Riscos em segurança: prevenir ou remediar? 12147

Confira artigo de Paulo Sergio, especialista em Gestão de Riscos e Segurança Patrimonial da ICTS Security

Surpresas boas ou ruins são inevitáveis. Situações adversas que causam danos físicos e materiais podem ocorrer em qualquer atividade. Por isso, é importante que os empresários ou os comerciantes considerem a possibilidade de danos a equipamentos, instalações, perdas no processo de produção e até mesmo a redução ou interrupção da capacidade produtiva do seu negócio. Conhecer os custos destes possíveis prejuízos também é importante.

Todos nós já vivenciamos ou conhecemos alguém que esteve em uma situação de perigo, trazendo danos financeiros ou fatalidades como a perda de um ente querido. A tendência do ser humano é pensar que nada acontecerá com ele, deixando-o na zona de conforto para enfrentar as adversidades.

Dominar o cenário no qual estamos inseridos e os riscos aos quais estamos expostos ajuda a escolher, entre as opções disponíveis, as que propiciam melhor controle das situações. Uma análise detalhada de sua rotina profissional ou de seus hábitos domésticos ajudam a fazer escolhas. O olhar de um profissional especializado é efetivo na tomada de decisões sobre nossa segurança.

Em função do fácil acesso à informação, temos como conhecer antecipadamente uma série de fatores, a exemplo menciono condições climáticas, locais de grande concentração de violência, frequência de furtos em um determinado bairro, entre outros. Estar informados nos mantém atentos aos riscos e faz a diferença no modo como nos preparamos para evitar ou desviar de situações desagradáveis.

Quando escolhemos um automóvel, de modo geral, os critérios de escolha são gosto pessoal, motorização, conforto e tecnologia embarcada. Para comportar-se preventivamente, é importante acrescentar nesta análise o quanto este modelo é visado para roubos e furtos e seus índices de sinistros. Custos com seguros também são importantes, pois ao assumir despesas muito altas, é provável que o proprietário passe a economizar em itens como estacionamento, o que o torna mais vulnerável.

O pior risco é aquele que não é assim considerado e, portanto, não tratado. Profissionais especializados em gestão de riscos identificam e categorizam vulnerabilidades, planejam e controlam processos, treinam e a capacitam pessoas, orientam sobre uso e investimentos em tecnologia, bem como atuam em monitoramento e reavaliação constantes para garantir a qualidade da gestão dos riscos.

Eliminar todos os riscos não é uma possibilidade real, entretanto, gerenciar de maneira inteligente, antecipar possibilidades e condições inseguras é a alternativa mais adequada. O comportamento preventivo tem por objetivo manter os riscos aos quais estamos sujeitos em níveis mínimos e aceitáveis para garantir o bem-estar e a tranquilidade em nossa vida e da nossa família.

Ranking mostra as capitais com menos acidentes de trânsito nos últimos 2 anos 212

Vitória, Macapá, São Luís, Rio Branco e Maceió adotaram ações para melhoria da segurança das vias

A realidade da violência no trânsito brasileiro ainda preocupa. Mas algumas regiões já têm adotado medidas em busca de melhorias que garantam como resultado a redução dos índices de acidentes nas ruas. Um levantamento realizado pela Seguradora Líder reuniu as capitais do país com o menor número de ocorrências registradas nos últimos dois anos e indenizadas pelo Seguro DPVAT. Vitória (ES), Macapá (AP), São Luís (MA), Rio Branco (AC) e Maceió (AL) lideram a lista e somam, juntas, 5.614 casos. No total, foram mais de 560 mil acidentes em todo o Brasil em 2016 e 2017.

Em primeiro lugar no “ranking do bem” das capitais está o município de Vitória, com 765 ocorrências, sendo a maior parte causada por motociclistas. A posição conquistada pela cidade é resultado do investimento da Prefeitura em medidas para reforçar a segurança no tráfego. Entre elas, o Programa Vida no Trânsito, iniciativa nacional, coordenada pelo Ministério da Saúde, em resposta aos desafios da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011 – 2020.

