Liderança feminina no universo de seguros: agora é que são elas 10115

Maioria no ramo, mulheres conquistam espaços e evidenciam suas visões de mercado

Em 2015, o número de famílias chefiadas por mulheres no Brasil mais do que dobrou em 15 anos, o que significa que em quase 29 milhões de casas a palavra final já era da mulher. Dentro do universo nacional de seguros, elas já são 56%, conforme a Escola Nacional de Seguros comprovou estatisticamente em 2016, mas ainda não são a maioria nas funções de chefia.

Um estudo recente da consultoria McKinsey descobriu que ter mulheres em cargos de liderança aumenta em 21% as chances de empresas construírem desempenhos financeiros acima da média. Como um ramo em constante transformação, a visão de profissionais que ocupam cargos de liderança mapeia onde se encontra e para onde se direcionará o mercado de seguros. Elas podem não ser maioria, mas estão trabalhando para conquistar cada vez mais espaços. 

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Assumidamente apaixonada pelas áreas de gestão e estratégia, a diretora da Sabemi Seguradora Eliana Diederichsen, iniciou sua trajetória profissional numa área mais técnica, a de informática, mas foi, ao longo dos anos, descobrindo suas verdadeiras vocações no mercado de seguros. Eliana acredita na equidade de gêneros e na competência como transformadora de carreiras. “O importante é que a pessoa tenha as competências necessárias, ser homem ou mulher é um detalhe”, destaca. Ela acrescenta que o segmento no país está constantemente em busca de talentos com o propósito de atingir metas. “Temos bons profissionais em ambos os sexos”, comenta.

Fabiana Mello
Fabiana Mello é gerente comercial da Seguros Sura / Arquivo JRS

Somando pouco mais de 23 anos de carreira, Fabiana Mello é frequentemente questionada sobre os motivos que a levam a atualmente trabalhar com uma equipe só de mulheres, o que ela argumenta com a sua confiança na capacidade feminina de desenvolver negócios de forma sustentável e na habilidade de engajar equipes. “Claro que não é um pré requisito, mas quando entendo os propósitos das profissionais percebo o quanto está relacionado a se desenvolver e o quanto estão dispostas a um desafio maior”, explica a gerente comercial da Seguros Sura. “Isso me motiva, pois uma equipe disposta a crescer, produz melhores resultados para a empresa”, complementa.

A gerente regional Porto Alegre da Porto Seguro, Karen Marques Severo, percebeu desde o início, há 21 anos atrás, que era nos seguros que ela teria espaço para desenvolvimento e aprendizagem. “Hoje no cargo que desempenho a importância das pessoas é essencial, vislumbro um crescimento pessoal e profissional constante, sempre buscando aprimorar, enxergando novas oportunidades e buscando ações para cumprimento dos desafios”, conta.

Estela
Estela de Moura Rey é gerente da filial Porto Alegre da Sancor Seguros / Arquivo JRS

Quem também percebeu logo de cara as vastas chances existentes foi Estela de Moura Rey. Desde 1994 no ramo, ela sempre procurou tomar a frente de iniciativas, tanto nas companhias que representou e representa, quanto nas entidades do mercado. Para a gerente da filial de Porto Alegre da Sancor Seguros, é indiscutível a capacidade feminina. Ela confia que é uma questão de tempo para as mulheres ocuparem ainda mais cargos de gestão. “Nós nos desdobramos para atender as questões pessoais e profissionais com a responsabilidade e sensibilidade de não poder deixar nada para trás ou incompleto”, afirma. “Com o apoio dos gestores, juntos podemos melhorar ainda mais a nossa amada indústria do seguro e divulgar sua real necessidade e importância para a economia nacional”, valoriza.

Virginia
Virginia Mancio Marques é gerente da filial Porto Alegre da Berkley

Oriunda de uma família composta por um modelo tradicional, Virginia Mancio Marques assistiu durante a infância e adolescência às tentativas da mãe, que cuidava da casa e dos filhos, de se manter em empregos. “Por diversos problemas cotidianos não dava certo, então sempre imaginei que comigo não seria diferente”, relata. Hoje, graduada e pós-graduada, a gerente da filial de Porto Alegre da Berkley possui uma certeza totalmente diferente. “Acredito que tudo foi possível pela força de vontade e, é claro, pelo apoio das pessoas que estavam e estão ao meu lado”, diz ao ressaltar que se enxerga plena e realizada profissionalmente na linha de frente de um dos maiores grupos seguradores norte-americanos.

