Supergasbras conquista certificação Great Place to Work 1216

Pessoas

São mais de 4 mil funcionários em 11 mil postos de revendas

A Supergasbras, uma das principais distribuidoras nacionais de Gás LP, com mais de 20% do mercado e mais de 70 anos de atuação no Brasil, acaba de ser certificada pelo Instituto Great Place to Work. É a primeira vez que a companhia é certificada na pesquisa, que tem como foco avaliar como é o ambiente de trabalho a partir das respostas dos funcionários.

Para conquistar a certificação, a Supergasbras, empresa do Grupo SHV Energy, precisou que grande parte dos colaboradores avaliasse que a empresa é um excelente lugar para se trabalhar seguindo a metodologia do Great Place to Work.

“Ficamos extremamente felizes com uma certificação tão relevante como a GPTW, chancelando o que já tínhamos observado em outras pesquisas de clima. O uso da metodologia nos permitiu ter acesso a informações importantes que vão balizar nossos projetos com foco no público interno. A Supergasbras investe constantemente nas melhores práticas do mercado para oferecer o melhor ambiente aos seus colaboradores e vamos trabalhar intensamente para transformar estes resultados em práticas ainda melhores para alavancar o engajamento e colher os frutos desta certificação”, comemora Gloria Castro, Diretora de Recursos Humanos.

São comercializados cerca de 1,5 milhão de toneladas de Gás LP anuais. A empresa conta com mais de 4 mil funcionários, para atender 11 mil postos de revendas. São aproximadamente 10 milhões de famílias brasileiras (clientes domiciliares) e mais de 40 mil clientes industriais e comerciais em todo o país.

Prevcom supera meta de rentabilidade em janeiro de 2019 332

Patrimônio líquido da Fundação paulista avança e atinge R$ 1,1 bilhão

A Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) fechou janeiro com rentabilidade de 0,97%. O resultado apurado no primeiro mês do ano superou em 178,34% os 0,54% obtidos em aplicações no CDI. A entidade manteve o rendimento acima da meta de IPCA mais 5%, que ficou em 0,73%, suplantou os 0,37% da poupança e a inflação de 0,32%.

O retorno dos investimentos manteve-se em alta no comparativo dos últimos seis anos. Desde o início da operação, em 2013, os planos da instituição renderam 94,03%, ultrapassando o alvo que acumulou 86,26% e os 79,56% do CDI. Neste mesmo período, a poupança rendeu 47,05% e a inflação atingiu 39,76%.

A Fundação, gestora do sistema de previdência complementar dos funcionários públicos de São Paulo, registrou em janeiro patrimônio líquido de R$ 1,1 bilhão e 27 mil participantes. Além de gerenciar as reservas dos servidores estaduais, a Prevcom incorporou às suas atividades a administração do plano Prevcom RO do estado de Rondônia, que já está em operação e com as inscrições abertas.

Os convênios firmados com os municípios de Birigui, Santa Fé do Sul e Jales foram aprovados pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e as prefeituras passaram a integrar o plano multipatrocinado PREVCOM MULTI.

Allianz entrega o prometido com lucro operacional mais alto da história 417

Allianz entrega o prometido com lucro operacional mais alto da história

Lucro operacional de 11,5 bilhões de euros em 2018 está na faixa superior da meta para o ano

O Grupo Allianz teve um ano muito bem-sucedido em 2018, cumprindo as metas de desempenho em todos os segmentos e mantendo a força de capital em patamar elevado. A concretização dos objetivos da nossa “Agenda de Renovação” preparou o terreno para esse excelente desempenho. Baseado nos números preliminares, o crescimento da receita interna, corrigidos os efeitos da transposição cambial e de consolidação, totalizou 6,1% e teve a contribuição de todos os segmentos operacionais da empresa. A receita total cresceu 3,5% e atingiu a marca de 130,6 bilhões de euros (contra 126,1 bilhões em 2017).

Com aumento de 3,7%, o lucro operacional de 11,5 (contra 11,1) bilhões de euros se situa na porção superior da faixa visada que foi anunciada pelo Grupo, de 10,6 a 11,6 bilhões de euros, e é a mais alta na história da Allianz. O crescimento do lucro operacional pode ser atribuído majoritariamente ao nosso segmento de P&C que registrou forte alta de 13,3% no lucro operacional. Isso se deu por conta de um coeficiente de despesas otimizado, menor sinistralidade por catástrofes naturais e crescimento do prêmio.

O segmento de Gestão de Ativos também registrou alta no lucro operacional devido à elevação da receita referente aos ativos sob gestão (AuM). Como consequência de uma margem de investimento mais baixa em meio à volatilidade do mercado financeiro, o lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou.

lucro líquido atribuível aos acionistas cresceu 9,7% e ficou em 7,5 (6,8) bilhões de euros. Esse lucro operacional majorado e a menor tributação sobre os rendimentos compensaram com vantagem o declínio no resultado não operacional.

