Tarifas nos aeroportos da Infraero sofrerão reajuste 2163

Anac autorizou aumento de quase 4,6%

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou nesta terça (16) o aumento de 4,5833% nas tarifas aeroportuárias dos terminais administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Os valores recaem sobre as tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência.

Com o reajuste, a tarifa máxima de embarque doméstico a ser paga pelos passageiros passará de R$ 29,90 para R$ 31,27. Já a tarifa máxima de embarque internacional de R$ 115,64 para R$ 118,06. A agência autorizou ainda o reajuste nos tetos das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas de 2,94%. Os novos valores passarão a valer em 30 dias.

“O reajuste foi aplicado sobre os tetos estabelecidos pela Portaria nº 169/SRA, de 17 de janeiro de 2017, considerando a inflação acumulada entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, medida pela variação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE observada no período”, informa a agência em comunicado.

“Na apuração divulgada hoje estão a quantidade de reclamações registradas; o prazo médio de resposta pela empresa; o índice de solução das demandas conforme a avaliação dos consumidores; e o índice de satisfação dos consumidores com o atendimento prestado pelas empresas na plataforma”, informou a Anac.

Agência divulgará ranking de satisfação das companhias

Segundo a agência, mais de 12 mil demandas de usuários do transporte aéreo foram respondidas em 2017. “Na apuração divulgada hoje estão a quantidade de reclamações registradas; o prazo médio de resposta pela empresa; o índice de solução das demandas conforme a avaliação dos consumidores; e o índice de satisfação dos consumidores com o atendimento prestado pelas empresas na plataforma”, informou a Anac.

No ranking divulgado pela Anac, Latam e a Azul aparecem em primeiro lugar no número de reclamações, proporcionalmente, a cada 100 mil passageiros transportados, com 18 reclamações cada.

A Latam, que transportou 30,5 milhões de passageiros, foi a mais citada, com 5.479 registros. Já a Azul, teve 3.478 reclamações, para 19,592 milhões de passageiros que usaram a companhia.

A Avianca acumulou 1.179 reclamações, com média de 12 registros para 100 mil passageiros embarcados. A média mais baixa ficou com a Gol que recebeu 2.178 reclamações com 29,2 milhões de passageiros atendidos, o quer dá uma média de 7 registros por 100 mil passageiros transportados.

Já no ranking que lista o índice de solução das demandas pelas empresas, conforme a avaliação dos consumidores, a Avianca teve o melhor desempenho em 2017, com 77,11% de satisfação dos passageiros que disseram ter conseguido resolver as pendências.

A Latam obteve 68,79% nesse indicador de satisfação, seguida pela Gol, com 66,45% de satisfação dos passageiros. Em último lugar ficou a Azul, com 53,44% de satisfação dos passageiros que fizeram reclamações.

No que diz respeito ao atendimento prestado aos clientes, a Azul também apareceu como a pior avaliada no ranking relativo ao atendimento prestado pelas empresas. Na variação de 1 a 5, a empresa ficou com nota 2,08. A Latam recebeu média 2,54 e, a Gol, ganhou uma média 2,65. A companhia aérea mais bem avaliada pelos passageiros foi a Avianca, com 2,96.

Outro lado

Em nota, a Gol informou que “trabalha constantemente na busca de excelência operacional para oferecer a melhor experiência aos seus clientes”. Disse ainda que “a companhia aérea continuará com todos seus esforços para aprimorar ainda mais o atendimento em solo e nos seus voos e também junto às equipes que fazem o relacionamento com os passageiros que escolhem voar com a Gol”.

Já a Latam disse, também por meio de nota, que “está empenhada em prestar o melhor serviço aos seus clientes, cumprindo todas as exigências de atendimento, conforme a legislação vigente”. A companhia reforça no texto que “mantém um canal aberto para diálogo com todos os seus clientes” por meio de serviço de atendimento disponível 24 horas por dia, pelo telefone e pela internet.