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O que no início significava um emprego para pagar os estudos, se tornou uma grande paixão para Eliane Triches. “Há 21 anos atrás eu não imaginava que teria tanto fascínio pela profissão”, narra ao salientar que tem orgulho da atual função que exerce, como gerente da HDI Seguros, e da empresa que representa. “Almejo fortalecer as atitudes, os ensinamentos e as mudanças do presente, visando assim, um futuro cada vez mais promissor”, confia.

Katiane Frigulha
Katiane Frigulha é gerente territorial de riscos pessoais da Mapfre / Arquivo JRS

A gerente territorial de riscos pessoais da Mapfre desde sempre quis trabalhar na companhia, quando começou a trilhar sua carreira há 10 anos atrás. Katiane Frigulha exalta o trabalho em equipe como um grande transformador de carreiras, sem deixar para trás a relevância da competência pessoal. “A equipe me ajuda muito a crescer, sem ela eu não conseguiria estar onde estou hoje, em conjunto com a minha força de vontade e o respeito às pessoas que estão ao nosso lado no trabalho”, diz. “As mulheres podem ainda não ocupar tantos cargos de liderança, mas existem mulheres que servem como referência para nós, então temos que nos espelhar nelas, traçar nossos objetivos e buscá-los”, conclui.

Sebrae firma parcerias para combater a burocracia 170

Sebrae firma parcerias para combater a burocracia

Projeto pioneiro no Rio Grande do Sul visa simplificar o ambiente legal para a atividade empresarial

Na última sexta-feira (15), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) deu mais um passo importante para simplificar a vida dos empreendedores brasileiros. Em reuniões realizadas em Porto Alegre (RS), foi definida a composição do Conselho que vai implementar o projeto “Desburocratização e Simplificação Legislativa”, no Rio Grande do Sul, visando contribuir com a redução da burocracia e a melhoria do ambiente de negócios para as pequenas empresas.

O projeto vai realizar levantamentos, análises e propostas concretas de melhorias em toda a legislação que impacta principalmente o pequeno empresário no Rio Grande do Sul. O objetivo do Sebrae com a iniciativa pioneira que será implementada no estado é desenvolver uma metodologia de trabalho que será reproduzida em todo o país. A ação conta com a parceria do governo do Rio Grande do Sul e com a consultoria do Instituto Desburocratizar (iDESB).

Além de estabelecer o perfil dos membros do Conselho – que será formado por representantes do governo e sociedade civil – os parceiros fizeram encaminhamentos para a estruturação da primeira agenda de trabalho do grupo, que será consolidada para a primeira reunião, prevista para abril. Presentes no encontro, o secretário de Governança e Gestão Estratégica, Cláudio Gastal, João Marcos Amaral, gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial (UPPDT) do Sebrae Nacional, Inês Schwingel, gerente adjunta da UPPDT do Sebrae Nacional, André Godoy, diretor superintendente do Sebrae RS, Janaína Zago, gerente da UPPDT do Sebrae RS, e Daniel Bogea, diretor-executivo do Instituto Desburocratizar (iDESB). “A desburocratização é uma prioridade e está no nosso mapa estratégico, que vai dar o norte ao governo”, comentou o secretário.

Reforçando a agenda proativa do Sebrae para fomentar o empreendedorismo no estado, foi realizado outro encontro, com foco na ampliação da Sala do Empreendedor de Porto Alegre. O local reunirá os órgãos de registro e licenciamento de empresas, possibilitando que o empreendedor tenha todas as informações e serviços necessários em um único local. O lançamento está previsto para este semestre. Participaram do encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre, Eduardo Cidade, e Daniela Alves Braga, coordenadora da Sala do Empreendedor, representantes do Sebrae e da iDESB. Em seguida, a equipe do Sebrae e o representante da iDESB realizaram uma visita à Junta Comercial com Itacir Amauri Flores.

