FenaSaúde reúne especialistas para debater reajustes de planos de saúde individuais 1965

Workshop abordou a regulação dos planos individuais e a implementação do preço-teto para a formatação do reajuste

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) reuniu, hoje, 26 de janeiro, especialistas em Saúde Suplementar que debateram a política de reajuste de preços dos planos de saúde individuais no 2º Workshop de Análise de Impacto Regulatório. O evento foi dividido em dois painéis que apresentaram os ‘Fundamentos e efeitos do controle de reajustes dos planos individuais’ e as ‘Alternativas e propostas para um novo modelo de reajuste’. Após as palestras ministradas por acadêmicos e estudiosos do setor, aconteceu um debate entre representantes da ANS, do Ministério da Fazenda e das operadoras. O assunto sobre a elevação dos custos e dificuldades em manter os planos individuais permearam todas as apresentações.

O primeiro painel contou com a moderação do professor de economia e decano do Centro de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Luiz Roberto Cunha. A palestrante Ana Carolina Maia, professora doutora na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), afirmou que o reajuste único para todos os contratos, sem especificidade do plano, região ou faixa etária, é um equívoco. “Há uma deterioração das carteiras, o que inviabiliza a formação de novos grupos, fazendo que as taxas de cancelamento no Brasil cheguem a 28% de segurados de menor risco. Este percentual representa os mais jovens que normalmente deixam os planos em momentos de dificuldades financeiras”, explicou a acadêmica, que também abordou a anti-seleção nos planos individuais e as soluções regulatórias técnicas para dar equilíbrio ao produto.

O professor na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), João Vinícius de França Carvalho, complementou a apresentação sobre os planos de saúde individual, apresentando um estudo preliminar realizado sobre o subsídio entre planos das operadoras, ou seja, os planos coletivos acabam subsidiando parte dos planos individuais para dar solvência para algumas carteiras. O que foi confirmado pela superintendente Regulatório de Saúde da SulAmérica, Mônica Nigri, que reforçou que os custos são impactados também com o envelhecimento da população, a judicialização que acaba impondo o pagamento de serviços não previstos, além da incorporação de tecnologia. “É de se esperar que a ANS tenha dificuldade em ter uma base de dados consistente de variação dos custos das operadoras menores. Se fizermos cortes por tamanho da carteira de operadoras maiores e um modelo para as operadoras com menos vidas teriam casos analisados individualmente”, esclareceu a executiva, que registrou a dificuldade de precificar diante de tantas variáveis incontroláveis.

Na concepção de João Boaventura Branco de Matos, especialista em Regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o reajuste de preços é apenas uma parte das dificuldades dos planos individuais, que não pode estar desconectado do cenário geral da saúde no Brasil. “Temos problemas em contratos com poucas pessoas e a visão de curto prazo de adesão ao sistema. Há necessidade de combate às causas de reajustes elevados, como o modelo de pagamento utilizado, hoje é o pagamento por serviço (fee for service), além de controlar o aumento de valores de serviços e a incorporação da tecnologia. Mas são diversos outros fatores que impactam no reajuste. Hoje está havendo uma “despooltização” (redução para carteiras menores) no setor. Queremos reverter este quadro. O atual modelo para os aumentos dos planos de saúde individuais precisa de ser mais transparente para que todos os agentes do mercado participem. Temos que garantir a solvência dos planos, assim como os desempenhos das operadoras. Para isso, precisamos de uma participação maior tanto dos agentes como da sociedade. Este debate é um exemplo do que se deve acontecer para melhorar o setor”, afirmou Matos.

Carlos Ragazzo, professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV), não acredita em uma solução de curto prazo para o crescimento dos planos de saúde individual e redução de custos. “O custo da saúde é baseado em três bases como custo regulatório, o custo judicial e o custo de produção. Há um movimento em todas as agências de criar as regras. O desafio da ANS é reduzir todos estes custos para diminuir o reajuste. Não há uma solução de curto prazo”, explicou.

O representante do Ministério da Fazenda, João Manoel Pinho Neto, chefe da assessoria Especial de Reformas Microeconômicas da entidade, acredita que setor precisa avaliar o desempenho da regulamentação de preços. “Se diminuiu a atratividade do mercado, devem ser analisadas as falhas e fazer uma comparação com outros mercados. É importante a intervenção nos preços, mas é necessário olhar o desempenho. Há necessidade também de controlar custo e promover a produtividade”, sugeriu.

Novo modelo de reajuste

Já o segundo painel sobre um novo modelo de reajuste, o debate ficou em torno da utilização do preço-teto (price cap) para os reajustes dos planos individuais, separando entre custos gerenciáveis e não gerenciáveis.

