Os planos de saúde não são o diabo 4600

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Confira artigo de Antonio Penteado Mendonça

em gente que sataniza os planos de saúde privados colocando neles a culpa por todas as mazelas do sistema de saúde nacional. Das filas no SUS aos desempregados que perderam seus planos, as operadoras dos planos de saúde privados, para eles, são os vilões da história porque querem ganhar dinheiro com saúde, o que seria um crime.

Minha primeira reticência começa aí. Que profissional que trabalha com saúde não ganha dinheiro exercendo sua profissão? Indo além, será que o melhor dos mundos não seria as Santas Casas serem superavitárias? Se o fossem, não dependeriam do SUS para exercer a misericórdia e oferecer atendimento digno aos milhões de brasileiros que dependem delas.

Não tenho procuração para defender os planos de saúde privados e concordo que as diferenças entre eles são grandes e que uns operam melhor do que outros. O que não quer dizer que sejam todos bandidos ou responsáveis pelas mazelas que condenam milhões de pessoas a um atendimento chinfrim porque o governo não tem mais dinheiro para investir em saúde.

Os planos de saúde privados não são heróis. Não é essa sua função. O que eles prometem e na maioria das vezes entregam é o cumprimento de seus contratos, arcando direta ou indiretamente com os custos dos procedimentos médico-hospitalares de seus consumidores, desde que estejam cobertos.

Mas se os planos de saúde privados não são heróis, também não são demônios, nem estão aí para assombrar a vida de quem tem um problema de saúde e necessita deles. Na imensa maioria das vezes, os clientes são atendidos dentro de rotinas operacionais fáceis e sem nenhuma complicação, bastando a apresentação da carteira do plano para a realização de uma série de procedimentos.

Existem situações em que o segurado é obrigado a solicitar a autorização prévia para a realização dos procedimentos indicados, mas mesmo estas autorizações normalmente são dadas de forma rápida, sem maiores burocracias. O exemplo da judicialização crescente do tema não é argumento válido para mostrar a má-fé ou a intenção da operadora do plano em não atender o cliente. É evidente que as operadoras não são iguais e isso pode levar a diferenças importantes nos serviços prestados, variando bastante de plano para plano.

É verdade que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está buscando soluções viáveis para permitir que os segurados de operadoras sem escala ou condições mínimas para atendê-los dentro dos requisitos exigidos possam migrar para outras operadoras capazes de garantir-lhes o atendimento para o qual pagam. Um grande número de operadoras pequenas não tem condição de fazer frente ao quadro e a única solução é sua saída do mercado, seja pela interrupção das atividades, seja porque é absorvida por outra empresa maior e mais capitalizada.

Esta situação é consequência da Lei dos Planos de Saúde, que impede o surgimento de produtos mais afinados com a realidade.

Além disso, a crise por que o Brasil passa afastou milhões de pessoas dos planos de saúde privados. O impacto da perda de receita fragilizou mais de uma operadora, pela perda de escala, para fazer frente aos seus compromissos. Simplesmente suas despesas passaram a ser maiores do que suas receitas e ninguém consegue viver muito tempo gastando mais do que ganha.

A importância da contribuição das operadoras de planos de saúde pode ser aferida pelo número impressionante de 1,5 bilhão de procedimentos autorizados anualmente. Não só porque significam bilhões de reais pagos aos prestadores de serviços, mas porque praticamente desoneram o SUS do atendimento de 50 milhões de brasileiros que integram o sistema.

Com a retomada do crescimento, alguns milhões de pessoas devem voltar a ser clientes dos planos de saúde privados. É bom, mas é pouco para melhorar o atendimento médico-hospitalar. Os planos privados respondem por mais de 60% dos recursos investidos em saúde. Uma legislação com menos ideologia e mais pragmatismo poderia permitir que mais gente fosse atendida por eles.