Em Vitória, o programa é usado para analisar os acidentes buscando identificar as causas, que podem ser infraestrutura, educação e fiscalização. Após a avaliação, um grupo de trabalho propõe soluções para que não voltem a ocorrer acidentes semelhantes. O município também elaborou um Plano de Ação Integrado para a Redução de Acidentes, envolvendo diferentes setores da cidade para a identificação de fatores de risco de velocidade, identificação de fatores de álcool e direção, e os grupos de riscos (pedestre e motociclista).

Macapá ocupa a segunda posição do ranking, com 949 ocorrências nos últimos dois anos. Destes, a maioria envolveu os motoristas dos veículos. Para intensificar a segurança, a Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) revitalizou e instalou novas faixas de pedestres e diversas placas de sinalização, além de ter elaborado um plano estratégico de fiscalizações. A instituição ainda promoveu ações educativas nas escolas municipais da região.

A terceira colocada, São Luís do Maranhão, com 1.122 casos, contou com o apoio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) para revitalização das vias. Também foram promovidas ações de conscientização e educação no trânsito.

Já em Rio Branco, foram registradas 1.254 ocorrências no período, efeito das iniciativas adotadas pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito – RBTRANS, como: campanha de conscientização e educação; e blitz educativas. Em 2018, a instituição ainda vem promovendo ações com foco nos motociclistas.

O último lugar do ranking é ocupado por Maceió, com 1.524 casos sinalizados. O município segue trabalhando frequentemente em campanhas educativas, políticas públicas de segurança viária e fiscalização.

O DPVAT é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão brasileiro – motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece três perfis de coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700).

Veja o ranking completo:

Ranking mostra as capitais com menos acidentes de trânsito nos últimos 2 anos
Ranking mostra as capitais com menos acidentes de trânsito nos últimos 2 anos

JLT apresenta estudo sobre riscos políticos, de segurança e crédito para 2019 379

Para os especialistas a agitação social deve permanecer em alta durante o novo governo brasileiro

Com o fim do ano e a proximidade do início de alguns governos ao redor do mundo, a área de CPS da JLT (Credit, Political and Security Risks) elaborou um estudo sobre os possíveis cenários em diversos países, inclusive no Brasil. O documento tem como objetivo quantificar, priorizar e minimizar as exposições de riscos políticos, de segurança e crédito comercial.

De acordo com o estudo, o risco de agitação social deve permanecer alto durante o governo Bolsonaro, seguindo a excessiva polarização que se viu durante a campanha eleitoral. A reforma da previdência e os planos de privatização podem provocar protestos, especialmente no centro do Rio de Janeiro e na Avenida Paulista, em São Paulo.

Um dos pontos polêmicos da campanha do presidente eleito foi a flexibilização da posse de arma e o fortalecimento das polícias. De acordo com o documento, isso deve aumentar o número de assassinatos extrajudiciais o que pode aumentar a probabilidade de manifestações nas principais cidades. Com polícias mais agressivas, é esperado o aumento dos confrontos violentos entre as forças de segurança e os grupos criminosos, elevando o número de mortes e os riscos de ferimentos

O risco de danos materiais durante manifestações é relativamente baixo, mas há um risco significativo de interrupção de negócios, como aconteceu na greve dos caminhoneiros em maio. Os sindicatos dos caminhoneiros poderiam testar o governo Bolsonaro com novas greves nos próximos 12 meses.

Em relação ao PIB, é esperado um crescimento de 1,8% de 2018 para 2% em 2019, mas isso depende da habilidade do governo em reduzir o déficit fiscal, que atingiu 8% do PIB. Ainda sobre a economia, acredita-se que podem surgir tensões entre Jair Bolsonaro e Paulo Guedes devido às posições pró-mercado do futuro ministro.

