Segurança como facilitador de negócios para bancos 14555

Confira artigo de Miguel Braojos, Vice Presidente de Vendas da HID Global

O próximo ano será um dos mais prósperos para o setor de serviços bancários e financeiros no mundo. Com o conceito de open banking e tecnologia financeira (Fintech) em evolução, os bancos buscarão novas formas não só de garantir sua posição competitiva, mas informações e contas de usuários em busca de uma significativa interrupção digital. Segurança adaptável, autenticação robusta do cliente e a detecção de fraudes serão os principais facilitadores do conceito open banking e seus benefícios para os consumidores, instituições financeiras e parceiros.
Um dos maiores desafios para o open banking será a diretiva do Serviço de Pagamento Revisado da União Europeia (PSD2), que vai exigir, a partir de janeiro de 2018, que os bancos liberem o acesso de terceiros as contas de clientes por meio de APIs. Esse desenvolvimento vai acelerar o processo de “plataformas digitais”, permitindo que startups financeiras e bancos ofereçam inúmeros serviços financeiros de consumo e comercial. A plataforma não apenas beneficiará as Fintechs, mas também ajudará os bancos a reter e atrair novos clientes mostrando que eles podem ser tão inovadores quanto seus concorrentes digitais.

Os futuros usuários provavelmente vão realizar pagamentos, gerenciar investimentos e se envolverão em outras atividades financeiras através de serviços disponíveis pelas Fintechs, plataformas digitais dos bancos e até mesmo aplicativos de redes sociais como o Facebook. Os clientes se beneficiarão com a gestão de patrimônio, finanças alternativas, iniciação de pagamento online e outras dezenas de serviços segmentados para usuários e necessidades que não eram atendidas pelo setor financeiro. Por exemplo, os gamers financeiros podem premiar com uma passagem de avião os jogadores que conseguirem depositar 100 Dólares em suas contas por mês. Os serviços bancários podem aproveitar as tecnologias de geolocalização para oferecer empréstimos de carro aos usuários enquanto fazem compras em concessionárias de automóveis.

O trabalho de parcerias para todos

Além das pressões regulatórias, os bancos mostraram recentemente que aceitaram a realidade da interrupção digital e estão encontrando maneiras de usá-la para criar fidelidade e confiança dos clientes. Nesse processo, tanto os principais bancos quanto as Fintechs, ágeis e com conhecimento tecnológico, perceberam que cada um tem algo que o outro pode se beneficiar.
O Relatório de Ecossistema Fintech 2016, da Business Insider, concluiu que, apesar do forte investimento em startups financeiras, muitos players financeiros enfrentam grandes obstáculos na aquisição e rentabilidade dos clientes, tornando-os mais dispostos a estabelecer parcerias com bancos e outros.

Os bancos têm o que a Fintech deseja: uma grande base de usuários confiantes e um conhecimento íntimo desses clientes, graças em parte aos requisitos regulatórios de lavagem de dinheiro e de conhecimento do seu cliente (KYC). A pesquisa global de Bens de Consumo da consultoria EY descobriu que 60% dos mais de 55 mil clientes bancários de todo o mundo acreditam que os bancos têm um papel importante para ajudar as pessoas a alcançar seus objetivos de vida através de seus conhecimentos. Quase 50% têm confiança total nos bancos para manter seu dinheiro seguro.

Ao mesmo tempo, os grandes bancos vêem as parcerias com as Fintechs como uma forma de impulsionar o desenvolvimento de serviços rentáveis que precisam competir e fidelizar os clientes. Um estudo sobre bancos do Reino Unido, realizado pela Mayer Brown, aponta que 87% dos bancos disseram que a parceria com os fornecedores das Fintechs reduzem seus custos, provavelmente com menos gastos com os novos serviços de atendimento ao cliente. Já para 54%, as parcerias permitiram o aumento da receita.