Redesimples

Também na sexta-feira, o Sebrae firmou um novo convênio com a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul (JucisRS). O objetivo da iniciativa é intensificar o trabalho de desburocratização e simplificação da rotina das empresas e ampliar a abrangência da Redesimples. A parceria entre o Sebrae e JucisRS já resultou na melhoria do processo de abertura, alteração e fechamento de empresas no Estado, que agora é 100% digital.

Com isso, já é possível realizar essas operações, no tempo máximo de cinco dias e cinco horas. O projeto original para a implantação da Redesimples, iniciado em 2014 com a JucisRS, alcançou resultados relevantes no estado ao integrar 160 municípios, o que representa 78% das micro e pequenas empresas do RS, realizar a digitalização do acervo de documentos da JucisRS, alterar o sistema operacional da JucisRS, tornando o processo mais ágil, moderno e seguro, além de promover a integração de todos os órgãos estaduais.

Durante a assinatura do convênio, Itacir Amauri Flores, presidente da Junta Comercial, destacou a importância da parceria com o Sebrae e afirmou que a meta é que, ao final dos quatro anos, o projeto atinja todos os municípios. “Pretendemos alcançar mais 100 municípios em 2019, é possível”. João Marcos Amaral, gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial (UPPDT) do Sebrae Nacional, ressaltou o comprometimento do Rio Grande do Sul com a pauta: “A agenda de desburocratização é prioritária para o desenvolvimento econômico do país, inclusive para que a gente alcance melhores posições no ranking Doing Business – fundamental para atrair investimentos e que demonstra, justamente, a melhoria do ambiente de negócios”.

Brasilseg lança programa de capacitação para profissionais ligados ao agronegócio 370

Brasilseg lança programa de capacitação para profissionais ligados ao agronegócio

Inédita no mercado segurador, plataforma online de cursos leva conhecimento técnico e comportamental para a formação de peritos, reguladores de sinistros, auditores e prestadores de serviços

Para contribuir com a formação de seus prestadores de serviços e parceiros a Brasilseg, empresa da BB Seguros, criou a Academia Rural, uma escola de formação virtual, de ensino a distância, com foco em seguros para o agronegócio.

Inédita no mercado de seguros, a plataforma reunirá um importante acervo digital de cursos técnicos e comportamentais fundamentais para quem deseja atuar com excelência nesse ramo de seguros.

O primeiro módulo, “Máquinas e construções rurais”, teve o seu conteúdo produzido em parceria com a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e já está aberto para inscrições dos peritos e reguladores credenciados pela Brasilseg. Universidades e outras instituições devem colaborar para a construção dos demais, relacionados aos seguros nas modalidades agrícola e pecuário, que devem ser lançados em breve.

De acordo com Paulo Hora, superintendente técnico de seguros rurais da seguradora, há 2 anos a empresa se prepara para o lançamento da plataforma de ensino que, embora esteja voltada aos peritos e técnicos credenciados pela seguradora neste momento, tem o intuito de ser acessada por qualquer pessoa interessada no assunto, a partir da definição de perfis de acesso ao conteúdo. Até o momento, já foram investidos mais de R$ 1 milhão em tecnologia e desenvolvimento de conteúdo.

“Por meio da Academia Rural, a Brasilseg pretende contribuir com a formação de profissionais para atuação nesse ramo, que ainda é carente de programas de formação estruturados. Nossa intenção é que, além da formação mínima necessária para atuação com seguros rurais, os profissionais de diversas áreas como Agronomia, Engenharia Agrícola, Mecânica, Florestal, Veterinária e outras, possam ter em nosso ambiente mais uma opção de capacitação específica, concebida a partir da nossa experiência de anos nesse segmento combinada ao melhor da academia. ”, comenta Hora.

A Brasilseg está realizando um projeto piloto com os peritos, que executam vistorias de máquinas e equipamentos agrícolas para, na sequência, segundo o executivo, expandir para aqueles que atendem o seguro agrícola em diversas culturas.

“Em pouco tempo, além do ensino a distância, incluiremos alguns módulos presenciais, em parceria com instituições, e ampliaremos o público com módulos para os times das redes comerciais, analistas e, por que não, para nossos clientes, produtores rurais, que serão os principais beneficiados por essa iniciativa. ”

Todo o material disponível na plataforma será utilizado para a formação de novos prestadores de serviços em prol do seguro agrícola no Brasil e para constante ampliação da capacitação de profissionais que prestam serviços à seguradora. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados por meio deste endereço.

