Conheça uma das lojas mais sofisticadas do litoral gaúcho 8151

Seguro Sem Mistério foi conhecer instalações da Helè Home

A apresentadora do Seguro Sem Mistério foi conferir de perto uma das lojas mais sofisticadas do litoral gaúcho. A Helè Home oferece produtos de cama, mesa, banho e decoração com alta qualidade e exclusividade!

A atração é apresentada de forma inédita sempre aos domingos, a partir das 11h30min, nos canais 520 e 20 da NET na Grande Porto Alegre; E ainda no 526 e 26 nas demais regiões do Rio Grande do Sul. Consulte o guia de programação e verifique as reprises de terça a domingo.

Número de passageiros da terceira idade vem aumentando a cada ano 187

Número de passageiros da terceira idade vem aumentando a cada ano

Perfil dos viajantes mudou na última década, segundo Affinity Seguro Viagem

Engana-se quem pensa que viajar é uma paixão apenas de jovens. O perfil dos clientes que buscam o seguro viagem para deixar o país vem mudando nos últimos anos. De acordo com dados da Affinity, na última década os passageiros da terceira idade cresceram consideravelmente. No passado, a maioria dos viajantes atendidos no exterior – que sofreram algum incidente e precisaram acionar o seguro viagem – tinham, em média, até 40 anos de idade. Atualmente, essa faixa etária chega 65 anos.

José Carlos Menezes é diretor geral da Affinity Seguros
José Carlos Menezes é diretor geral da Affinity Seguros / Divulgação

“Nós sempre atendemos a um público variado, poderia dizer que temos passageiros de 18 até 95 anos, sem exagero. Os viajantes com mais idade ou mais experiência já conhecem melhor o produto seguro viagem e então fazem questão de contratá-lo antes de deixar o país. Já os mais jovens, ou aqueles que vão realizar sua primeira viagem internacional, muitas vezes não têm conhecimento sobre os seguros e sua importância”, avalia o diretor geral da Affinity, José Carlos Menezes.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. E a tendência é que esse número continue crescendo no futuro. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2050 cerca de 30% da população brasileira será formada por pessoas com mais de 65 anos.

Fator Seguradora e Agensel prestigiam QG do JRS no Litoral Gaúcho 515

Fator Seguradora e Agensel prestigiam QG do JRS no Litoral Gaúcho

Encontro do último sábado foi regado ao tradicional churrasco gaúcho e espumantes Cave Di Pozza

A chuva não espantou os veranistas do Litoral Norte do Rio Grande do Sul no último final de semana. No sábado, 19, executivos da Fator Seguradora e da assessoria Agensel participaram do tradicional encontro promovido pelo JRS na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS).

O executivo João Lagranha, da Fator Seguradora, além de Djalma e Mauricio Jardim, da Agensel, participaram da ação acompanhados de suas esposas. Os momentos especiais foram regados ao tradicional churrasco gaúcho, além dos deliciosos espumantes da Cave Di Pozza, patrocinadora oficial da ação de verão do JRS.

O âncora Jota Carvalho aproveitou a expertise dos especialistas para gravação do Seguro Sem Mistério especial de verão. A atração é veiculada diariamente com edição inédita aos domingos, a partir das 11h30min, nos canais 520 e 526 da NET Rio Grande do Sul. Ambos os participantes ressaltaram a importância do seguro em todos os períodos do ano.

Seguro Digital: não é se, mas quando 905

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato 461

Seguro habitacional cobre vícios ocultos mesmo após quitação do contrato

Entenda a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

A quitação do contrato de mútuo para aquisição de imóvel não extingue a obrigação da seguradora de indenizar os compradores por vícios de construção ocultos que impliquem ameaça de desabamento.

Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao recurso de uma proprietária de imóvel para que, superada a preliminar de ausência de interesse processual, o juízo de primeira instância prossiga no julgamento da demanda.

A recorrente havia comprado o imóvel com financiamento da Caixa Econômica Federal e seguro obrigatório. Alegando ter constatado risco de desabamento, ela acionou o seguro, mas a cobertura foi negada e o caso foi parar na Justiça. Em primeira e segunda instância, o pedido da proprietária foi negado ante a quitação do contrato.

Segundo a ministra relatora do recurso no STJ, Nancy Andrighi, à luz dos parâmetros da boa-fé objetiva e da proteção contratual do consumidor, os vícios estruturais de construção estão acobertados pelo seguro habitacional.

Ela explicou que os efeitos do seguro devem se prolongar no tempo, ainda que os defeitos só se revelem após o fim do contrato.

Nancy Andrighi destacou as características desse tipo de seguro – uma obrigação para que o consumidor consiga o financiamento: “O seguro habitacional tem conformação diferenciada, uma vez que integra a política nacional de habitação, destinada a facilitar a aquisição da casa própria, especialmente pelas classes de menor renda da população”.

De acordo com a relatora, é um contrato obrigatório “que visa à proteção da família, em caso de morte ou invalidez do segurado, e à salvaguarda do imóvel que garante o respectivo financiamento, resguardando, assim, os recursos públicos direcionados à manutenção do sistema”.

Interesse público

No entendimento da ministra, a ótica do interesse público reforça a importância da garantia do seguro, na medida em que a integridade estrutural do imóvel é condição essencial para que o bem se mostre apto a acautelar o financiamento e, consequentemente, assegure a continuidade da política habitacional.

“Assim como a entrega da obra não extingue a obrigação do construtor pela solidez e segurança da edificação, a conclusão do contrato de seguro não afasta a responsabilidade da seguradora quanto ao risco coberto que nasceu durante a sua vigência, o qual, nos termos do artigo 779 do Código Civil de 2002, compreende todos os prejuízos resultantes ou consequentes dos vícios de construção”, afirmou.

Nancy Andrighi destacou que, se não fosse esse o entendimento, o segurado que antecipasse a quitação do financiamento teria menor proteção em comparação com aquele que fizesse os pagamentos apenas nos prazos acordados.

Leia o acórdão

GBOEX dá dicas para uma viagem sem preocupações 237

GBOEX dá dicas para uma viagem sem preocupações

Associados contam com vantagens especiais em opções de viagens e lazer

O verão é o período em que muitas famílias programam suas viagens e seus momentos de lazer. Por isso, o GBOEX preparou algumas dicas para que você possa viajar com mais tranquilidade e segurança.

Atenção aos cuidados com a casa:

  1. Desligue todos os equipamentos da tomada;
  2. Não deixe na geladeira comidas que possam estragar;
  3. Tranque bem todas as portas, portões e janelas;
  4. Feche o registro da água para evitar vazamentos;
  5. Desligue o gás;
  6. Peça para alguém de confiança visitar sua casa e garantir que está tudo bem.

Associados GBOEX contam com as vantagens da Rede de Convênios, e encontram muitas opções para ajudar a organizar e programar as férias. São diversas opções de hotéis e pousadas de norte a sul do Brasil que chegam a contar com até 50% de desconto nas diárias. Parques temáticos, como o Marina Park e o Acqua Lokos, localizados no Litoral Norte Gaúcho, possuem descontos que podem variar de 30 a 40% sobre o valor do ingresso.

Todos os estabelecimentos que fazem parte da Rede de Convênios podem ser conferidos em conveniosgboex.com.br. Maiores informações também podem ser obtidas nas Unidades de Negócios e Pontos de Atendimento do GBOEX.

A Rede de Convênios contribui para que você aproveite a vida com muitas vantagens. GBOEX – 105 anos proporcionando proteção e muitas vantagens para seus clientes. Saiba mais em www.gboex.com.br.