Belfaactus Seguros brinda 25 anos de sucesso 3430

Uma das maiores corretoras do RS reuniu mercado segurador em noite especial

Na última sexta-feira, uma das maiores corretoras de seguros do Rio Grande do Sul, a Belfaactus Seguros, comemorou o sucesso de 25 anos de existência. Os diretores Paulo Fürst e Lauro Brum receberam mais de cem convidados, entre eles, homenagens dos executivos da Previsul, HDI, Chubb, Mapfre, Bradesco, Sura, Generali, Sancor, Mitsui, Sompo, Liberty e Allianz.

A empresa, da cidade de Santa Cruz do Sul, administra 14 mil itens em Ramos Elementares e 180 mil segurados no segmento Vida. “Nesses 25 anos, todas as decisões tomadas dentro da corretora foram assertivas. Nessa caminha longa nós formamos uma grande família, composta pelos funcionários, parceiros, seguradoras e pelos clientes”, destacou Lauro Brum.

No início, a corretora começou com uma seguradora e, hoje, conta com mais 35 companhias parceiras, lembra Paulo Fürst. “Hoje reunimos uma série de profissionais e mostramos que todos juntos somos mais fortes”, afirmou. “Nosso segredo é muito trabalho e dedicação, é uma família que mostra a sua união em prol dos clientes todos os dias”, acrescentou.

Confira todas as imagens – 25 anos da Belfaactus Seguros:

94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos 296

94% das instituições financeiras sofreram tentativas de fraude nos últimos dois anos

Seguradoras americanas gastam em torno de US$ 40 bi por ano com fraudes

Alcançar o equilíbrio entre a experiência do consumidor e a prevenção à fraude não é uma tarefa fácil. Danos à reputação da marca, multas e ações judiciais contra empresas aparecem como os principais impactos desses golpes, revela a pesquisa TransUnion Fraud Trends 2018, que exploram fraudes nos segmentos de Serviços Financeiros, Seguros e Imobiliário, realizada pela Forrester Consulting, no segundo semestre de 2018, a pedido da TransUnion, companhia global de soluções de informação.

As análises divulgadas reforçam informações extraídas dos sistemas TransUnion, destacando que o custo referente a fraudes ocorridas em financiamento de automóveis, cartões bancários e de varejistas, além de financiamentos pessoais, superou US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2018. As seguradoras e gerentes imobiliários também enfrentam desafios em combater novos esquemas de fraude à medida que cresce o número de serviços e aplicativos on-line.

O mapeamento do cenário de fraude nos segmentos citados sinaliza que:

  • Aproximadamente 94% das empresas do segmento financeiro já sofreram algum tipo de golpe entre 2017 e 2018.
  • Em complemento, o aumento de fraudes leves em seguradoras chegou a 62%, enquanto o de falsificação de identidade cresceu 57% nessas companhias no último ano.
  • Apenas no setor imobiliário, 97% dos bens administrados em ambiente virtual já foram alvo de alguma inconsistência de transação.

“A maior barreira para os tomadores de decisões nas indústrias como de serviços financeiros, seguros e imobiliária é assegurar que o consumidor tenha uma boa experiência e, ainda assim, seus dados estejam protegidos. Os clientes estão demandando melhores práticas de proteção de dados e empresas que não entregam soluções que atendam às exigências, sem interferir na experiência do usuário, correm o risco de perder para a concorrência”, comenta Geoff Miller, head de soluções fraud and identity da TransUnion.“Também é nítido que muitos dos mesmos problemas relacionados à fraude que afligem as instituições financeiras e seguradoras americanas estão afetando empresas similares no Canadá, na Índia e em outros países do mundo”.

Uma boa experiência do cliente é fundamental para a maioria dos tomadores de decisão entrevistados nos presentes estudos. 71% das instituições financeiras, por exemplo, confirmam que uma boa jornada para o consumidor influencia diretamente na adesão de métodos para proteção de golpes em ambientes on-line, enquanto 65% dos profissionais de seguros concordam que algumas táticas de prevenção podem impactar negativamente bons compradores.