À medida que decolam as aberturas, as parcerias e toda essa inovação, os bancos serão forçados a aumentar a infraestrutura de segurança para garantir que as informações dos clientes sejam protegidas em um ambiente bancário aberto. Isso significará a implantação de capacidades fortes de identidade e autenticação de clientes e ferramentas de prevenção de fraudes. Com seu conhecimento íntimo de clientes, os bancos são excepcionalmente qualificados para implementar essas estratégias com sucesso para transações de clientes, incluindo aquelas que ocorrem por meio de canais Fintech, móveis, sociais e outros. Os bancos têm a oportunidade de fornecer isso para suas próprias interações com os clientes e também como um serviço para os provedores Fintech.

Proteção em camadas

A autenticação de dois fatores é apenas o requisito mais básico neste ambiente organizado de cibercrime. Com a explosão da fraude bancária através de credenciais roubadas, que são obtidas através de phishing, redirecionamento de navegador, malwares, ameaças persistentes, loggers de chaves, registradores de tela, dispositivos móveis roubados ou perdidos, trojans de acesso remoto (RAT), entre outras explorações, a autenticação bancária e a prevenção de fraudes exigem uma estratégia de várias camadas. Ao mesmo tempo, eles devem garantir que essas estratégias de segurança não tenham impacto adverso na experiência do usuário.

Além da autenticação de dois fatores, as seguintes camadas de autenticação e antifraude tornarão críticas para os bancos garantir que a fraude não prejudique os esforços bancários abertos.
Impressão digital de dispositivos

Uma variedade de técnicas para identificar não só o usuário, mas também o dispositivo de cliente. Algumas dessas técnicas incluem identificar o endereço IP do dispositivo, fuso horário, sistema operacional, navegadores, fontes de navegador e versões e dimensões da tela. Com impressões digitais precisas, os serviços de prevenção de fraudes podem determinar se um dispositivo já foi usado em qualquer tentativa de hacking anterior conhecida e possivelmente lista negra.

Proteção de ponto final do navegador

Identifica software malicioso na transação de dispositivos de forma rápida e transparente, incluindo ataques ZETA (ou exploit de dia zero), além de evitar que hackers usem essas explorações para roubar informações ou se envolverem em transações fraudulentas. A proteção avançada do navegador usa técnicas sofisticadas para detectar e prevenir exploits de hackers, como manipulação de sessão da Web, sequestro de cookies e ataques MITM (Man in The Middle, em inglês), ataques do navegador que podem modificar o conteúdo do site ou inserir transações fraudulentas adicionais.

Proteção de aplicativos móveis

Garante que um dispositivo móvel não tenha sido encerrado, ou que as chaves de criptografia não foram clonadas, ou ainda que o software foi modificado. A RASP (Runtime Application Self Protection, em inglês) é um recurso tecnológico que protege o aplicativo durante sua execução e reage em tempo real se uma ameaça for detectada.
Assinatura de transações e análise de comportamento

Os bancos possuem informações extensas sobre os padrões de transação do cliente que eles podem aproveitar para análises comportamentais para determinar o risco de fraude para cada transação. O exemplo mais óbvio: se um cliente normalmente faz transações de algumas centenas de dólares localmente e de repente inicia transações envolvendo milhares de dólares de um local no exterior, a análise de transações detectaria o comportamento anormal e atribui uma pontuação de alto risco à transação. Pode bloqueá-lo até que possa ser verificado por outros meios. A assinatura de transação móvel pode ser validada ao exigir swipes de dedo para verificar transações, garantindo que elas se destinavam. A análise comportamental pode monitorar e analisar padrões de digitação e movimentos do mouse, ou a forma como um usuário preenche um formulário, para detectar se um usuário diferente assumiu o dispositivo.

Terceiros também aproveitarão o Oauth, OpenID Connect, SAML e outros protocolos de identidade baseados em token para acessar contas sem que os usuários tenham que compartilhar suas credenciais, tanto quanto esses padrões são usados pelo Google e o Facebook para permitir que os usuários façam login em vários outros serviços.

Essas estratégias de segurança em várias camadas não só protegem contra fraudes e roubos, mas representam um importante facilitador de negócios que permite que os bancos e outras organizações financeiras aproveitem a plataforma e as novas inovações do estilo Fintech, à medida que evoluem, sem assumir riscos indevidos. Os benefícios para os consumidores serão admiráveis, desde que suas informações e contas sejam protegidas.

Tokio Marine destaca inovações digitais e reforça proximidade com parceiros de negócios no Conec 2018 1574

Tokio Marine

Além de patrocinar o evento, seguradora realizou ações de ativação de marca dentro e fora do congresso

“Foi com muita alegria e satisfação que concluímos mais uma participação no Conec, no qual tivemos a oportunidade de reforçar nossa proximidade com os parceiros de negócios e apresentar o trabalho que estamos fazendo para inseri-los no ambiente digital, sempre pensando em reduzir seu trabalho operacional e ampliar as oportunidades de negócios”. Essa é a avaliação de Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine, após a participação na 18ª edição do Congresso de Corretores de Seguros (Conec), que reuniu cerca de 10 mil pessoas no Transamerica Expo Center, em São Paulo, entre 27 e 29 de setembro.

No estande da companhia, o maior do evento, os corretores puderam conferir seu nível de digitalização com um teste no jogo interativo Digitômetro. Os visitantes, recebidos pelos Diretores Estatutários, Diretores, Superintendentes e Gerentes Comerciais conheceram melhor as inovações desenvolvidas pela Tokio Marine, como a Brokertech, plataforma criada para auxiliar a inclusão digital dos parceiros de negócios.

Quem foi ao espaço pôde retirar impressas as fotos postadas no Instagram ou no Twitter com a hashtag #TokioNoConec. As imagens foram selecionadas ainda para exibição no telão de LED do estande. Nos intervalos das apresentações do cantor Ito Moreno, o som ambiente foi garantido pelas playlists da seguradora na plataforma de música Spotify.

A Tokio Marine reforçou também sua presença em mídia do lado de fora do congresso. No caminho até o Transamerica, a marca da companhia esteve em relógios de rua e apareceu em destaque no Waze para quem buscou o endereço do local no aplicativo de navegação.

Tokio Marine participa de sorteio no Conec 2018
Tokio Marine participa de sorteio no Conec 2018

O Presidente José Adalberto Ferrara participou do painel “Papel do mercado de seguros na construção do futuro” e destacou os produtos que devem ganhar protagonismo no mercado nos próximos anos, como o Seguro de Riscos Cibernéticos, Vida e Agro. Já o Diretor de Tecnologia Wilson Leal integrou o debate “Insurtech: Tecnologia do presente – Preparando o futuro da corretagem de seguros” e reforçou as novidades tecnológicas que têm surgido no mercado para complementar e facilitar o trabalho dos Corretores e das Seguradoras.

José Adalberto Ferrara, Presidente da Tokio Marine, durante painel

A Tokio Marine também participou do sorteio do quinto automóvel entregue no Conec 2018, realizado na manhã de sábado (29). O Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, foi quem retirou da urna o cupom, acompanhado pelos Diretores Comerciais João Luiz de Lima e José Luís Ferreira da Silva. A vencedora foi a Corretora Idel Souza, da Zuith Aquino, de Belém do Pará.

Wilson Leal, Diretor de Tecnologia da Tokio Marine, durante painel
Wilson Leal, Diretor de Tecnologia da Tokio Marine, durante painel

“Parabenizamos o Sincor-SP pela organização deste evento, que nos proporcionou um momento muito importante para pensar no futuro do mercado de seguros e o reencontro fraterno com nossos Corretores e Assessorias de todo o Brasil. Já estamos ansiosos pela próxima edição”, conclui Valmir Rodrigues.

