Unimed do Brasil registra aumento da participação das mulheres em cargos de liderança 1568

Dos cerca de 350 colaboradores da Confederação, 62% são do sexo feminino

No Dia Internacional da Mulher, a Unimed do Brasil – representante institucional das 346 cooperativas que atuam sob a marca Unimed – registra um aumento da representatividade feminina em cargos de liderança. De acordo com levantamento interno, dos cerca de 350 colaboradores da Confederação, atualmente 62% são mulheres, sendo que 45% ocupam cargos de liderança (diretoria, gerência e coordenação). Em comparativo ao ano anterior, ocorreu aumento de 12% no índice de liderança feminina.

“O fato de termos um número significativo de colaboradoras mulheres é motivo de orgulho e também reflete o cenário mundial. As mulheres estão cada dia mais bem posicionadas no mercado de trabalho, são excelentes profissionais e naturalmente vem ocupando cargos cada vez mais relevantes nos mais diversos segmentos da nossa economia”, diz Viviane Malta, diretora de Administração e Finanças da Unimed do Brasil.

Para ter uma ideia deste cenário no Brasil: em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho; em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas, segundo levantamento do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para homenagear as colaboradoras, a Unimed do Brasil promove em seu escritório em São Paulo, um bate-papo especial para discutir a importância de mudanças de hábitos, que visam proporcionar melhorias na qualidade de vida. A conversa, que acontecerá no dia 8 de março, contará com a intermediação da executiva Viviane Malta.

São Caetano do Sul e Sorocaba conhecem nova Campanha de Incentivo da Previsul 408

São Caetano do Sul e Sorocaba conhecem nova Campanha de Incentivo da Previsul

Lançamentos acontecem nos dias 26 e 27 de março, em São Paulo

Nesta semana, a Previsul Seguradora apresenta a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em São Caetano do Sul e Sorocaba (SP). Até maio, a Previsul passará por 27 cidades em 12 estados para apresentar a campanha.

Mais do que incentivo, a Previsul Seguradora aposta no reconhecimento do esforço dos corretores em alcançar cada vez melhores resultados. A companhia está em constante evolução e busca sempre oferecer mais vantagens e benefícios ao corretor, seu principal parceiro na comercialização dos seguros.

“Os corretores são nossos parceiros diários na ampliação da presença da Previsul em todos os cantos do Brasil. Por isso nada melhor do que reconhecer esse esforço com uma viagem para um dos lugares que mais cresce e gera negócios no mundo: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos”, afirma a diretora de Negócios e Marketing, Andréia Araújo, citando a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

“Temos uma revolução em curso”, diz Solange Vieira ao tomar posse na Susep 494

O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursa durante a posse de Solange Vieira como superintendente da Susep / Reprodução

Cerimônia que marca primeira mulher no posto de superintendente da autarquia aconteceu na sexta-feira

“Temos uma revolução em curso. As insurtechs aparecem como uma nova forma de fazer e comercializar seguros. Precisamos acelerar a velocidade de novos produtos no mercado”, disse Solange Vieira Paiva ao ser oficialmente empossada como superintendente da Superintendência de Seguros Privados. Trata-se da primeira mulher a ocupar o cargo na autarquia.

Em seu discurso, Solange agradeceu a confiança do ministro da Economia, Paulo Guedes, em seu novo desafio à frente da Susep, e ressaltou a relevância do setor de seguros como um alicerce de crescimento para empresas e grandes segmentos e de proteção ao cidadão.

Segundo ela, é necessário flexibilizar o ambiente regulatório e harmonizar às leis aos avanços tecnológicos. “Precisamos desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competição, garantir segurança jurídica e, acima de tudo, tornar o seguro um produto simples e acessível à população”, enfatizou.

Solange Vieira também abordou a baixa participação de seguros, previdência complementar aberta e capitalização no PIB brasileiro, principalmente se comparada a dos Estados Unidos que é de 11%. “Nosso índice de penetração, dado pela relação prêmio/PIB, nos coloca em relação inferior à África do Sul e ao Chile. E quando comparado com o grupo de países em desenvolvimento, estamos na 14ª posição”, pontuou.

