Aumenta a oferta de emprego na indústria brasileira, diz CNI 2127

Taxa é a maior registrada desde novembro de 2014

O emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais, no segundo mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa é a maior registrada desde novembro de 2014, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais divulgada na terça-feira (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“É uma taxa de crescimento mensal que, embora ainda baixa, é a maior desde fevereiro de 2014, quando registrou 0,7%. Já a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3%”, diz o documento.

Segundo os indicadores, o crescimento de 0,6% no número de horas trabalhadas, também na série dessazonalizada, reverte a queda registrada no mês anterior, e o aumento de 78,3% da capacidade instalada representa o maior nível desde desde fevereiro de 2016.

Apesar da confirmação da recuperação industrial do país, os demais indicadores de novembro, em comparação a outubro, continuam negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de salários recuou 0,8% e o rendimento médio do trabalhador diminuiu 0,5% na comparação com o mês anterior.

Para o economista da CNI, Marcelo Azevedo, “os resultados positivos estão ficando mais frequentes, o que indica que a atividade industrial está se recuperando lentamente”. Segundo o economista, ao longo dos últimos meses, os índices estão alternando resultados positivos e negativos e, com isso, não mostram uma trajetória sustentada de crescimento.

“Assim, faltando apenas um mês para que todos os resultados de 2017 estejam disponíveis, o acumulado de 2017, comparado a igual período de 2016, mostra queda de emprego, horas trabalhadas, massa salarial real e faturamento real”, disse Azevedo.

De acordo com os dados, o rendimento médio real do trabalhador, beneficiado pela inflação em queda, aponta crescimento, e que a utilização da capacidade instalada industrial média em 2017, até novembro, supera em 0,3 ponto percentual a média do mesmo período de 2016.

Azevedo destacou que, no acumulado de janeiro a novembro de 2017, em relação ao mesmo período de 2016, a maioria dos indicadores apresenta quedas. “Nesta base de comparação, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de salários encolheu 2%, mas o rendimento médio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da inflação e a utilização média da capacidade instalada aumentou 0,3 ponto percentual.

Dados ao longo do ano

Os dados da CNI indicam que o faturamento real da indústria vem oscilando ao longo do ano, embora mantendo a tendência de alta. O faturamento real caiu 0,6% em novembro, após dois meses consecutivos de crescimento.

Apesar da queda frente a outubro, o faturamento de novembro de 2017, no entanto, é 5,3% maior que o registrado em novembro de 2016. Já o faturamento industrial acumulado até novembro do ano passado é 0,7% inferior ao observado em igual período de 2016.

Por outro lado, o emprego industrial aumentou 0,3% entre outubro e novembro, descontados os efeitos sazonais, registrando o terceiro mês consecutivo sem queda do emprego e a taxa de crescimento mensal é a maior desde fevereiro de 2014, quando registrou 0,7% de crescimento.

Apesar do aumento no mês, o emprego em novembro de 2017 é 0,7% inferior ao registrado em novembro de 2016 e o acumulado no ano é 2,9% menor que o acumulado em igual período de 2016.

As horas trabalhadas aumentaram 0,6%, revertendo a queda de mesma intensidade do mês anterior. As horas trabalhadas em novembro de 2017 superam em 0,4% o registrado em novembro de 2016, mas o acumulado no ano é 2,3% menor

Massa e Rendimento salarial

A oscilação dos vários dados dos segmentos industriais se verifica também no que diz respeito à massa salarial paga ao trabalhador que fechou em queda de 0,8% em novembro, frente a outubro do ano passado, alternando variações mensais negativas e positivas do longo do segundo semestre do ano, registrando, contudo, quedas mais fortes.

Com isso, a massa salarial de novembro de 2017 é 0,1% menor que a massa paga no mesmo mês de 2016, enquanto o acumulado no ano é 2% inferior ao registrado no mesmo período de 2016.

Também fechou em queda o rendimento médio real, que recuou 0,5% em novembro após os ajustes sazonais. O resultado reverte parcialmente o crescimento do mês anterior, de 0,9%. Nos últimos meses, o rendimento vem alternando variações positivas e negativas. Ainda assim, o rendimento médio real de novembro de 2017 é 0,7% superior ao registrado em novembro de 2016, enquanto o rendimento acumulado no ano é 1% maior.

Zurich aposta em gamificação para aprimorar atendimento 481

Gameficação

Plataforma digital Robbyson foi adotada pela seguradora como uma forma lúdica de controle de qualidade de serviço

A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, adotou em 2018 a plataforma digital de gestão gamificada Robbyson. A inovação faz uso do formato de jogo, através de pontuações individuais, para auxiliar no controle de qualidade da Central de Atendimento da empresa.