Dados de vida real podem revolucionar a assistência oncológica no Brasil 3326

Oncologia

Incorporação de novas tecnologias em saúde depende da geração de dados

O que deve ser considerado na hora de fazer as contas para implementar novas tecnologias em saúde? Esta foi a questão que norteou o painel organizado pela Federação Brasileira de Apoio à Saúde da MAMA (FEMAMA) durante o 5º Congresso Brasileiro Todos Juntos Contra o Câncer, no último dia 27 de setembro. Realizado em São Paulo (SP), o debate discorreu sobre a importância da produção de dados reais, com qualidade, acerca do objeto de estudo.

André Medici, economista sênior em gestão de saúde do Banco Mundial, abriu o painel explicando três pilares que servem como base para a análise do preço e do valor de tecnologias: melhor saúde para população, melhor cuidado para o paciente e menor custo. Esta ação deve ser pautada pelas métricas, ou seja, pelos resultados clínicos dos ciclos de cuidados; dos custos; da relevância das ações tomadas; do desperdício de recursos; e pelos processos que podem ser eliminados.

Por meio das métricas, podem-se analisar mais precisamente todos os fatores envolvidos no sistema e trabalhar para aprimorá-los. “A confusão entre custo, preço e gastos, que acontece pela falta de conhecimento, impede a melhoria na aplicação de recursos e a consequente redução de atrasos. Faltam metodologias capazes de medir efetivamente o custo em saúde”, afirmou Medici.

O economista apresentou um sistema de custo baseado em atividade orientado por tempo, o TDABC na sigla em inglês. “Integra as distintas etapas do processo de cuidado ao paciente, o custo é analisado com o objetivo de ser otimizado e permite padronizar processos e eliminar etapas que não geram valor ao tratamento”, detalhou.

Como exemplo da aplicação do TDABC, Medici mostrou os resultados conquistados pelo MD Anderson Câncer Center, responsável pelo tratamento de 20% dos casos de câncer do Texas. Por lá, o uso do método culminou na redução de 16% do tempo para realizar tarefas e de 67% nos custos de pessoal profissional, como médico e enfermeiros.

O fator humano também é parte do processo de avaliação para incorporação de tecnologia em saúde e foi tema da fala da Vanessa Teich, professora de Economia da Saúde no Insper/SP. Segundo Teich, primeiramente é importante aceitar que há um limite de investimento e, a partir disto, priorizar assuntos que tragam comprovados benefícios clínicos aos pacientes oncológicos.

“Ponderam-se os custos para pagadores, sejam públicos ou privados. Então, considera-se eficácia, segurança e qualidade de vida, bem como conveniência, impacto e redução de custos”, disse em palestra. A professora de economia expôs, porém, que no Brasil raramente há dados suficientes sobre a repercussão da tecnologia na qualidade de vida dos pacientes.

Esses dados são gerados a partir da observação do efeito do novo tratamento na vida real das pessoas, fora do grupo selecionado para os estudos científicos. Esse é o Real World Data, tema apresentado pelo Dr. Gustavo Werutsky, presidente do Grupo Latino-Americano de Oncologia Cooperativa (LACOG). “Nos Estados Unidos, apenas 3% dos pacientes fazem parte de ensaios clínicos. O que está acontecendo com os outros 97%?”, indagou

Werutsky ressaltou a importância de registrar os casos de câncer no Brasil, a fim de estruturar um banco de dados que sirva como base para incorporação de novas tecnologias na assistência ao paciente oncológico. “Conhecendo a prevalência de uma mutação, conseguimos avaliar com mais propriedade a validade da implantação de medicamentos e alternativas terapêuticas”.

No Brasil, a notificação compulsória do câncer foi sancionada pelo presidente da república em junho. A nova Lei 13.685 determina toda e qualquer doença e evento em saúde relacionada ao câncer terão notificação obrigatória, nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional.

