Seguros e os riscos que seu negócio pode oferecer ao meio ambiente 124501

Edição 211 da Revista JRS apresenta novo pacote gráfico e editorial, conheça!

Vivemos na era da sociedade da informação. O que não significa que o acesso às informações ocorra democraticamente, mas que, sim, nunca tivemos tanta informação disponível quanto hoje. E é neste aspecto que o jornalismo especializado, feito para públicos segmentados, apresenta a sua relevância à igualdade coletiva.

A crescente necessidade de utilizar linguagens e temáticas apropriadas às especificidades dos leitores tem feito com que a Revista JRS se reinvente cada vez mais. “Cada um na sua”, já diriam os compositores Roberto de Carvalho e Rita Lee.

Aproveitando a unificação completa da identidade visual de todas as plataformas de JRS, apresentamos uma edição totalmente aprofundada e multitemática para um público qualificado. Boa Leitura.

Estratégias eficazes para a venda de seguros 711

Estratégias eficazes para a venda de seguros

Conheça algumas estratégias eficazes para aumentar as vendas e entre elas adicione o fato de trabalhar com as seguradoras mais confiáveis

Existe muita resistência por parte das pessoas em adquirirem um seguro. Muitas delas pensam que esse tipo de produto é algo dispensável. E mesmo quando elas conhecem quais são as seguradoras mais confiáveis ainda ficam com um pouco de receio.

A verdade é que no Brasil não se tem o hábito de contar com um seguro, mas quando se entende os benefícios que eles podem trazer é possível mudar de ideia.

Cabe ao corretor criar essa necessidade e explicar sobre os serviços, mas para que consiga chegar ao cliente, precisa usar algumas estratégias. E na hora de fechar a venda é preciso mais do que bons argumentos, a criatividade deve imperar.

Veja como usar algumas estratégias eficazes para vender e quais são elas:

Saiba quem são as pessoas

Não adianta oferecer seguro para todo mundo, estará perdendo tempo já que muitos não tem nenhum interesse nele e demonstram grande resistência.

Faça um levantamento de quais são os perfis que possuem maior tendência a ter um seguro, e foque neles para fazer as ofertas. Se possível dedique seu tempo a quem já demonstrou um interesse, por exemplo, que já pediu informações ou cotação.

Ofereça o que o cliente precisa

Antes de ofertar um plano qualquer, faça uma sondagem com o cliente, identificando quais são as necessidades dele. Sabendo dessa informação veja quais são os produtos que possui que podem atender melhor.

Faça uma oferta que o leve a entender que aquele seguro é para ele, que possui tudo o que ele deseja e mais um pouco. Se necessário use exemplos de situações que podem ocorrer com ele e como as coberturas seriam úteis.

Trabalhe com as seguradoras mais confiáveis

Um ponto muito importante é sobre os produtos que você tem a oferecer. Além do que eles oferecem, as pessoas vão querer saber a reputação da empresa que prestará o serviço.
Para evitar algum tipo de desconfiança ou problema, opte por trabalhar apenas com as seguradoras mais confiáveis. Queira apenas as que são credenciadas a SUSEP e possuem uma boa avaliação no mercado.

Muitas vezes os que os clientes dizem pode ajudar a reforçar uma venda. Se eles falam bem da empresa será muito mais fácil para vender um seguro dela usando esse argumento.
Seja a pessoa que entende de seguro

Se pretende vender qualquer coisa precisa conhecer muito bem o que está ofertando e com seguros não é diferente.

Tenha um domínio do mercado, saiba quais são as empresas, as diferenças entre elas e que produtos oferecem. Esteja atento a todos os lançamentos e novidades.

Acima de tudo conheça os detalhes do que está vendendo como regras de negócio, coberturas oferecidas e tudo mais. Seja visto como a pessoa que os clientes procuram quando estão com dúvida e com quem conseguem sanar as questões.

Ao se tornar um especialista passará mais confiança aos clientes e será procurado por outras pessoas que ouviram a sua boa reputação.

Tenha a tecnologia como sua grande aliada

Boa parte das pessoas buscam informações on-line antes de adquirir um produto e, principalmente após a pandemia, as compras também passaram a ser digitais.

Nesse ponto a tecnologia pode te favorecer de diferentes maneiras. É possível contar com ela para a divulgação, por exemplo, tendo um site ou estando presente nas redes sociais. E-mail e aplicativos de mensagens podem ser canais para tirar dúvidas e manter uma comunicação com potenciais clientes.

Ela também pode ser usada para fazer as vendas e, nesse caso, pode-se usar diferentes meios para isso. Por exemplo, com o cliente enviando os documentos e contratando on-line. Todo o processo pode ser à distância, pois, as seguradoras mais confiáveis também permitem que a venda seja feita em seus sites e plataformas.

