Seguros e os riscos que seu negócio pode oferecer ao meio ambiente 125396

Edição 211 da Revista JRS apresenta novo pacote gráfico e editorial, conheça!

Vivemos na era da sociedade da informação. O que não significa que o acesso às informações ocorra democraticamente, mas que, sim, nunca tivemos tanta informação disponível quanto hoje. E é neste aspecto que o jornalismo especializado, feito para públicos segmentados, apresenta a sua relevância à igualdade coletiva.

A crescente necessidade de utilizar linguagens e temáticas apropriadas às especificidades dos leitores tem feito com que a Revista JRS se reinvente cada vez mais. “Cada um na sua”, já diriam os compositores Roberto de Carvalho e Rita Lee.

Aproveitando a unificação completa da identidade visual de todas as plataformas de JRS, apresentamos uma edição totalmente aprofundada e multitemática para um público qualificado. Boa Leitura.

Profissionais com mais de 50 anos encontram em cursos online realização pessoal e recolocação no mercado de trabalho 402

Divulgação/Comunicore

Pandemia gerou novas oportunidades profissionais para pessoas acima de 50 anos

A pandemia do Covid-19 obrigou muitas pessoas a se reinventarem profissionalmente. Por outro lado, para a geração que – em sua maioria – era considerada mais avessa a novas tecnologias, surgiu a oportunidade de colocar em prática uma realização profissional antiga ou então de se recolocar no mercado de trabalho.

Para se ter uma ideia, um levantamento especial realizado durante a pandemia pelo Kantar IBOPE Media revelou que a geração de maiores de 50 anos foi obrigada a se reinventar, aumentar o seu contato com a tecnologia e, muitos, buscaram novas formas de atualização profissional e de conhecimentos. Segundo a pesquisa, 62% dos maiores de 55 anos conectados à internet, os Master Conectados, disseram que a crise do Covid-19 contribuiu para a adoção da tecnologia no cotidiano, 49% que ela fez com que plataformas de redes sociais se tornassem mais importantes para eles e 48% que proporcionou tempo para o aprendizado de novas habilidades.

Números

Presença dos Master Conectados nas redes sociais / Fonte: Kantar Ibope
Presença dos Master Conectados nas redes sociais / Fonte: Kantar Ibope

A pesquisa vem ao encontro do cenário apontado pelo Centro Europeu, a maior escola de profissões da América Latina, localizada em Curitiba (PR).

No último ano, praticamente dobrou a presença das pessoas acima de 50 anos matriculadas nos cursos online da instituição, que aproveitam o isolamento para atualizar conhecimentos. O Centro Europeu já retomou suas aulas presenciais, mas possui mais de 30 cursos com aulas 100% ao vivo e online.

“Além da entrega rápida e, com isso, o aumento da possibilidade de inserção no mercado de trabalho, o nosso diferencial é o modelo de ensino com aulas online ao vivo. Percebemos que este modelo promove maior interação entre alunos e professores e também a possibilidade de inclusão em um novo grupo social, estimulando novos relacionamentos, a manutenção do desenvolvimento cognitivo e oportunidades profissionais”, explica o CEO do Centro Europeu, Ronaldo Cavalheri.

Oportunidade

É o caso do engenheiro mecânico Silvio Rodrigues Vicente, de 73 anos, que buscou o Centro Europeu para fazer o curso de Gestão de Mídias Sociais. “Resolvi fazer o curso porque queria me aprofundar mais em mídias sociais por questão de segurança e proteção pessoal. A empresa que represento usava muito todas as mídias e agora sei o que usar quando necessário. Uso muito o WhatsApp e para outros contatos mais reservados aprendi a usar o LinkedIn”, conta Silvio.

O supervisor do curso de Mídias Sociais do Centro Europeu, Filipi Oliveira, conta que aumentou muito o uso de redes sociais e, consequentemente, a procura do público acima de 50 anos, devido a possibilidade de potencializar seu próprio negócio. “A produção de conteúdo e o gerenciamento de mídias sociais estão entre as profissões mais procuradas neste momento de pandemia. O curso de gestão de mídias abre oportunidade para pessoas mais experientes entrarem neste mercado”, resumiu Filipi.

O empresário Antônio Rodrigues de Sousa, 49 anos, é outro exemplo de aproveitar a oportunidade para aprimorar seus conhecimentos. “Resolvi fazer o curso para estar por dentro do mercado digital e conhecer as mídias sociais. Achei o curso com ótimo desenvolvimento”, comenta.

O Centro Europeu conta com mais de 30 possibilidades de cursos em diferentes áreas. Entre elas, gastronomia, mercado PET, mercado de luxo, pilotagem de drones, línguas, consultoria de imagem, fotografia, vídeo maker e outros. Todos eles, neste momento, estão acontecendo online, mas com o diferencial das aulas serem realizadas ao vivo.

