Icatu adquire Cardif Capitalização 3999

Operação ainda depende de aprovação pelos órgãos reguladores

A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de Vida, Previdência e Capitalização e o BNP Paribas Cardif, número 1 no mundo em seguro de crédito, assinaram no dia 22 de dezembro, um contrato no qual a Icatu vai adquirir a totalidade dos ativos e as operações de Cardif Capitalização no Brasil.

A partir da aprovação da operação pelos órgãos reguladores, a Icatu assumirá as carteiras e a comercialização de capitalização da Cardif e passa a ser provedora exclusiva desses produtos para o BNP Paribas Cardif Brasil. A efetivação da operação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Superintendência de Seguros Privado (SUSEP).

No segmento de Capitalização, a Cardif atua principalmente na modalidade de Incentivos e tem faturamento anual de R$ 85 milhões (2016). O acordo preserva as condições contratados pelos atuais parceiros e clientes, que continuarão a contar com os serviços.

Segundo Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, “nas áreas de atuação da Icatu, temos grandes planos de expansão. A Cardif Capitalizaçao é um ativo importante neste contexto. Houve grande sinergia e empatia entre as equipes, o que pode gerar ainda mais oportunidades para ambas empresas no futuro”.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 1966

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.

Kuantta Consultoria anuncia novo coordenador de cursos 56

Kuantta Consultoria anuncia novo coordenador de cursos

Marco Aurélio Fonseca também é professor e consultor de concursos da Escola Nacional de Seguros

A Kuantta Consultoria, empresa especializada em gestão e treinamento para corretores, funcionários das corretoras, seguradoras e empresas prestadoras de serviços, reforça sua equipe com um novo coordenador dos cursos. Marco Aurélio Fonseca assume o cargo, com objetivo de ampliar as atividades no setor.

Ele é professor e consultor de concursos da Escola Nacional de Seguros. É sócio da FL Administradora, Consultoria e Corretagem de Seguros, possui Certificação Profissional CNseg – Certificado CPC1, do primeiro exame realizado em 2015, conhecimento técnico dos ramos e planos de seguros, legislação e práticas e processos operacionais com seguros, experiência em elaboração, administração e desenvolvimento do programa de seguros diversos.

O novo coordenador vai se reportar ao idealizador da Kuantta Consultoria, Arley Boullosa e vai interagir também com os professores e palestrantes que já fazem parte do staff de ensino da empresa. Para Boullosa, a vinda do Marco Aurélio para o projeto vai acelerar as atividades relacionadas aos cursos que serão ministrados. “Com a chegada do Marco Aurélio, teremos um cronograma de cursos para o segundo semestre e eu fico liberado para cuidar da parte comercial da Kuantta Centro de Ensino. Nosso foco serão os cursos que mostram oportunidades e negócios para os corretores, de maneira prática, com professores que estão no dia a dia, além da troca de experiências entre os alunos. Vou interagir com frequência na definição de cursos e dos professores, mas o Marco agora tem a gestão do ensino na Kuantta e com isso tenho certeza que ganharemos velocidade e nos tornaremos referência em ensino e qualificação para o mercado de seguros”, explica.

Em agosto inicia uma nova etapa e todos os cursos e palestras poderão ser encontradas neste site, que também está sendo reformulado.

Ex-funcionários da União de Seguros Gerais promovem 15º encontro em agosto 805

Alguns dos ex-funcionários da Cia. União de Seguros Gerais em um dos últimos encontros / Reprodução

Confraternização acontece no dia 24 de agosto, em Porto Alegre (RS)

“Que a tristeza te convença que a saudade não compensa”, diria a poesia de Vinicius de Moares. Para acabar com essa saudade os ex-funcionários da Cia União de Seguros Gerais promovem há 15 anos um encontro anual que já é tradicional. A confraternização acontece em Porto Alegre (RS), no dia 24 de agosto de 2019, data em que a seguradora completaria mais um aniversário.

“Mais de 800 funcionários em um prédio só em uma companhia de seguros, você já ouviu falar?”, comentou o presidente do JRS, Jota Carvalho, em entrevista sobre o assunto. “A seguradora funcionava na Avenida Borges de Medeiros, onde ocorreram muitos encontros fraternos, de grande aprendizado sobre seguridade”, completou Luis Carlos Borges, que permaneceu por 34 anos na seguradora, em um dos encontros anteriores.

