56,8% das operadoras em regime de direção da ANS são de pequeno porte 1368

Grande parte dessas operadoras estão na região Sudeste

No período entre 2000 e 2017, houve 829 instaurações de regimes de direção fiscal de operadoras de saúde no país, sendo que muitas foram recondução de regimes vigentes. Parte considerável dos encerramentos dos regimes se dão com liquidação extrajudicial ou cancelamento do registro. De acordo com o estudo inédito “Regimes de Direção e de Liquidação Extrajudicial”, desenvolvido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foram identificadas 44 operadoras com regime de direção fiscal ainda em andamento. Acesse a íntegra do estudo neste site.

Dessas, 97,7% prestavam assistência médico-hospitalar e 2,3% assistência exclusivamente odontológica. Entre as operadoras que estão em direção fiscal, apenas sete, o que equivale a 15,9% do total, são de grande porte, ou seja, possuem mais de 100.000 beneficiários. A maior parte das operadoras sob regime de direção fiscal é de pequeno porte, um total de 56,8%.

O levantamento do IESS apresenta também os dados de regime de direção fiscal em andamento por região. A região Norte é que possui maior número proporcional de operadoras com anormalidades econômico-financeiras. Na região, 9,5% das 42 OPS existentes encontram-se nessa situação. Já 4,2% das operadoras com sede na região Centro-Oeste estão sob regime de direção fiscal. Nas regiões Sul e Nordeste, as proporções são de 3,0% e 2,5%, respectivamente. Por concentrar o maior número de sedes de operadoras, um total de 793, a Região Sudeste apresenta o maior número de operadoras com problemas econômico-financeiros, um total de 26. No entanto, este número representa o menor valor proporcional, ou seja, 3,3% de operadoras sob regime de direção fiscal.

Operadoras de pequeno porte

Com relação aos desfechos desses regimes, o documento mostra que 81,6% das operadoras que saíram do mercado ou entraram em processo de liquidação judicial eram consideradas de pequeno porte, ou seja, respondiam por até 20 mil beneficiários. “A falta de escala acaba por prejudicar os menores players do mercado, com maior dificuldade em atender as normas sobre regras financeiras do órgão regulador”, analisa o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro.

Os resultados da pesquisa reforçam a necessidade de se pensar na saúde financeira das pequenas e médias operadoras. Segundo Carneiro, há uma série de fatores que impactam nas condições econômicas das operadoras. Uma destas questões é a alteração no rol de procedimentos da ANS. “Sem uma avaliação criteriosa de custo-efetividade da incorporação de novas tecnologias, há a expansão de custos sem, necessariamente, mais eficiência e qualidade assistencial. Esse e outros fatores, como modelo de pagamentos a prestadores, podem alterar a estrutura de custos e a sustentabilidade, principalmente, das pequenas e médias operadoras”, comenta.

O processo de consolidação do setor de saúde suplementar nos últimos 10 anos tem sido acompanhado por adequações da legislação e a atuação sistemática da ANS. “A legislação sobre as garantias financeiras não deve se tornar um obstáculo para a manutenção das operadoras, mas uma maneira de garanti-la, contribuindo para o amplo atendimento de diferentes grupos de beneficiários de planos de saúde”, conclui o superintendente executivo do IESS.

Entenda a regulação

A título de informação a constatação por parte da ANS de irregularidades em alguma operadora gera um regime especial de direção técnica, que pode ser transformado em regime de direção fiscal nos casos de anormalidades econômicas/financeiras e/ou administrativas graves.

No entanto, pode-se notar que houve uma redução gradativa do número de direções fiscais ao longo do período analisado. Este fato pode ser explicado pela criação de medidas técnicas e gerenciais para o acompanhamento da situação econômico-financeira das operadoras.

SulAmérica lança campanha de vendas de produtos de Previdência 516

SulAmérica lança campanha de vendas de produtos de Previdência

Campanha “50 é Top” visa incentivar profissionais da corretagem

A SulAmérica iniciou neste mês a campanha “50 é TOP”, desenvolvida com o objetivo de incentivar novos negócios aos corretores em Previdência. Ao atingir determinado crescimento em vendas no período de junho a agosto, em comparação aos meses de março a maio, possibilitará ao parceiro da companhia ganhar até 50% de rebate.

A apuração de resultados será realizada em setembro, e a previsão é que os pagamentos sejam realizados até dezembro.

Marsh & McLennan Companies promove evento para discutir riscos para instituições financeiras 341

Marsh promove evento para discutir riscos para instituições financeiras

Evento destacará estratégias de risco para empresas do setor e terá participação de representantes da Opice Blum e Pinheiro Neto Advogados

O Grupo Marsh & McLennan Companies (MMC) promove no dia 27 de junho o evento “Instituições Financeiras: Uma Era de Governança & Mitigação de Riscos”. O encontro acontece na capital paulista, e reunirá executivos de empresas do setor financeiro com o objetivo de ajudar as empresas a compreender o atual cenário e com isso fortalecer sua estratégia de gestão de riscos.

De acordo com Javier Duran, Diretor de Risk Management da Marsh Brasil, as mudanças no ambiente legislativo somadas aos riscos emergentes provocados pela alta dependência da tecnologia estão colaborando para a mudança do perfil de risco e exposições das instituições financeiras. “Queremos compartilhar uma visão da indústria financeira no contexto macroeconômico atual, das boas práticas de governança em risco e estratégia que as empresas deveriam seguir para mitigar seus riscos, além de destacar os desafios e oportunidades presentes neste cenário”, afirma Duran.

Segundo Joaquim Patto, Principal na Mercer, é fundamental que os representantes deste setor financeiro estejam cientes do cenário e do que envolve este gerenciamento de risco. “A importância deste evento também está em mostrar aos presentes as possibilidades de proteção dos ativos e executivos, suas responsabilidades frente a empresa, clientes, órgãos reguladores e sua própria imagem”, afirma Patto.

Para o Partner da prática de Finanças & Risco da Oliver Wyman, Nuno Monteiro, a tecnologia é cada vez mais relevante para a indústria financeira o que tem consequentemente aumentado a superfície de exposição aos riscos que dela recorrem. “Diante de um cenário de competitividade acirrada, as instituições financeiras devem ativamente e de forma contínua mapear possíveis riscos e adversidades e desenvolver sua capacidade de antecipação e resposta a eventos no sentido de mitigar seus efeitos e preservar sua reputação”, explica.

Além dos executivos das empresas do grupo MMC, farão uma participação especial no evento o economista da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, e representantes da Opice Blum e Pinheiro Neto Advogados. As empresas patrocinadoras são a Liberty Seguros e a Zurich Seguros.

Para se inscrever no evento, envie um e-mail para: comunicacao.eventos@marsh.com

Instituições Financeiras: Uma Era de Governança & Mitigação de Riscos

Data: 27/06/2019
Horário: 08h30 às 12h15
Local: Buffet Palace – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1912 – Jardim Paulistano

Agenda:

08h30: Welcome Coffee & Credenciamento
09h00: Abertura (Renata Jábali, mestre de cerimônias)
09h10: Uma Visão da Economia Brasileira e um Panorama para a Indústria Financeira do Brasil (José Roberto Mendonça de Barros, economista)
09h50: Como a tecnologia está transformando a indústria financeira
10h30: Coffee Break
10h50: Responsabilidade & Exposições sob a perspectiva Jurídica – Crimes Cibernéticos & Data Breaches (Opice Blum e Pinheiro Neto)
11h30: Lições Aprendidas: Melhores Práticas de Governança (Marsh, Oliver Wyman e Mercer)
12h10: Fechamento}
12h15: Farewell Coffee

Financiamento de automóveis pela Porto Seguro cresce 43% no primeiro trimestre de 2019 767

Financiamento de automóveis pela Porto Seguro cresce 43% no primeiro trimestre de 2019

Venda de novos veículos subiu 11,4% no primeiro trimestre

Mesmo em um momento de incerteza econômica, o setor de automóveis respondeu de maneira positiva no início deste ano. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a venda de veículos novos subiu 11,4% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O financiamento para compra de veículos também acompanhou o otimismo do setor. A Porto Seguro Financeira, por exemplo, registrou um crescimento de 43% na contratação do financiamento de carros novos e seminovos durante o período.