A participação do Estado como protagonista do setor de seguros também permeou a exposição da superintendente. “Por que no resseguro ainda temos uma empresa na qual o governo tem golden share e participação de 11,7%? Por que nossa maior seguradora é o Estado, com seguro de crédito à exportação, seguros rurais, de acidente de trabalho, auxílio-doença, dentre outros seguros?”, indagou, afirmando que é necessário reduzir a participação do Estado. “Precisamos de mais Brasil e menos Brasília”, salientou.

Ainda no âmbito governamental, Solange Vieira disse acreditar no trabalho conjunto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Susep para o aprimoramento do mercado de capitais. Outro ponto realçado por ela foi a tecnologia como ferramenta para eficiência financeira e operacional. “Temos uma revolução em curso. As insurtechs aparecem como uma nova forma de fazer e comercializar seguros. Precisamos acelerar a velocidade de novos produtos no mercado”, observou.

Durante o evento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, enfatizou a importância do setor de seguros para o País e seu enorme potencial de crescimento. Ele defendeu a importância de um Estado menor também no setor de seguros. “Tem um enorme território à frente a ser conquistado. Nós vamos trocar o eixo da economia efetivamente de uma economia de planejamento central, de uma economia dirigista, onde o Estado decide tudo. Nós estamos trocando esse eixo para mercado”, explicou.

Também compuseram a mesa de autoridades da solenidade, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o secretário-executivo do ministério da Economia, Marcelo Guaranys. Cerca de 250 pessoas entre dirigentes do Governo, representantes de entidades do setor de seguros e servidores da Susep acompanharam a cerimônia.

Trajetória

Em sua carreira, a economista Solange Vieira participou de grandes projetos do Governo, como a reforma da Previdência em 2000, com a criação do fator previdenciário e, mais recentemente, da criação da Nova Previdência. Foi secretária de Previdência Complementar e secretária de Administração da Advocacia-Geral da União (AGU). No Supremo Tribunal Federal, atuou como assessora da presidência. Presidiu a Agência Nacional de Aviação (Anac). Foi chefe do gabinete da presidência do BNDES, onde também foi presidente do Fundo de Previdência Social (Fapes).

Futuro e gerenciamento de negócios são temas de palestras da 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr 462

Evento aconteceu nos dias 21 e 22 de março em Curitiba (PR)

A 6ª Convenção Nacional da Lojacorr levou mais de 1.200 participantes de todas as regiões do Brasil à Capital paranaense. O objetivo do evento foi de entregar conteúdo, com as palestras ao longo dos dias 21 e 22 de março, e promover negócios, nos relacionamentos nos lounges e nas Mesas de Negócios, espaços em que as companhias seguradoras puderam atender corretores presentes.

Para o palestrante Arthur Igreja o profissional do futuro é alguém que enxerga a transformação. “Quando nos assustamos com as profissões do futuro é porque estamos tentando entender o que virá com as ferramentas que temos hoje”, afirmou. “O futuro é absurdo, é muito diferente do que conhecemos hoje, a distância entre o real e a ficção é uma linha tênue”, acrescentou.

Igreja também crê que não basta apenas ter um objetivo, mas, sim, ter um propósito. “O profissional do futuro tá acordando todo dia e se perguntando qual é a sua caixa de ferramenta e qual a ferramenta tem que trocar, pois esse é o mundo dos que se adaptam e tem propósitos”, disse. “No mundo que estamos vivendo, as respostas mudam o tempo todo e a coisa mais inteligente que fazemos é buscar referências e não respostas”, concordou o também palestrante Allan Costa. “Quando você amplia suas referências e das pessoas a sua volta, você está ampliando tudo ao seu redor e da sua empresa”, acrescentou.