A Azul Linhas Aéreas informou que “tem o compromisso de atender seus clientes com excelência, por meio de um serviço de qualidade, eficiência, presteza e, principalmente, segurança”. A empresa destacou ainda diversas premiações em que foi destaque, como a eleição de melhor low-cost do mundo, pelo site de viagens TripAdvisor, e a melhor companhia aérea da América do Sul pela Skytrax. “Mesmo com todas essas premiações, a Azul ressalta que está sempre trabalhando para melhorar os produtos, serviços e a experiência de seus clientes”, diz a nota.

A Avianca ainda não se manifestou sobre os dados da Anac.

Allianz gera eficiência ao simplificar cotação do Seguro de Vida Individual 242

Allianz

Processo de cotação do seguro leva aproximadamente 30 segundos

Oferecer diferenciais de coberturas e assistências aos segurados com facilidades para o corretor cotar e emitir apólices são os principais objetivos da Allianz Seguros ao implementar novidades no seu Vida Individual. O produto, assim como o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna e o Allianz Residência, está inserido no novo modelo de negócio da seguradora fundamentado em simplicidade, conectividade, eficiência e proximidade.

O Vida Individual da Allianz tem várias opções de coberturas, entre a básica e as adicionais, incluindo, indenização por acidente, invalidez por acidente ou doença e diagnóstico de câncer. As diferentes combinações entre elas resultam em quatro planos, dando a possibilidade de o consumidor adquirir aquele mais compatível com o seu perfil e que garantirá os seus beneficiários – já na tela de cotação, o sistema sugere a opção que melhor se encaixa às necessidades do segurado. Dentre os diferenciais do seguro estão o capital máximo segurado de 1 milhão de reais; vigência da apólice de cinco anos; e a novidade, questionário de saúde totalmente online.

“Ao corretor colocar um apontamento na declaração pessoal de saúde do cliente, tal informação vai automaticamente para a área médica. Com esse processo, mais rápido e enxuto, o tempo de análise para aceitação da proposta reduziu 70%, explica David Beatham, diretor de Massificados e Vida da Allianz Seguros.

Outro fator que favorece a comercialização do produto é o aumento da presença de automação no sistema de cotação. “Agora, aqui na Allianz, solicitamos que sejam respondidas apenas quatro questões para cotar o Vida Individual, levando menos de 30 segundos para o processo”, conta Rodrigo Cezareto, superintendente de Vida. A agilidade ocorre, pois a seguradora passou a colher informações eletronicamente, em base internas e externas.

Novo executivo da Sompo dará suporte a projetos de infraestrutura de TI e Transformação Digital 277

Paulo Cesar Parcesepe é o novo superintendente de Infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI)

Contratação é parte dos investimentos da segurado em capital humano especializado

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de contratar Paulo Cesar Parcesepe como novo superintendente de Infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI). O executivo, que conta com quase 40 anos de experiência na área de serviços de TI para o setor financeiro, chega para contribuir na gestão de projetos que integram os investimentos da companhia em incremento das soluções de tecnologia e transformação digital.

“Chego com desafio de contribuir com o provimento de uma infraestrutura de TI que suporte o crescimento de negócios da Sompo de acordo com a demanda, bem como a implementação da transformação digital de nossos serviços”, afirma Parcesepe. “Nossos projetos levam em conta sempre o que há de mais moderno em termos de tecnologia. Com isso, vamos conseguir trazer mais agilidade, alta disponibilidade, desempenho, segurança das informações e custo x benefício adequado”, considera.

Paulo Cesar Parcesepe é formado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP) e conta com dois MBAs, um deles em Conhecimento, Tecnologia e Inovação e o outro em Informática e Tecnologia Internet, ambos pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP). Conta com quase 40 anos de experiência na área de serviços de TI voltados ao setor financeiro, tanto em empresas quanto em consultorias e fornecedores de serviços integrados de tecnologia. Nesse período, desenvolveu projetos de gestão nas áreas de Infraestrutura de TI, Telecomunicações, Segurança da Informação, Sistemas de Aplicação e Gerenciamento de Projetos. Atuou em bancos e grandes seguradoras, entre as quais, a Marítima Seguros, uma das marcas que deram origem à Sompo no Brasil, quando liderou a implementação da área de segurança da informação, além de projetos de Planejamento de Continuidade de Negócios, entre outros.