Se souber aproveitar os recursos disponíveis, as chances de ter sucesso nas vendas é grande. Faça um planejamento de quais tecnologias pretende usar e de que maneira.

Não abandone o seu cliente

Depois de fechar a venda alguns corretores têm o costume de sumir e os clientes muitas vezes acabam perdendo o contato. Esse erro pode fazer com que na hora de contratar outro seguro ou renovar, a pessoa procure por um outro corretor.

Mesmo após a venda ter sido feita, garanta que manterá um contato. Esse pode ser por meio de e-mail, aplicativos de mensagens ou telefonemas. Não é preciso manter um contato tão constante, mas de maneira que a pessoa não te esqueça como corretor.

Muitas vezes o sucesso das vendas de seguro depende muito mais do comportamento do corretor e das estratégias usadas do que dos produtos em si. É claro que trabalhar com as melhores seguradoras ajuda, porém, pensar estrategicamente é que fará diferença.

*Por Jeniffer Elaina, especialista em seguros no SeguroAuto.org

Anvisa: enfrentamento da covid-19 passa por mudança de comportamento 667

Agência analisa pedidos de uso emergencial de vacinas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que é preciso mudar o comportamento social em razão da pandemia do novo coronavírus. “O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, declarou.

A reunião em que a Anvisa vai definir os pedidos de uso emergencial de vacinas no Brasil começou à 10h. Dois pedidos estão sendo analisados. A TV Brasil transmite ao vivo a reunião, que deve durar cerca de cinco horas.

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas vacinas.

“Quis o acaso, para alguns; o destino, para outros; e a vontade de Deus, na fé inabalável deste diretor, que fossemos nós a exercer ativamente esses ofícios, e tivéssemos, portanto, a missão, a honra e o dever de bem servir ao nosso legítimo e Supremo Senhor. Que Deus nos ilumine e inspire para que, neste domingo, tomemos a melhor decisão”, disse Barra Torres.

Segundo a Anvisa, a reunião conta com a participação de cinco diretores do órgão, e a decisão é feita por maioria simples, ou seja, três votos a favor ou contra definem o resultado. Antes da decisão, três áreas técnicas fazem apresentações: a de medicamentos, que avalia os estudos de eficácia e de segurança; a de certificação de Boas Práticas, que analisa se os locais de fabricação têm condições adequadas; e de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiverem alguma reação à vacina).

No início da apresentação, Gustavo Mendes Lima Santos, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, ressaltou o aspecto histórico da decisão. “Este é um momento crítico. Este é um momento histórico. Esse tipo de autorização, a Anvisa nunca concedeu. Nunca vivemos uma situação como essa, de tanta exposição e de tanto senso de urgência e necessidade que enfrentamos neste momento”, falou ele. Segundo Lima Santos, os servidores da Anvisa “estão empenhados com dedicação no senso de urgência que o caso requer”. “Somos humanos, queremos que os produtos que sejam disponibilizados para o enfrentamento da pandemia sejam produtos eficazes, seguros e tenham qualidade”.

Mensagens falsas sobre banco utilizam imagem do JRS sem autorização 11735

Golpistas utilizam imagem do JRS para propagar mensagens falsas nas redes

Texto falsamente atribuído ao Banco Santander tem sido disseminado nas redes sociais

O Jornal Regional de Seguros (JRS), veículo administrado por Jornalistas Profissionais há 21 anos, comunica ao público que golpistas têm utilizado a imagem do portal https://jrs.digital/ para disseminar mensagens falsas nas redes sociais.

Diversos leitores relataram neste sábado, 16 de janeiro, que viram uma suposta matéria publicada pelo veículo com o seguinte título: “Superdigital encerra suas atividades, devido ao grande golpe sofrido na madrugada do dia 15 de janeiro de 2021“. O texto é falsamente atribuído ao Banco Santander, o que não procede.

Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS
Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS

Tal notícia jamais foi publicada pelo JRS e os administradores da empresa tomarão as medidas cabíveis a fim de identificar os responsáveis por este episódio.

Reiteramos que todas as nossas publicações seguem altíssimos critérios jornalísticos e podem ser consultadas diretamente no site https://jrs.digital/, no campo de busca. O portal do JRS ainda possui certificado de segurança SSL, ou seja, toda vez que o site é acessado, seu navegador deve apresentar o desenho de um cadeado ao lado da URL.

Se você identificar alguma mensagem falsa atribuída ao JRS comunique-nos através do e-mail redacao@jrscomunicacao.com.br.