Desequilíbrio fiscal do Brasil (% do PIB)

Divulgação
Divulgação

O estudo também aponta que o próximo governo pode não conseguir aprovar um programa de privatizações ambicioso. Porém, pode vender uma participação majoritária na Petrobras Distribuidora, além de participações na Eletrobras.

Sobre o combate à corrupção, outra bandeira do programa de governo de Jair Bolsonaro, o documento relata que o grande número de investigações da Polícia Federal em curso e o fortalecimento das leis anticorrupção aumentaram o risco de alteração de contrato se evidências de ilegalidade foram descobertas. Acredita-se que Sergio Moro pode usar sua posição para implementar medidas anticorrupção, o que pode aumentar os riscos de revisão contratual.

“O estudo fornece uma detalhada avaliação sobre segurança, negociação e investimento, tendo em vista o atual momento de alguns países. Um dos maiores desafios para o novo governo do Brasil será lidar com um Congresso altamente fragmentado, a fim de reduzir o déficit fiscal, que atingiu cerca de 8% do PIB”, Tatiana Moura, head de CPS da JLT Specialty Brasil.

Divulgação
Divulgação

Retomada do crescimento pode aumentar risco de danos ao patrimônio empresarial 456

Chubb diz que retomada econômica pode aumentar riscos

É o que afirma a seguradora Chubb

A retomada do crescimento do mercado brasileiro em 2019, projetada em 2,4% pelo Banco Central, deverá aumentar a exposição aos riscos patrimoniais das empresas, de forma geral. A informação é da Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo. “Várias ameaças rondam os patrimônios das empresas quando a produção começa a acelerar, começando por possíveis danos aos maquinários, que passarão a ser mais exigidos”, diz Luciano Santos, Diretor de Riscos Patrimoniais e Energia da Chubb.

De acordo com Luciano, a intensificação das atividades produtivas, em geral, aumenta as chances de acidentes com efeito prejudicial para o patrimônio. Uma das principais falhas pode ocorrer durante a criação ou ampliação de novos espaços no processo de armazenagem. Segundo ele, eventuais atropelos nessas operações podem gerar o incorreto armazenamento de insumos e produtos acabados, aumentando as chances de incêndio, entre outras consequências.

Outra possibilidade de acidente em função do esforço por atender a expansão da demanda deriva do fato de que as empresas se tornarão mais dependentes de mão de obra recém-contratada. Conforme Luciano, qualquer inconsistência durante os treinamentos de novos funcionários pode aumentar de forma significativa os riscos de incêndio, quebras de equipamentos, falhas na fabricação e outros imprevistos.

O Diretor da Chubb diz que tanto os danos materiais causados pelo incêndio como eventuais perdas de receita decorrentes desse sinistro são passíveis de cobertura nas apólices patrimoniais. “Outros eventos como quebras de máquinas e danos na fabricação também podem estar cobertos nas mesmas apólices”, anota.

Luciano Santos conta que a Chubb possui uma grande variedade de seguros patrimoniais para que empresas pequenas, médias e grandes aproveitem ao máximo o período de prosperidade que se aproxima. Ele garante que tanto o pequeno comércio quanto uma grande indústria petrolífera, por exemplo, podem contar com atendimento especializado da seguradora. Segundo o executivo, os seguros patrimoniais da Chubb também se adequam à necessidade de cada cliente e se apresentam nos formatos de Riscos Nomeados ou All Risks. “Na primeira opção, o próprio cliente escolhe exatamente quais riscos deseja cobrir. Na segunda, a cobertura é bem mais ampla e garante praticamente todos os danos materiais com algumas exceções”, explica.

Gerenciamento de Riscos

Para ajudar clientes e corretores de seguros a gerenciar os riscos durante o período de expansão da economia, a Chubb disponibiliza uma equipe de engenheiros com grande experiência no assunto. Conforme Luciano Santos, esse trabalho consiste de uma análise aprofundada de cada caso e, em seguida, no detalhamento das ações que previnem perdas com base não apenas nas normas brasileiras, mas também em diretrizes internacionais. “Com isso, a prevenção considera tanto os prejuízos materiais quanto eventuais perdas de mercado – que constitui um risco sem amparo de seguro patrimonial”, aponta.