A implementação da plataforma gerou melhorias nos indicadores de produtividade logo nos primeiros meses. Manuel Rodrigues, COO da Zurich, explica que “entre junho e agosto de 2018, observamos que a média de ausência do operador no posto de trabalho caiu 1,24%, enquanto o tempo de permanência no posto teve crescimento de 4,73%”.

Os ganhos com a nova aquisição também puderam ser medidas no trato com o cliente, que recebe atendimento até 14% mais rápido do que aqueles registrados em outros períodos. A satisfação interna na companhia também teve saldo positivo. Em uma escala de 0 a 4 pontos, foi percebido um salto de 3,15 em junho, para 3,23 em agosto.

“A Zurich entende que essa nova ferramenta é uma das chaves para gerar um movimento de melhorias de forma gradual, com impacto direto na satisfação do cliente e, na outra ponta, no clima organizacional na área de atendimento”, completa Manuel.

A ferramenta, que foi desenvolvida pela AeC, permite que os operadores acessem de forma divertida e simplificada seus índices de desempenho e vejam quantos pontos ganharam com eles em relação às metas estabelecidas pela companhia. Os pontos gerados pelo bom desempenho podem ser trocados por prêmios, que vão de mochilas a dias de folga.

Suhai Seguradora lista principais motivos de roubo e furto de motocicletas 434

Suhai Seguradora

Mais de 25 milhões de motos rodam sem seguro no País, entenda os principais motivos que impedem a redução desse número

A Suhai Seguradora, empresa do Grupo Suhai, líder no segmento de segurança pessoal há mais de 25 anos, foi criada para atender clientes que não tinham acesso ao seguro, fosse pelo preço alto ou falta de aceitação das companhias tradicionais. De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), há cerca de 26 milhões de motocicletas rodando pelo Brasil. Deste total, segundo estimativas da Suhai Seguradora, só 2%, algo em torno de 520 mil motos, rodam com algum tipo de seguro em todo o país. Só em São Paulo, de acordo com o Detran-SP, são quase sete milhões rodando em todo o Estado.

“Nossas pesquisas indicam que a maior preocupação dos proprietários de veículos é com roubo e furto, já que não é possível ter controle sobre esse risco. No caso dos motociclistas, especialmente os que usam o veículo para trabalhar, essa preocupação é ainda maior. “A Suhai possui hoje, com certeza, uma das maiores carteiras de motos seguradas do País”, explica Robson Tricarico, diretor Comercial da Suhai Seguradora.

Os clientes da Suhai Seguradora contam com uma série de serviços adicionais como: chaveiro, reboque para a oficina mais próxima do local em caso de pane mecânica, troca de pneus e transporte domiciliar. “Mas, além de oferecermos essas vantagens aos nossos clientes, a maior preocupação da Suhai é garantir o bem-estar e a segurança do cliente que teve seu bem roubado ou furtado. Assim que somos acionados, prestamos todo auxilio necessário para que o cliente se sinta acolhido e cuidado em um momento tão delicado como esse”, conclui Tricarico. De acordo com números da Suhai, mais de 100 motos são roubadas por dia só no estado de São Paulo.

A Suhai elenca os principais motivos que tornam as motocicletas as mais roubadas ou furtadas, o que dificulta a aceitação da categoria pelas seguradoras tradicionais.

  • As motos usadas por motoboys e entregadores que têm esses veículos para fins profissionais, estão mais expostas aos riscos. Por isso, esses veículos exigem ainda mais cuidado. Se forem roubados ou furtados, por exemplo, o impacto recai diretamente na renda desses motofretistas. Dentro deste cenário, os modelos city e street equipados com motores de 125 cm³, 150/160 cm³ são os mais visados.
  • As motos que lideram o ranking de vendas também encontram dificuldades para ser seguradas. Pois as mais vendidas geram demanda maior por peças de reposição que, em algumas situações, acaba estimulando o roubo e furto desses modelos para abastecimento do mercado ilegal.
  • Já os modelos esportivos de alta cilindrada são visados para serem usados em outros assaltos em função das altas velocidades que atingem e por serem mais ágeis em caso de fuga. Esses modelos também têm bons valores de revenda, especialmente em regiões de fronteira.

Serviço:

A primeira atitude que o motociclista deve tomar ao ser furtado ou roubado é entrar em contato com a central de sinistro da sua seguradora para comunicar o evento e logo em seguida acionar a polícia pelo 190 e preencher um boletim de ocorrência (BO). O registro pode ser feito pela internet, no site da delegacia eletrônica, que pode mudar de endereço de acordo com o estado onde ocorreu o sinistro. Esse documento é fundamental para seja dada entrada no pedido de indenização junto à seguradora. Nessas horas, toda informação é valiosa.