Tem gente nova na Ô Insurance Group 355

Tem gente nova na Ô InsuranceGroup

Objetivo do novo executivo é fomentar canais digitais e reestruturar área de marketing da holding

Tem gente nova na área. O time da Ô Insurance Group ganhou na semana passada mais reforço com a chegada do Marco Antonio Gonzaga, para assumir como Head de Marketing e Projetos Especiais.

Marco tem o objetivo de fomentar os canais digitais e reestruturar a área de marketing da holding. É graduado em Comunicação Social pela UNESP/ Bauru, possui Mestrado em Administração pela PUC/SP e Global Marketing pela Thunderbird School of Global Management.

O executivo tem mais de 17 anos de experiência e passagem por empresas como Howden Harmonia, Vila Velha Corretora de Seguros e FGV – Fundação Getúlio Vargas. “Essa contratação vai ao encontro do propósito da Ô Insurance, que é fazer uma revolução no mercado de seguros”, afirma nota enviada pelo grupo.

A Ô investe em tecnologia e em pessoas para oferecer inovação nos canais de distribuição de seguros. Utiliza ferramentas de inteligência digital aliadas à inteligência humana e emocional para criar rapidamente e sem burocracia projetos personalizados para seus clientes, suas empresas e corretores.

Conheça mais em: www.oinsurance.com.br.

Mourão: Reforma de militares deve economizar R$ 13 bi em 10 anos 375

Hamilton Mourão é o presidente da República em exercício / Reprodução

General ocupa posto de presidente da República interinamente

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (19), em Brasília, que o governo espera economizar em torno de R$ 13 bilhões nos próximos 10 anos com a reforma das aposentadorias e pensões dos militares. A estimativa, explicou, já inclui a reestruturação das carreiras militares, o que abrangerá medidas como aumento de gratificações.

Sem essa reestruturação, a economia prevista era de R$ 92,3 bilhões nos próximos 10 anos.

Ontem (18), o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o impacto da reestruturação de carreiras militares será conhecido na íntegra amanhã (20), quando o governo apresentar o projeto que reforma a previdência das Forças Armadas.

Mourão adiantou a informação após reunião, hoje, com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo. “Já está tudo ajustado, [a equipe] vai apresentar para o presidente amanhã para fechar o pacote. Não tem nada faltando definir da parte do Ministério da Defesa, é só a decisão presidencial”, disse Mourão.

De acordo com o presidente em exercício, a alíquota de contribuição dos militares vai aumentar 14% ao longo dos próximos dois anos, sendo 10,5% para a previdência e 3,5% para o plano de saúde, que já é pago pelos militares.

Brasil e México passam a ter livre comércio de veículos leves 282

Brasil e México passam a ter livre comércio de veículos leves

Caminhões e ônibus entram no acordo a partir do ano que vem

A partir de hoje (19), Brasil e México passam a ter livre comércio de veículos leves, sem a cobrança de tarifas ou limitação quantitativa. A medida está prevista no Acordo de Complementação Econômica nº 55 (ACE-55), que regula o comércio automotivo e a integração produtiva entre os dois países desde 2002.

O fim do regime de cotas para veículos leves neste ano estava previsto em acordo firmado em 2015. A partir de hoje, também deixa de vigorar a lista de exceções, que previa regras de origem específicas para autopeças.

“O retorno ao livre comércio automotivo entre Brasil e México é passo importante para aprofundar o relacionamento comercial entre as duas maiores economias da América Latina”, disseram, em nota, os ministérios da Economia e das Relações Exteriores.

A partir de 2020, está previsto o livre comércio também para veículos pesados (caminhões e ônibus) e suas autopeças.

“Adicionalmente, o governo brasileiro tem grande interesse em ampliar o livre comércio com o México para outros setores, tanto industriais quanto agrícolas, com a inclusão de matérias sanitárias e fitossanitárias, facilitação de comércio e barreiras técnicas ao comércio, conforme compromisso assumido anteriormente nas negociações do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE-53)”, diz a nota.

“Dentro de uma dinâmica de abertura e de aproveitamento do pleno potencial das duas maiores economias da América Latina, o Governo brasileiro pretende retomar as negociações para um acordo mais abrangente de livre comércio com o México, paralisadas desde 2017″.