O executivo conta que a Chubb é reconhecida mundialmente por oferecer um serviço de gerenciamento de riscos acima da média do mercado de seguros. “Como priorizamos a utilização de engenheiros próprios, alcançamos um nível diferenciado de qualidade”, salienta. Ao lembrar que a Chubb está presente em mais de 50 países, o Diretor afirma que a equipe de engenheiros também se destaca por estar mais preparada para lidar com cenários que são atípicos no Brasil, mas que já foram vivenciados pela seguradora em outros países. “Praticamos esses diferenciais porque o nosso objetivo é construir uma relação de longo prazo com parceiros e segurados”, conclui.

Realizar a manutenção preventiva antes de viajar é essencial para manter a segurança 296

Manutenção do veículo antes de viajar

Gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro aponta principais pontos de atenção aos motoristas

O fim do ano chegou e, com ele, festas e as férias de verão. Para aproveitar todos os momentos e pegar a estrada em segurança, é essencial realizar a manutenção preventiva do veículo. Por isso, Claudio Cardoso, gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro, explica os principais pontos dos quais os motoristas precisam estar atentos antes de viajar, além de realizar um diagnóstico geral do veículo.

Atenção a troca de óleo

Verificar o óleo lubrificante é primordial para um bom desempenho do motor e evitar o atrito das peças, além de mantê-las refrigeradas. Dessa forma, examinar seu nível semanalmente, por meio da vareta de óleo, preserva a saúde do veículo. Observar possíveis vazamentos também é importante, pois a sua ausência pode fundir o motor, explica Claudio.

Cuidado com os freios

A falha do sistema de freios pode causar um grande acidente, por isso, sua verificação é essencial. A troca do fluido de freio deve estar de acordo com o manual do proprietário, pois varia de acordo com o modelo do veículo. É preciso também realizar a regulagem do freio de mão. Já as pastilhas e discos devem ser checados a cada 10 mil quilômetros. O mesmo intervalo de tempo se aplica às lonas de freios – em casos de veículos com freio a tambor na roda traseira ou ao conjunto discos e pastilhas traseiros, em automóveis com freio a disco nas quatro rodas.

Não esqueça dos pneus

Para manter a segurança na hora de dirigir, o motorista precisa averiguar a situação dos pneus. Aqueles que se encontram muito desgastados, popularmente conhecidos como “carecas”, aumentam a distância de frenagem, levando a um maior risco de aquaplanagem e um rompimento repentino.

Claudio ressalta que andar com os pneus muito gastos é extremamente perigoso, pois além de gerar multas a prática compromete a aderência à pista.

E o nível da água?

O composto químico é responsável por manter a temperatura ideal do motor. O reservatório de líquido de arrefecimento mostra o nível correto de água por meio de uma marcação, por isso é importante verificá-la antes de viajar.

Troca do filtro de ar do motor e combustível

Verificar os filtros de ar é muito importante para a manutenção do veículo, pois é ele que impede a entrada de materiais impuros, como a poeira, ao motor. Para escolher o modelo adequado, é preciso checar no manual do proprietário, já que pode ter variação. Já o filtro do combustível garante economia e redução de poluentes.

Cheque a iluminação e materiais

Todos os veículos contam com luzes internas e externas. As externas possuem uma maior importância, pois por intermédio do farol alto ou baixo, por exemplo, o condutor terá maior condição de dirigibilidade, principalmente em locais com menor visibilidade ou com alta neblina.

É preciso ter atenção com as lâmpadas, responsáveis por indicar que o carro a frente diminuiu a velocidade. Além disso, circular com lâmpadas queimadas podem desencadear multas para o motorista.

Outro ponto de atenção é a regulagem da altura dos faróis. Dessa forma, o motorista garante a visão completa do veículo a frente e também aquele que está no sentido oposto.