Além disso, o antropólogo e escritor, Professor Marins, lembrou da importância de se vivenciar o presente. “O único momento em que somos inteligentes e livres é aqui e agora e o nosso maior desafio é o da atenção, pois as pessoas não estão no exato momento”, comentou. “É preciso reeducar, aprender a encher a cabeça do momento presente e aprender a mais simples das coisas: que eu não existo nenhum segundo a mais ou a menos”, finalizou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr 324

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr

Delphine Maisonneuve foi uma das convidadas para o talk show “Humanização como Agente de Mudanças”

A CEO da AXA no Brasil, Delphine Maisonneuve, participou hoje do Talk Show “Humanização como Agente de Mudanças”, parte da programação da 6ª Convenção da Lojacorr no ExpoUnimed em Curitiba. No evento, que reúne corretores, gestores e dirigentes das áreas de seguros de todo o Brasil, Delphine debateu os desafios do ambiente digital e as oportunidades que este modelo apresenta para corretores e seguradoras.

“A digitalização pode gerar muitas oportunidades e o mercado de seguros não pode ficar fora do celular, que é hoje o dispositivo mais presente em nossa rotina. Com a agilidade que o digital confere aos processos, o  corretor tem mais tempo para fazer o que mais importa, que é vender, entender o cliente”, afirma Delphine.

Para a executiva, a digitalização abre novos mercados, demanda produtos para os riscos emergentes e elimina as barreiras geográficas da distribuição. Pensando no resultado, o digital possibilita reduzir custos, garante agilidade e traz segurança.

Uso da tecnologia auxilia corretor de seguros a poupar tempo 617

Profissional ainda é a figura que inspira confiança nos consumidores

O uso da tecnologia de forma integrada, ou seja, por parte das companhias e dos corretores de seguros, auxilia estes profissionais a pouparem tempo. É o que acreditam os seguradores Delphine Maisonneuve, CEO da Axa Seguros; André Lauzana, Vice-Presidente da SulAmérica; Edson Franco, CEO da Zurich Seguros; Luis Gutiérrez, CEO da Mapfre; e Renato Pedroso, CEO da Previsul Seguradora. Executivos estiveram presentes nesta sexta-feira (22) na 6ª Convenção Nacional da Lojacorr, em Curitiba (PR).

A CEO da Axa, que está no Brasil há sete meses, lembra que há não muito tempo atrás os brokers e e agentes tinham receio do meio digital, um certo medo de que ultrapassaria a presença física. “A verdade é que o digital complementa para ajudar a chegar até o cliente e poupa tempo, pois é muito melhor passar tempo com o cliente avaliando as suas necessidades do que perdendo tempo com burocracias”, comentou ao lembrar que em pesquisa realizada pela sua empresa na França, os profissionais que faziam uso da tecnologia apresentavam diferenças de crescimento notáveis em comparação aos que não utilizavam.

Ainda que o digital esteja inerente ao atendimento, é possível torná-la uma experiência ainda mais humana. “As tecnologias facilitaram o relacionamento com corretores e consumidores, e o nosso foco é satisfazer necessidades para fazer o dia a dia mais fácil, mas as empresas são feitas de pessoas e os funcionários tem que estar dentro do desenvolvimento da tecnologia por parte da empresa para ajudar a entender o lado humano”, acredita o CEO da Mapfre, Luis Gutiérrez.

Humanizar o mercado de seguros também é eliminar o “segurês” dos termos e das palavras. “Temos um princípio dentro do mercado que o digital é o meio e não o fim, pois ele traz uma autonomia ao corretor de forma que ele consiga traduzir os produtos aos clientes com mais facilidade”, disse o CEO da Previsul Seguradora, Renato Pedroso. “Assim o corretor não precisa ficar focado em questões administrativas e vai mesmo para o lado da consultoria”, acrescentou.

Além disso, embora os processos tecnológicos signifiquem aproximação, complementação de algo ou substituição, o corretor de seguros ainda é a figura que inspira confiança e credibilidade para o consumidor. “O corretor já entendeu que a tecnologia não é uma barreira entre ele e o cliente, pois no final do dia o que as pessoas confiam a nós é uma família ou um bem importante para eles”, crê o Vice-Presidente da SulAmérica, André Lauzana. “Seguradora não vende seguro, ela compra risco e todos nós neste segmento temos que começar a pensar fora da caixa, pois temos que ajudar os clientes a se protegerem do risco e a tecnologia nos permite ajudar tanto PMEs quanto pessoa física”, concordou o CEO da Zurich, Edson Franco.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS