Qual o melhor sistema de gestão para seu negócio? 14616

Confira artigo de Vanderlei Kichel, CEO SetaDigital

Ninguém quer ter surpresas quando o assunto é ter o sistema funcionando para atender o cliente de forma fácil e rápida e muito menos quando envolve a finalização da venda. Pense comigo, nós também somos clientes, certo? Podemos demorar uma hora para escolher um calçado, mas na hora de ir para o caixa, se demorar dois minutos para finalizar o pagamento ficamos impacientes e já reclamamos. Por isso, é importante que você entenda como os sistemas disponíveis no mercado funcionam para se prevenir sobre qualquer problema ligado ao desempenho e à segurança dos seus dados.

Esse é um assunto que só a área de TI vai entender, não é? Não, pois vou te explicar esse bicho de sete cabeças de forma muito simples neste artigo. Acredite, não é tão complicado quanto parece! Vamos contar alguns segredinhos e, depois disso, você poderá discutir com quem te ajuda na área de tecnologia sobre qual a melhor opção para seu negócio.

É importante que você saiba que existem várias formas de fazer os sistemas, algumas melhores e outras nem tanto. No mundo da Tecnologia da Informação, a base para que todo o resto funcione bem ou mal depende da arquitetura de comunicação do banco de dados. Vamos te ensinar de forma fácil como identificar qual o tipo de comunicação que o seu sistema utiliza hoje e também qual delas seria a ideal para sua operação.

A proposta é utilizar neste artigo nomes fáceis de entender que não são padrões no mercado. Afinal, prometi que seria de fácil entendimento, lembra? Então vamos lá. As cinco principais opções de comunicação de banco de dados de sistemas disponíveis são:

  • Desktop local: cada loja precisa de um servidor, é confiável, funciona offline, ou seja, sem internet. Porém não integra as informações. Para você visualizar por exemplo, os relatórios de vendas, é necessário acessar loja a loja;
  • Desktop offline com replicação: também precisa de um servidor por loja, funciona offline, mas, devido à centralização das informações em um servidor central e a complexidade da tecnologia, costuma violar a confiabilidade das informações;
  • Desktop com Terminal Services: é uma tecnologia de acesso remoto da Microsoft, considerado confiável, mas é caro, só funciona com internet, a usabilidade é ruim e dificulta a utilização dos periféricos, como impressoras, leitores, etc.
  • Web: também só funciona com internet, é acessado somente no navegador (browser), fornece dados em tempo real, mas a usabilidade e a performance costumam ser ruins;
  • Inovação Desktop online: sistema local que não precisa de um servidor por loja, é simples, rápido, confiável, econômico e tem uma tecnologia de comunicação de dados exclusiva no mercado que funciona em nuvem e não precisa de internet para vender.

Cada um deles têm vantagens e desvantagens que impactam diretamente na segurança das informações, desempenho, praticidade de uso e, por último, mas não menos importante, no dinheiro investido e na frequência com que ele sai do seu bolso. Você sabe qual desses tipos está implantado no seu negócio? Quais são os requisitos para cada tipo, vantagens e desvantagens? A tabela a seguir irá te ajudar a descobrir os pontos críticos de cada solução.

ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DESKTOP LOCAL DESKTOP REPLICAÇÃO TERMINAL SERVICE DESKTOP WEB DESKTOP ONLINE
Integração dos dados Não Sim Sim Sim Sim
Dados em tempo real Não Não Sim Sim Sim
Confiabilidade Alta Baixa Alta Média Alta
Depende de internet para vendas Não Não Sim Sim Inovação
Desempenho Alta Alta Média Média Alta
Praticidade Alta Alta Baixa Média Alta
Servidor local Sim Sim Não Não Não
Investimento em servidores Alto Alto Alto Alto Baixo
Custos com licenças Não Não Alto Não Não
Facilidade no uso de impressoras, pinpad, e outros dispositivos Sim Sim Não Não Sim

Você provavelmente já conseguiu fazer seu autodiagnóstico. Agora vale a pena perguntar: seu sistema atual te oferece as melhores tecnologias e qual é a opção ideal para sua operação?

Uma excelente opção é o Desktop Online, que une o melhor de dois mundos. Você trabalha online o tempo todo e, se por um acaso a internet cair, automaticamente o sistema entra em modo contingência e trabalha offline com toda segurança necessária para que quando a internet retornar 100% dos dados sejam transmitidos para o servidor online.

Poucos softwares são Desktop Online. Isso porque o sistema precisa ter sido projetado com uma estrutura de banco de dados com esse objetivo, ou seja, sistemas que fazem adaptações para essa tecnologia tendem a não funcionar bem. Se a arquitetura do software que você contratar for ruim, você vai investi, investir e nunca vai conseguir resolver completamente os seus problemas. Quando se escolhe um sistema bem projetado, o resultado é que você conquiste uma solução mais confiável, rápida, robusta e com custos de infraestrutura de servidores mais acessíveis.

Software inova Seguro Garantia Estendida 503

Software do Grupo Gazin

Sistema Grupo Gazin automatiza regulação de sinistros até a finalização; Empresa prepara oferta a outras redes varejistas

O Grupo Gazin, sediado em Douradina (PR), tem 52 anos de atuação no mercado Varejista e Atacadista de móveis e eletrodomésticos. Atualmente conta com 266 lojas de varejo, cinco indústrias de colchões e estofados e uma indústria de molas, além de 13 centros de distribuição espalhados por todo Brasil, e faturamento médio de quase R$ 314 milhões mensais.

Uma das empresas do Grupo, a Gazin Seguros S.A. constituída para desenvolver e oferecer soluções em seguros eficientes e acessíveis aos clientes da Rede de Lojas Gazin, nas regiões Sul, Centro Oeste e Norte, a Gazin Seguros tem como destaque o Seguro de Garantia Estendida Original dos produtos que na sua grande maioria possuem 12 meses de garantia de fábrica.

A DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá (PR), que atua há 18 anos no mercado de tecnologia da informação foi a responsável por desenvolver um sistema inovador para tornar ainda mais efetivo a gestão dos seguros de garantia estendida original ofertada para a maioria dos produtos comercializados pelas lojas de varejo, representantes de seguros.

O software faz a gestão operacional do seguro de garantia estendida desde do aviso do sinistro feito pelo cliente até a resolução com o produto funcionando perfeitamente. Após a constatação de um possível defeito, imediatamente registrado pelo sistema, o programa verifica a vigência do contrato, informa se o problema deve ser direcionado para a manutenção (em um dos 800 pontos de assistência autorizados) ou troca do produto.

O programa calcula variáveis como localização e qualidade do prestador de serviços, para permitir que Gazin Seguros ofereça sempre o melhor serviço ao cliente dos seus Representantes de Seguros.

A DB1 destacou vários colaboradores especialmente dedicados ao desenvolvimento e realizações de testes do software utilizado pela Gazin Seguros, entregue no dia 20 de setembro. A equipe acompanha a atuação do software até fevereiro do ano que vem.

De acordo com Paulo José da Silva, Diretor Operacional da Gazin Seguros, “ter uma empresa com a expertise da DB1, que atua em parceria em todas as etapas do projeto, foi fundamental para a qualidade e o sucesso da empreitada”, comenta.

Petzhold: A evolução do Credicor 251

Credicor

Colunista lembra movimentos iniciais do banco dos corretores

Após os seis meses iniciais o nosso banco começa a reagir em todos os setores nos apontando que deixaria de apresentar prejuízos e que o número de sócios em constante crescimento nos tornaria realmente o Banco de Crédito dos Corretores de Seguros que já acenava aos seus “donos” as vantagens de operar com o mesmo, tendo em vista a não cobrança de várias taxas praticadas pelos bancos, empréstimos mais baratos e com menos burocracia, financiamentos para capital de giro, pagamento de impostos, aquisição de veículos, escritórios, computadores com taxas bem mais baratas, aplicações mais atrativas, bem como participações nos lucros proporcional ao movimento financeiro de cada cooperado.

O crescimento constante de nosso banco nestes 18 anos nos permitiram criar além de nossa agência inicial em Porto Alegre outras duas, no interior Caxias do Sul e em Novo Hamburgo. Atualmente somos mais de mil cooperados (donos de nosso próprio banco) que vai muito bem graças a união do verbo (corretores) com a verba (bancos).

“Maioridade de um sonho que virou realidade”, conta Pansera

Agradecimentos aos 22 fundadores em especial aqueles (6) que lá de cima continuam a nos apoiar, Antonio Nejar, Heitor Celso Barriquello, Osmar Krug, Pedro Cardoso de Azevedo, Sérgio Netali Rodrigues Tubino e Ulisses da Silva Pereira.

SulAmérica marca presença no Healthcare Innovation Show 841

Raquel Giglio durante o painel 'Os desafios de ser um setor de saúde, não de doença'

Executivos da companhia participam de painéis sobre tecnologia e gestão de saúde

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, esteve na 4º edição do Healthcare Innovation Show (HIS), que ocorreu nos dias 19 e 20 de setembro, no São Paulo Expo. O diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia, Cristiano Barbieri, e a diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto, Raquel Giglio, representaram a seguradora no evento.

Cristiano Barbieri durante o painel 'IoT e Analytics na rotina da operação de saúde'
Cristiano Barbieri durante o painel ‘IoT e Analytics na rotina da operação de saúde’

Barbieri participou do painel ‘IoT e Analytics na rotina da operação de saúde’, no palco CIO. Na ocasião, destacou a importância dos investimentos em inovação e seus impactos positivos para o setor e para a experiência dos beneficiários. Raquel, por sua vez, abordou a transformação de processos necessária para o futuro da saúde suplementar no painel ‘Os desafios de ser um setor de saúde, não de doença’, no palco LITE. Ambos apresentaram a trajetória de sucesso da SulAmérica na adoção de novas tecnologias e iniciativas de prevenção à saúde.

O Healthcare Innovation Show é um congresso anual voltado aos principais líderes da saúde suplementar de diferentes segmentos, como hospitalar, farmacêutico, operadoras de saúde, entre outros. Criado em 2015, segue o objetivo de apresentar as principais tendências, desafios e soluções, serviços e tecnologia para o setor, além de promover o debate e networking entre os convidados.

Por que o Brasil entrou no mapa mundial das estradas mais perigosas para o transporte de cargas? 4833

Transporte de Cargas

Entenda no artigo de Marcos Cunha, diretor geral da Transvip Brasil

O grave problema de roubo de cargas e falta de segurança nas estradas se torna mais latente a cada ano que passa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), neste ano houve um aumento de 160% nos casos de roubo de carga em Piracicaba (SP), muito por conta dos expressivos números registrados em Limeira, que teve 12 ocorrências em 2018 contra duas no ano passado.

No Rio de Janeiro, entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. No ano de 2018, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica. De acordo com um levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

Enfim, os números acima deixam claro como esse é um dos crimes mais executados no Brasil. Com foco nisso, trago a discussão sobre os motivos que fazem o roubo de cargas ser um dos crimes que mais cresce em nosso país e que torna, consequentemente, nossas estradas tão perigosas para o transporte de cargas. A fragilidade do sistema de segurança pública, já evidenciada há muito tempo, é um dos pontos importantes a serem debatidos.

Não existe um planejamento logístico eficiente em nosso país, que traga resultados efetivos. Tão pouco há uma força tarefa para que o problema seja resolvido ou ao menos minimizado. A falta de preocupação de governantes com esse problema contribui com a alta nas estatísticas desse tipo de crime. É preciso discutir com mais profundidade os temas relacionados a segurança no transporte.

É importante lembrar que o roubo de cargas afeta todos os brasileiros, já que reflete na produção, no abastecimento e no desenvolvimento de todos os setores da economia. Os prejuízos são incalculáveis.

Por enquanto, cabe a nós, empresas do setor logístico, investir cada vez mais em segurança. Nós da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais, atuamos com carretas blindadas e com toda a tecnologia disponível no mercado como rastreamento de veículos via GPS, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto, além de contar com vigilantes armados dentro dos veículos, entre outros meios de inibir o crime de roube de cargas. Os resultados vêm sendo positivos já que ainda não registramos nenhum sinistro, desde o início do serviço. Buscamos trazer todo nosso conhecimento em transporte de valores para o transporte de cargas especiais.

É a solução mais rápida para tentar diminuir os altos números citados no começo deste artigo. Ou alguém que tem o poder toma uma atitude e começa a olhar com mais preocupação para esse tema, ou continuaremos na lista que dá título a esse artigo.

Dívidas previdenciárias retém R$ 3 bilhões de municípios em 7 meses 1645

Municípios

Municípios de pequeno porte são os mais prejudicados

A retenção do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão das dívidas previdenciárias é ao mesmo tempo, resultado e agravante da crise financeira que assola as administrações locais do país. Em novo levantamento, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que, nos sete primeiros meses deste ano, ficaram retidos R$ 3,61 bilhões do FPM – o que corresponde a 5,3% do total repassado pela União.

Das 5.568 cidades brasileiras, 4.223 sofreram algum impacto naquela que é uma das principais fontes de receita para custeio de serviços básicos e investimentos. Em alguns casos, o cenário é bem crítico: 1.426 Municípios tiveram entre 70% e 100% do FPM retido pela Receita Federal do Brasil (RFB).

Os de pequeno porte são os mais prejudicados. De janeiro a julho, 663 Municípios com até 50 mil habitantes tiveram ao menos um dos repasses do FPM 100% retido. Em seguida, aparecem 59 Entes de porte médio e 59 de grande porte na mesma situação. Ao todo, 751 Municípios tiveram pelo menos um dos repasses do Fundo totalmente zerado. São cinco Estados que apresentaram a maior quantidade de cidades nessa condição: Minas Gerais (91), São Paulo (70), Rio Grande do Norte (66) e Sergipe (57).

Outro dado levantado pela entidade municipalista demonstra que o valor do FPM retido por causa da dívida previdenciária vem aumentando nos últimos anos, de R$ 6,17 bilhões em 2013 para R$ 7,26 bilhões em 2017. De 2013 a julho de 2018, o total chega aos R$ 38,90 bilhões.

A retenção

A CNM explica que as regras para retenção funcionam de maneira semelhante ao do cheque especial em um banco. A partir do momento em que o recurso entra na conta, ele é automaticamente debitado. Os descontos e retenções do FPM em razão da dívida previdenciária estão previstos no art. 3º, § 10, da Medida Provisória 2.129-6/2001.

A metodologia utilizada pela Confederação tem como base os dados do Sistema de Informações do Banco do Brasil (SISBB), que consolida o extrato do FPM. As informações estão atualizadas até julho de 2018.

Confira o estudo completo.