“Para combater efetivamente a fraude, as transações necessitam de agilidade na tomada de decisão. Não se pode mais esperar dias, ou até mesmo horas, para checar se o cliente é realmente quem diz ser. Com a digitalização de processos, é possível implementar soluções efetivas, que utilizam bases de dados interconectadas a fim de detectar sinais e riscos de fraudes em ambiente físico ou digital, contribuindo para a continuidade da oferta de produtos e serviços à população e na sustentabilidade dos negócios”, explica Miller.

Dentre os entrevistados, foram ouvidos 465 tomadores de decisão nos Estados Unidos, Índia e Canadá, indicando que o maior desafio das instituições é a detecção de fraudes em tempo real, além de processos de verificação de identidade complexos e morosos, o que acaba impactando diretamente na insatisfação do cliente.

Mais informações sobre os estudos da Forrester podem ser acessadas aqui.

SEGURADORAS AMERICANAS GASTAM US$ 40 BI POR ANO COM FRAUDES

Anualmente, o montante de fraudes em seguradoras dos Estados Unidos é de US$ 30 bilhões. É o que resume o estudo Insurers: Strike The Right Balance Between Fighting Fraud and CX, que compõe o levantamento da TransUnion. Apenas no segmento de seguradoras, 66% dos entrevistados revelam que percebem um desenvolvimento contínuo das táticas utilizadas pelos criminosos, dificultando a acurácia das empresas em soluções de prevenção.

Um dos maiores problemas, identificados por seguradores, é a verificação de identidades. Assim, os fraudadores exploram as fraquezas dos processos por meio de três tipos de fraude:

  • Roubo de identidade: dados pessoais comprometidos ou furtados para utilização em aplicações de seguros ou processos de crédito;
  • Fraude leve: se configuram como solicitantes ou titulares de seguros que alteram ou omitem informações deliberadamente a fim de obter um valor menor que o requerido;
  • Fraude intensa: se apresentam como solicitantes ou titulares de seguros encenando perdas a fim de resgatar o dinheiro.

“Os tipos de fraudes que vemos na indústria de seguros tem sérias implicações econômicas para provedores deste serviço e seus clientes”, comenta Mark McElroy, vice presidente executivo e head da unidade de negócios da seguro da TransUnion. “Os consumidores demandam experiências excepcionais no processo junto às seguradoras. Isso significa que falsos alertas, detenção, procedimentos morosos de prevenção e investigações para acompanhamento de fraude podem impactar negativamente o cliente”.

À medida que mais consumidores esperam por ações de proteção sem atritos e de alta qualidade, a fraude continua a ameaçar as empresas de seguros. No cenário exposto pelo estudo, 49% das seguradoras não se mostram confiantes em relação à sua capacidade de detectar fraudes leves40% não estão certos de que podem identificar golpes de identidade e 55% assumem déficit na detecção de fraude intensa.

A pesquisa revela que, no ano passado:

  • 62% das seguradoras perceberam aumento de fraudes leves;
  • 57% perceberam crescimento em fraude de identidade;
  • 34% notaram um crescimento em fraude intensa.

“Todas as etapas da jornada do consumidor são suscetíveis à fraude, mas identificar os tipos e detecta-los o quanto antes é o mais importante”, afirma McElroy. “Fraudes não identificadas ou não detectadas podem ter impacto significativo na reputação de seguradoras e, consequentemente, em seus resultados financeiros”.

Além de perdas financeiras, o estudo ainda expõe que:

  • 57% dos entrevistados afirmam que as tentativas de fraude geraram danos de reputação com a marca;
  • 52% receberam algum tipo de multa ou ações judiciais por não cumprimento de regulamentos de prevenção;
  • 49% perceberam perdas financeiras por consequência das tentativas de golpe.