*Antonio Penteado Mendonça é sócio de Penteado Mendonça e Char Advocacia e secretário Geral da Academia Paulista de Letras

Fidelização como diferencial para o sucesso 411

Fidelização como diferencial para o sucesso

Confira artigo da administradora Giordania Tavares

A administradora Giordania Tavares / Divulgação
A administradora Giordania Tavares / Divulgação

A competitividade no mundo dos negócios exige cada vez mais das empresas. Para se manter ativa e conectada com as tendências do mercado, não basta apenas oferecer produtos de qualidade: é preciso sensibilidade ao lidar com clientes e stakeholders. Se engana a marca que dá prioridade única à atração de novos clientes: antes, é preciso fidelizar. Conquistar a confiança vai muito além de apenas apresentar os produtos da empresa. É preciso fazer o cliente acreditar na marca, nos seus valores e nas suas competências. Ao vender um produto, as empresas não estão apenas oferecendo uma mercadoria, mas proporcionando uma experiência de compra que deve ser positiva e duradoura. Afinal, o cenário nem sempre é promissor se os diferenciais oferecidos se restringirem aos produtos.

O segredo para uma boa relação com o comprador é compreender o cenário, o mercado, as oportunidades e ameaças do seu negócio. É entender as necessidades dos clientes, pois este aspecto colabora não só para o desenvolvimento de produtos funcionais, mas também proporciona o crescimento de uma relação de confiança e credibilidade. Para satisfazer o cliente, não é necessário realizar todas as solicitações que ele desejar, muito pelo contrário: é preciso saber dizer “não”, afinal, é papel da marca entender como solucionar os problemas e executar aquilo que o cliente deseja da melhor forma possível.

No entanto, a venda não acaba quando o cliente adquire os produtos, é preciso seguir de mãos dadas, fornecedor e cliente. Quebrou uma peça e acabou a garantia? A mercadoria precisa ser entregue com urgência? O comprador precisa saber com quem contar, em quem confiar. É preciso ouvir e entender o cliente. Para qualquer empresa de sucesso, é primordial possuir um serviço diferenciado, informação com qualidade e atendimento rápido para que haja confiança em toda a cadeia e não apenas no produto. Planejamento e organização são peças-chave para grandes resultados e as empresas que agem assim são as que driblam as crises e alavancam seu crescimento. Um pós-venda eficaz é a melhor estratégia, pois um cliente satisfeito irá compartilhar a sua boa experiência, gerando novos contatos e contratos para a empresa.

A fidelização do cliente é o fator que pode definir o sucesso de uma empresa. Através de técnicas que visam criar uma relação de confiança, geram-se feedbacks honestos e positivos, além de trazer uma receita previsível. Cliente fiel, certamente comprará novamente. Não são as semelhanças que fazem a diferença e os caminhos conhecidos não são os únicos que podem levar a marca além. É preciso se destacar no cenário. Uma empresa pode ser o que quiser, desde que acredite, e saiba que sempre haverá clientes dispostos a acreditarem também.

Diretora da Rayflex, Giordania R. Tavares é graduada em administração pela UNICID, com especialização pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de portas industriais e equipamentos de doca, foi responsável por tornar a Rayflex expoente de mercado no Brasil e na América Latina.

Como a Internet das Coisas (IoT) pode afetar o mundo dos seguros? 620

Como a Internet das Coisas (IoT) pode afetar o mundo dos seguros?

Confira artigo de Fernando Hambra, Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina

Fernando Hambra é Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina / Divulgação
Fernando Hambra é Vicepresident Small Commercial da Chubb na América Latina / Divulgação

Muito tem se falado recentemente sobre o impacto que a IoT (“Internet of Things” em sua sigla em inglês) poderia ter em diferentes áreas de nossas vidas. Se levarmos essa questão para os seguros veremos que, sem dúvida, a relação entre clientes e seguradoras será transformada através desse modelo, gerando um novo mundo de oportunidades para o setor de seguros.

Qual seria o potencial das oportunidades nas companhias de seguros?

