Seguros e os riscos que seu negócio pode oferecer ao meio ambiente 118067

Edição 211 da Revista JRS apresenta novo pacote gráfico e editorial, conheça!

Vivemos na era da sociedade da informação. O que não significa que o acesso às informações ocorra democraticamente, mas que, sim, nunca tivemos tanta informação disponível quanto hoje. E é neste aspecto que o jornalismo especializado, feito para públicos segmentados, apresenta a sua relevância à igualdade coletiva.

A crescente necessidade de utilizar linguagens e temáticas apropriadas às especificidades dos leitores tem feito com que a Revista JRS se reinvente cada vez mais. “Cada um na sua”, já diriam os compositores Roberto de Carvalho e Rita Lee.

Aproveitando a unificação completa da identidade visual de todas as plataformas de JRS, apresentamos uma edição totalmente aprofundada e multitemática para um público qualificado. Boa Leitura.

Futuro e gerenciamento de negócios são temas de palestras da 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr 467

Evento aconteceu nos dias 21 e 22 de março em Curitiba (PR)

A 6ª Convenção Nacional da Lojacorr levou mais de 1.200 participantes de todas as regiões do Brasil à Capital paranaense. O objetivo do evento foi de entregar conteúdo, com as palestras ao longo dos dias 21 e 22 de março, e promover negócios, nos relacionamentos nos lounges e nas Mesas de Negócios, espaços em que as companhias seguradoras puderam atender corretores presentes.

Para o palestrante Arthur Igreja o profissional do futuro é alguém que enxerga a transformação. “Quando nos assustamos com as profissões do futuro é porque estamos tentando entender o que virá com as ferramentas que temos hoje”, afirmou. “O futuro é absurdo, é muito diferente do que conhecemos hoje, a distância entre o real e a ficção é uma linha tênue”, acrescentou.

Igreja também crê que não basta apenas ter um objetivo, mas, sim, ter um propósito. “O profissional do futuro tá acordando todo dia e se perguntando qual é a sua caixa de ferramenta e qual a ferramenta tem que trocar, pois esse é o mundo dos que se adaptam e tem propósitos”, disse. “No mundo que estamos vivendo, as respostas mudam o tempo todo e a coisa mais inteligente que fazemos é buscar referências e não respostas”, concordou o também palestrante Allan Costa. “Quando você amplia suas referências e das pessoas a sua volta, você está ampliando tudo ao seu redor e da sua empresa”, acrescentou.

Além disso, o antropólogo e escritor, Professor Marins, lembrou da importância de se vivenciar o presente. “O único momento em que somos inteligentes e livres é aqui e agora e o nosso maior desafio é o da atenção, pois as pessoas não estão no exato momento”, comentou. “É preciso reeducar, aprender a encher a cabeça do momento presente e aprender a mais simples das coisas: que eu não existo nenhum segundo a mais ou a menos”, finalizou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr 327

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr

Delphine Maisonneuve foi uma das convidadas para o talk show “Humanização como Agente de Mudanças”

A CEO da AXA no Brasil, Delphine Maisonneuve, participou hoje do Talk Show “Humanização como Agente de Mudanças”, parte da programação da 6ª Convenção da Lojacorr no ExpoUnimed em Curitiba. No evento, que reúne corretores, gestores e dirigentes das áreas de seguros de todo o Brasil, Delphine debateu os desafios do ambiente digital e as oportunidades que este modelo apresenta para corretores e seguradoras.

“A digitalização pode gerar muitas oportunidades e o mercado de seguros não pode ficar fora do celular, que é hoje o dispositivo mais presente em nossa rotina. Com a agilidade que o digital confere aos processos, o  corretor tem mais tempo para fazer o que mais importa, que é vender, entender o cliente”, afirma Delphine.

Para a executiva, a digitalização abre novos mercados, demanda produtos para os riscos emergentes e elimina as barreiras geográficas da distribuição. Pensando no resultado, o digital possibilita reduzir custos, garante agilidade e traz segurança.