Embora a falsificação seja uma característica difícil de eliminar completamente, é possível desenvolver melhorias nos serviços de identificação. Nesses casos, é importante que as empresas se protejam por meio de soluções que preencham as lacunas entre serviços e prevenção à fraude, sem comprometer o processo de consumo.

Fraude de serviços financeiros são impulsionadas pela intensidade de uso do ambiente digital

O estudo da Forrester focado em companhias de Serviços Financeiros, Fraud Detection and ID Verification in Financial Services, revelou que a fraude é uma questão abrangente na indústria, com 94% de companhias tendo vivenciado algum tipo nos últimos dois anos. Esse crime se torna cada vez mais difícil de prevenir e detectar, o que representa um novo desafio para as instituições – assim como manter uma vantagem competitiva sem sacrificar a experiência do consumidor.

Mesmo com possibilidades de fraudes, aproximadamente 70% das companhias financeiras reportaram que seus consumidores preferem usar canais digitais em comparação a outros meios. Embora esta tendência não seja nova, a mudança no comportamento do consumidor tem dado lugar para novos tipos de fraudes emergirem.

Instituições financeiras encontraram atividades fraudulentas, como fraude de identidade e concessão de crédito, onde capacidades tecnológicas sofisticadas – insights em tempo real, máquinas automatizadas e análises preditivas – são necessárias para sinalizar atividades suspeitas rapidamente.

Entre os golpes mais comuns, no contexto geral, furto de identidade esteve presente em 65% das empresasfalsificações com informações básicas (números de CPFs falsificados com algoritmos originais misturados com outros aleatórios) representou 58%controle de conta representou 56%transações com cartão não presente 46%concessão de créditos 46% e os que não sentiram nenhuma transação fora do comum somam 6%.

“O comportamento dos consumidores está mudando. Eles demandam, cada dia mais, uma experiência ímpar e segura no uso dos serviços adquiridos. Isso significa que falsos alertas de golpes, procedimentos morosos de identificação e prevenção e processos de acompanhamento de possíveis fraudes podem impactar negativamente a experiência do cliente. Ao mesmo tempo, falsificadores estão cada vez mais experientes e admitem que desenvolvem diferentes táticas para simular clientes legítimos, demandando estratégias diferenciadas por parte das empresas”, comenta Steve Chaouki, vice presidente executivo e head da unidade de negócios de serviços financeiros da TransUnion.

Soluções avançadas são desenvolvidas para identificar sinais de alertas na primeira evidência. As principais ferramentas de prevenção não fornecem combate direto à golpes e solução de verificação de identidade em uma experiência ininterrupta. Cerca de seis em cada 10 empresários notaram que sua companhia frequentemente tem três ou mais detectores de fraude ou soluções de verificação de identidade. E menos de um terço está confiante da capacidade de identificá-las.

Mais da metade (54%) das instituições financeiras indicaram que os atuais processos de verificação de identidade e detecção de fraude são muito complexos e trabalhosos – não apenas para clientes conduzirem transações, mas também para as organizações manterem as mesmas. Além disso, metade das instituições não estão satisfeitas com a capacidade de detecção de fraudes que atualmente possuem.

As implicações provenientes de atividades fraudulentas são sentidas em toda a empresa, gerando custos altos para remediação junto às vítimas, perdas financeiras e complicações jurídicas por não conformidade. A Forrester Consulting estima 2,39% de receita em alegações de fraude para instituições financeiras, custando bilhões para as empresas todos os anos.

Desenvolvimento de esquemas de fraude impactam gestoras de imóveis

O recorte Misunderstanding and Inconsistency: The State of Fraud In The Rental Housing Industry, sobre fraudes na indústria imobiliária, mostrou que certos tipos estão cada vez mais pressionando os administradores de imóveis.  Dentre eles, estão presentes fraudes de identidade (sintética ou verdadeira) e digitais.