É cada vez mais comum ver que certos tipos de seguros estão sendo comercializados online. Esse tipo de distribuição nos permite fornecer uma série de serviços interconectados para mitigar os riscos relacionados a casa, automóvel, comércios, serviços e saúde, o que facilita que os clientes e seguradoras estejam mais alinhados na prevenção de perdas e, além disso, promove a criação de produtos de acordo com as necessidades de cada cliente.

Do ponto de vista tecnológico, isso significa implementar plataformas flexíveis que suportem subscrição e taxas com base em dados da IoT, alterando os processos de TI para serem implementados de forma mais rápida e eficiente, bem como gerenciando ameaças de segurança de forma rápida e proativa.

Do ponto de vista cultural, você precisa estar mais disposto a experimentar novas alternativas e aprender rapidamente com os resultados, aplicando as melhorias necessárias.

As seguradoras podem começar a usar a IoT a partir de uma análise das necessidades dos clientes, definindo uma proposta de valor para cada um deles. Produtos sob medida devem ser entregues fornecendo uma visão geral de todos os riscos que podem afetar os segurados a partir dos dados coletados através da IoT.

Entre outros, os benefícios para os segurados consistem em melhorar seus riscos, trabalhar na prevenção de acidentes, interromper as perdas antecipadamente e implementar a manutenção preventiva.

Entre as vantagens para as seguradoras, podemos destacar a oportunidade de sermos mais eficientes com a possibilidade de colocar preços, variáveis e indicadores que deem uma melhor precisão ao subscrever um risco. As seguradoras que demorarem na integração de suas bases de dados e informações da IoT para modelos de subscrição poderão correr riscos de antisseleção, afetando, assim, sua rentabilidade.

Finalmente, como seguradoras, esperamos que a IoT seja uma impulsionadora do crescimento das receitas e ajude na lucratividade da indústria, junto com um serviço mais eficiente e personalizado para os nossos segurados.

A internet vai acabar com o corretor de seguros? 534

A internet vai acabar com o corretor de seguros?

Profissionais devem apostar na força do marketing digital para garantir expansão dos negócios

A profissão de corretor de seguros tem evoluído muito nos últimos anos, e isso é notável tanto para quem ingressou na área recentemente, quanto para aqueles que pertencem à categoria desde o tempo em que as propostas eram preenchidas e protocoladas manualmente.

No entanto, esta não é uma exclusividade do ramo, já que a tendência é que todas as profissões sejam afetadas pela modernização, em maior ou menor grau. As empresas mudam, os clientes mudam, e, consequentemente, a forma de fazer negócios também muda. Por que, então, o corretor de seguros deveria permanecer estático?

Seja qual for a área de negócio, estar atento as mudanças e ser flexível a elas, é uma necessidade indispensável a sobrevivência num mercado cada vez mais competitivo. O mundo hoje é dinâmico, rápido e as pessoas acompanham esse ritmo, buscando rapidez e agilidade em basicamente tudo, desde a hora de alimentar-se, solicitar meio de transporte, fazer compras e até mesmo na contratação de serviços.

E é claro que quando se fala em rapidez e agilidade, não podemos deixar de falar na internet. Hoje, estar presente na web não é mais um diferencial, mas sim uma obrigação a qualquer empresa que deseja manter-se ativa e relevante no mercado. Mas, como isso impacta os profissionais de seguros?

Impacta muito. Você, provavelmente, já deve ter ouvido queixas a respeito de como a internet tem prejudicado os corretores de seguros, não é mesmo? Está cada vez mais fácil contratar um seguro sem sequer sair de casa, totalmente online e, geralmente, com um preço bastante inferior. Isso acontece muito nas seguradoras ditas como digitais, sem intermediários. No entanto, é preciso estar atento, uma grande parte destas “seguradoras” não são regulamentadas pela SUSEP e vendem proteção veicular como se fosse seguro, o que definitivamente não são a mesma coisa.