Uso da tecnologia auxilia corretor de seguros a poupar tempo 623

Profissional ainda é a figura que inspira confiança nos consumidores

O uso da tecnologia de forma integrada, ou seja, por parte das companhias e dos corretores de seguros, auxilia estes profissionais a pouparem tempo. É o que acreditam os seguradores Delphine Maisonneuve, CEO da Axa Seguros; André Lauzana, Vice-Presidente da SulAmérica; Edson Franco, CEO da Zurich Seguros; Luis Gutiérrez, CEO da Mapfre; e Renato Pedroso, CEO da Previsul Seguradora. Executivos estiveram presentes nesta sexta-feira (22) na 6ª Convenção Nacional da Lojacorr, em Curitiba (PR).

A CEO da Axa, que está no Brasil há sete meses, lembra que há não muito tempo atrás os brokers e e agentes tinham receio do meio digital, um certo medo de que ultrapassaria a presença física. “A verdade é que o digital complementa para ajudar a chegar até o cliente e poupa tempo, pois é muito melhor passar tempo com o cliente avaliando as suas necessidades do que perdendo tempo com burocracias”, comentou ao lembrar que em pesquisa realizada pela sua empresa na França, os profissionais que faziam uso da tecnologia apresentavam diferenças de crescimento notáveis em comparação aos que não utilizavam.

Ainda que o digital esteja inerente ao atendimento, é possível torná-la uma experiência ainda mais humana. “As tecnologias facilitaram o relacionamento com corretores e consumidores, e o nosso foco é satisfazer necessidades para fazer o dia a dia mais fácil, mas as empresas são feitas de pessoas e os funcionários tem que estar dentro do desenvolvimento da tecnologia por parte da empresa para ajudar a entender o lado humano”, acredita o CEO da Mapfre, Luis Gutiérrez.

Humanizar o mercado de seguros também é eliminar o “segurês” dos termos e das palavras. “Temos um princípio dentro do mercado que o digital é o meio e não o fim, pois ele traz uma autonomia ao corretor de forma que ele consiga traduzir os produtos aos clientes com mais facilidade”, disse o CEO da Previsul Seguradora, Renato Pedroso. “Assim o corretor não precisa ficar focado em questões administrativas e vai mesmo para o lado da consultoria”, acrescentou.

Além disso, embora os processos tecnológicos signifiquem aproximação, complementação de algo ou substituição, o corretor de seguros ainda é a figura que inspira confiança e credibilidade para o consumidor. “O corretor já entendeu que a tecnologia não é uma barreira entre ele e o cliente, pois no final do dia o que as pessoas confiam a nós é uma família ou um bem importante para eles”, crê o Vice-Presidente da SulAmérica, André Lauzana. “Seguradora não vende seguro, ela compra risco e todos nós neste segmento temos que começar a pensar fora da caixa, pois temos que ajudar os clientes a se protegerem do risco e a tecnologia nos permite ajudar tanto PMEs quanto pessoa física”, concordou o CEO da Zurich, Edson Franco.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos 318

94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos

Seguradoras americanas gastam em torno de US$ 40 bi por ano com fraudes

Alcançar o equilíbrio entre a experiência do consumidor e a prevenção à fraude não é uma tarefa fácil. Danos à reputação da marca, multas e ações judiciais contra empresas aparecem como os principais impactos desses golpes, revela a pesquisa TransUnion Fraud Trends 2018, que exploram fraudes nos segmentos de Serviços Financeiros, Seguros e Imobiliário, realizada pela Forrester Consulting, no segundo semestre de 2018, a pedido da TransUnion, companhia global de soluções de informação.

As análises divulgadas reforçam informações extraídas dos sistemas TransUnion, destacando que o custo referente a fraudes ocorridas em financiamento de automóveis, cartões bancários e de varejistas, além de financiamentos pessoais, superou US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2018. As seguradoras e gerentes imobiliários também enfrentam desafios em combater novos esquemas de fraude à medida que cresce o número de serviços e aplicativos on-line.

O mapeamento do cenário de fraude nos segmentos citados sinaliza que:

  • Aproximadamente 94% das empresas do segmento financeiro já sofreram algum tipo de golpe entre 2017 e 2018.
  • Em complemento, o aumento de fraudes leves em seguradoras chegou a 62%, enquanto o de falsificação de identidade cresceu 57% nessas companhias no último ano.
  • Apenas no setor imobiliário, 97% dos bens administrados em ambiente virtual já foram alvo de alguma inconsistência de transação.

