Melhorias no tratamento do câncer 2226

Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou rol de procedimentos

O câncer é uma das doenças que mais desafia os sistemas de saúde no Brasil e no mundo. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), devem surgir no país 1,2 milhão de novos casos da doença em 2018 e 2019. Só este ano, a estimativa é de 582 mil novos casos. Atenta ao problema e para reforçar a preocupação com o tema – lembrado neste domingo (4/2), Dia Mundial do Câncer –, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destaca algumas das principais medidas que vêm sendo propostas e implementadas junto ao setor de planos de saúde para prevenir e tratar a doença.

Desde janeiro, a lista mínima obrigatória de cobertura dos planos de saúde contempla novos procedimentos dedicados ao cuidado oncológico. Foram incluídos oito medicamentos orais para tratamento de diversos tipos de câncer, como de pulmão e próstata, além de melanoma e leucemia. Também foi adicionado à lista mínima o exame PET-CT para o acompanhamento de tumores neuroendócrinos e a cirurgia laparoscópica para tratamento do câncer de ovário. Alguns destes procedimentos possuem as chamadas Diretrizes de Utilização, que estabelecem critérios para que a cobertura seja obrigatória, o que permite uma incorporação mais ampla de novas tecnologias. Com a atualização do Rol, a ANS busca assegurar acesso dos beneficiários de planos de saúde a procedimentos nos quais os ganhos coletivos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes, refletindo no ganho de qualidade de vida.

A Agência também incentiva as operadoras de planos de saúde a implantarem programas de promoção da saúde e prevenção de doenças (Promoprev), uma vez que o aumento da prevalência das doenças crônicas, incluindo o câncer, enseja ações mais voltadas para os cuidados preventivos. De acordo com última edição do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, somente em 2016, os beneficiários de planos de saúde realizaram 1.004.900 consultas com oncologista, 1.184.159 sessões de quimioterapia, 1.216.632 sessões de radioterapia e 314.748 internações decorrentes de neoplasias.

Outra frente da ANS voltada a melhorias na assistência oncológica prestada pela saúde suplementar é o Projeto OncoRede. A iniciativa, desenvolvida em parceria com institutos de pesquisa, instituições de referência no tratamento do câncer e associações de pacientes, visa implantar um novo modelo de cuidado para beneficiários de planos de saúde, propondo um conjunto de ações integradas para reorganizar, estimular a integração e aprimorar a prestação de serviços de atenção oncológica na rede de saúde suplementar.

“Na prática, o que a ANS busca é um sistema de saúde organizado e responsivo, com regras claras, profissionais capacitados e informação acessível. Os resultados que esperamos são um diagnóstico mais preciso da situação atual do cuidado oncológico, o estímulo à adoção de boas práticas na atenção hospitalar e melhorias nos indicadores de qualidade da atenção ao câncer nos planos de saúde”, explica Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS.

O modelo proposto pela ANS e parceiros contempla ações de promoção e prevenção à doença, destacando-se medidas como: busca ativa para diagnóstico precoce, continuidade entre o diagnóstico e o tratamento, informação compartilhada, tratamento adequado em tempo oportuno, com articulação da rede e a inserção da figura do navegador para garantir que o paciente com suspeita ou diagnóstico de câncer consiga seguir o percurso ideal para o cuidado, pós-tratamento e outros níveis de atenção (cuidados paliativos) e a proposição de novos modelos de remuneração que garantam a sustentabilidade econômico-financeira do setor.

Projeto busca modelo centrado no paciente

O Projeto OncoRede envolve 21 operadoras de planos de saúde e 21 prestadores de serviços, além da participação de 14 instituições parceiras. A ANS irá monitorar a efetividade do programa através de indicadores de qualidade que avaliam itens como a disponibilização de apoio multiprofissional na unidade de atendimento, o percentual de mulheres entre 50-69 anos que realizaram mamografia e o tempo médio entre o diagnóstico e o tratamento, entre outros.

O diretor Rodrigo Aguiar lembra que o Brasil mantém uma organização da saúde centrada na figura do médico e no atendimento curativo, quando o ideal – especialmente em se tratando de uma doença como o câncer – é que o modelo assistencial seja centrado no paciente, com atuação de equipes multiprofissionais e ações voltadas para mudanças de hábitos de vida e reorganização da rede assistencial. “Dois dos principais problemas que afetam diretamente a efetividade da atenção aos pacientes com câncer no Brasil dizem respeito à qualidade do diagnóstico, com fragmentação das intervenções mais relevantes, e a ausência de coordenação do cuidado prestado nos diferentes níveis de complexidade da rede”, aponta.