A internet não é de forma alguma prejudicial, mas, não saber utilizá-la a seu favor certamente é. Quando um simples usuário da internet pesquisa “seguro de automóvel barato”, garantir que ele encontre respostas no seu site é um grande primeiro passo para a possível concretização de uma venda. Para isso, profissionais de seguro devem sim investir nos meios digitais como forma de propulsão dos seus negócios.

E não pense que isso exige grandes investimentos. O custo das estratégias de marketing digital é significativamente menor quando comparado as estratégias convencionais. Os resultados, em contrapartida, são muito maiores, fazendo valer o custo-benefício.

Quando se trata de marketing digital, não há distinção entre o tamanho da empresa ou a quantidade de clientes que ele já tem, os resultados são igualmente positivos e devem, sim, ser uma aposta para o crescimento rápido e saudável da organização. Ao utilizar as estratégias corretas, além de atrair clientes em potencial, sua empresa torna-se capaz de concretizar mais negócios, alcançar uma região muito mais ampla de atuação e principalmente, criar um relacionamento de longo prazo com os mesmos.

Não se trata de ver a internet como uma ameaça, pois, ela realmente não é. A verdadeira ameaça é permanecer estático frente as transformações, recusando-se a mudar, quando todo o cenário em volta está mudando. Muito mais do que um vendedor, o corretor de seguros é um consultor, e quem desempenha essa tarefa com qualidade terá sempre o seu espaço garantido.

*Artigo produzido em parceria com a Agência Oblige (www.oblige.com.br).

14º Simpósio de Planos Odontológicos aborda resiliência e adaptação 335

14º Simpósio de Planos Odontológicos aborda resiliência e adaptação

Temáticas serão abordadas por profissionais de diferentes áreas, que mostrarão aos participantes as transformações que permeiam a Odontologia Suplementar

Inspirado no tema Resiliência e adaptação: os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar, o Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog) realiza a 14ª edição do Simpósio de Planos Odontológicos (Simplo), que ocorrerá nos dias 9 e 10 de maio, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo.

Na ocasião, profissionais de diferentes áreas como Amyr Klink, Zeina Latif, Gustavo Zobaran, Lorelay Fox, Demetrio Teodorov, Gil Giardelli, entre outros, mostrarão aos participantes a importância da resiliência e adaptação para a vida, especialmente à Odontologia Suplementar. “O Simplo é uma grande oportunidade para a troca de experiências e disseminação de conhecimentos entre os profissionais que atuam no mercado de planos odontológicos, visto que é o mais importante evento brasileiro direcionado ao segmento”, afirma Geraldo Almeida Lima, presidente do Sinog, enfatizando que as temáticas deste ano estão diretamente relacionadas às transformações que permeiam o mercado e têm permitido o contínuo crescimento da Odontologia Suplementar.

A programação do Simplo inclui sete painéis, divididos entre os dois dias, para proporcionar formas disruptivas de enxergar a Odontologia Suplementar, a fim de permitir a consolidação e adaptação do segmento frente aos consumidores cada vez mais conscientes. Além do Fórum Temático, que este ano abordará a Lei Geral de Proteção de Dados, oferecendo orientação especializada ao segmento. “Buscamos trazer pessoas que, por meio de histórias de vidas próprias e expertise, mostram que entendem o significado e a importância da resiliência e adaptação. Por isso, acreditamos que elas conseguirão transmitir ao público conhecimentos que poderão ser aplicados no cotidiano de todos, seja no âmbito pessoal ou profissional”, explica Lima.

O Simplo deste ano foi inspirado em um dos princípios da Teoria de Charles Darwin sobre a Evolução das Espécies, que se refere àqueles que melhor se adaptam ao ambiente têm mais chances de sobrevivência. Desta forma, é imprescindível que cada um dentro do cenário da Odontologia Suplementar se aproprie de suas diferenças, faça disso sua força e tenha resiliência para crescer com solidez, mesmo que o ambiente seja adverso.