Caixa Econômica Federal é o novo gestor do DPVAT 10335

Caixa Econômica Federal é o novo gestor do DPVAT

CNSP aprovou prêmio zero para o seguro em 2021

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) comunica que a Caixa Econômica Federal (Caixa) é o novo gestor do Seguro DPVAT e passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Os sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2020, independentemente da data de aviso, permanecem sob responsabilidade da Seguradora Líder do Consórcio DPVAT.

A Susep e a Caixa firmaram contrato em 15 de janeiro de 2021, conforme determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), atendendo, ainda, decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU), que estabeleceu que a Susep deveria manter a operação do seguro após a extinção do consórcio de seguradoras que administrava o DPVAT.

No dia 29 de dezembro de 2020, o CNSP autorizou a Susep a contratar instituição para gerir e operacionalizar as indenizações referentes ao Seguro DPVAT. A mudança de gestão vem sendo trabalhada pela Susep e Ministério da Economia desde o final de novembro do ano passado, quando a autarquia foi formalmente comunicada da decisão das seguradoras consorciadas pela extinção do consórcio que operava o Seguro DPVAT, decidida em assembleia geral das consorciadas ocorrida em 24 de novembro de 2020.

A Caixa tem reconhecida capacidade técnica e operacional para assumir uma operação complexa como a gestão do DPVAT. A solução construída pela Susep, Ministério da Economia e CNSP visa garantir o pagamento das indenizações previstas em lei para a população brasileira em 2021.

O novo gestor iniciará imediatamente os atendimentos e disponibilizará aplicativo que viabilizará atendimento ágil e seguro para os pedidos de indenização relacionados ao DPVAT.

A Seguradora Líder do Consórcio DPVAT continua responsável pelos atendimentos para os sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2020, mesmo que o aviso seja feito posteriormente. Veja os canais neste endereço.

Prêmio zero

O CNSP aprovou ainda a indicação da Susep de prêmio zero para o DPVAT em 2021. Isto só foi possível porque há um excedente de recursos, pago pelos proprietários de veículos no passado, que hoje gira em torno de R$4,3 bilhões. Se não fosse realizada a devolução dos recursos os prêmios do seguro DPVAT variariam entre R$ 11,27 (DF) a R$ 86,67 (RO) para veículos de passeio e entre R$ 87,14 (SP) e R$ 696,41 (RR) para motos, dependendo do estado no qual o veículo foi licenciado.

A tabela anexa mostra a estimativa dos preços que seriam cobrados de acordo com a unidade da federação e o tipo de veículo.

Para mais informações sobre o Seguro DPVAT, acesse este endereço.

Fique atento aos roubos e furtos de celulares durante as férias 4100

Superintendente da Zurich destaca os diferenciais de estar protegido através do seguro celular

Com a pandemia, as situações de aglomerações, como baladas e shows, diminuíram. Mas para que as férias sejam um verdadeiro momento de descanso e distração, a Zurich ressalta dicas importantes para prevenção contra roubos e furtos de smartphones neste período.

O Superintendente de Underwriting Parcerias da Zurich, Carlos Eduardo da Silva, participa do Seguro Sem Mistério e destaca as funcionalidades e os diferenciais do seguro celular oferecido pela companhia. Confira a reportagem em áudio e na íntegra abaixo:

 

JRS: De acordo com a FGV, o Brasil tem 234 milhões de celulares inteligentes (smartphones) em uso. Ou seja, todo brasileiro utiliza o dispositivo. Tendo esse cenário em vista, qual a importância do seguro celular?

Carlos Eduardo da Silva: O seguro de bens de um modo geral visa proteger o patrimônio segurado contra os riscos contratados. Ao fazer um seguro para o celular, além da proteção individual há um impacto positivo na área social e econômica da sociedade. O seguro para celular se torna cada vez mais importante devido ao crescimento do número de vítimas de roubo ou furto desses aparelhos.

Se tomarmos o estado de São Paulo como exemplo, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas e, seguramente, essa seja a realidade de outros estados da federação.

Hoje os celulares deixaram de ser um bem de luxo para ser um bem categorizado por alguns como essencial, em alguns casos o celular tem mais importância para a pessoa que outros bens, como notebook, tv etc, hoje em dia é comum para algumas pessoas o celular ser uma importante ferramenta de trabalho, tão eficiente quanto um notebook.

Devido à alta tecnologia e funções inseridas em um aparelho celular o preço do produto está cada vez mais relevante. De acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, que tratou justamente do roubo de celulares no país, apenas 16% dos internautas brasileiros com smartphone declaram ter seguro contra roubo ou furto do seu celular atual.

Férias geralmente são momentos para descanso e distração. Quais as dicas para estar atento contra roubos e furtos?