“A Sompo estabeleceu um plano de desenvolvimento e implementação de novos recursos de inovação e tecnologia que vai dar suporte às estratégias de crescimento. Além disso, vamos trazer mais ferramentas para interação com corretores de seguros e segurados, o que vai melhorar substancialmente a experiência do cliente, a eficiência e eficácia da companhia”, lembra Guilherme Muniz, diretor de TI da Sompo. “O investimento em capital humano é uma parte importante dessa estratégia e o Paulo vai agregar, além do amplo conhecimento acumulado em décadas de experiência, sua capacidade de liderar e gerir projetos de alta sofisticação tecnológica que pretendemos implementar nos próximos anos”, conclui.

Zurich dá dicas para compras online mais seguras 356

Zurich

Conexões confiáveis, a utilização de cartões de crédito e antivírus são apenas algumas das sugestões da seguradora

A Black Friday está chegando e com ela centenas de milhares de promoções. A data, que se originou nos Estados Unidos, marca o fim do Dia de Ação de Graças e o início dos preparativos para as festas de fim de ano. A proposta é liquidar os produtos das prateleiras e abrir espaço para as novidades do Natal.

A data, marcada pelo alto consumo, tomou o planeta e abriu espaço para diversos riscos àqueles menos preparados na rede. Navegar em sites suspeitos ou clicar em links de origem desconhecida são algumas das ameaças durante a Black Friday. Pensando nisso, o time de segurança da informação da Zurich reuniu aqui algumas dicas para quem quer encher os carrinhos virtuais livre de dores de cabeça e rugas de preocupação.

O site

Mesmo frente ao grande número de ofertas disponíveis na web, é importante que o cliente faça suas compras em sites de confiança e que confira duas vezes se o endereço da loja está escrito de maneira correta. Deve-se certificar que o endereço online começa com “https” e possui o símbolo de um cadeado, que sinaliza que o cliente está compartilhando dados em um site de confiança. Evitar ofertas recebidas através de e-mails desconhecidos e pop-ups também é sempre recomendável – especialmente em épocas como essa. Ao fim da compra, o usuário deve devidamente fazer o logout da loja online e salvar uma cópia do e-mail de confirmação da compra.

Os dados

É essencial manter o antivírus e sistema operacional sempre atualizados. É uma maneira simples de garantir que os dados pessoais do comprador estejam protegidos. Informações, como datas de nascimento e números de documento, podem ser um sinal de alerta. Usar senhas diferentes para cada site também dificulta que alguém invada a conta do cliente.

O banco

O cliente deve ter controle regular de todas as movimentações bancárias de sua conta, para, no caso de encontrar algo suspeito, poder notificar o banco o quanto antes. Evitar a utilização de cartões de débito também é altamente recomendado. Os cartões de crédito são recomendados uma vez que a maioria das empresas operadoras possui proteção contra fraudes.

O computador

Em hipótese alguma se deve utilizar um computador público para a efetuação de qualquer tipo de pagamento. É importante fazer logout de toda e qualquer conta à qual o consumidor possa estar conectado. Para casos em que o comprador está usando seu computador pessoal em uma área pública, é preferível a utilização de conexões privadas para a efetuação de compras e, ainda assim, deve-se ter total atenção que não hajam pessoas tentando bisbilhotar as informações pessoais detalhadas na tela.

Allianz Seguros automatiza cotação residencial e dá mais agilidade aos corretores 279

Cotação Allianz Residencial

Parceiros de negócios ganharam mais tempo para incrementar produtividade

O sistema de cálculo do Allianz Residência tem como base a simplicidade e a agilidade, assim como o do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna. O atual modelo de negócio da Allianz Seguros, aplicado nos produtos massificados, além de gerar ganho operacional à seguradora e aos seus parceiros de negócios, incentiva a diversificação de ofertas, fundamental para o atual cenário do mercado de seguros brasileiro.