“A maior barreira para os tomadores de decisões nas indústrias como de serviços financeiros, seguros e imobiliária é assegurar que o consumidor tenha uma boa experiência e, ainda assim, seus dados estejam protegidos. Os clientes estão demandando melhores práticas de proteção de dados e empresas que não entregam soluções que atendam às exigências, sem interferir na experiência do usuário, correm o risco de perder para a concorrência”, comenta Geoff Miller, head de soluções fraud and identity da TransUnion.“Também é nítido que muitos dos mesmos problemas relacionados à fraude que afligem as instituições financeiras e seguradoras americanas estão afetando empresas similares no Canadá, na Índia e em outros países do mundo”.

Uma boa experiência do cliente é fundamental para a maioria dos tomadores de decisão entrevistados nos presentes estudos. 71% das instituições financeiras, por exemplo, confirmam que uma boa jornada para o consumidor influencia diretamente na adesão de métodos para proteção de golpes em ambientes on-line, enquanto 65% dos profissionais de seguros concordam que algumas táticas de prevenção podem impactar negativamente bons compradores.

“Para combater efetivamente a fraude, as transações necessitam de agilidade na tomada de decisão. Não se pode mais esperar dias, ou até mesmo horas, para checar se o cliente é realmente quem diz ser. Com a digitalização de processos, é possível implementar soluções efetivas, que utilizam bases de dados interconectadas a fim de detectar sinais e riscos de fraudes em ambiente físico ou digital, contribuindo para a continuidade da oferta de produtos e serviços à população e na sustentabilidade dos negócios”, explica Miller.

Dentre os entrevistados, foram ouvidos 465 tomadores de decisão nos Estados Unidos, Índia e Canadá, indicando que o maior desafio das instituições é a detecção de fraudes em tempo real, além de processos de verificação de identidade complexos e morosos, o que acaba impactando diretamente na insatisfação do cliente.

Mais informações sobre os estudos da Forrester podem ser acessadas aqui.

SEGURADORAS AMERICANAS GASTAM US$ 40 BI POR ANO COM FRAUDES

Anualmente, o montante de fraudes em seguradoras dos Estados Unidos é de US$ 30 bilhões. É o que resume o estudo Insurers: Strike The Right Balance Between Fighting Fraud and CX, que compõe o levantamento da TransUnion. Apenas no segmento de seguradoras, 66% dos entrevistados revelam que percebem um desenvolvimento contínuo das táticas utilizadas pelos criminosos, dificultando a acurácia das empresas em soluções de prevenção.

Um dos maiores problemas, identificados por seguradores, é a verificação de identidades. Assim, os fraudadores exploram as fraquezas dos processos por meio de três tipos de fraude:

  • Roubo de identidade: dados pessoais comprometidos ou furtados para utilização em aplicações de seguros ou processos de crédito;
  • Fraude leve: se configuram como solicitantes ou titulares de seguros que alteram ou omitem informações deliberadamente a fim de obter um valor menor que o requerido;
  • Fraude intensa: se apresentam como solicitantes ou titulares de seguros encenando perdas a fim de resgatar o dinheiro.

“Os tipos de fraudes que vemos na indústria de seguros tem sérias implicações econômicas para provedores deste serviço e seus clientes”, comenta Mark McElroy, vice presidente executivo e head da unidade de negócios da seguro da TransUnion. “Os consumidores demandam experiências excepcionais no processo junto às seguradoras. Isso significa que falsos alertas, detenção, procedimentos morosos de prevenção e investigações para acompanhamento de fraude podem impactar negativamente o cliente”.

À medida que mais consumidores esperam por ações de proteção sem atritos e de alta qualidade, a fraude continua a ameaçar as empresas de seguros. No cenário exposto pelo estudo, 49% das seguradoras não se mostram confiantes em relação à sua capacidade de detectar fraudes leves40% não estão certos de que podem identificar golpes de identidade e 55% assumem déficit na detecção de fraude intensa.