A fraude de identidade, em particular, tornou-se um dos principais recursos utilizados pelos fraudadores, pois podem usar identidades fabricadas durante todo o processo de cadastro. Essa atividade pode não ser notada mesmo após meses de sua aprovação, a menos que sejam utilizadas tecnologias sofisticadas para identificar e sinalizar informações suspeitas ao longo do processo de verificação.

O impacto da fraude neste mercado é real: oito em dez tomadores de decisões de imobiliárias vivenciaram a ação em até 20 situações nos últimos dois anos.

A pesquisa reforça a chegada dos aplicativos de aluguel on-line como principal meio para o crescimento de fraudes no setor. Com quase 59% dos alugueis sendo realizados em ambiente digital nos Estados Unidos, mais da metade dos gestores imobiliários entrevistados identificam a fraude on-line com base nas informações como um problema crítico ou quase-crítico.

“À medida que o setor imobiliário passa pela transformação digital, estamos trabalhando em conjunto com muitos gestores de imóveis para compreender melhor os novos riscos envolvidos nessa nova realidade”, cita Mike Doherty, vice presidente senior de negócios de rental screening da TransUnion. “É fundamental que esses profissionais encontrem os locatários certos, permitindo reduzir custos com turnover e aumentar a eficiência de custos”.

Confira os estudos completos sobre tentativas de fraude em instituições financeiras, e seguradoras neste link.

IFRS 17 transforma negócios do segmento de seguros 208

IFRS 17 transforma negócios do segmento de seguros

Mudanças vêm acompanhadas de novas oportunidades de mercado, gestão e pessoas

A IFRS 17 traz diretrizes que permitirão melhor comparação de resultados e produtos entre seguradoras, e entrará em vigor em 2022.

Uma das mudanças mais significativas da década acontece nas seguradoras globais desde o lançamento, ocorrido em maio de 2017, da norma internacional de contabilidade IFRS 17 (International Financial Reporting Standard 17).

A nova diretriz traz para o cerne das empresas desse setor uma série de transformações contábeis, atuariais e tecnológicas que promovem uma abordagem mais uniforme de avaliação e apresentação para os contratos de seguro, introduzindo um modelo geral para avaliação desses contratos.

A norma promove, com isso, maior comparabilidade dos resultados entre companhias, o que, por sua vez, deve atrair a atenção de investidores e usuários, auxiliando em importantes tomadas de decisão por parte desses stakeholders.

“A IRFS 17 muda substancialmente a forma como os contratos de seguro são mensurados e apresentados, bem como a maneira com que a seguradora avalia seu desempenho”, afirma Alexandre Paraskevopoulos, sócio da prática de GCMG (Global Capital Markets Group) e especialista em IFRS para Seguros da Deloitte.

Inicialmente prevista para ser plenamente adotada 1º de janeiro de 2021, o prazo para a migração para a IRFS 17 foi prorrogada em um ano, devido à complexidade dos desafios que sua implementação traz. Assim, a expectativa é que todas as grandes seguradoras já estejam atuando dentro dos novos modelos estabelecidos até 1º de janeiro de 2022.

Resultados e produtos passam a ser comparáveis globalmente

A IFRS 17 levou 15 anos para ser elaborada. Até então, usava-se a IFRS 4, que permitia que a contabilização de contratos de seguro fosse feita com base em normas contábeis nacionais, sujeitas a mudanças limitadas, tais como classificação de contratos, teste de adequação de passivos e maiores divulgações. As diferentes abordagens contábeis e atuariais dos países dificultavam a comparabilidade e a análise do desempenho financeiro de outras empresas e demais informações publicadas segundo a IFRS 4.

Segundo Paraskevopoulos, quando a nova norma for plenamente adotada, um investidor conseguirá analisar melhor itens como o balanço financeiro, a rentabilidade dos grupos de contratos, além de como os contratos emitidos por uma seguradora reagem a mudanças econômicas e não-econômicas às quais que estão sujeitos. A base para comparação e as políticas contábeis serão mais uniformes para todas. Para o usuário final, trará a garantia de mais transparência sobre os resultados das companhias que emitem os produtos negociados no mercado.

