Seguros e os riscos que seu negócio pode oferecer ao meio ambiente 117694

Edição 211 da Revista JRS apresenta novo pacote gráfico e editorial, conheça!

Vivemos na era da sociedade da informação. O que não significa que o acesso às informações ocorra democraticamente, mas que, sim, nunca tivemos tanta informação disponível quanto hoje. E é neste aspecto que o jornalismo especializado, feito para públicos segmentados, apresenta a sua relevância à igualdade coletiva.

A crescente necessidade de utilizar linguagens e temáticas apropriadas às especificidades dos leitores tem feito com que a Revista JRS se reinvente cada vez mais. “Cada um na sua”, já diriam os compositores Roberto de Carvalho e Rita Lee.

Aproveitando a unificação completa da identidade visual de todas as plataformas de JRS, apresentamos uma edição totalmente aprofundada e multitemática para um público qualificado. Boa Leitura.

Valor do seguro para automóveis cai 8% em novembro 793

Confira cotações em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP)

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg desde junho deste ano, divulga levantamento com o valor dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em quatro capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que estão contratando o seguro pela primeira vez.

Após registrar alta de 46% no preço médio no mês anterior, o valor do seguro caiu 8%, em média, para as cotações realizadas este mês. A queda foi puxada pelo levantamento do perfil masculino, que teve retração média de 15,69%, enquanto o preço do seguro para as mulheres manteve-se estável (retração de apenas 0,3%).

Os destaques na diminuição do valor do seguro ficaram para os homens que moram na cidade de São Paulo, com 49,56% de queda no preço médio, e em Brasília, com retração de 30,22%. Essas quedas significativas levaram para baixo o preço médio nas capitais pesquisadas, já que no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, como mostra o gráfico abaixo, houve aumento na precificação das apólices.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Abrindo por modelo, fica nítida a retratação de preços para o perfil masculino. A queda chegou a 40% para o Renault Kwid, cujo seguro foi cotado em R$ 3.164 em outubro e passou para R$ 1.897 em novembro. Apenas o seguro do Volkswagen Polo registrou aumento para os homens, chegando à variação de 24% (foi cotado em R$ 3.209 em outubro e em R$ 3.975 este mês).

O cenário para as mulheres é diferente, pois foram registradas quedas apenas no preço do seguro do Jeep Compass (cotado em R$ 4.329 no último relatório e em R$ 3.995 este mês) e para o veículo Volkswagen Polo (R$ 3.263 em outubro e R$ 3.188 em novembro). Os demais demonstraram aumento, com destaque para o acréscimo de 34% no preço do seguro para o carro mais vendido do mês: o Chevrolet Ônix, cujo valor passou de R$ 1.557 para R$ 2.094.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre setembro e outubro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Apesar dos valores do seguro para o perfil masculino terem puxado a queda na média geral de preços este mês, o preço médio para homens continua mais alto em comparação ao perfil feminino. Enquanto as mulheres pagam, em média, R$ 2.171 pelo seguro dos carros analisados, os homens desembolsam R$ 2.949 para segurar os seus veículos, uma diferença de R$ 778.

*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Preço do seguro por modelo, média novembro (azul: homens; vermelho: mulheres)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em outubro foram emplacados 208.814 automóveis – um aumento de 20,56% em comparação com o mês anterior, quando foram vendidas 173.193 unidades. Desde janeiro, apenas quatro modelos se repetem todos os meses no ranking dos 10 mais emplacados: Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Volkswagen Gol e VW Polo.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em outubro, de acordo com a Fenabrave

Seguindo a tendência dos últimos estudos, o Chevrolet Onix continua a ser o carro mais emplacado no Brasil, com 22.324 unidades em outubro contra 17.981 registradas em setembro. O preço médio do seguro para o modelo de entrada para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.238, um decréscimo de 10% em relação à cotação do mês anterior, que ficou em R$ 2.478. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.094 ante R$ 1.557 – um acréscimo de 34%.

Entre setembro e outubro, dos dez modelos mais vendidos, nove são os mesmos. Neste mês, o Renault Sandero apareceu na nona posição entre os 10 mais emplacados, tirando o Toyota Corolla do ranking.

O melhor custo-benefício

Na hora de escolher o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), o Jeep Compass e o Chevrolet Ônix são os mais vantajosos para os homens – ambos com price ratio de 5,4%. Já para o público feminino, o Chevrolet Prisma é o modelo com a relação mais interessante, com o valor do seguro representando 4% do valor de mercado do veículo.

Na outra ponta, o modelo que menos vale a pena em termos de custo-benefício para o perfil masculino é o Volkswagen Polo, com price ratio de 8,9%. Para as mulheres, a relação de preço menos interessante ficou com o Volkswagen Gol, com price ratio de 5,4%.