Gerar dados reais pode mudar a assistência oncológica

A coordenadora de comunicação da FEMAMA, Letícia Cecagno, apresentou os resultados da campanha #PacientesNoControle, na qual foram coletados dados de pacientes com câncer de mama metastático. Dentre os achados, destacam-se os impactos apontados por usuários da terapia combinada (trastuzumabe + pertuzumabe + quimioterapia), que é considerada o padrão ouro no tratamento do câncer de mama metastático HER2 positivo. A percepção do prolongamento da vida foi citado por 90%; da diminuição do tumor, 70%; e da melhora na qualidade de vida, 60%. Apesar de 70% afirmarem ainda sentir os efeitos colaterais do tratamento, todas estavam dispostas a enfrentar estas repercussões para usufruir do medicamento.

As informações coletadas pelo trabalho da FEMAMA serviram de respaldo para argumentação em prol da incorporação do trastuzumabe e do pertuzumabe no SUS. O levantamento serviu para que a instituição pudesse apresentar um documento consistente com dados de vida real de pacientes que seriam impactadas pela inclusão dos tratamentos. Após a consulta, o Ministério da Saúde aprovou, no ano passado, a dispensação de ambos os medicamentos. “As consultas públicas referentes a esses medicamentos estavam entre as que registraram maior participação, em 2017”, revelou.

Luciana Holtz, fundadora do Oncoguia, e Gustavo San Martin, criador da AME – Amigos Múltiplos pela Esclerose, também levaram seus cases referentes à coleta de dado dos pacientes.

O painel da FEMAMA contou com investimento social da Roche e moderação da apresentadora Rafa Brites.

Icatu Seguros promove campanha de vendas “Bateu, Levou!” 2239

Icatu Seguros

Iniciativa visa estimular profissionais da corretagem na reta final do ano

Para estimular ainda mais seus corretores nessa reta final do ano, a Icatu Seguros está promovendo uma campanha de aceleração em novas vendas no mês de outubro, batizada de “Bateu, Levou”.

Todos os corretores que fizerem novas vendas de seguros de Vida e planos de Previdência individuais podem ser premiados: basta que os participantes atinjam a meta de 100 pontos em novas vendas, no período da campanha, para ganhar um skate Hoverboard Smart Balance ou um patinete elétrico Pro Mountain, à escolha do vencedor. Como prêmio especial, dentro do propósito da Icatu de estímulo à educação financeira, os c­­­­­­orretores com melhor desempenho em vendas novas de Previdência para menores de 18 anos concorrem a uma viagem para o Beto Carrero World – com direito a acompanhante e até duas crianças.

“A gente acredita que é essencial investir em proteção e educação financeira desde cedo e o corretor é nosso principal aliado nesse propósito de conscientização da população. Por isso, é tão importante valorizar e incentivar o seu trabalho”, diz o vice-presidente Comercial da companhia, Guilherme Hinrichsen.

Oportunidade também para novos corretores

As vendas para essa campanha seguem até 31 de outubro. Os prêmios valem para todas as regionais e os corretores que ainda não estão ativos também podem participar. Para isso, basta procurar o gerente da regional mais próxima. O regulamento da campanha e os critérios para pontuação também podem ser obtidos nas regionais. Saiba mais neste site.

Chubb nomeia novo VP de Desenvolvimento de Negócios para a América Latina 1149

Chubb

Executivo assume novas responsabilidades para maximizar oportunidades da companhia na região

Juan Ignacio de Lorenzo assume novas responsabilidades como Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios, liderando uma nova unidade da Chubb. O objetivo de Juan Ignacio e sua equipe será maximizar as oportunidades através de uma visão focada nas necessidades do consumidor e uma proposta abrangente de produtos e serviços de seguros. Essa iniciativa engloba todos os produtos da Chubb na América Latina incluindo acidentes, saúde, vida, residencial, proteção on-line, equipamentos móveis e combinações de tudo isso de forma altamente segmentada. Por sua vez, esta unidade de negócios promoverá todas as capacidades de distribuição digital e análoga para as quais a Chubb é reconhecida.