A pesquisa revela que, no ano passado:

  • 62% das seguradoras perceberam aumento de fraudes leves;
  • 57% perceberam crescimento em fraude de identidade;
  • 34% notaram um crescimento em fraude intensa.

“Todas as etapas da jornada do consumidor são suscetíveis à fraude, mas identificar os tipos e detecta-los o quanto antes é o mais importante”, afirma McElroy. “Fraudes não identificadas ou não detectadas podem ter impacto significativo na reputação de seguradoras e, consequentemente, em seus resultados financeiros”.

Além de perdas financeiras, o estudo ainda expõe que:

  • 57% dos entrevistados afirmam que as tentativas de fraude geraram danos de reputação com a marca;
  • 52% receberam algum tipo de multa ou ações judiciais por não cumprimento de regulamentos de prevenção;
  • 49% perceberam perdas financeiras por consequência das tentativas de golpe.

Embora a falsificação seja uma característica difícil de eliminar completamente, é possível desenvolver melhorias nos serviços de identificação. Nesses casos, é importante que as empresas se protejam por meio de soluções que preencham as lacunas entre serviços e prevenção à fraude, sem comprometer o processo de consumo.

Fraude de serviços financeiros são impulsionadas pela intensidade de uso do ambiente digital

O estudo da Forrester focado em companhias de Serviços Financeiros, Fraud Detection and ID Verification in Financial Services, revelou que a fraude é uma questão abrangente na indústria, com 94% de companhias tendo vivenciado algum tipo nos últimos dois anos. Esse crime se torna cada vez mais difícil de prevenir e detectar, o que representa um novo desafio para as instituições – assim como manter uma vantagem competitiva sem sacrificar a experiência do consumidor.

Mesmo com possibilidades de fraudes, aproximadamente 70% das companhias financeiras reportaram que seus consumidores preferem usar canais digitais em comparação a outros meios. Embora esta tendência não seja nova, a mudança no comportamento do consumidor tem dado lugar para novos tipos de fraudes emergirem.

Instituições financeiras encontraram atividades fraudulentas, como fraude de identidade e concessão de crédito, onde capacidades tecnológicas sofisticadas – insights em tempo real, máquinas automatizadas e análises preditivas – são necessárias para sinalizar atividades suspeitas rapidamente.

Entre os golpes mais comuns, no contexto geral, furto de identidade esteve presente em 65% das empresasfalsificações com informações básicas (números de CPFs falsificados com algoritmos originais misturados com outros aleatórios) representou 58%controle de conta representou 56%transações com cartão não presente 46%concessão de créditos 46% e os que não sentiram nenhuma transação fora do comum somam 6%.

“O comportamento dos consumidores está mudando. Eles demandam, cada dia mais, uma experiência ímpar e segura no uso dos serviços adquiridos. Isso significa que falsos alertas de golpes, procedimentos morosos de identificação e prevenção e processos de acompanhamento de possíveis fraudes podem impactar negativamente a experiência do cliente. Ao mesmo tempo, falsificadores estão cada vez mais experientes e admitem que desenvolvem diferentes táticas para simular clientes legítimos, demandando estratégias diferenciadas por parte das empresas”, comenta Steve Chaouki, vice presidente executivo e head da unidade de negócios de serviços financeiros da TransUnion.

Soluções avançadas são desenvolvidas para identificar sinais de alertas na primeira evidência. As principais ferramentas de prevenção não fornecem combate direto à golpes e solução de verificação de identidade em uma experiência ininterrupta. Cerca de seis em cada 10 empresários notaram que sua companhia frequentemente tem três ou mais detectores de fraude ou soluções de verificação de identidade. E menos de um terço está confiante da capacidade de identificá-las.

Mais da metade (54%) das instituições financeiras indicaram que os atuais processos de verificação de identidade e detecção de fraude são muito complexos e trabalhosos – não apenas para clientes conduzirem transações, mas também para as organizações manterem as mesmas. Além disso, metade das instituições não estão satisfeitas com a capacidade de detecção de fraudes que atualmente possuem.

As implicações provenientes de atividades fraudulentas são sentidas em toda a empresa, gerando custos altos para remediação junto às vítimas, perdas financeiras e complicações jurídicas por não conformidade. A Forrester Consulting estima 2,39% de receita em alegações de fraude para instituições financeiras, custando bilhões para as empresas todos os anos.