O OncoRede tem promovido a interlocução ativa entre atores do setor, com realização de eventos presenciais e virtuais junto às operadoras, prestadores e instituições parceiras. Os resultados serão reunidos em uma publicação com orientações para o sistema de saúde suplementar, com previsão de lançamento ainda em 2018.

Confiança divulga aviso sobre quadro geral de credores 609

Confiança

Divulgação foi realizada no Diário Oficial da União

A disponibilização do Quadro Geral de Credores e do Balanço Patrimonial da Confiança Seguros, com data base em 31 de agosto de 2018, foi divulgada através de publicação no Diário Oficial da União (DOU), nos dias 10 e 11 de outubro de 2018.

Conforme parágrafo único do art. 25 da Lei 6.024/77, aplicado conforme o disposto no art. 3º da Lei 10.190/2001, qualquer interessado poderá impugnar a legitimidade, o valor ou a classificação dos créditos constantes do referido quadro.

A impugnação deve ser apresentada por escrito, devidamente justificada, instruída com os documentos julgados convenientes, em 10 dias contados a partir da data da publicação do aviso (até a data limite de 22/10/2018). No documento de impugnação, o impugnante deverá apresentar seus meios de contato: endereço, telefone e e-mail. A impugnação poderá ser protocolada na sede da massa liquidanda (Rua Sete de Setembro, 627, 9º andar, Centro Histórico, Porto Alegre, RS, CEP 90010-190, no horário de 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00, de segunda à sexta-feira, encaminhada via correspondência ou por meio do e-mail liquidante@confiancaseguros.com.br. O titular do crédito impugnado será notificado pelo liquidante (caso não seja ele quem estiver impugnando o crédito) e, a contar da data do recebimento da notificação, terá o prazo de cinco dias para oferecer as alegações e provas convenientes à defesa de seus direitos. Caberá à Susep a decisão sobre as impugnações.

Somente são passíveis de habilitação os créditos para os quais há certeza de sua existência e de seu valor. Dessa forma, somente processos judiciais com o trânsito em julgado foram habilitados. Para processos judiciais sem o trânsito em julgado, a massa liquidanda, oportunamente, procederá à reserva de crédito. No entanto, em dois casos houve a determinação judicial para que se procedesse a reserva de fundos. Quando da publicação do QGC definitivo, será disponibilizada conjuntamente a relação de reservas de crédito. A habilitação de créditos não cessou com a publicação do aviso. Assim, créditos pendentes de documentação, assim como créditos oriundos de processos judiciais serão habilitados tão logo as pendências sejam sanadas. No arquivo QGC relatório analítico, os créditos são apresentados por classificação e com o nome do (a) credor (a), número do CPF/CNPJ, valor do crédito e número do processo de habilitação.

Dúvidas poderão ser sanadas no mesmo endereço e, alternativamente pelo e-mail ouvidoria@confiancaseguros.com.br ou pelo fone (51) 3215-8301, respeitado o prazo aberto para impugnação.

O despacho no DOU é assinado pelo liquidante, Jesus Cláudio da Silveira.

Roubo de veículos cai 17,3% no 3º trimestre, no RJ 628

Caem roubos de veículos no Rio de Janeiro

Presidente da Aconseg-RJ está confiante na consolidação desse índice

O presidente da Associação das Assessorias de Seguros do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ), Luiz Philipe Baeta Neves, está bastante confiante na consolidação da tendência de queda dos percentuais de roubos e furtos de veículos e cargas no Rio de Janeiro. Ele atribui à intervenção militar no Estado os bons resultados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), segundo o qual os de roubos de carros apresentaram queda da ordem de 17,3% no terceiro trimestre, comparado ao mesmo período do ano passado.

Baeta lembra que, inicialmente, o comando da intervenção enfrentou problemas em razão da falta de verbas. “O dinheiro demorou a chegar e, quando chegou, era preciso cumprir vários procedimentos no processo de compras para não infringir a lei. Isso demandou tempo, mas, agora, estão aprimorando. Então, os resultados apurados são reflexos da intervenção no estado”, observa.