*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação por preço de seguro (price ratio) (azul: homens; vermelho: mulheres)

Variação entre as cidades

O seguro mais em conta entre as cidades estudadas é o cobrado em Brasília, onde os motoristas pagam R$ 1.886, considerando a média do preço do seguro dos dez modelos mais vendidos em outubro para homens e mulheres. O mais caro foi registrado no Rio de Janeiro, onde a cotação média ficou em R$ 3.126 para os dois perfis.

Na média de preços este mês, o valor do seguro é maior para os homens do que para as mulheres em todas as cidades. A média mais alta foi registrada em Porto Alegre, chegando a R$ 3.753 para o perfil masculino versus R$ 2.283 para as mulheres na mesma cidade.

 

*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (azul: homens; vermelho: mulheres)

Mais detalhes

Confira, abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em outubro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 5 de novembro de 2018. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 5 de novembro.

Drones, seguro e responsabilidade nas alturas 815

RC obrigatório movimenta mercado e auxilia no cumprimento de regras

Os criadores dos drones não imaginavam que essas pequenas aeronaves não tripuladas fariam parte da sociedade como percebemos atualmente. Essas máquinas voadoras, originalmente idealizadas para fins militares, são frequentemente vistas sendo utilizadas em projetos audiovisuais profissionais e até por cidadãos comuns para registrar imagens aéreas.

Carlos Polizio é diretor de Aero, Casco e Transportes do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre

De acordo com a feira DroneShow Latin America, que reúne fabricantes, importadores, prestadores de serviços, desenvolvedores e provedores de tecnologia, das 720 empresas que atuam com atividades ligadas à drones no Brasil, a maioria tem menos de 20 anos de existência e 87,6% são de prestadoras de serviços e oferecem treinamento. 

Com o crescimento do uso nos últimos anos, algumas características tornam necessárias a existência de uma legislação. Tendo em vista as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operações civis de aeronaves não tripuladas, que completaram um ano no mês de maio, também se torna necessário um produto de seguro específico para a atividade. “A regulamentação trouxe a necessidade do operador profissional contratar seguro de Responsabilidade Civil e este profissional também passou a querer proteger seu patrimônio diante dos elevados valores dos equipamentos embarcados”, explica o diretor de Aero, Casco e Transportes do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Carlos Polizio.

Para o uso profissional de drones, a contratação do seguro de Responsabilidade Civil (RETA) é obrigatória e possui limites pré-fixados e aprovados pela Anac e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Este seguro está relacionado a danos causados pelo equipamento a terceiros. Caso haja necessidade do operador contratar limite superior ao seguro obrigatório, ele poderá contratar apólices específicas com limites em excesso ao obrigatório e conforme sua necessidade”, comenta.

Outra opção de seguro é o de proteção ao equipamento, ou seja, para danos. “Este seguro consiste na reposição do valor do equipamento após sinistro de perda parcial e/ou perda total. Quando falamos em equipamento devemos considerar o drone (chassi), bem como o equipamento que esteja instalado no Drone (câmera e demais acessórios do conjunto)”, elucida.

Fernando Pitol trabalha com imagens aéreas através de drones desde 2015

O autônomo Fernanda Pitol, de 37 anos, trabalha profissionalmente com drones desde 2015. Seu foco de voo é voltado ao mercado imobiliário, com materiais de imóveis para venda, análises de áreas, mapeamentos, institucional e imagens gerais de praias. “Em algumas situações também utilizo para segurança patrimonial, empresas grandes e em alguns eventos que precisam cuidar o perímetro da empresa em determinadas épocas”, conta.

O seu equipamento é homologado pela Anatel e Anac e conta com seguro desde fevereiro deste ano, que abrange cobertura sobre terceiros para eventuais imprevistos. Ele considera que o valor pago, em torno de R$ 700 reais/anual, condiz com a tranquilidade que proporciona. “Já houve queda em meu exercício profissional, mas como respeito as regras, não houve feridos, somente danos materiais. Bateu em um pássaro e caiu de uns vinte metros”, narra.

Tendo como parâmetro a sua vivência profissional, Pitol alerta para a quantidade de pessoas que utilizam estas ferramentas sem homologações ou autorização de uso do espaço aéreo e seguro. “[É preciso] que as regras sejam amplamente divulgadas e passem a serem respeitadas, de forma que não existam acidentes, ou pelo menos diminuam, pois nem todos os acidentes são imprevistos, alguns são previsíveis”, diz.

Pelo lado do mercado segurador, Carlos Polizio salienta que o número de apólices vem crescendo mês a mês. “Como toda modalidade nova as dúvidas são constantes, ajustes são necessários, alinhamento do produto junto ao mercado se torna uma prática de extrema necessidade e processos de sinistros começam a acontecer”, argumenta.”A conscientização já está caminho e se faz necessária diariamente. Importante ressaltar que o papel do corretor de seguros é essencial e contamos muito com este apoio neste momento”, finaliza.