O Garcias Grill, localizado na Avenida Praia de Belas – 618, será o palco deste momento especial. O almoço terá valor de R$ 30, cervejas custam entre R$ 9 e R$ 12, já refrigerantes e águas custam R$ 5.

Baixas temperaturas podem danificar meu carro? 631

Baixas temperaturas podem danificar meu carro?

ComparaOnline lista problemas veiculares ocorridos no inverno, como mal funcionamento da bateria, e explica quando o seguro auto pode ajudar

Os invernos têm sido cada vez mais rigorosos no Brasil, principalmente nas regiões sudeste, centro-oeste e sul. Recentemente massas de ar polar derrubaram as temperaturas e deixaram a sensação térmica em -10º C, com geada e neve em alguns lugares do extremo sul do país.

Com um pouco de roupa conseguimos nos livrar do frio, mas o que acontece com os veículos? Nesta época do ano os acidentes em consequência de pistas escorregadias e os problemas elétricos ao dar a partida do carro aumentam bastante. O que deixa muita gente com dúvidas é sobre a possibilidade de acionar ou não o seguro auto nesses casos. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de produtos e serviços financeiros, reuniu algumas informações sobre o assunto.

As baixas temperaturas ocasionam a falta de utilização de alguns equipamentos como o ar-condicionado, causando ressecamento e possíveis vazamentos nas mangueiras. O que também pode ficar ressecada com o frio é a palheta do para-brisa. Porém, esses itens são considerados como serviços de manutenção do carro e não interferem na locomoção do veículo, sendo assim, não há cobertura do seguro.

O inverno também traz outros tipo de problemas, como geada, neblina e granizo. Eventos naturais que podem causar danos ao veículo, seja um amassado ou até mesmo um acidente em decorrência de pista escorregadia. “Nesses casos, é muito importante ficar atento à sinalização. Caso a via transitada tenha avisos sobre a possibilidade de intempéries, deve-se evitar esses trajetos, pois a seguradora poderá entender como um agravamento do risco por parte do segurado e negar o sinistro”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Problemas com a bateria são mais comuns no frio, já que a temperatura diminui e reduz a reação química interna, além de deixar o óleo mais viscoso. Isso pode trazer problemas para dar a partida após uma noite fria, por exemplo. “Desde que seja contratada a cláusula de assistência 24 horas, o segurado terá direito ao serviço de auto socorro nessas situações. Algumas seguradoras enviam, além do guincho, um técnico para avaliar o veículo no próprio local, a fim de resolver o quanto antes o problema do cliente”, finaliza Marchetti.

Varejo digital no Brasil fatura mais de R$ 32 bilhões no 1º semestre de 2019 364

Varejo digital no Brasil fatura mais de R$ 32 bilhões no 1º semestre de 2019

E-commerce nacional tem alta de 16,3% de faturamento na primeira metade do ano

O mercado digital brasileiro gerou R$32,1 bilhões no 1º semestre deste ano, o que representa um crescimento de 16,3% sobre o mesmo período do ano anterior. Os dados são do relatório NeoTrust, elaborado pelo Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, em parceria com o E-commerce brasil.

O relatório traz uma visão 360° do varejo online, com intuito de oferecer ao mercado compreensão e clareza no segmento do e-commerce. Traduzindo em números, no 1º semestre de 2019 houve um total de 76,5 milhões de pedidos, contra 66 milhões no período do ano passado.

Já o tíquete médio teve leve aumento de 0,3%, com uma média de R$420,3 gastos na primeira metade de 2019, ante R$419 reais por pedido no mesmo período do ano anterior.

No Brasil, cerca de 19,7 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra virtual no 1º semestre de 2019, o que representa um aumento de 35,8% em relação ao primeiro semestre de 2018.

A partir do dia 18/07, o relatório NeoTrust estará disponível no site do Compre&Confie e no aplicativo da companhia. Com a maior abrangência no monitoramento de dados reais de vendas do mercado brasileiro, o NeoTrust é o censo no mercado de e-commerce do país.