 14h30min, na quinta-feira. Ao lado de players relevantes do mercado, a executiva irá discutir o ritmo da integração do novo no setor de seguros, frente a quantidade de novas possibilidades tecnológicas.

Denise Ciavatta é Diretora de TI da HDI Seguros / Divulgação
Denise Ciavatta é Diretora de TI da HDI Seguros / Divulgação

A executiva deve detalhar os produtos e serviços inovadores recentemente desenvolvidos e disponibilizados aos segurados pela companhia. Os destaques são o Portal de Terceiros, que digitaliza o processo de atendimento ao terceiro envolvido em um sinistro; e o Atendimento de Assistência 24h via canais digitais e redes sociais como WhatsApp e Facebook, por meio do uso de Natural Language Process (NPL), via bot.

Grandes prestadores de serviço também marcam presença no evento, que acontece no Pro Magno Centro de Eventos, na Zona Oeste da Capital Paulista. A Velox Contact Center traz seu foco na experiência e satisfação do cliente em três painéis da programação. Especialistas de diversos setores debaterão “User Experience (UX)”, onde o Gerente Comercial da Velox, Gilson Silva aborda o relacionamento com o consumidor através dos meios digitais.

Velox Contact Center marca presença em evento sobre insurtechs e inovação
Velox Contact Center marca presença em evento sobre insurtechs e inovação
Carlos Alberto Oliveira é diretor da D'Or Consultoria / Divulgação
Carlos Alberto Oliveira é diretor da D’Or Consultoria / Divulgação

Segundo o diretor da D’Or Consultoria, Carlos Alberto Oliveira, “tecnologia e inovação são pilares extremamente importantes na estratégia da empresa, bem como do AceleraD’Or, por meio do qual tem atuado como uma aceleradora de pequenas e médias corretoras”. A empresa participa do encontro com o objetivo de conhecer as mais novas tendências do mercado e trocar experiências com os mais de mil congressistas esperados para os dois dias de atrações, seguindo a tradição de constante crescimento e atualização que está no DNA da D’Or Consultoria.

Outro destaque é a participação de Rossana Costa, fundadora e diretora da GEO, que palestra no painel “Risks & Tech: Prevenção e Proteção”, realizado nesta quarta-feira. A executiva abordará a experiência pessoal e da companhia com dados na consultoria entre seguradoras, construtoras e corretores nos seguros voltados para o segmento imobiliário, apontando diferenciais obtidos nos seguros Habitacional, Riscos de Engenharia e Garantia de Entrega de Obra no Prazo.

A cobertura completa e especial do CQCS Insurtech & Inovação 2019 é garantida pela Previsul Seguradora, que garantiu reforço na equipe que participa da cobertura dos dois dias de painéis, networking e discussões sobre o futuro do mercado segurador. Além do repórter William Anthony, do JRS São Paulo, a editora-chefe do JRS, Júlia Senna, também é presença garantida nos dois dias de evento.

*Com informações das agências RPMA, Ketchum, VTN Comunicação e SmartPR, além da colaboração de Camila de Cássia, responsável pelo Marketing da Velox.

Títulos de Capitalização arrecadam R$ 7,4 bi até abril 745

Títulos de Capitalização arrecadam R$ 7,4 bi até abril

Crescimento é de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado

O presidente da FenaCap, Marcelo Farinha / Divulgação
O presidente da FenaCap, Marcelo Farinha / Divulgação

Em quatro meses, a receita global do setor de Títulos de Capitalização, produtos que oferecem soluções de negócios com sorteios para pessoas físicas e jurídicas, atingiu R$ 7,4 bilhões, registrando um crescimento de 9,8% em comparação aos meses de janeiro a abril de 2018. A distribuição de prêmios também apresentou crescimento de 2,3%, em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado, atingindo o montante de R$ 381 milhões de prêmios em dinheiro, entregues a clientes que tiveram seus títulos sorteados. O valor equivale ao pagamento de R$ 4,6 milhões por dia útil no período. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que representa as empresas do setor.

Ainda de acordo com as informações divulgadas pela Federação, houve crescimento também nas reservas técnicas, que são os valores totais de títulos ativos destinados ao pagamento de resgates dos clientes, e que alcançaram, no mês de abril, R$ 29,9 bilhões, montante 2,3% maior que no ano passado. Os resgates somaram R$ 5,8 bilhões, crescimento de 2,4% se comparado a janeiro a abril de 2018.

Recentemente o setor iniciou a comercialização das modalidades Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável. Ainda que já fossem comercializadas sob o guarda-chuva das modalidades Tradicional e Incentivo, respectivamente, essas duas linhas de produtos agora têm regras próprias, o que confere mais segurança jurídica às operações e mais transparência às relações de consumo, tornando o ambiente de negócios muito favorável. “A expectativa é de que o setor inicie um novo ciclo de crescimento, com muitos lançamentos de produtos e a retomada do crescimento da economia, recomposição da renda e do emprego, o que naturalmente beneficiará o setor”, assinala Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Grupo Pentagonal anuncia parceria inédita com a Bradesco Financiamentos 2003

Confira entrevista especial do CEO, Bernard Biolchini

Em meio a histórias incríveis sobre a paixão pelo setor de seguros, o CEO do Grupo Pentagonal, Bernard Biolchini, anunciou uma parceria inédita com a Bradesco Financiamentos, que disponibilizará suas soluções pela primeira vez a uma corretora de seguros. O Grupo Pentagonal ainda dispõe de um exclusivo sistema de franquias, que promete economizar uma média de até 5 anos para novas empresas de corretagem que tenham o interesse em ingressar no setor.