Dia 9 de maio (quinta-feira)

Painel inaugural: O desafio de se reinventar – Amyr Klink.
Painel Tecnologias disruptivas: derrubando padrões – Gustavo Zobaran, gerente de Digital da Porto Seguro; e Demetrio Teodorov, superintendente de Inovação & Futurista da Alelo.
Painel Comportamento do consumidor: como se adaptar a este novo cliente – Marcelo Vergilio Paganini de Toledo, consultor em inteligência de mercado e professor da ESPM.
Painel Mercado Os caminhos para a sobrevivência da Odontologia Suplementar – Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde (a confirmar); Leandro Fonseca, diretor-presidente substituto da ANS; José Cechin, diretor executivo da FenaSaúde; e José Alves de Souza Neto, presidente da Uniodonto do Brasil.

Dia 10 de maio (sexta-feira)

Painel Diversidade – Lorelay Fox, youtuber e digital influencer.
Painel Inovação – Gil Giardelli, difusor de conceitos e atividades ligados à inovação.
Painel de Encerramento – Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos.

Previdência privada: remuneração ou investimento? 431

Previdência privada: remuneração ou investimento?

Especialista esclarece vantagens e desvantagens da aplicação

Diante das incertezas que rondam a aprovação da Reforma da Previdência é de se esperar que muitas pessoas comecem a pensar na previdência privada como alternativa de remuneração futura. Mas afinal, o que significa esse tipo de aplicação? No dicionário, previdência significa “a habilidade de se ver antecipadamente, uma espécie de previsão do futuro”. Se adaptarmos o termo para as Finanças, podemos dizer que a previdência é, literalmente, cuidar do próprio futuro.

Em geral, quanto antes se começa a pensar nisso, melhor é o resultado. Mas nunca é tarde. “Enquanto os mais jovens têm o tempo ao seu favor, quem já tem mais idade tem a vantagem de ter mais poder aquisitivo e uma visão de mundo mais tranquila, paciente, o que é sempre favorável quando se fala em investimentos”, comenta Helen Vogt, líder da área de Previdência da Messem Investimentos, principal escritório vinculado à XP.

Segundo ela, estamos muito acostumados a ouvir o termo previdência para se referir à previdência pública, que faz parte da chamada Seguridade Social. Essa trata-se de um conjunto de medidas públicas que tentam garantir o poder de compra da população mesmo quando ela não pode mais contribuir socialmente com o seu próprio trabalho.

Apesar do objetivo, sabemos que a previdência pública é em muitos aspectos minimamente questionável e que os valores pagos pela aposentadoria pública mal garantem a subsistência de quem se aposenta. “Quem não criar o seu próprio plano, com uma aposentadoria complementar, está fadado a ter seus anos de velhice com dificuldades financeiras”, opina a especialista. Por esse motivo, ele reforça a importância de que cada um faça seu próprio plano, prevendo como vai ser sua própria aposentadoria no futuro.

Helen cita os dois tipos mais conhecidos no mercado: o PGBL e o VGBL. O primeiro é mais indicado para aqueles que fazem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) completo. Com ele, poderá ser feita a dedução de até 12% da base tributável e paga-se menos imposto a curto prazo. O segundo é mais indicado para quem pensa no longo prazo já que ao final do plano existe a necessidade de pagamento de IRPF sobre o valor auferido, diferente do PGBL, que paga o imposto sobre o montante total investido. Em geral, a diferença entre as duas é a tributação.

Entre os benefícios da previdência privada Helen cita a menor alíquota possível para qualquer fundo de investimento, uma ampla gama de instituições, gestores e estratégias disponíveis no mercado e a possibilidade de portabilidade de plano, sem cobrança do imposto de renda. “Uma previdência privada é, sim, um investimento e deve ser encarada como tal. O ideal é nunca esquecer de que se trata de um dinheiro que você está guardando com a expectativa de que ele tenha bons rendimentos e que será resgatado no futuro”, completa.