Segundo Edgard Pereira, professor do Departamento de Economia, do Instituto de Economia, da Universidade de Campinas (Unicamp), o modelo de reajuste atual desagrada a todos os envolvidos porque não cobre os custos das operadoras e afastam os segurados. “Há uma deterioração e desinteresse das operadoras em comercializar os planos de saúde individuais. Há necessidade em efetivar uma política de ganhos em escala e utilizar o price cap (preço-teto) para que se dê maior abrangência aos planos de saúde individuais”, afirmou o professor em sua palestra.

Porém a utilização do price cap foi questionada porque tem como base dois custos – os gerenciáveis pelas operadoras e os que não há gestão, como custo da assistência médica, judicialização e utilização dos serviços. Para Armando Castelar Pinheiro, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio), o price cap transfere parte da produtividade para o beneficiário porque este compõe a maior parte do custo não gerenciável. “Os reajustes dos planos estão acima da inflação e dos rendimentos, o que acontecerá é que as pessoas sairão dos planos. Reduzindo o setor. As causas dos custos elevados estão nos custos não gerenciáveis. Há necessidade de analisar melhor os impactos desta proposta”, sugeriu o professor.

Daniele Rodrigues Campos, gerente econômico-financeira e atuarial dos produtos da Diretoria de Produtos da ANS afirmou que a boa notícia é que a discussão das metodologias de reajuste individual está mais madura. “Temos estudos que comprovam que a ANS não cometeu, ao longo dos últimos anos, injustiças. A variação de custo médico hospitalar está sempre muito próxima ao reajuste anual, porém admito que não separamos os custos dos planos individuais dos coletivos, que foi um erro. Mas iniciamos uma discussão de proposta que envolve desde o reajuste individual, coletivo e precificação. Estamos em busca de evoluir para um modelo considerando a faixa etária e o fator de produtividade”, esclareceu a representante da ANS.

Para as operadoras não há mais interesse em oferecer o plano individual porque o ambiente econômico não incentiva este produto. “Há uma dificuldade em formatar preço. Não podemos negar entrada de beneficiários. Temos dificuldade em controlar os custos não gerenciáveis, como incorporação de tecnologias sem comprovação, além de uma incapacidade de cancelar contratos deficitários. Ainda não temos a capacidade de reajustar os valores diante dos custos. O que faz as operadoras perderem o interesse em oferecer este plano, apesar de ser um produto de desejo da sociedade”, afirmou Flávio Bitter, diretor técnico e de produtos da Bradesco Saúde.

O moderador do debate, José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde, lembrou que os custos gerenciáveis chegam a cerca de 15% do total. “Há uma necessidade de exigir dos operadores um gerenciamento de seus custos, mas a grande parte está no que não é gerenciável. Sem dúvidas, precisamos aperfeiçoar o modelo de reajuste, mas também temos que avaliar os fatores que impulsionam a elevação dos custos. Esta é uma discussão fundamental! O debate tem que continuar”, afirmou Cechin, que já anunciou o 3º workshop da FenaSaúde, que acontecerá em 28 de junho deste ano.

Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio 727

Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio

Produtores e empresas optam por planos para ampliar frota e produção

As perspectivas para o mercado do agronegócio são positivas para este ano e devem bater novos recordes de produção. Acompanhando esse cenário, as vendas de pesados também vêm respondendo no começo de 2019. Entre janeiro e maio, as vendas desses veículos cresceram 12,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Uma das opções para adesão dos pesados é o consórcio que, no acumulado até abril deste ano, já vendeu 15% a mais (caminhões, ônibus e implementos rodoviários), em comparação com o mesmo período de 2018. Na Porto Seguro Consórcio o cliente pode contratar cotas de R$ 150 mil a R$ 300 mil, para adquirir caminhões, ônibus, tratores, e implementos agrícolas, rodoviários e construção civil.

O diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid, explica que alguns pilares estão estimulando o crescimento do produto. “O atual momento do agrobusiness e aumento na tabela de frete para transportes de cargas feita recentemente pelo governo, influencia, sem dúvidas, para o crescimento desse tipo de plano”, explica o diretor. De acordo com o diretor, o segundo ponto tem estimulado as pessoas a buscarem alternativas para adquirirem seus próprios caminhões, já que a medida encareceu o serviço de frete que era feito por transportadoras terceirizadas.

Rachid ressalta que o consórcio é uma opção para quem desejar realizar uma compra planejada. “A contratação possibilita uma administração melhor do fluxo de caixa e a programação na troca de trator ou caminhão. Além disso, possibilita a adesão de outros serviços importantes como o seguro para máquinas agrícolas, por exemplo”.

Porto Seguro Consórcio

O consórcio é um grupo de pessoas físicas e jurídicas que têm o objetivo de adquirir um bem. No caso do plano para veículos pesados e máquinas agrícolas, as opções de bens são: caminhões, ônibus, maquinário e implementos agrícolas, implementos rodoviários e linha amarela. Com o grupo, a cada mês é realizada uma assembleia para anunciar os contemplados.