Lembre-se de detalhes como o horário em que estacionou o veículo; presença de possíveis testemunhas; placa; modelo; cor; adesivo que caracterize a moto.

ENS oferece curso de negociações complexas em seguros 332

ENS

Aulas acontecem nos dias 23 e 24 de novembro, em Porto Alegre (RS)

Curso de extensão promovido pela Escola Nacional de Seguros (ENS) aborda fundamentos de negociação, bem como o processo e suas fases, alem de atitudes e estilos dos negociadores. O investimento é de R$ 500 à vista ou 2 parcelas de R$ 250. As inscrições podem ser feitas pelo site da ENS.

As aulas ainda abordam estratégias e táticas de negociação, bem como percepção, cognição e comunicação. Dilemas éticos também integram os conteúdos das aulas que traduzem como funcionam negociações complexas, que envolvem múltiplas partes, coalizões e equipes.

As aulas serão ministradas na Unidade Porto Alegre (RS) da Escola, nos dias 23 e 24 de novembro.

Grupo Bradesco Seguros promove XIII Fórum da Longevidade em São Paulo 395

Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

Evento traz palestrantes nacionais e internacionais, como o mestre em Economia pela Harvard Business School Stephen Johnston

Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado de seguros no Brasil, realiza, no dia 21/11 (quarta-feira), no Hotel Unique, em São Paulo, o XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, reunindo especialistas e personalidades nacionais e internacionais para tratar do tema da longevidade em seus diversos aspectos. No evento, também serão anunciados os vencedores da oitava edição dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros e apresentados os resultados de uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Locomotiva.

“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo e discutir os impactos nas diferentes esferas da vida. Se vamos viver mais, temos que nos preparar para aproveitar esse bônus de longevidade da melhor forma possível, com saúde, bem-estar e planejamento financeiro”, destaca o diretor do Grupo Bradesco Seguros Alexandre Nogueira.

O evento terá transmissão em tempo real pela internet nos portais UOL e Jovem Pan.

Destaques da programação

Dentre os palestrantes que participarão do Fórum, cujo tema será ‘O Futuro da Longevidade’, destacam-se Stephen Johnston, mestre em Economia pela Harvard Business School e um dos fundadores da Aging 2.0, plataforma global de inovação para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas. Ele abordará a importância da inovação para quem vive mais.

Alexandre Kalache, médico, professor, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e consultor de longevidade da Bradesco Seguros, falará sobre o futuro da longevidade. Já a especialista em Gerontologia Denize Mazzaferro, membro do Conselho Gestor do OLHE (Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento) e Sócia Diretora de Negócios na Angatu IDH, abordará a preparação para viver 100 anos.

A médica geriatra Maísa Kairala participará do painel “O Futuro da Saúde: Gestão e Coordenação do Cuidado”, ao lado de Marília Berzins, doutora em Saúde Pública pela USP e Mestre em Gerontologia pela PUC – SP.

Haverá ainda presença especial da Baronesa Sally Greengross, vencedora do Prêmio OBE, uma das maiores honrarias da coroa britânica. Ela soma mais de 40 anos trabalhando com envelhecimento saudável e políticas para idosos.

Um encontro de gerações reunirá a cantora e compositora Mariana Aydar em uma participação especial ao lado de seu pai, o multi-instrumentista Mário Manga. Como mestre de cerimônias, a atriz e apresentadora Cissa Guimarães comandará o evento.

Pesquisa inédita sobre longevidade no Brasil

Durante a programação, será divulgada com exclusividade pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva: Grey Power – como a sociedade e as empresas devem se preparar para lidar com o mercado que mais cresce no Brasil e já movimenta R$1,6 trilhão por ano.

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo projeções do IBGE, o país terá mais um milhão de idosos a cada ano, nos próximos dez anos, e chegará a 2060 com 73,5 milhões de pessoas acima de 60 anos, o equivalente a um terço de uma população estimada em 218 milhões de habitantes. A expectativa de vida ao nascer já alcança 76,2 anos, contra 45,5 em 1940.

Prêmios Longevidade Bradesco Seguros

A programação inclui também a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que chegam à sua oitava edição com o objetivo estimular a reflexão sobre os efeitos da transformação da estrutura etária da população brasileira e mundial, em seus mais diferentes aspectos. Serão reconhecidos os trabalhos nas modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade.

