Seguros e os riscos que seu negócio pode oferecer ao meio ambiente 122798

Edição 211 da Revista JRS apresenta novo pacote gráfico e editorial, conheça!

Vivemos na era da sociedade da informação. O que não significa que o acesso às informações ocorra democraticamente, mas que, sim, nunca tivemos tanta informação disponível quanto hoje. E é neste aspecto que o jornalismo especializado, feito para públicos segmentados, apresenta a sua relevância à igualdade coletiva.

A crescente necessidade de utilizar linguagens e temáticas apropriadas às especificidades dos leitores tem feito com que a Revista JRS se reinvente cada vez mais. “Cada um na sua”, já diriam os compositores Roberto de Carvalho e Rita Lee.

Aproveitando a unificação completa da identidade visual de todas as plataformas de JRS, apresentamos uma edição totalmente aprofundada e multitemática para um público qualificado. Boa Leitura.

Grupo Caburé conta com mais de 1,2 milhão de segurados pelo país 1072

Empresa reforça seus números consolidados

Fundado em 1963, na Capital dos gaúchos, o Grupo Caburé Seguros consagrou-se como um dos maiores administradores privados de apólices de seguros de vida em grupo da América Latina. Em números, são mais de 1.200.000 segurados ativos em todo o Brasil, 17,2 bilhões de reais de capitais administrados, 7.100.000 segurados cadastrados, presença em 3.148 municípios do país e mais de 1.785 corretores de seguros cadastrados.

“Criado a partir da iniciativa inovadora de um vendedor de seguros porta a porta, a empresa cresceu e conquistou a credibilidade do mercado e de seus clientes. Essa confiança está consolidada porque o Grupo entende o seguro de pessoas como um dos bens mais nobres para a sociedade e segue demonstrando compromisso e envolvimento com seus segurados”, conta o vice-presidente José Luiz Mota da Silva sobre como foi possível tornar realidade o legado iniciado pelo fundador Luiz Carlos Piggato da Silva, o Caburé.

Atualmente, o Grupo Caburé é formado por empresas corretoras de seguros de vida, planos de previdência privada e capitalização, empresas corretoras de seguros de todos os ramos, de agenciamentos de planos securitários, de administração de planos de assistência 24 horas com extensão ao atendimento pessoal e familiar, clubes de seguros pessoais e benefícios e de gestão de incorporação e construção civil. Atento às inovações de mercado e de consumo, a mais recente ação do Grupo, que tem sido um sucesso, foi a criação do Aplicativo Anjo, que auxilia corretores e agenciadores de seguros de vida na venda.

AXA oferece Empresa Slim para a proteção de PMEs 506

Produto tem cobertura completa com valores de risco diferenciados, apólice com opção de vigência de seis meses e parcelamento em até cinco vezes sem juros

Para Pequenas e Médias Empresas que estão em busca de proteção para seus negócios e para mitigar riscos das operações, a AXA oferece o Empresa Slim. Como forma de dar suporte ao cliente, o seguro tem opção vigência de seis meses, valores de risco diferenciados e com parcelamento ampliado para até cinco vezes sem juros.

“Esse produto é uma opção para quem busca a segurança do seu negócio. Com o Empresa Slim, o cliente terá toda a cobertura de que precisa e condições especiais para pagamento, com contratação rápida e simplificada. Entendemos esse produto é uma contribuição também para o corretor, que passa a ter uma oferta mais atrativa”, comenta Clóvis Silva, Superintendente de Massificados da AXA no Brasil.

O seguro é indicado para pequenos negócios, com valor em risco até R$ 2 MM, nos segmentos de comércio e serviços, como bares, restaurantes e lanchonetes, padarias, pizzarias, consultório médico e odontológico, salões de cabeleireiro e manicure, agências de turismo, academias, petshops, clínicas veterinárias, escritórios de advocacia e contabilidade, lojas de roupas e calçados, entre outras. O Empresa Slim pode ser contratado em poucos cliques/toques pelo E-Solutions. As coberturas incluem básica de incêndio, além da cobertura de equipamentos e objetos portáteis, que estende a cobertura para trabalho em Home office.