“Crescemos quatro anos consecutivos em vendas para financiamento de usados e esse ano, no acumulado até março, tivemos um bom desempenho em novos, impulsionado pela sazonalidade de início de ano”, afirma Roger Garcia, Superintendente da Porto Seguro Financeira. O investimento em novas tecnologias e na otimização da contratação, atualmente 100% digital, também contribuiu para estimular os resultados positivos.

A Financeira permite a simulação e contratação do serviço de forma totalmente online e oferece taxas personalizadas para cada perfil, facilitando o acesso ao crédito. Segundo Garcia, o site tem sido um canal bastante utilizado para a contratação do financiamento. “No primeiro trimestre deste ano, 9,3% do total de contratações do serviço foram realizadas pelo site, enquanto em 2017, durante o ano inteiro, apenas 2,6% dos fechamentos foram feitos por este meio”, destaca.

O Estado de São Paulo teve destaque na contratação dos serviços da Porto Seguro Financeira. No total, o estado paulista representou 57% das adesões, enquanto Paraná, Minas gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina somaram 43%.

Mongeral Aegon cria área de Gestão da Inovação 740

Executiva Renata Loyola vai assumir a posição

A executiva Renata Loyola / Divulgação
A executiva Renata Loyola / Divulgação

Com quase 200 anos de atividade ininterrupta no Brasil, a seguradora multinacional Mongeral Aegon acaba de criar a superintendência de Gestão da Inovação. A empresa contratou a executiva Renata Loyola para assumir a posição.

Graduada em Desenho Industrial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Renata acumula mais de 20 anos de experiência em grandes empresas de diferentes mercados, com passagem na Oi S.A, Rede Globo e Globo.com.

Renata Loyola será responsável pela gestão de todo ecossistema e as mais de 30 iniciativas de inovação do Grupo Mongeral Aegon. A nova superintendente também passa a coordenar as edições do Insurtech Innovation Program e as ações de open innovation.

Renata reporta diretamente ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.

Smartia lança e-book para esclarecer dúvidas sobre a contratação de Seguro Auto 947

Smartia lança e-book para esclarecer dúvidas sobre a contratação de Seguro Auto

Livro digital esclarece principais dúvidas dos clientes

Nos dias de hoje, é quase impossível os motoristas pensarem em ter um carro sem contar com o serviço de seguro. Embora representem um custo significativo para a manutenção do veículo, os seguros ajudam a evitar uma série de dores de cabeça futuras.

Em cidades com alto índice de roubo de carros, como São Paulo e Rio de Janeiro, ter seguro é uma forma de reaver o veículo, sem precisar gastar novamente com a compra. Para se ter uma ideia, a capital paulista registrou no ano passado mais de 13.000 casos de roubos de automóveis.

Pensando nisso, a Smartia, primeiro site de seguros on-line do país, está lançando um e-book que responde às principais dúvidas sobre a solicitação de serviço do seguro. Esse conteúdo é interessante para todas as pessoas que já possuem veículo, mas que ainda não possuem seguro ou que compraram recentemente um carro.

Como contratar seguro auto

O e-book da Smartia é focado em responder questões sobre a contratação desse serviço. Basicamente, ele é dividido em oito perguntas. A primeira delas se refere à necessidade de fazer a cotação de seguro.

Como esse serviço é cobrado de maneira diferente em cada corretora, é importante que os motoristas avaliem esse custo antes da contratação. Depois disso, o conteúdo analisa a necessidade do interessado prestar algumas informações para contratar o serviço.

Vale notar que o preço pago pelo seguro depende de uma série de fatores, como a idade do motorista e a localidade em que ele mora. Quanto maior for o risco para a seguradora, maior será o custo.

O conteúdo aborda ainda quais documentos são necessários para contratar um seguro auto. Assim, o motorista já pode providenciá-los, antes mesmo de pensar em assinar o contrato.

A Smartia esclarece ainda por quanto tempo vale um seguro e se ele pode ser colocado no nome de outra pessoa — que não o motorista do veículo. Por meio dessas informações, a empresa espera que o público fique mais informado para contratar esse serviço tão indispensável nos dias de hoje.

Você pode baixar o e-book e ficar por dentro de todos os detalhes importantes, além de poder acompanhar o blog da Smartia para aguardar as demais partes e poder contratar um seguro de carro sem qualquer dúvida.