Carla Rosângela Lubaszewski Giacomazzi é Engenheira Eletricista / Divulgação/Acervo Pessoal
Carla Rosângela Lubaszewski Giacomazzi é Engenheira Eletricista / Divulgação/Acervo Pessoal

A engenheira eletricista Carla Rosângela Lubaszewski Giacomazzi, de 58, optou pelo curso de design de interiores. “Resolvi fazer o curso pois me aposentei e queria trabalhar com algo que é minha paixão que é fazer as pessoas amarem suas casas e deixar seus ambientes o mais aconchegantes possíveis”, conta Carla.

O sonho de Carla é ir morar na Europa, onde seu filho atua como engenheiro, para criar projetos em ambientes das hospedagens Airbnb. “Amo ser engenheira e agora amo ser design também. O curso me ajudou muito no aperfeiçoamento profissional”, relata Carla.

A aluna de design de interiores, Marisa Jasper, em atuação / Divulgação/Acervo Pessoal
A aluna de design de interiores, Marisa Jasper, em atuação / Divulgação/Acervo Pessoal

Já a Marisa Jasper Furlan, de 57 anos, atuava na área de design de interiores e estava em busca de aperfeiçoamento. “Foi uma oportunidade incrível de conhecer novos mercados, aumentar a participação em eventos online, que não sabia que existiam, e também de visitar lojas e empresas, o que expandiu meus conhecimentos em todas as áreas”, completa Marisa

O supervisor do curso de Design de Interiores, Filipi Bender, diz que que a escola busca preparar seus alunos, independente da idade, de forma rápida, possibilitando que a pessoa se reinvente de forma ágil e com um novo modelo de ensino, com formação em poucos meses e uma alternativa aos longos cursos universitários. “As pessoas estão trabalhando por mais tempo, devido a longevidade. Além disso, o design e a decoração podem ser inseridos como hobby, como novas profissões ou oportunidades. O curso é muito abrangente”, reforça Bender.

MAG Seguros lança cobertura adicional para benefícios da RS-Prev 530

MAG Seguros lança cobertura adicional para benefícios da RS-Prev

Participantes que optarem por contratar esta novidade terão um maior benefício futuro

A RS-Prev – Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público do Estado do Rio Grande do Sul acaba de lançar, para os participantes do Plano RS-Futuro, Coberturas Adicionais para os benefícios de risco por invalidez e morte, resultado do contrato firmado pela Fundação com a MAG Seguros.

Com isso, os participantes que optarem por contratar esta novidade terão um maior benefício futuro, mediante o pagamento de contribuição mensal a ser definida em conformidade com o valor escolhido para as coberturas.

Conforme a Diretora-Presidente da RS-Prev, Danielle C. Silva, o contrato firmado com a MAG Seguros visa aqueles que, em seu planejamento de vida, se preocupam em garantir amparo tanto para si, quanto para seus beneficiários, em caso de ocorrências de eventos indesejáveis, mas que podem ocorrer a qualquer pessoa, como acidentes e doenças que resultem em invalidez permanente ou morte prematura.

Já o Diretor de Seguridade da RS-Prev, Roger Odillo Klafke, explica que, antes da contratação da MAG Seguros, nos casos de morte ou invalidez permanente, o participante podia contar unicamente com o valor acumulado em sua reserva.

“Isso poderia significar um benefício mais baixo, caso algum destes eventos de risco ocorresse com pouco tempo de contribuições ao Plano”, destaca Klafke. “Agora, com a cobertura adicional, oferecemos um pecúlio para os benefícios de risco, Aposentadoria por Invalidez e Pensão por Morte, com o objetivo de incrementar a reserva do participante no caso de ocorrência desses eventos”, finaliza o Diretor.

Guilherme Bini: A sua casa está segura? 915

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS. Filipe Tedesco/JRS

Confira artigo do presidente do Sindicato das Seguradoras do RS

Gostaria de começar meu texto perguntando se você, pai/mãe, sabe que sites seu filho acessa, que arquivos ele baixa e com quem conversa na internet? Provavelmente a resposta para algumas dessas questões seja não. Por mais que especialistas façam o alerta de que é preciso manter vigilância constante e acompanhar o rastro digital de crianças e adolescentes, muitas vezes acabamos fazendo tantas coisas que esquecemos disso e confiamos na educação que demos para eles.

Porém, no último ano, a situação mudou. A pandemia mudou radicalmente a maneira como eles se relacionam e, mais ainda, assistem à aula. Se antes meio turno era passado na escola, agora este turno é em frente ao computador. Aulas, atividades extracurriculares, jogos online, redes sociais passaram a ser a realidade para crianças e jovens, que necessitam da tecnologia para realizar atividades que antes eram feitas longe de telas. E os pais, que também precisaram transformar sua casa em local de trabalho, não dão conta de acompanhar de perto tudo. O perigo, que antes estava em cada esquina, agora está dentro de casa.