Três anos de Travelers Seguros no Brasil 702

Companhia atua fortemente em produtos voltados para PMEs

A Travelers Seguros acaba de celebrar três anos de operação sob marca própria no Brasil. Neste período, a companhia tem atuado fortemente com produtos para pequenas e médias empresas e vem desenvolvendo uma relação próxima tanto com os corretores, quanto com o consumidor final.

“Estes três primeiros anos no Brasil foram guiados pela nossa missão de criar um padrão mais elevado de serviço e estabelecer as bases para um crescimento sustentável no futuro”, diz Leonardo Semenovitch, diretor-presidente da Travelers no Brasil. “Nós nos esforçamos para fornecer recursos valiosos aos nossos corretores e realizar eventos de treinamento para compartilhar ideias e nos ajudar a entender melhor os desafios que eles enfrentam”, completa.

Atualmente, a Travelers conta com cerca de mil corretores ativos no Brasil e mais de 100 funcionários com reconhecida qualificação técnica, distribuídos em oito escritórios e que atuam com quatro linhas de negócios: Riscos de Engenharia, Riscos Patrimoniais, Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras. Durante este período no Brasil, a companhia reforçou sua presença no mercado, oferecendo soluções customizadas para negócios de todos os portes.

Por meio de sua experiência em controle de riscos, a Travelers consegue fornecer aos clientes informações relevantes e recomendações de segurança para proteger seus negócios. A empresa oferece aos corretores recursos como ferramentas de cotação on-line, que facilitam a emissão de apólices por meio de tablets e computadores. “Além de ótimos produtos e uma marca forte, o que faz toda a diferença na parceria da Marsh com a Travelers é o relacionamento com a equipe comercial.  A junção destes aspectos resulta em bons negócios e dá bases para que essa parceria se estenda por muitos anos”, diz Luis Guilherme Menezes, Diretor de Linhas Financeiras da Marsh Corretora.

A seguradora celebrou seu aniversário com uma semana de eventos, reconhecendo o comprometimento dos colaboradores junto aos clientes e corretores.

RS: Corretores do Sul do Estado confraternizam em Pelotas 666

Representantes de entidades e companhias também participaram do momento

Os corretores de seguros do Sul do Estado celebraram o fechamento de 2018 na sexta-feira (09) em Pelotas. O momento já é um tradicional encontro promovido pela Delegacia da Região do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), chegando a sua 15ª edição neste ano.

De acordo com a delegada do Sindicato na cidade, Jacqueline Carvalho, o momento é oportuno para que os profissionais confraternizem e estreitem laços de parceria entre corretores e seguradoras. O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, do Sindicato das Seguradoras do RS, Guacir Bueno, e representantes de companhia participaram da confraternização.

Confira as imagens:

Porto Seguro Motos oferece proteção personalizada para baixa e alta cilindrada 554

moto

Revitalização do produto visa atender a diferentes perfis de motociclistas

A produção e as vendas de motos têm crescido ao longo do ano. De janeiro a setembro, as fabricantes de motocicletas tiveram um aumento na produção de 19,2% e de 17,8% nas vendas diárias, comparado ao mesmo período de 2017, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Visando atender a crescente demanda no setor, o Porto Seguro Moto foi relançado e passa a oferecer duas novas opções de seguros para motos de baixa e de alta cilindrada.

“Mesmo com o crescimento do mercado de motocicletas, muitas pessoas ainda não possuem seguros para suas motos. A ideia é personalizar o produto e torná-lo mais atrativo”, afirma Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

O produto, que até o momento era único, agora será dividido em duas categorias: uma que abrange motos de 50 até 300 cilindradas (para quem usa a moto como meio de locomoção diária, para ir e voltar do trabalho, por exemplo), e outra que contempla motos a partir de 301 cilindradas (para quem utiliza a moto para lazer e percorre viagens de longa duração).

Para a opção de baixa cilindrada, os motociclistas terão coberturas mais enxutas, com a possibilidade de parcelamento do seguro em até 10x sem juros no Cartão de Crédito Porto Seguro e no débito em conta. Já motos de alta cilindrada, contarão com coberturas completas que atendem as necessidades desse público, como a disponibilização de guincho com extensão para o Mercosul e serviços emergenciais à residência.

Para ambos os segmentos, o Porto Seguro Moto mantém os benefícios já existentes: cobertura total (colisão, incêndio, roubo e furto) ou cobertura para incêndio, roubo e furto; assistência 24h; reposição do valor da moto 0KM por até 6 meses; desconto de 25% na franquia (valor limitado); cláusula contratada para cobertura de acessórios (capacete, luvas, botas, jaqueta, calça e intercomunicador).

Para saber mais, simular e contratar o Porto Seguro Moto, fale com o seu Corretor ou acesse este endereço.