Capacitação de profissionais para os novos tempos

A IFRS 17 tem caráter multidisciplinar e, portanto, o nível de complexidade também é desafiador. Isso se revela na necessidade de alterar, de maneira significativa, a forma como as seguradoras coletam, armazenam e analisam os dados, bem como desenvolvem seus modelos atuariais e contábeis. Será necessária uma maior coordenação entre as áreas atuarial, de finanças, técnica, de gestão de riscos, tecnológica, de produtos e outras de suporte, como planejamento estratégico e auditoria interna.

Assim, um ponto-chave para a adoção plena e exitosa da IFRS 17 está na capacitação das pessoas. Contadores, atuários, CFOs e outros profissionais precisarão entender como o resultado e a demonstração financeira e patrimonial das entidades funcionarão segundo essa nova norma.

“O atuário é um dos grandes pilares da nova norma, passando a ter um papel ainda mais relevante no dia a dia das seguradoras. Os modelos atuariais por ele utilizados para avaliar uma seguradora terão que ser refinados”, afirma Dinarte Ferreira Bonetti, diretor da prática Atuarial da Deloitte. “É uma quebra de paradigma para o atuário, mas a IRFS 17 traz um mundo de oportunidades, uma vez que o atuário poderá trabalhar em qualquer lugar do mundo”, explica.

João Batista da Costa Pinto, sócio da prática Atuarial da Deloitte, concorda que o papel desse profissional mudará significativamente. “A parte atuarial terá de adaptar seus modelos atuais e modificar sua arquitetura de sistemas, dada a complexidade dos modelos que estão chegando e a quantidade de informações com que o profissional da área vai precisar trabalhar.”

Saiba mais sobre o tema no estudo da Deloitte Pesquisa Global de IFRS para Seguros.

VP da SulAmérica é eleito ‘executivo de TI do ano’ do setor de seguros 399

VP da SulAmérica é eleito 'executivo de TI do ano' do setor de seguros

Cristiano Barbieri foi reconhecido pela atuação de destaque em projetos de Inovação e Inteligência Artificial na seguradora

Pela segunda vez, o Vice-Presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI da SulAmérica, Cristiano Barbieri, foi eleito o executivo de TI de maior destaque do ano no mercado de seguros, pelo case “Inovação Digital”. A premiação tem como objetivo homenagear líderes da área de Tecnologia da Informação que tenham desenvolvido, ao longo do ano anterior, estratégias inovadoras nas empresas em que atuam.

Promovida pelo Grupo IT Mídia, esta foi a 18° edição do prêmio em 22 anos de história. O comitê julgador da indústria de TI, em parceria com a consultoria Korn Ferry, avaliou cerca de 300 cases para selecionar os três melhores. A cerimônia de premiação foi realizada na noite da última quarta-feira (20), em São Paulo.

Cristiano Barbieri foi responsável pela expansão da área de inovação na SulAmérica, conhecida como “Garagem de Inovação”. Lançado há três anos, o projeto tem como objetivo desenvolver tecnologia de forma inédita no mercado, experimentando novas tecnologias na melhora contínua e real da Experiência dos nossos clientes e corretores.

“Há pelo menos dois anos, a SulAmérica vem fazendo uso de ferramentas de inteligência artificial (AI) em nossos projetos de Inovação. Soluções analíticas avançadas são o core do nosso negócio. Eu destacaria ainda, como outro diferencial da companhia na área de Inovação, os nossos times multidisciplinares, o que chamamos de squads, que atuam com o objetivo de entregar nossos projetos com uso de métodos ágeis, que usam técnicas da metodologia Lean eDesign Thinking. Isso, de fato, entrega a melhor experiência digital”,  afirma o executivo.

