Previsul reúne mulheres inspiradoras 6279

Colaboradoras, corretoras e parceiras participaram de debate sobre o papel feminino

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a Previsul Seguradora promoveu uma manhã descontraída para suas colaboradoras, corretoras de seguros e parceiras em Porto Alegre (RS). Através da reunião das histórias de quatro mulheres inspiradoras, que atuam em segmentos diferentes, foi possível realizar um conveniente e agradável debate sobre o papel feminino no contexto atual.

Não é segredo que a inspiração de da diretora de negócios Andreia Araújo é o desafio. “Há 18 anos atrás a minha inspiração era perceber que não havia diretoras mulheres, pois bem, agora tem!”, contou. A Previsul possui maioria das suas gerentes mulheres, a presidente do Grupo Caixa Seguradora, ao qual companhia pertence, Gabriela Ortiz de Rozas, também marca como forte liderança feminina, o que demonstra que a companhia está a frente neste quesito. No entanto, a empresa conta apenas com Andreia na diretoria: “Hoje o meu único sentimento é a falta de ter mais mulheres nessa diretoria, mas estamos trabalhando para isso. E as mulheres que estarão na diretoria da Previsul mais tarde estão aqui, será pela competência de vocês”.

A corretora de seguros Nivia da Silvia lembrou que em certa premiação que foi receber pela sua empresa, a JN Corretora de Seguros de Brasília, surpreendeu-se com a predominância de profissionais do sexo masculino que também participavam do encontro. “Fiquei pensando o que eu estava fazendo ali e fiquei mais atrás. Então o executivo disse que a maior produtora do Brasil estava ali e era mulher, era eu!”, recorda. “Daquele momento em diante eu coloquei na cabeça que tudo que eu quiser, eu vou conquistar. Não será o sexo, nome, formação ou condição, tudo que eu quiser, eu vou conseguir”, complementou.

A procuradora Ana Luiza Lartigau vê a mulher como um ser que, além de lidar com a exigência alheia, é muito auto-exigente. “Eu entendo que sempre vai existir o grupo de pessoas que sabota e o grupo que se empodera, isso faz parte da natureza humana. Na verdade, a conscientização de uma a outra é ter cada vez mais momentos como este evento, trazendo essas pessoas para mais perto da gente”, acrescentou à ideia.

A diretora de conexões da Reali Hub for Innovation Thaís Reali todo ano fixa um lema, em 2018 é a coragem. “Eu coloco de alguma forma em coisas que eu tenha que digitar todos os dias para me lembrar sempre desse lema”, concluiu.

As colaboradoras, corretoras de seguros e parceiras da Previsul ainda participaram de momentos de arte, palestra sobre bem-estar e saúde e com toda certeza saíram da manhã de sexta-feira (09) mais energizadas.

Confira todas as imagens:

Sudamerica Vida patrocina 60 anos do Clube dos Seguradores da Bahia 183

Sudamerica Vida patrocina 60 anos do Clube dos Seguradores da Bahia

Comemoração acontece no dia 26 de abril

Recentemente autorizada para operar no segmento de pessoas, a Sudamerica Vida filiou-se a Associação Nacional das Microsseguradoras (ANM). A companhia foi a primeira a garantir presença através de patrocínio aos 60 anos do Clube dos Seguradores da Bahia, que será comemorado no dia 26 de abril, a partir das 19h, no Hotel Fiesta.

São aguardados mais de 250 corretores de seguros, além de personalidades de mercado em uma confraternização diferenciada. “O Luciano Fracaro, presidente da Sudamerica, e o Diretor Comercial, David Novloski, são amigos da Bahia, acreditam em nosso mercado, nos prestigiam sempre, além de serem profissionais de altíssimo nível. O Clube dos Seguradoras da Bahia agradece a confiança e prestigio”, enfatiza Fausto Dórea, presidente da entidade baiana.

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades 167

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades

As opções Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto

Ainda há tempo para iniciar uma nova formação e ingressar em um dos mercados que mais cresce no País. A Escola Nacional de Seguros segue ofertando o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros em 13 localidades, para aulas sobre Capitalização e Vida e Previdência.

As aulas acontecerão em todas as regiões, nas cidades de Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Os cursos de Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto. Ao final das aulas, os aprovados receberão certificado que permite dar entrada no registro da profissão emitido pela Susep.

Informações como investimento, pré-requisitos e início do período letivo estão disponíveis neste site, que também é o canal para inscrições.

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras 258

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza novo encontro com corretoras

Momento acontece no dia 20 de março, a partir das 14h

Com objetivo de ressaltar a importância da mulher no mercado de seguros, o Sincor-RJ promove no dia 20 de março, a partir das 14 horas, um encontro com as corretoras de seguros no auditório. Com o tema “Mulher, um ser que nasceu para brilhar”, o evento conta com a palestra da Coach e Psicóloga especialista em desenvolvimento de carreira, Marília Costa, e da Executiva de Contas da Sompo Seguros, Pauline Santana

A Comissão Feminina convida todas as corretoras de seguros para participar dos encontros e a mesma é formada pela Presidente Claudia Deveza, pela vice presidente, Cintia Arruda, com as diretoras Aparecida Correa, Iris Sampaio, Rosana Souza, Rosangela Melo, Ingrid Orosa e Patricia Barreto.

Para participar, é só entrar em contato através dos telefones (21) 98314-1615 (Ana Claudia), (21) 99507-7701 (Cintia Arruda) ou através do e-mail comissaofeminina@sincor-RJ.org.br ou pelo site. O encontro conta com sorteio de brindes.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 507

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

URGENTE: Bolsa brasileira ultrapassa 100 mil pontos pela primeira vez 1128

URGENTE: Bolsa brasileira ultrapassa 100 mil pontos pela primeira vez

Dólar opera em queda de 0,65%

Exatamente ás 14h44min desta segunda-feira, 18 de março, o Ibovespa ultrapassou os 100 mil pontos pela primeira vez. Neste momento, a bolsa brasileira é cotada a 99.959, alta de 0,83% em relação ao último pregão.

O dólar comercial é cotado a 3,7948, queda de 0,65%.