Desenvolvimento de esquemas de fraude impactam gestoras de imóveis

O recorte Misunderstanding and Inconsistency: The State of Fraud In The Rental Housing Industry, sobre fraudes na indústria imobiliária, mostrou que certos tipos estão cada vez mais pressionando os administradores de imóveis.  Dentre eles, estão presentes fraudes de identidade (sintética ou verdadeira) e digitais.

A fraude de identidade, em particular, tornou-se um dos principais recursos utilizados pelos fraudadores, pois podem usar identidades fabricadas durante todo o processo de cadastro. Essa atividade pode não ser notada mesmo após meses de sua aprovação, a menos que sejam utilizadas tecnologias sofisticadas para identificar e sinalizar informações suspeitas ao longo do processo de verificação.

O impacto da fraude neste mercado é real: oito em dez tomadores de decisões de imobiliárias vivenciaram a ação em até 20 situações nos últimos dois anos.

A pesquisa reforça a chegada dos aplicativos de aluguel on-line como principal meio para o crescimento de fraudes no setor. Com quase 59% dos alugueis sendo realizados em ambiente digital nos Estados Unidos, mais da metade dos gestores imobiliários entrevistados identificam a fraude on-line com base nas informações como um problema crítico ou quase-crítico.

“À medida que o setor imobiliário passa pela transformação digital, estamos trabalhando em conjunto com muitos gestores de imóveis para compreender melhor os novos riscos envolvidos nessa nova realidade”, cita Mike Doherty, vice presidente senior de negócios de rental screening da TransUnion. “É fundamental que esses profissionais encontrem os locatários certos, permitindo reduzir custos com turnover e aumentar a eficiência de custos”.

Confira os estudos completos sobre tentativas de fraude em instituições financeiras, e seguradoras neste link.

Seguro empresarial cresce nas regiões Norte e Nordeste do Brasil 310

Seguro empresarial cresce nas regiões Norte e Nordeste do Brasil

No período de janeiro a novembro de 2018 o incremento foi de cerca de 50%

Levantamento realizado pela MAPFRE aponta que os empresários das regiões Norte e Nordeste do país estão mais conscientes sobre a importância do seguro para a sustentabilidade financeira dos seus negócios. No período de janeiro a novembro de 2018, a seguradora registrou um crescimento de cerca de 50% nos prêmios nas duas regiões, na comparação com o mesmo período de 2017.

A superintendente executiva de Seguros Gerais da MAPFRE, Patricia Siequeroli, explica que as empresas de pequeno e médio porte vêm profissionalizando a sua gestão e estão mais atentas quanto à importância estratégica de uma proteção para garantir a continuidade do negócio diante de eventualidades. “Os empresários perceberam que a prevenção de incidentes futuras é algo que precisa estar no plano de negócio desde o começo, pois desta forma eles não estarão expostos as adversidades, como um incêndio, por exemplo, que pode comprometer todo o investimento já realizado no negócio”, destaca.

A executiva afirma ainda que o mercado disponibiliza hoje opções de proteções para empresas de todos os tamanhos, tendo inclusive apólices focadas exclusivamente à atividade de alguns segmentos, como academias, onde é possível incluir coberturas para danos materiais e corporais causados involuntariamente a terceiros, inclusive alunos da academia.

“O seguro empresarial na cobertura Básica protege a companhia contra incêndio, raio, explosão e implosão. Porém, é possível complementar o seguro com coberturas adicionais, como danos elétricos, responsabilidade civil e também perda de lucro bruto, que indeniza folha de pagamento e demais despesas fixas no caso de eventos decorrentes da cobertura Básica”, explica Patricia.

Números dos estados

Na região nordeste, a Bahia foi o local que apresentou mais procura dos empresários, com incremento de 312% nos prêmios; seguido por Sergipe (78%), Rio Grande do Norte (54%) e Ceará (54%).

Já no norte do país, o estado que teve crescimento mais expressivo em prêmios foi Tocantins, com cerca de 144% de incremento; seguindo por Amazonas (48%) e Rondônia (42%).