A realização de manutenção preventiva antes de colocar o pé na estrada é essencial para uma viagem tranquila e segura.Claudio explica que esse cuidado evita gastos inesperados com o veículo. “Ninguém gostaria de perder parte das férias resolvendo problemas que poderiam ter sido prevenidos com uma revisão em uma oficina de confiança”, finaliza. Os Centros Automotivos Porto Seguro realizam a manutenção preventiva para segurados e! não segurados.

Centros Automotivos Porto Seguro

Os Centros Automotivos Porto Seguro oferecem serviços especializados para automóveis a preços competitivos – como manutenções preventivas e corretivas, diagnósticos e a realização de manutenção e revisão do carro. Clientes e não clientes da empresa podem contar com uma estrutura que proporciona conforto e confiança em mais de 300 endereços de fácil acesso em todo o Brasil.

Como as startups estão transformando as empresas tradicionais? 619

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Que as startups são modelos de negócios escaláveis tentando inovar com o desenvolvimento de soluções em um cenário de incertezas não é novidade. A reflexão da vez é que, esses empreendedores disruptivos vem transformando não só o nicho em que atuam, mas também todo um setor de mercado anteriormente tradicional e dotado de velhas práticas.

Com o avanço da tecnologia, a chegada da geração millennials ao mercado de trabalho e a mudança na forma como as pessoas consomem os mais diferentes tipos de produtos, as corporações tradicionais tiveram que se adaptar para continuarem competitivas. O novo consumidor demanda um conjunto de agilidade, mobilidade e conveniência, que não pode passar despercebido e deve ser cada vez mais incorporado pelos negócios.

No entanto, implementar mudanças e transformar o legado de uma instituição tradicional não é tarefa das mais simples, por isso um movimento que passou a acontecer foi as grandes empresas buscarem as novatas, que já nasceram com essa veia de inovação e tecnologia, para adotar novas soluções e aprimorar seus processos. Prova disso é que, hoje, já existe uma ampla gama de startups que atuam exclusivamente no segmento B2B, oferecendo recursos para modernizar setores até então mais enraizados.

Uma pesquisa feito pela GE Global Innovation Barometer com executivos seniores de 23 países demonstra essa transformação: 81% reconheceram o crescimento da cultura de startups e concordaram que essa é uma forma de estabelecer sistemas inovadores dentro das organizações. Outro estudo, realizado pelo Harvard Business Review, apontou que 43% das empresas pesquisadas, de diversos setores, estão conseguindo resultados positivos em seus negócios com investimentos em transformação digital.

Uma das principais aplicações tecnológicas que vem sendo inserida nos negócios das grandes companhias é a Inteligência Artificial (IA), tecnologia que se expandiu e fortaleceu em paralelo ao movimento de crescimento das startups no mercado. O objetivo é aprimorar a relação entre empresas e clientes.

Cada vez mais conectado e atento as mudanças ocorridas no comportamento do consumidor, o setor tradicional de seguros é um dos que está apostando nas soluções digitais para atender as novas demandas e se manter competitivo. No caso da Inteligência Artificial, a ideia é levar mais qualidade, segurança e agilidade para os processos, inovando em um ambiente complexo de sistemas, nos quais as seguradoras estão inseridas.

A IA é capaz de substituir esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos deixando de agregar valor ao negócio, por processos automatizados, o que aprimora os serviços das seguradoras de diferentes formas. Entre as vantagens estão um processo mais rápido, melhor experiência do usuário, redução de custos, maior competitividade no mercado e estímulo à inovação.

Visto que o cenário é de transformações, o que percebemos é que não só as startups têm muito a aprender com a experiência das já bem-sucedidas e consolidadas organizações, como as empresas tradicionais também estão cada vez mais engajadas em se inspirar na dinâmica de inovação dessas pequenas disruptivas.

*Por Henrique Mazieiro, fundador e CEO da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.