Reportando-se à Juan Ignacio, as operações da Chubb na região terão equipes responsáveis por identificar, gerar e implementar novos programas de seguros direcionados aos clientes de parceiros comerciais da Chubb, incluindo bancos, empresas digitais, grandes varejistas, companhias aéreas, empresas de serviços públicos, entre outros. O foco na segmentação, somado com a combinação de produtos e métodos de distribuição, garante a máxima geração de valor para os parceiros comerciais da Chubb.

Juan Ignacio retornou em janeiro deste ano à Chubb como Diretor Regional de Seguro Viagem depois de ocupar vários cargos diretivos em empresas do setor na Colômbia e na Argentina. Entre 2007 e 2010, foi líder de Acidentes e Saúde da ACE Argentina e, entre 2010 e 2011, ocupou o mesmo cargo na ACE Colômbia. Juan Ignacio é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica da Argentina.

Nesta nova função, Juan Ignacio se reportará a David Heard, SVP IPL e a José Sosa, SVP A&H e Life.

Delphos adere a energia solar 956

Painel Solar

Iniciativa reforça inovação e tecnologia que permeiam a companhia

Reforçando a cultura da inovação e tecnologia que permeia a Delphos desde sua fundação há mais de cinco décadas, a empresa inicia mais uma experiência pioneira e inovadora: iniciou a prática de aproveitamento da energia solar nas instalações de sua sede, no Rio de Janeiro. A experiência será iniciada pelo prédio do restaurante da empresa, que passa a contar com essa fonte sustentável a partir desse mês.

Elisabete Prado é vice-presidente da Delphos
Elisabete Prado é vice-presidente da Delphos

A vice-presidente da Delphos, Elisabete Prado, afirma que “a medida faz parte do programa de sustentabilidade iniciado há dois anos, que teve como uma das primeiras iniciativas a distribuição de canecas para os seus colaboradores, possibilitando uma economia mensal de 22 mil copos descartáveis, altamente poluidores. Outras medidas serão tomadas ao longo dos próximos anos”, explica.

“Desde o início de setembro, a empresa passou a adotar a prática de captação de energia solar. Os investimentos serão feitos de forma gradativa e serão destinados, inicialmente, ao prédio do restaurante, o primeiro que contará com energia solar”, completa.

A energia obtida pelas placas instaladas será transferida para o sistema da Light, reduzindo, portanto, o consumo desse armazenamento. A Light, em contrapartida, gerará um crédito em favor da empresa na exata medida da redução. Caso o consumo da empresa seja inferior à energia captada, a Light irá creditar a diferença na conta de alguma outra instalação da empesa.

No momento em que for possível comprovar o retorno estimado pela empresa fornecedora do sistema adotado pela Delphos, será feita a cobertura do estacionamento do prédio, já prevendo a instalação das placas solares para geração de energia para o prédio principal da sede da empresa.

“Além de reduzir despesas em função da diminuição do valor da conta de luz, com a adoção da captação da energia solar a empresa está contribuindo para a preservação do meio ambiente, com a utilização de energia limpa. A Delphos se preocupa com a qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores e do planeta como um todo. Dentro de suas possibilidades, quer fazer tudo que está ao seu alcance para preservar a sua sustentabilidade. Esperamos que possa ser um bom exemplo para outras corporações dentro e fora do mercado de seguros”, destaca a vice-presidente.

Incentivos

O anúncio do início da implementação da energia solar na Delphos, feito nesta quinta-feira, dia 27 de setembro, coincide com o lançamento de um programa de fomento à energia solar do BNDES, que destinará recursos e crédito especial, a juros baixos, para pessoas físicas e empresas adquirirem equipamentos de geração renovável.