“A nova frota velha de automóveis é o desafio”, afirma presidente da HDI 8954

Diminuição das vendas de veículos zero km implica na redução de carros segurados

O mercado de seguros de automóveis no Brasil está atento às modificações de consumo, de acordo com o presidente da HDI Seguros. “A nova frota velha de automóveis é o desafio”, afirmou Murilo Setti Riedel durante a 1º edição do ano do Almoço do Mercado Segurador Gaúcho nesta quinta-feira (15).

No país, 65% da massa segurada é de carros com até cinco anos. A diminuição das vendas de veículos zero quilômetros registrada nos últimos três anos, implica na redução dos automóveis segurados. “A partir do momento que você se depara com três anos consecutivos de diminuição de vendas de veículos zero quilômetros, a massa de novos e seminovos reduz. E isso se transforma na redução da massa segurável para nós seguradores e os corretores”, detalhou no encontro promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul.

Riedel ainda destacou que houve um aumento de 15% no prêmio médio, ou seja, no preço final e que isso não é fácil de explicar ao consumidor. “Não é fácil conseguir vender seguro auto na crise”, disse. “Mas o mercado de seguros e corretores brasileiros conseguiram e vão conseguir superar desafios inacreditáveis”, confiou, ao ressaltar que soluções para a proteção desta ‘nova frota velha’ estão na pauta das principais companhias e entidades do ramo.

Todas as fotos – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Corretores de seguros debatem crescimento e normas do transporte de cargas no Brasil 217

Corretores de seguros debatem crescimento e normas do transporte de cargas no Brasil

Entrada é gratuita para corretores de seguros do segmento

Segundo o Ministério da Economia, a soma das exportações e importações cresceu 13,7% em 2018. As exportações alcançaram US$ 239,5 bilhões enquanto as importações registraram US$ 181,2 bilhões. O saldo comercial, que é a diferença entre as duas operações, ficou em US$ 58,3 bilhões, segundo melhor desempenho registrado desde 1989. Resultado desse crescimento reflete no aumento da movimentação de cargas, que em 2018 registrou R$4,2 trilhões, sendo que em 2017 foram R$2,8 trilhões, representando um aumento de 50%, segundo dados da AT&M Tecnologia, que possui 26 mil clientes em todo o país, entre transportadoras, embarcadores e seguradoras, sendo responsável por 95% do processo de averbação eletrônica do seguro da carga registrados em todo o território nacional.

Para discutir mudanças e avanços, a AT&M Tecnologia reunirá corretores de seguros com atuação no setor de transporte de cargas, em São Paulo (SP), no dia 18 de janeiro, durante o evento ACADE 2019 – ABSORB COMPLEXITY AND DELIVER EASE – (em português significa “Absorver complexidade e entregar facilidades” uma das missões da empresa), com a presença de representantes do Sindicato de Corretores de São Paulo (SP), Associação Brasileira de Logística (Abralog), entre outros especialistas com atuação no segmento.

Os principais assuntos abordados serão: novas normativas da Susep (Superintendência de Seguros Privados); emissão do MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais eletrônico); novas tecnologias para ter sucesso nos negócios; lançamento de tecnologias para averbação da carga e a importância da averbação nos processos logísticos em todo o país, além de outros temas.

Evento ACADE 2019

Público-alvo: corretores de seguros com atuação na área de transporte de cargas.
Entrada gratuita: Confirmar presença neste e-mail.
Data: 18 de janeiro.
Horário: 14h às 18h.
Local: São Paulo Center.
Endereço: Avenida Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim – São Paulo/ SP – (Em frente às tribunas especiais do Jockey Club).

Seguro Digital: não é se, mas quando 884

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!

Fusão da Susep com a Previc fica para depois 736

Fusão da Susep com a Previc fica para depois

O motivo da desistência da equipe de Paulo Guedes não foi informado

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, teria desistido da ideia de fusão entre a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). As informações foram publicadas por Valor Econômico e pelo colunista Lauro Jardim, de “O Globo”.

Veja também: Fusão da Susep com a Previc é vista com bons olhos por especialistas

As autarquias atuam na regulação e fiscalização de seguradoras e fundos de pensão, respectivamente. Entre os possíveis motivos está a transferência de toda a estrutura funcional do Rio de Janeiro (RJ) para Brasília (DF). A iniciativa era estudada em função da redução de gastos e para evitar a sobreposição de funções.