Para quem busca cobertura com limites maiores e apólices com vigência mais ampla, a AXA oferece também o Empresa Flex, produto completo e flexível para as necessidades de cada tipo de negócio com limite máximo de indenização até R$30 milhões. Além de coberturas específicas para cada segmento, o produto tem opção de parcelamento em até seis vezes sem juros e se destaca pela cobertura para equipamentos utilizados em home office; jardins e paisagismo; e cobertura unificada para vazamentos ocasionados por sprinklers, tanques ou tubulações.

Projeto de Lei inclui no seguro evento decorrente de pandemia 518

De acordo com a proposta, o segurador não pode eximir-se ao pagamento do seguro, ainda que a apólice conste a restrição

O deputado federal Lucas Vergílio (Solidariedade/GO) elaborou Projeto de Lei que altera a Lei 10.406/02 (Código Civil) para incluir nas coberturas de seguros de vida, os eventos decorrentes de epidemias ou pandemias.

De acordo com a proposta, o segurador não pode eximir-se ao pagamento do seguro, ainda que da apólice conste a restrição, se a morte ou a incapacidade do segurado estiver relacionada ou ocorra em consequência, direta ou indireta, de epidemias ou pandemias, mesmo que declaradas por órgão competente.

O texto estabelece ainda que essas disposições serão consideradas como risco coberto para todos os efeitos, inclusive de ordem ressecuritária.

Segundo o deputado, a ausência de normas legais ou infralegais acerca da matéria leva as seguradoras a adotarem, nos seguros de vida, cláusulas e condições contendo exclusões ou restringindo direitos relacionados às coberturas por morte ou incapacidade do segurado em função de epidemias ou pandemias, em contratos que, em geral, são de adesão.

“Entendo como necessária, oportuna e premente a presente proposição de alteração da legislação civil no que toca o seguro de pessoas, como forma de oferecer respostas rápidas e eficazes aos segurados e seus beneficiários”, argumenta Lucas Vergilio.

Ele acrescenta ainda que as disposições que contém exclusões ou mesmo restrições de direitos “estão na contramão” da principal missão que cabe ao mercado de seguros, na proteção e amparo às pessoas em todos os momentos, de forma a comprovar o quanto é relevante como pilar do processo de desenvolvimento do País, “garantindo a proteção da vida e da saúde e, consequentemente, a continuidade dos negócios e da nossa economia, seja na redistribuição solidária, na reparação de danos, na compensação financeira de prejuízos, desonerando as finanças públicas e cooperando com o bem-estar da sociedade”.

Por fim, Vergilio observa que, neste momento em que os segurados e seus beneficiários estão expostos e sujeitos a experimentarem sérios riscos patrimoniais, urge que haja a ampla cobertura para eventuais casos de sinistros relacionados, direta ou indiretamente, ao novo coronavírus (Covid-19). “Nessa mesma toada, visando que não paire dúvidas, os riscos descritos devem ser considerados como cobertos para todos os efeitos, em especial aqueles relacionados aos resseguros contratados pelas seguradoras, sendo de bom alvitre a inclusão do comando legal que ora proponho”, completa o deputado.

ENS e SindsegSC reforçam importância da capacitação profissional do mercado 974

Conferência online abordou a continuidade da parceria entre as  instituições

Na última semana, o presidente do Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (SindsegSC), Waldecyr Schilling, participou de uma reunião online com a direção da Escola Negócios e Seguros (ENS). O objetivo das entidades foi debater a preservação da parceria e a forma de agregar cada vez mais conhecimento para os profissionais do mercado segurador. “O SindsegSC sempre foi a mola propulsora do mercado de seguros catarinense, e neste momento não será diferente”, afirmou Schilling.

Segundo ele, é importante que a ENS disponibilize cursos à distância no atual período de pandemia, contribuindo para a capacitação dos profissionais do mercado de seguros. “A Escola apresenta através do seu portal novas tecnologias de comunicação que contribuem na geração de conteúdos para minimizar o dia a dia nesse momento de isolamento social”, afirmou.