O Porto Seguro Consórcio oferece para pessoas físicas e jurídicas créditos de R$ 150 mil a R$ 300 mil, com prazo de 120 vezes para pagar. Mais informações sobre os planos estão disponíveis neste site.

Baixas temperaturas podem danificar meu carro? 587

Baixas temperaturas podem danificar meu carro?

ComparaOnline lista problemas veiculares ocorridos no inverno, como mal funcionamento da bateria, e explica quando o seguro auto pode ajudar

Os invernos têm sido cada vez mais rigorosos no Brasil, principalmente nas regiões sudeste, centro-oeste e sul. Recentemente massas de ar polar derrubaram as temperaturas e deixaram a sensação térmica em -10º C, com geada e neve em alguns lugares do extremo sul do país.

Com um pouco de roupa conseguimos nos livrar do frio, mas o que acontece com os veículos? Nesta época do ano os acidentes em consequência de pistas escorregadias e os problemas elétricos ao dar a partida do carro aumentam bastante. O que deixa muita gente com dúvidas é sobre a possibilidade de acionar ou não o seguro auto nesses casos. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de produtos e serviços financeiros, reuniu algumas informações sobre o assunto.

As baixas temperaturas ocasionam a falta de utilização de alguns equipamentos como o ar-condicionado, causando ressecamento e possíveis vazamentos nas mangueiras. O que também pode ficar ressecada com o frio é a palheta do para-brisa. Porém, esses itens são considerados como serviços de manutenção do carro e não interferem na locomoção do veículo, sendo assim, não há cobertura do seguro.

O inverno também traz outros tipo de problemas, como geada, neblina e granizo. Eventos naturais que podem causar danos ao veículo, seja um amassado ou até mesmo um acidente em decorrência de pista escorregadia. “Nesses casos, é muito importante ficar atento à sinalização. Caso a via transitada tenha avisos sobre a possibilidade de intempéries, deve-se evitar esses trajetos, pois a seguradora poderá entender como um agravamento do risco por parte do segurado e negar o sinistro”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Problemas com a bateria são mais comuns no frio, já que a temperatura diminui e reduz a reação química interna, além de deixar o óleo mais viscoso. Isso pode trazer problemas para dar a partida após uma noite fria, por exemplo. “Desde que seja contratada a cláusula de assistência 24 horas, o segurado terá direito ao serviço de auto socorro nessas situações. Algumas seguradoras enviam, além do guincho, um técnico para avaliar o veículo no próprio local, a fim de resolver o quanto antes o problema do cliente”, finaliza Marchetti.

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android 497

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android

Startup foca na experiência do cliente, proporcionando opção flexível, transparente e descomplicada

As insurtechs começaram a ganhar força no Brasil e um dos novos players desse mercado é a Pier, uma startup que se propõe a mudar a relação das pessoas com a indústria de seguros. A empresa, que oferece um seguro digital contra furto e roubo para smartphones com base no conceito de comunidade, começou a operar em 2018, com um projeto piloto para Iphones, e acaba de anunciar que dará início à cobertura para modelos Android.
Os primeiros smartphones a serem atendidos serão os da linha S e J da Samsung, mas a empresa pretende ampliar as opções o quanto antes. A entrada de Android representa um aumento de 20 vezes na base de possíveis clientes. “Queremos democratizar o acesso à nossa comunidade, e a entrada no mercado Android nos permite fazer isso. Estamos começando aos poucos para testar o produto e melhorar continuamente. Em breve devemos atender a maior parte dos aparelhos”, explica Igor Mascarenhas, CEO da Pier.

Para contratar a proteção é necessário acessar o site da Pier e solicitar o convite para entrar na comunidade. Também é possível pedir indicação dos membros atuais, ou seja, quem já tem um seguro da startup pode indicar novos usuários.

Diferenciais – A Pier possui uma série de diferenciais para quem quer contratar um seguro para seu smartphone e conta com mais de 5.500 membros, crescendo cerca de 20% ao mês. Além de uma experiência com foco total no cliente, a empresa permite a contratação rápida e transparente pela web; cancelamento a qualquer hora, direto no aplicativo; contrato mensal sem franquia nem carência; reembolso muito mais rápido que a média (mais de 70% pagos em até 3 dias); e três pontos muito importantes que a maior parte do mercado não oferece: aceita celulares usados, não exige nota fiscal e ainda cobre furto simples.

“Em 2018, 55% dos nossos reembolsos foram relacionados a este tipo de furto, que não teriam sido cobertos por mais ninguém no mercado”, explica Mascarenhas.

Os valores para a cobertura de Android começam em R$ 6,10 por mês e variam de acordo com o aparelho e o plano escolhido. Quem tiver outro modelo de smartphone também pode preencher o cadastro e manifestar interesse na proteção. Em breve, a empresa espera entrar em contato com quem ainda não tem o seu aparelho na lista.