Aon revela que preparo para gerenciamento de riscos é o menor em 12 anos 606

Aon revela que preparo para gerenciamento de riscos é o menor em 12 anos

Pesquisa identifica desafios que as organizações enfrentam ao avaliar e responder a riscos tradicionais e emergentes

Preocupações econômicas e globais estão desafiando a capacidade das organizações de investir adequadamente na preparação e na proteção da continuidade de suas operações, segundo os resultados da Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos 2019, da Aon.

“Empresas de todos os portes estão lutando para priorizar seus esforços de gerenciamento de riscos em meio aos períodos de tantas mudanças e incertezas”, explica Rory Moloney, Diretor Executivo de Global Risk Consulting. “O que antes era uma estratégia testada e comprovada para a mitigação de riscos – usando o passado para prever o futuro – se transformou em um desafio e, juntamente com uma economia global mais competitiva, está causando um baixo nível de prontidão de risco”. Como resultado, os planos de gerenciamento de riscos precisam adotar uma nova abordagem, diferente do que o mercado costumava praticar no passado”, completou.

A Aon plc, empresa líder global de serviços profissionais, que fornece uma ampla gama de soluções de risco, aposentadoria e saúde, entrevista a cada dois anos milhares de gerentes de riscos de 60 países e avalia 33 setores da indústria para identificar quais são principais riscos e desafios enfrentados pelas organizações na atualidade.

Na Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos 2019, os entrevistados classificaram a desaceleração econômica como o maior risco entre todos. Danos à reputação/marca foram citados como a segunda maior preocupação, refletindo o poder das redes sociais aliado ao fluxo intenso de notícias.

Mudanças no mercado e o aumento acelerado de taxas em função de políticas protecionistas do comércio internacional, que envolvem crescente atividade regulatória e tensão geopolítica, saltaram da 38ª colocação na pesquisa de 2018 para figurar como a terceira maior preocupação das empresas na lista deste ano.

A Aon obteve respostas para a Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos de 2019 durante o ano passado, em um período repleto de enorme incerteza em todo o mundo, impulsionado por quedas no mercado de ações, disputas políticas, ações regulatórias agressivas, recalls maciços por parte de grandes corporações, além de um ciclo ativo de grandes desastres naturais. Outros episódios marcantes foram os ataques cibernéticos de grande alcance e escândalos corporativos.

Esses riscos macroeconômicos de maior alcance, combinados com a velocidade da mudança da tecnologia, estão contribuindo para uma crescente proeminência de novas ameaças que podem interromper as cadeias de suprimento e as operações comerciais. Como resultado, um terço dos 15 principais riscos estreia na lista de 2019, incluindo taxas aceleradas de mudança nos fatores de mercado e tecnologias disruptivas.

De acordo com a pesquisa com gerentes de riscos, este é o menor nível de prontidão de risco em 12 anos, já que muitos dos principais riscos, como a desaceleração econômica e a crescente concorrência, não são seguráveis. Como resultado, os gerentes de riscos precisam adotar ações de gerenciamento em oposição à transferência de risco, a fim de mitigar essas ameaças e proteger suas organizações contra a potencial volatilidade.

“As mudanças nos resultados da pesquisa deste ano indicam que a função de gerenciamento de riscos deve evoluir para o nível empresarial”, acrescentou Moloney. “Isso, combinado com o uso de dados e análises preditivas que possam gerar insights acionáveis, ajudará as empresas a proteger seus resultados, ao mesmo tempo em que se adaptarão a mudanças aceleradas e flutuações econômicas”.

Descobertas Adicionais:

A força de trabalho envelhecida sobe de 37º (2017) para 20º (2019). Prevê-se que suba para 13º (2022). No geral, o envelhecimento das populações em sintonia com a escassez de mão de obra não apenas altera a trajetória social e econômica de um país, mas também gera volatilidade dentro das organizações.

A mudança climática saltou de um ranking de 45º (2017) para 31º (2019), já que a frequência e a gravidade das catástrofes naturais contribuem para aumentar as preocupações sobre o impacto que estes fatores causam na economia global.

Os ataques cibernéticos/violações de dados estão classificados como o risco número 6 e espera-se que atinjam o top 3 (2022). Se fizemos um recorte sobre a América do Norte, os risco da área de cyber continua a ocupar o primeiro lugar entre os entrevistados da América do Norte. Pela primeira vez, prevê-se que o risco cibernético esteja na lista dos 10 principais para a América Latina. Prevê-se também que esta mesma preocupação aumente na Europa, saindo da 8ª para a 4ª posição, e no Oriente Médio e África salte de 8º para 2º colocado.

Tecnologias disruptivas são uma preocupação crescente no âmbito global, passando da 20ª colocação em 2017 para a 14ª, em 2019. Essa tendência é citada como um dos 10 principais riscos para 50% de todos os setores da indústria.

Os perfis de participantes da Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos 2019, da Aon, englobaram organizações pequenas (abaixo de US$ 1B), médias (US$ 1B – US$ 15B) e grandes (acima de US$ 15B), incluindo entrevistados de empresas privadas, organizações públicas, governos e entidades sem fins lucrativos. O relatório completo, em inglês, pode ser acessado neste endereço.