A ENS conta com muitos produtos a disposição do mercado, e também oferece nove cursos gratuitos, entre eles Relações de Consumo, Iniciação em Seguros, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Liderança de Pessoas, Procedimentos Operacionais para Corretoras de Seguros, Regulação de Sinistros para Corretores de Seguros, entre outros.

Para saber mais sobre os cursos, acesse o site da instituição.

Como lidar com o mercado de crédito e cobrança durante o surto do coronavírus 1463

“Crises, como a epidemia do coronavírus, são excelentes momentos para repensarmos tudo. Como podemos ser mais eficientes?”

A epidemia do Covid-19 impactou praticamente todos os segmentos da economia mundial, paralisando mercados e trazendo inúmeros prejuízos. O setor de crédito e cobrança, um dos maiores impactados pela súbita perda do poder de compra do consumidor, deve ser ágil e tomar providências para minimizar o impacto da crise – compartilho a seguir algumas valiosas recomendações colhidas durante conversas com representantes de diversas empresas do segmento.

É consenso de todos os profissionais que atuam na área de crédito e cobrança que estamos vivendo algo sem precedentes e que não existe uma cartilha para direcionar nossas ações. Porém, existe um sentimento comum que é o de criarmos ações com responsabilidade e não gerar restrições apenas como ações de prevenção. Os 5 maiores bancos do país, por exemplo, já se posicionaram e estão oferecendo prorrogação de vencimentos com prazos de até 60 dias e mantendo as condições do contrato.

O Governo, por sua vez, já se posicionou por meio da resolução 4.782 que determina a flexibilização de regras de provisão nos casos de reestruturações de operações (recomposição de débitos), dispensando algumas questões antes obrigatórias como, por exemplo, a caracterização do cliente como “ativo problemático”.

Sem dúvida o momento é de sermos responsáveis e condolentes, porém, como gestores de risco, devemos também zelar pela saúde de nossas carteiras de crédito. Então, o que o mercado em geral vem fazendo em termos de crédito e cobrança para combater este momento?

Em termos de crédito, percebemos um movimento cuidadoso de não o restringir, porém revisar a forma como são concedidos os limites. Revisar os pontos de corte, buscando minimizar o ingresso de clientes de maior risco, foi uma das medidas citadas por executivos do setor. Principalmente varejos e cartões ligados a supermercados e farmácias perceberam um aumento de demanda neste período, e vem trabalhando para gerar limites menores e mais ajustados ao momento.

A revisão dos limites também vem sendo trabalhada e as revisões com aumentos de limite em prazos determinados estão sendo suspensas pela maioria das empresas neste momento.

Ainda falando no cenário de manutenção da carteira de crédito, muitas empresas sinalizaram que vêm incentivando o parcelamento dos valores para que eles possam ser redistribuídos para meses futuros. É consenso que o momento é de revisar os juros cobrados tanto no rotativo do cartão como nos planos de parcelamentos. Por outro lado, quanto maior o prazo, maiores os juros, então este é um desafio para muitas empresas no alongamento do prazo de seus créditos.

Na área de cobrança, uma das ações que foi bastante sinalizada foi o aumento dos prazos para se consolidar uma quebra de acordo e de negativação. Já questões ligadas a postergação de vencimentos ou de oferta de prazos para pagamento também foram destacadas por todos, porém sempre existe o desafio da limitação tecnológica.
É sempre nos momentos de dificuldade que surgem as maiores revoluções.

Crises, como a epidemia do coronavírus, são excelentes momentos para repensarmos tudo. Como podemos ser mais eficientes? Como podemos ter menos deslocamentos? Superado esse momento, sairemos ainda mais fortes, mais resilientes e acima de tudo, reinventaremos nossos antigos processos e criando soluções nunca pensadas. É aquele velho ditado, se a vida te der um limão, faça uma limonada.

Por Eduardo Tambellini, Consultor de Negócios da FICO