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros 730

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros

Força econômica da região é atrativo para Quisto Corretora de Seguros; franquia oferece o maior comissionamento do mercado e é diferencial entre as corretoras

Explorar novos mercados é algo buscado por boa parte das empresas e no mercado de franquias essa é uma fase natural dos negócios. Enquanto algumas marcas preferem arriscar em novas regiões, outras optam por consolidar ainda mais sua presença em áreas que já conhecem.

A Quisto Corretora de Seguros possui 50 unidades na região Sudeste e nutre planos ainda maiores para a região: até o final deste ano a marca espera conseguir 30 novos franqueados. O interesse se dá por conta da alta demanda das principais capitais da região. “É de se esperar que maiores concentrações urbanas necessitem de mais serviços, de todos os tipos, e com o mercado de seguros não é diferente”, explica Henrique Mol, diretor executivo da marca.

Há menos de um ano no franchising, a Quisto já conquistou 70 unidades franqueadas e, segundo o diretor, esse é o momento ideal para dar início ao plano de expansão. “Estamos sempre presentes em feiras em todo o Brasil e, por conta disso, é natural surgirem oportunidades no país inteiro. Analisamos todas as regiões e sabemos que começar a expandir pelo Sudeste é a melhor opção”, explica.

Tudo para dar certo

Os números estão aí para provar: a região Sudeste é a melhor para se fazer negócios no mercado de seguros. Isso porque 62,8% de todas as empresas que trabalham no ramo estão em atividade na região, segundo a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros). Os quatro estados que compõem a região abrigam 27.840 corretoras, sendo que 18.957 estão localizadas em São Paulo; 4.361 no Rio de Janeiro; 3.866 em Minas Gerais; e 656 no Espírito Santo.

A quantidade de empresas é proporcional à geração de receita na mesma região que gera mais da metade dos prêmios de seguros, com participação de 60%. “São muitas empresas atuando no mesmo ramo em um mesmo lugar. Para muitos empresários esse seria um motivo para implementar sua marca em outras regiões, mas vejo aí uma oportunidade maior ainda: fazer da Quisto uma referência no meio de todas essas opções”, afirma o diretor.

A marca oferece dois modelos de negócio, home office e loja física, com investimentos iniciais de R$ 11.990 e R$ 25.590, respectivamente, sendo que a taxa de franquia e o capital de giro já estão inclusos no investimento da modalidade home office. Os franqueados da Quisto têm à disposição um portfólio completo com produtos que cobrem toda a demanda do mercado de seguros: soluções de vida, residenciais, empresarias, automóveis, entre outros.

Neste primeiro momento o interesse da Quisto é pelas capitais e principais cidades da região. “Esperamos uma forte concorrência, principalmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Também vamos apostar na região metropolitana dessas cidades com uma atenção especial para o interior”, diz.

Com as expectativas em alta, a rede tem o cenário como aliado: em 2018, o mercado de seguros fechou o ano com R$ 245,6 bilhões de arrecadações em prêmios, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg). Ainda, estima-se que cerca de 6,5% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja gerado por este mercado. “É uma responsabilidade muito grande lidar com os bens das pessoas, materiais ou pessoais. Quem procura nossos serviços está em busca de uma garantia e serviços que não só suprem suas expectativas, mas que também condizem com sua realidade e é isso que oferecemos”, garante Mol.

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos 594

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos

Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela CNseg, acaba de ser lançado

As questões Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) estão integradas nos planejamentos estratégicos de 60% das 39 seguradoras que integram o a nova edição do Relatório da CNseg de Sustentabilidade do Setor de Seguros e representam 83% da arrecadação total do setor.

“Como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento econômico-social brasileiro, o setor de seguros também deve responder a anseios da sociedade que não são naturalmente incorporados nos tradicionais aspectos econômicos e técnicos do seguro. São preocupações legítimas que devem ser observadas para garantir ao mercado segurador a conexão necessária com seus públicos de interesse, principalmente com o seu consumidor”, afirmou a diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

O Relatório tem como principal referência os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês), lançados pela UNEP-FI em 2012, em evento sediado pela CNseg, no Rio de Janeiro. A divulgação do relatório, inclusive, atende  a um desses princípios, que é o da “divulgação pública e regular, de modo a demonstrar responsabilidade e transparência, sobre os avanços na implementação dos Princípios”.

Segundo Fátima Lima, presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, colegiado responsável pela elaboração do documento, a preocupação com a sustentabilidade e a integração dos fatores ASG no negócio, além de mitigarem os riscos financeiros e reputacionais, antecipa novas demandas de clientes, que cobram cada vez mais as empresas por um comportamento responsável em relação à sociedade e ao meio ambiente.