Entre os destaques da área no último ano estão o Reembolso Digital no aplicativo SulAmérica, permitindo a identificação de pedidos por meio de uma foto e encaminhando a solicitação para análise de forma rápida e segura; o Médico em Casa, que permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos em até 40 minutos; além de diversas novidades na área de seguro para automóveis por meio do aplicativo Auto.Vc.

Entender necessidades dos clientes é o presente e futuro do seguro 872

Lideranças estiveram reunidos em Convenção da Lojacorr

O presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz.

As companhias de seguros buscam entender seus clientes em conjunto com os corretores. Essa preocupação ficou clara durante talkshow promovido pela 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr, na quinta-feira (21) na Capital paranaense.

De acordo com o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz, a nova realidade em que a sociedade está inserida mostra que as empresas precisam focar na necessidade do cliente de maneira completa. “Precisamos entender que ele precisa de proteção dos riscos ao qual ele está exposto e que esses riscos mudam ao longo da vida”, comentou.

O CEO da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli.

Albernaz ainda acredita que o desafio está em entender essa nova situação em conjunto com o mercado como um todo. A exemplo disso está o seguro saúde têm a tendência de personalização no mundo como um todo, sendo um objeto de desejo da população. “O cliente mudou, ele é muito mais informado e está querendo soluções rápidas e adequadas e o nosso grande desafio é encantar esse cliente”, opinou.

Sobre personalização, o CEO da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli, confia que “cada cliente quer um serviço único para ele e personalizado a sua realidade”. E que, além disso, o público está mais consciente, conhece as empresas e os produtos ofertados. “Por isso temos que entender o consumidor, qual a sua jornada e escutá-lo, pois ele vai nos indicar o que temos que entregar”, confiou.

O vice presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, Helio Kinoshita.

Na discussão que envolve a realidade do cliente, a revolução digital entra como um relevante elemento desta equação. “A transformação está nas pessoas e eu diria que temos cinco grandes desafios e um deles é a mudança da estrutura hierárquica para um processo em que todos trabalham em prol do mesmo objetivo, numa discussão mais horizontal dos processos”, detalha o vice presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, Helio Kinoshita. “Assim poderemos andar Mais rápidos sendo mais assertivos nas inovações”, complementou.

Por outro lado, a Sancor, companhia argentina que completará 6 anos de atuação no Brasil, tem buscado oferecer meios para que o corretor de seguros consiga entender cada vez mais o seu cliente. “Estamos indo no caminho de disponibilizar ferramentas para que os corretores possam ofertar os produtos certos, pois ele também tem e quer estar preparado para esse novo consumidor”, explicou o diretor geral da Sancor no Brasil, Leandro Poretti.

O diretor geral da Sancor no Brasil, Leandro Poretti.

Além disso, o CEO da HDI Seguros, Murilo Riedel, acrescenta outro ponto interessante à discussão: a especialidade das companhias. “No passado, sempre foi um diferencial, mas se tornou algo negativo para uma seguradora”, afirmou. Ele explica que, na empresa que preside, 95% das operações advém do produto automóvel e que ela é afetada com a queda da faixa de veículos altamente seguráveis (de 0 a 5 anos) de 2014 para 2018. “Essa frota que alimenta o mercado tinha 17 milhões de veículos em 2014 e hoje tem 12 milhões, ou seja, 5 milhões desapareceram e saíram dessa classificação”, comentou.

Resultado disso, é a mudança de visão da HDI, passando do auto para uma seguradora da mobilidade. “A mobilidade é sair de um ponto a outro e chegar em algum lugar e o bem que te leva é apenas um

O CEO da HDI Seguros, Murilo Riedel.

componente de uma experiência que te leva”, disse. “O entendimento das seguradoras mudou sobre aquilo que significa mobilidade e oferecer produtos que compõe essa experiência virou algo mandatório”, salientou.