Para o presidente da Aconseg-RJ, o resultado do segundo turno das eleições presidenciais também podem influir no processo de melhoria dos índices de roubos de carros, de cargas e de transportes.Na opinião do executivo, se for mantida a perspectiva apontada pelos instituto de pesquisa em relação a eleição presidencial, possivelmente será mantida a intervenção no RJ e “a melhoria naqueles índices será maior ainda”. Por essa razão, Luiz Philipe Baeta Neves afirma que a Aconseg vê esse momento com perspectivas de mais realizações e de um futuro “muito bom” pela frente.

Thinkseg Group está entre as 100 insurtechs mais inovadoras do mundo 502

Thinkseg

A lista foi criada pela FinTech Global para destacar as empresas que todos os líderes do mercado devem conhecer em 2019

O Thinkseg Group acaba de ser inserido na seleta lista InsurTech 100, produzida pela FinTech Global, empresa especialista em pesquisas e levantamento de dados, que denomina as 100 insurtechs mais inovadoras do mundo. O ranking, divulgado na última quinta-feira, dia 11 de outubro, usou como um dos principais critérios as soluções tecnológicas oferecidas pelas empresas selecionadas ao mercado de seguros e resseguros.

A lista é composta por insurtechs de diversos países do mundo, com destaque para os Estados Unidos, onde opera a maioria delas. O Thinkseg Group está entre as únicas duas empresas brasileiras selecionadas.

Fundado em 2016, o Thinkseg Group foi criado para revolucionar o mercado de seguros brasileiro ao oferecer uma experiência totalmente digital ao consumidor, com produtos construídos e precificados de forma inédita. Em parceria com as principais seguradoras, uma de suas verticais, a Thinkseg, utiliza telemetria e inteligência artificial para oferecer produtos customizados, pensando não apenas no perfil, mas também no comportamento de cada cliente.

Criado por um único investidor com modelo de partnership, o Thinkseg Group não tem participação de grandes bancos, seguradoras ou fundos de investimentos. O resultado disso é total transparência, flexibilidade e agilidade para oferecer serviços e soluções em parceria com diferentes agentes do mercado, pensando sempre no consumidor em primeiro lugar.

Na primeira operação de aquisição entre insurtechs no Brasil, em junho deste ano, o Thinkseg Group multiplicou sua carteira de clientes ao adquirir a Bidu Corretora, uma veterana no ambiente digital e uma das primeiras corretoras de seguro online do país que, hoje, é líder isolada na geração de tráfego orgânico e na consequente aquisição de clientes para diversos tipos de seguros.

De acordo com Andre Gregori, CEO e fundador do grupo, ter esse reconhecimento mostra que estão no caminho certo, ao oferecer aos clientes uma forma totalmente digital e inovadora de contratar seguros, trazendo real disrupção e melhorias para todos do mercado. “O nosso principal objetivo é inovar no mercado, utilizando a tecnologia para oferecer produtos personalizados, além de desburocratizar o acesso aos seguros no Brasil. Por isso, fazer parte desta lista é um reflexo de que estamos realmente atendendo aos anseios do consumidor moderno, que está cada vez mais digitalizado e procurando por novas formas de adquirir os seus produtos”, afirma Gregori.

A pesquisa começou a ser realizada em junho deste ano, com a identificação dos principais players do mercado de seguros e resseguros. Assim, a FinTech Global iniciou um processo de seleção das melhores companhias, por meio da realização de entrevistas detalhadas, para levantamento de informações e análises de cases. Com a definição dos melhores projetos e soluções apresentadas, a startup global definiu as 100 finalistas que compõem a lista.

As empresas de destaque foram escolhidas por um painel de experts da indústria de seguros, que revisaram as análises de 637 insurtechs identificadas pela FinTech Global. As insurtechs finalistas foram reconhecidas por seus usos inovadores de tecnologia para resolver algum problema significativo do mercado, crescimento em termos de capital e potencial para gerar economias de custos ou melhorias de eficiência em toda a cadeia de valor dos seguros.