O roubo e furto de bens geralmente acontece quando a pessoa com má intenção percebe a oportunidade. Por isso, é importante que os proprietários dos celulares estejam mais atentos em locais com aglomerações, como shows, baladas e blocos de Carnaval, por exemplo. Em meio à pandemia, as aglomerações diminuíram, mas ainda temos situações que, mesmo assim, se enquadram, como: transporte público e ruas de comércio popular.

Vale também evitar o uso do aparelho enquanto se caminha na rua, o que geralmente traz distração e facilita os eventos indesejados.
Creio que essas são duas dicas fundamentais para evitar o roubo/furto do celular em situações cotidianas.

Como o corretor de seguros pode ofertar mais essa proteção aos seus clientes?

A pesquisa citada anteriormente aponta que somente 16% dos internautas declaram que possuem seguro celular, o que demonstra que temos uma boa oportunidade de crescimento neste seguro. Os corretores, bancos e representantes possuem um papel fundamental na conscientização do produto de seguro, veja a cada 10 roubos em São Paulo 6 tiveram o celular subtraído, ou seja, o risco existe.

Os produtos de seguro podem ser ofertados no momento da compra do celular ou depois da compra a depender da parceria e contrato com a seguradora. No quesito de custo-benefício na Zurich temos seguros para proteção de celular a partir de R$ 6,99 por mês, é claro que este valor varia de acordo com o custo do celular segurado.

Há ainda o fato de esse tipo de proteção colaborar e muito para evitar uma preocupação maior com custo de comprar um novo celular, em alguns casos até sair do planejamento financeiro do mês para quem teve o aparelho roubado ou furtado. E dependendo dos serviços contratados, o seguro celular pode ajudar também na recuperação dos arquivos pessoais.

Destaco, porém, que além do seguro de roubo e furto qualificado, que são os mais comuns, a Zurich oferece outros produtos, como Danos Acidentais e Garantia Estendida:
Danos Acidentais – Garante o reparo do aparelho segurado em casos de ocorrência de danos acidentais não cobertos pela garantia do fabricante, e cobre ainda avarias decorrentes de quedas acidentais, derramamento de líquidos e danos elétricos. Se não for possível realizar o reparo do bem, o segurado recebe um novo aparelho igual ou semelhante ao descrito na apólice.
Garantia Estendida – Oferece a extensão da garantia original de fábrica.  Se o aparelho vier com um ano de garantia de fábrica, por exemplo, o Garantia Estendida só iniciará após esse prazo. O período de validade dependerá da escolha dentre as opções disponíveis na loja em que o cliente adquirir o celular, podendo chegar a até 3 anos após a garantia de fábrica. Em caso de defeito, a Zurich garante o reparo sem qualquer custo ao cliente.  Se não for possível o reparo, a Zurich poderá definir pela troca do produto por outro igual ou similar. Em casos extremos, em que não for possível a troca, o cliente será indenizado em dinheiro, de acordo com o descrito nas condições do seguro.

Quais os diferenciais do produto da Zurich voltado a esse mercado? O que ele garante num caso de roubo ou furto?

A Zurich tem opções de seguro para pagamento anual ou mensal e com vigências acima de 12 meses, a depender do contrato. Assim como outros seguros, o de celular garante a proteção do aparelho contra os eventos previstos nas coberturas contratadas, que geralmente são:
Roubo – Caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta; e
Furto Qualificado – Identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime, como uma bolsa rasgada, por exemplo.

Como disse acima, o seguro celular evita que a pessoa que sofreu o sinistro tenha maiores custos para ter o bem reposto ou reparado evitando, por exemplo, que ela saia do seu planejamento financeiro tendo em conta o custo de um aparelho celular atualmente. Geralmente, quando acontece algo com o celular, as duas maiores preocupações são: agilidade para ter o aparelho de volta (pois a imensa maioria de nós utiliza muito esse aparelho no dia a dia e até como ferramenta de trabalho) e o custo para solucionar o problema. É quando o seguro para celular se mostra como melhor alternativa, pois com uma contribuição de parte do bem segurado o celular está protegido, como eu disse antes, o custo-benefício.

Você mencionou em sua primeira pergunta os dados da FGV, segundo a qual em junho deste ano havia 234 milhões de celulares inteligentes no país. Porém, também de acordo com o estudo da entidade que nos revelou esse dado, se adicionarmos à conta notebooks e tablets, o número salta para 342 milhões de dispositivos portáteis, o que dá 1,6 dispositivo portátil por habitante.

A Zurich também dispõe de seguros para esses aparelhos, os quais, tal como o celular, são companhias cada vez mais frequentes das pessoas, tanto no trabalho quanto nos estudos e lazer.

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