Conforme esse raciocínio, a companhia passa de fazer o seguro do bem para o seguro da experiência como um todo. “Temos uma visão de que buscar parcerias com seguradoras especializadas, como a nossa parceria com a Icatu, faz com que conjuntamente ofereçamos produtos que compõe essa experiência ampla de mobilidade”, finalizou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Lojacorr defende corretagem empreendedora 1104

Lojacorr defende rede de corretores empreendedores

Convenção Nacional da empresa reúne mais de 1.200 participantes em Curitiba

O CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

A inovação e maneiras de entender o novo consumidor tem sido temas fortemente debatidos no mercado de seguros nos últimos anos. Essa também é uma preocupação constante da Rede Lojacorr, conforme ficou evidenciado na cerimônia de abertura da sua 6ª Convenção Anual, que ocorre 21 e 22 de março em Curitiba (PR) e reúne 1.200 participantes entre corretores de seguros e parceiros.

Desde a última convenção, que aconteceu em 2017, a Lojacorr cresceu quatro vezes mais, segundo o CEO Diogo Arndt Silva. “É tempo de transformação e a Lojacorr supera diariamente as nossas expectativas”, destacou. “Nosso objetivo no início era alcançar 100 corretores em Curitiba e região e hoje temos mais de 1.100 corretores em 21 Estados e em 51 unidades espalhadas pelo Brasil”, detalhou.

De acordo ele, a missão dos corretores de seguros de levar proteção ao brasileiro é nobre. “A transformação não está na tecnologia, está nas pessoas, em suas atitudes, e o nosso maior papel como líderes de mercado é encorajar as pessoas a experimentarem, a verem novas formas de consumo”, comentou. Enxergar a figura do corretor de seguros como empreendedor seria fundamental para essa prática. “A maior parte dos projetos e das pessoas não fracassam, elas desistem. E a persistência tem que estar imbuído nos nossos objetivos”, disse.

Em 2017, a empresa que Diogo preside reuniu uma equipe multidisciplinar para realinhar seu planejamento estratégico tendo em vista que se transformou em uma rede de empreendedores. “Quando percebemos que somos novos líderes e empreendedores, pensamos em como criaríamos um ecossistema de soluções para auxiliar cada vez mais a distribuição de seguros através dos corretores”, explicou.

O momento reforça a crença de grandes líderes de mercado de que somente os corretores podem levar efetivamente as melhores proteções aos clientes. “Por intermédio de relações humanas, seremos capazes de levar proteção à parcela da sociedade que ainda não tem acesso, pois muito mais do que vender apólices, queremos proteger as pessoas”, comentou. Valores como transparência seriam fundamentais. “Sabemos que ainda existe um caminho muito grande a percorrer, mas seguimos caminhando, buscando inovar e crentes nos nossos valores, como transparência, que gera colaboração e, com ela, inovação”, afirmou.

A primeira palestra da Convenção ficou a cargo do administrador Max Gehringer.

Para o administrador Max Gehringer, que comandou a primeira palestra da Convenção, a grande profissão até o século XIX era a de agricultor, do século XX empregado e a do século XXI é empreendedor. “O que nós fazemos em nossa carreira é continuar correndo atrás do que vai nos diferenciar e vejo aqui uma plateia de empreendedores”, disse. “O que precisa para ser empreendedor, primeiramente, é não tomar a decisão de ser empreendedor pelo motivo errado, um bom motivo é enxergar uma oportunidade e um futuro”, defendeu.

Neste sentido, empresas como a Lojacorr estão a frente, uma vez que busca inovar sem perder a essência humana. “Não dá para conseguir confiança através da tecnologia, nós olhamos no olho de outra pessoa e conversamos com ela pessoalmente”, alertou. “O empreendedor brasileiro é um teimoso, pois a lei e a burocracia não ajudam, e mesmo assim ele não só insiste, como persiste com as suas ideias”, frisou.

6ª Convenção Nacional Lojacorr – Imagens do primeiro dia