Mercado em ascensão

Segundo a FinTech Global, o setor de insurtechs é um dos mais importantes dentro do mercado de fintech. Desde 2015, mais de 7 bilhões de dólares foram investidos por essas startups em soluções de seguro e resseguro no mundo, fazendo com que os investidores percebessem o No Brasil, o mercado de insurtechs cresce continuamente, contando atualmente com 78 empresas, conforme o último levantamento do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

A FinTech Global identifica que há muita especulação sobre as insurtechs no mercado, porém as informações ainda são muito superficiais, incoerentes e não satisfazem às principais necessidades de dados requeridos pelos tomadores de decisões de incubadoras. Por isso, a criação da lista InsurTech 100 ajuda os líderes do mercado de seguros na identificação de negócios de sucesso, oferecendo análises aprofundadas sobre as melhores iniciativas dentro do setor de insurtechs.

Bradesco Seguros inaugura Sucursal em Chapecó (SC) 436

Bradesco Seguros Chapecó

Executivos da companhia prestigiam volume de negócios na região

Com a presença de Marco Antonio Gonçalves, Diretor-Geral da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, aproximadamente 80 operadores participaram da inauguração na Sucursal da Bradesco Seguros, em Chapecó (SC). O Diretor Comercial, Leonardo Pereira de Freitas; a Superintendente de Mercado, Yara Schiefler; a Corporate, Adriana dos Santos Macedo e o Superintendente Regional Corporate, Ederson Daronco, também marcaram presença neste momento ímpar para o setor de seguros na região.

Um público de funcionários internos e da área comercial, corretores e demais executivos participaram ainda de um momento de benção e unção da nova sede. “Valorizamos toda produção já conquistada e pedimos todo apoio para continuarmos com o grande volume de produção e representatividade que a Sucursal já possui”, explica Anderson Mundim, Superintendente Região Sul da seguradora.

Confira imagens – Inauguração da Sucursal Bradesco Seguros em Chapecó (SC)

317 empresas são autuadas por operar no mercado de seguros sem autorização 650

Empresas

Divulgação da lista é iniciativa inédita da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Em uma ação inédita, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) passa a divulgar uma listagem de empresas e entidades, nacionais e estrangeiras, identificadas e autuadas por não possuírem autorização da autarquia para operar com produtos de seguro. A lista será atualizada periodicamente e abrange o chamado “mercado marginal” como um todo, não apenas a intitulada “proteção veicular”, pois foram identificadas também operações indevidas em relação aos ramos de seguros de vida, funeral, entre outros.

Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, um órgão supervisor forte preza pela eficiência do setor, de forma transparente, atuando como agente de proteção ao consumidor e combate ao chamado “mercado marginal”. “Estamos falando de empresas e entidades que foram identificadas pela área de fiscalização comercializando, de forma irregular, produtos similares aos de seguro. Além disso, há também outras empresas que são constituídas fora do Brasil e não possuem autorização para comercializar serviços no mercado brasileiro”, enfatiza.

Entre as regras e os critérios preestabelecidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) para a constituição de sociedades seguradoras, estão: as de solvência – que atestam a condição que uma companhia possui, entre ativos e passivos, para arcar com seus compromissos financeiros; bases técnicas atuariais que visam a estabelecer probabilidades de riscos; e a fiscalização em relação às condições legais para eleição dos seus administradores.

Nessa mesma linha, o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, reitera que todas as empresas que comercializam produtos de seguro precisam ser autorizadas pela Susep. “A autarquia mantém uma força-tarefa constante no sentido de coibir e enfrentar a realização de operações de seguros por empresas sem autorização”, afirma, ressaltando que a Susep vê o chamado “mercado marginal” com preocupação. “A prática ilegal (sem autorização) causa prejuízos à população porque não há proteção para o consumidor. O consumidor precisa estar bem informado.”, orienta.

Orientações ao consumidor

A lista de empresas e entidades nacionais e internacionais divulgada pela Susep leva em consideração os processos administrativos sancionadores julgados em primeira instância no âmbito da autarquia, tendo caráter informativo e não exaustivo. Confira a lista na íntegra.

Em relação às empresas estrangeiras, a autarquia alerta que há denúncias sobre a comercialização de produtos de seguro de forma irregular no Brasil – sem a autorização da Susep -, e que tal prática vai de encontro à legislação brasileira.

A Susep orienta que, antes da contratação de qualquer produto de seguro, seja realizada uma pesquisa sobre a empresa para certificar que ela é autorizada pela autarquia neste link.