Por meio da nova estratégia, a Allianz espera alavancar as vendas e a adesão de consumidores ao seguro residência. “O nosso trabalho está voltado para a disponibilização de um sistema eficiente e que dá mais autonomia aos corretores. Com a tecnologia implementada, esperamos garantir entrega mais rápida e adequada desde a cotação até o sinistro”, diz David Beatham, diretor de Massificados e Vida da Allianz Seguros.

Hoje, em menos de um minuto é possível cotar o Allianz Residência. O processo é feito com o preenchimento de somente 14 campos. Caso o cliente já esteja na base de dados da seguradora, a quantidade de lacunas cai para 11. A agilidade foi conquistada graças à automação, que permite busca de informações em bases internas e externas.

Aliadas às inovações no sistema de cotação estão as ampliações no produto. O Allianz Residência passou a amparar veículo estacionado na garagem em caso de incêndio e Danos Morais na cobertura de Responsabilidade Civil Familiar. Um pacote completo de assistência 24 horas, inclusive para residências de veraneio; opção de contratação de residência com escritório, ou seja, o segurado não precisa contratar cobertura à parte para esse último espaço.

Jovens são protagonistas na promoção de cultura, direitos humanos e educação 432

Organizações sociais

Em mapeamento inédito de organizações também aponta desafios para sustentabilidade

Elas e eles lutam por visibilidade, acesso ao ensino superior, buscam maior representatividade política, interpretam a sociedade brasileira na literatura e na música e sua cultura em slams, rodas de rima e bailes funk. Reunidos em coletivos com variados graus de organização, os jovens são protagonistas nas organizações que trabalham com temas do movimento negro.

A conclusão é um dos destaques da Pesquisa Nacional sobre Organizações de Juventude Negra. Realizado pelo Itaú Social em parceria com o Observatório de Favelas, o estudo partiu de um mapeamento inicial de 200 entidades do movimento negro, que evidenciou a predominância das ações para jovens. Em seguida, a equipe de pesquisa desenhou um perfil das organizações de juventudes negras, usando como base informações detalhadas fornecidas por 40 Organizações da Sociedade Civil (OSCs), responsáveis por 63 projetos.

O retrato indica um cenário de ação de jovens para jovens: a juventude é o foco exclusivo das atividades de 70% das instituições pesquisadas, sendo que a grande maioria delas, 92%, possui jovens de até 29 anos entre seus colaboradores. Com localização concentrada nas regiões Nordeste (38%) e Sudeste (30%) – seguidas por Norte, Sul e Centro-Oeste -, as organizações apresentam escopo variado de atuação. Os três temas mais prevalentes são arte e cultura, direitos humanos e educação.

“É uma juventude extremamente propositiva, que pauta e reivindica sua visibilidade nos espaços público, político e de aprendizagem. E que está constantemente buscando novas maneiras de somar forças para o enfrentamento das desigualdades”, explica Juliana Yade, especialista em educação do Itaú Social e uma das coordenadoras da pesquisa.

O estudo evidenciou, ainda, um cenário incerto para a manutenção das organizações. O principal gargalo é o financiamento, intermitente e efêmero, fazendo da captação uma tarefa árdua sobretudo em organizações com poucos colaboradores (78% delas têm no máximo 30 integrantes). “A maioria das OSCs depende de projetos que, em geral, duram 12 meses. São ínfimos os que recebem apoio institucional”, afirma Juliana.

Num cenário de crise, ganham espaço soluções colaborativas como as parcerias – compartilhamento de espaço, serviços e metodologias com outras entidades sem envolver recurso financeiro. “Atualmente, 28 dos 63 projetos participantes só se viabilizam por meio de parcerias sem qualquer recurso financeiro, o que traz desafios para sua implementação e continuidade”, diz a pesquisadora.

Apesar das dificuldades, a pesquisa conclui pelo dinamismo das organizações de juventudes negras. A todo tempo, associações, coletivos e organizações da sociedade civil criam novas ferramentas para combater o racismo institucional. “Reconhecer a importância e também as dificuldades desse movimento é um caminho para entender e apoiar iniciativas que dialoguem com a equidade étnico-racial”, finaliza Juliana.

Confira o levantamento na íntegra.