A Confederação Nacional das Empresas de Seguro (CNSeg) pede “cautela” em relação ao assunto. Marcio Coriolano, lembrou que a fusão das duas superintendências não é uma discussão nova. Para ele, a medida atenderia ao pressuposto de maior sinergia no setor público, mas sua efetividade dependerá do modelo escolhido. “Os administradores públicos, às vezes, não enxergam a complexidade”, disse ele.

Coriolano explicou que a Previc é “monolinha”, ou seja, voltada para a regulação dos fundos de pensão fechados. A Susep, por seu turno, teria maior diversidade atuação — a agência é responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Fusão da Susep com a Previc é vista com bons olhos por especialistas 1014

Fusão da Susep com a Previc é vista com bons olhos por especialistas

Mudança visa eficiência na fiscalização e supervisão do setor de seguros

A fusão entre a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) foi vista com bons olhos pelo mercado. A proposta inicialmente surgiu em dezembro, ainda no governo de transição do ex-presidente Michel Temer para o atual presidente, Jair Bolsonaro. Especialistas acreditam que a atual estrutura – Susep e Previc separadas – foi útil quando o mercado financeiro e de capitais não estava sedimentado. As informações são do jornal Correio Braziliense.

Para Roberto Luis Troster, ex-economista chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a iniciativa é boa.  “Traz mais eficiência na fiscalização e supervisão do setor. Vamos ver como será executada”, assinala. “Previc e Susep juntas tornarão mais eficiente o setor de fundos de pensão. Com a diretriz da autoridade monetária, os cotistas sentirão mais segurança, principalmente se for aprovada no Congresso a autonomia do Banco Central”, reforçou.

Ainda ao jornal, o economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do BC, fez ressalvas. “A união de Previc e Susep não é negativa, se ficaram sob as ordens do BC. Mas colocar todos juntos é perigoso. O BC tem carreira própria e concurso público”, afirmou. Já a junção dos órgãos também com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como chegou a ser cogitado em um primeiro momento, foi rechaçada por Freitas. “Previdência e Saúde são completamente diferentes. Não dá para ficar brincando de organograma. É preciso focar no problema fiscal e nas reformas tributária e da Previdência”, enfatizou.

Veja também: Fusão da Susep com a Previc fica para depois

A Associação dos Servidores da Previc (Asprevic) lembra que a possibilidade de fusão entre as autarquias começou a ser cogitada em 2016, com a transferência da Previc para o Ministério da Fazenda. O posicionamento deve-se aos aspectos relacionados “à eficiência administrativa, sinergia entre os órgãos em termos de macroprocessos, competências correlatas e consonância com os modelos de supervisão organizacionais internacionalmente adotados”, informa nota divulgada pela Asprevic.

“Vemos como adequada a aproximação com a Susep, uma vez que as suas atividades finalísticas e a sua carreira envolvem similaridades técnicas inegáveis em relação àquelas exercidas pela Previc, representando, assim, a possibilidade de fusão, um ganho efetivo para a sociedade na busca por um Estado mais enxuto e eficiente”, conclui o posicionamento da entidade.

Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019 535

Autoridades do seguro abrem a temporada no QG JRS Litoral 2019

Presidente e vice-presidente do Sindseg/RS participaram de gravação do Seguro Sem Mistério Especial

Há mais de uma década o Grupo JRS promove ações especiais no veraneio, faça a chuva ou faça sol. Este final de semana não foi diferente, o QG do JRS na praia de Rainha do Mar, em Xangri-lá (RS), recebeu autoridades e referências do setor de seguros. Guacir de Llano Bueno, presidente, e Alberto Müller, vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), marcaram presença ao lado das esposas, Simone e Lívia. Em destaque também as seguradoras dos executivos, MBM Seguros e Sompo Seguros.

Ambos deram boas vindas a 2019 e inauguraram a série de eventos que toma conta do litoral gaúcho, bem como ações especiais que inclui peças publicitárias, unidade móvel nas rodovias do RS e a gravação especial do programa Seguro Sem Mistério na TV. A atração é apresentada diariamente no Canal Bah!TV e conta com edições inéditas aos domingos, a partir das 11h30min.

Milhões de veranistas são impactados pela campanha especial #VerãoSuperSeguro, promovida pelo JRS com o intuito de promover o verão mais seguro de todos os tempos. E o verão mais seguro também contou com o suculento churrasco gaúcho e o famoso salmão, preparados pelo diretor do JRS, Bruno Carvalho.

Ao SSM TV, Bueno e Müller destacaram a importância da indústria do seguro e do Grupo JRS na disseminação de informações sobre o setor em todas as épocas do ano.