Viva a Longevidade

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de conquistar um envelhecimento ativo e saudável, aliando proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além do Fórum e dos Prêmios Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 450 mil participantes; o programa Porteiro Amigo do Idoso, que capacitou mais de 3,5 mil profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo; o movimento Conviva, que visa incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo; e o Programa Juntos pela Saúde, conjunto de ações lançado em 2006 para estimular iniciativas de promoção da saúde.

Todas essas ações estão inseridas no Portal ‘Viva a Longevidade’, que tem como objetivo orientar e estimular a população a não apenas viver mais, mas viver com mais qualidade.

Além de informações extraídas das mais diversas fontes especializadas e permanentemente atualizadas, o portal oferece ao usuário acesso a simuladores, testes sobre saúde e dicas de alimentação saudável e de planos de previdência privada indicados para diferentes perfis de investidores.

O portal também abre espaço para os “Embaixadores da Longevidade Bradesco Seguros”, especialistas com atuações temáticas referentes a cada um dos pilares da longevidade: ‘Conhecimento’, Alexandre Kalache; ‘Finanças’, a jornalista Mara Luquet; ‘Convivência’, a também jornalista Márcia Peltier; e ‘Bem-estar’, o ex-atleta Robson Caetano.

Serviço

XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros
Quando: 21 de novembro (quarta-feira), das 8h às 17h.
Local: Hotel Unique, Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista, São Paulo (SP).

Programação

8h30 – Abertura da Plenária.
9h – Introdução: O Futuro da Longevidade (Alexandre Kalache).
9h25 – Inspiracional: Você está preparado para viver 100 anos? (Denise Mazzaferro).
9h35 – Conferência: A genética e o sonho da vida eterna (Lygia da Veiga Pereira).
10h – Inovação Aging 2.0: Tecnologias para a longevidade (Stephen Johnston e Pedro Doria).
11h10 – O Futuro da Saúde: gestão e Coordenação do Cuidado (Dra. Maísa Kairala e Marília Berzins).
12h – Economia da Longevidade: Planejando o Futuro (Mara Luquet e Jorge Félix).
12h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Jornalismo).
12h50 – Presença especial: Baronesa Sally Greengross.
13h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Pesquisa).
14h20 – Longeratividade (Renato Meirelles e Carlos Júlio).
14h55 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Histórias de Vida).
15h05 – Ícone da Longevidade.

Fique atento ao contratar um empréstimo consignado 232

Atenção

Venda casada com outros produtos é considerada crime

Um assunto que sempre está na mídia e gera polêmica é a venda casada de seguros junto a um empréstimo consignado. Recentemente, o programa Profissão Repórter, da Rede Globo, fez uma reportagem mostrando aposentados que foram lesados por conta desta prática, que é ilegal. A venda casada é uma prática abusiva e proibida por lei que ocorre quando o consumidor é obrigado, pelo fornecedor, a levar algo a mais para poder contratar ou comprar um serviço ou produto. Porém, é direito do consumidor adquirir apenas o que solicitar, sem ter a concretização da venda ou as condições de preço e taxas atreladas a outra compra. Isso é muito comum em bancos, por exemplo: a venda de um seguro habitacional vinculada ao financiamento imobiliário, seguros e títulos de capitalização vinculados à contratação de cartão de crédito.

“A venda de seguros sem o devido conhecimento ou permissão do cliente é ilegal, passível de processo. A venda casada é expressamente proibida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) art. 39, inciso I, que diz que é vedado condicionar o fornecimento de um produto ou serviço vinculado a outro”, explica Paula A Ribas Eckhardt, diretora administrativa do Instituto Superior de Seguros e Benefícios Brasil (ISB Brasil).

Paula destaca que as empresas devem esclarecer todas as taxas e tarifas cobradas na transação, para que o cliente fique ciente do que está adquirindo. “O consumidor deve ler o contrato antes de assinar. Deve vir especificado o valor referente a cada serviço, parcela do empréstimo e seguro, se assim optar”, diz.

Juntamente ao empréstimo consignado, o banco ou financeira pode oferecer o que se chama de seguro prestamista, cujo valor será pago em conjunto com a parcela do empréstimo contratado. “É preciso ficar claro que isso é opcional. O consumidor não é obrigado a contratá-lo. O prestamista pode ser contratado na modalidade de seguro de vida, acidentes pessoais ou desemprego”, alerta, ressaltando que o ISB tem um compromisso com a sociedade em disseminar informações, valorizar a ética e transparência nas relações do mercado com o consumidor, não apoiando atividades que venham contra seus princípios.

O ISB Brasil realiza palestras, cursos, seminários, pesquisas, mentoria e mediação, promovendo o desenvolvimento do mercado de seguros e a atualização dos profissionais que atuam no segmento. Mais informações neste endereço.