Em 2020, o Brasil sofreu seu maior ataque hacker da história. No último ano, foram mais de 3,4 bilhões de ataques cibernéticos, o que deixa o país nas primeiras posições em perdas por este tipo de ação. Assistentes eletrônicas com acesso a uma infinidade de informações e dados que não fazemos nem ideia tem se popularizado nos últimos anos e nos deixado ainda mais vulneráveis.

Se nós, adultos, muitas vezes caímos em golpes manjados, acessamos sites duvidosos e temos nossos dados roubados, como podemos esperar que as crianças e jovens se comportem de maneira exemplar neste mundo novo que se abre diante deles pelo computador? Mesmo que já tenham nascido num mundo digital, muitos não faziam tanto uso desses equipamentos até o ano passado. É preciso, portanto, conversar, orientar, vigiar e, mais do que tudo, se proteger para evitar que pequenos descuidos se tornem grandes problemas. É preciso fazer de nossos lares locais seguros, para que todos possam explorar os benefícios do uso da tecnologia.

Fairfax inova com o desenvolvimento de seguro rural sustentável 533

Fairfax inova com o desenvolvimento de seguro rural sustentável

Adoção de boas práticas no campo estimula a criação de opções de seguro para a cobertura de cultivos diversificados e sistemas integrados

Diego Caputo é Gerente Comercial de Agronegócios da Fairfax Brasil/Divulgação
Diego Caputo é Gerente Comercial de Agronegócios da Fairfax Brasil/Divulgação

A sustentabilidade está atualmente entre os temas de maior importância para a agropecuária. Produtores, cooperativas e empresas buscam soluções para que a produção evolua ao máximo, seguindo também o propósito de poupar recursos e colaborar para a preservação do meio ambiente.

A seguradora Fairfax Brasil está atenta ao tema para que as apólices também possam refletir essas tendências. “Na unidade de negócios agro da Fairfax, constantemente conversamos sobre o desenvolvimento de produtos focados em uma agricultura sustentável, para que possamos estimular e valorizar mais as boas práticas de manejo”, afirma Diego Caputo, Gerente Comercial de Agronegócios da Fairfax Brasil.

Culturas consorciadas

Um exemplo disso é que a Fairfax Brasil já oferece um seguro agrícola multirrisco grãos para áreas de milho consorciado com braquiária. A braquiária favorece o manejo de solo pois desenvolve um sistema radicular profundo que colabora para a descompactação do solo, além de produzir palhada abundante que serve de cobertura e proteção do solo e ainda auxiliar no controle de plantas daninhas.

Associada ao milho, a braquiária colabora para o rendimento da cultura comercial. A forrageira serve como fonte de cobertura vegetal até a safra posterior de soja. Em casos de sistemas de integração, a braquiária é útil na formação de pastagem para alimentar o gado. Observando esses benefícios agronômicos e a demanda dos agricultores, a Fairfax desenvolveu o seguro agrícola para milho-braquiária, que vem sendo ofertado desde 2020. O seguro oferece cobertura contra chuva excessiva, geada, granizo, seca, ventos frios, raio, incêndio, tromba d’água e ventos fortes.

Na safra 2019/20, uma área total de cerca de 15 mil hectares de milho safrinha consorciado com braquiária foi assegurada pela Fairfax Brasil. “O milho consorciado com braquiária tem um zoneamento climático diferente do milho solteiro. Dessa forma, o produtor consegue ajustar a cultura em outra janela de plantio e ainda beneficia a saúde do solo”, afirma Caputo. Outras culturas alternativas ao milho safrinha, como o trigo e o sorgo, também recebem a atenção da seguradora. “Produtos de rotação de cultura passam a ser acomodados adequadamente no seguro. Neste ano, conseguimos viabilizar a oferta de seguro agrícola para a cultura do sorgo”, anuncia o gerente.

Sistemas integrados

Atualmente, a Fairfax Brasil já oferece modalidades de seguro agrícola para culturas solteiras ou consorciadas, seguro pecuário e seguro para florestas. No entanto, a novidade é que a seguradora também está desenvolvendo um produto adequado para sistemas integrados, que traga ainda mais vantagens ao produtor.

De acordo com o gerente Diego Caputo, a Fairfax está desenvolvendo um seguro personalizado capaz de atender as áreas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e o produtor pode esperar novidades em 2022. “A Fairfax atua com uma visão sustentável, respeitando políticas de preservação ambiental, de responsabilidade social e governança corporativa”, afirma Caputo.

Os sistemas integrados são uma grande tendência e já ocupam cerca de 15 milhões de hectares no Brasil, segundo estimativa da Embrapa. A diversificação de negócios agropecuários está diretamente atrelada à gestão de risco. O agricultor que inicia uma criação pecuária e o pecuarista que investe em agricultura conseguem verticalizar a produção na fazenda, promover o aumento de produtividade, conquistar novas fontes de renda e ainda minimizar riscos. “O grande desafio mundial é aumentar a produção de alimentos sem ampliar a área cultivada. O caminho é restaurar pastagens degradadas, investir em manejo de solo e permitir a produção de safras em rotação com a criação de gado”, conclui Caputo.