Lucro Básico por Ação (EPS) subiu 14,4%, passando a 17,43 (contra 15,24) euros para o ano de 2018. ORetorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) totalizou 13,2% (contra 11,8%).

Coeficiente de capitalização Solvency II totalizou 229% no final de 2018, permanecendo inalterado em relação ao final de 2017. O Conselho de Administração proporá dividendos de 9 euros por ação em 2018 –  uma alta de 1,5% em relação a 2017.

A Allianz continuou promovendo a experiência do cliente em 2018. No mundo inteiro 74% dos negócios atingiramum Net Promoter Score (NPS) acima da média do mercado, comparado aos 60% no ano anterior. O Índice de meritocracia inclusiva (IMIX), que mede a liderança e a cultura do desempenho, cravou 71% em 2018, muito próximo do nosso nível almejado de 72%. Tais números refletem o esforço da Allianz em atender os clientes e envolver os colaboradores da melhor forma possível. A Allianz concluiu dois programas de buy-back de ações, num volume total de 3 bilhões de euros. Todas as ações recompradas foram canceladas. Um novo programa de buy-back de até 1,5 bilhão de euros foi anunciado em 14 de fevereiro de 2019.

“Tenho muito orgulho da família Allianz ao redor do mundo por entregar um conjunto de resultados tão bom. Nós atingimos o maior lucro líquido dos últimos dez anos, apesar da forte volatilidade do mercado, especialmente no quarto trimestre do ano“, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. “Nossos cientes continuam confiando em nós. Tendo isso em mente, nós estamos focando na simplicidade como o próximo passo para reiterar a nossa estratégia”.

No 4º trimestre de 2018, o lucro operacional permaneceu em 2,8 (contra 2,8) bilhões de euros: um lucro operacional maior proveniente do nosso negócio de P&C foi compensado, principalmente, por um declínio dos negócios nos nossos segmentos de Vida e Saúde e na Gestão e Ativos Patrimoniais.  O aumento no lucro operacional do nosso negócio de Property & Casualty (P&C) se deveu, em grande parte, a um resultado mais elevado do investimento. O lucro operacional do nosso negócio de Vida/Saúde declinou devido, principalmente, a uma margem técnica menor na França. O decréscimo no lucro operacional do segmento de Gestão de Ativos foi motivado, sobretudo, por menores taxas de desempenho. O lucro líquido atribuível aos acionistas subiu 18,9% e foi para 1,7 (contra 1,4) bilhão de euros no quarto trimestre de 2018, devido a um melhor resultado não-operacional e à menor tributação sobre os rendimentos.

“A Allianz obteve resultados excelentes em 2018, com lucro operacional de 11,5 bilhões de euros, atingindo o patamar superior da meta visada anunciada pelo Grupo entre 10,6 e 11,6 bilhões de euros”, declarou Giulio Terzariol, diretor Financeiro do Grupo Allianz.  “Nossa atividade sadia e bem diversificada nos deixa confiantes de que iremos continuar entregando um desempenho financeiro robusto novamente este ano. O Grupo almeja gerar um lucro operacional de 11,5 bilhões de euros em 2019, com margem de mais ou menos 500 milhões de euros, salvo imprevistos.”.

Property-Casualty (P&C): forte crescimento interno e boa performance operacional

Os prêmios brutos subscritos chegaram a 53,6 (52,3) bilhões de euros em 2018. Ajustados os efeitos de transposição cambial e de consolidação, o crescimento interno totalizou 5,7%. Os efeitos de preço e volume contribuíram com 4% e 1,7%, respectivamente. Quanto ao crescimento interno, AGCS, Alemanha e AllianzPartners foram seus principais impulsionadores.

  • Lucro operacional aumentou 13,3% e foi a 5,7 bilhões de euros em 2018, comparado ao ano anterior. Tal aumento se deveu, principalmente, a um forte resultado na subscrição, impulsionado por um menor coeficiente de despesa, ausência de perdas de peso decorrentes de catástrofes naturais e em menor grau, devido ao crescimento dos prêmios. Nosso resultado do investimento operacional também contribuiu positivamente.
  • O índice combinado teve aumento de 1,2 ponto percentual e chegou a 94%.

“Estou satisfeito com nosso forte crescimento interno e o bom desempenho operacional do negócio no segmento P&C, ” afirmou Giulio Terzariol. “Atingimos a nossa meta de 94% do índice combinado devido à nossa subscrição sistematicamente disciplinada e, sobretudo, ao coeficiente de despesa substancialmente melhorado. ”

No quarto trimestre de 2018, os prêmios brutos subscritos aumentaram para 11,7 (11,3) bilhões de euros. Corrigidos os efeitos de transposição cambial e de consolidação, o crescimento interno chegou a 5,1%, com efeitos de volume e preço contribuindo com 2,8% e 2,3%, respectivamente. O lucro operacional aumentou14% e foi para 1,5 bilhão de euros comparado ao mesmo período do ano anterior, devido a um maior investimento e ao resultado melhor da subscrição. O índice combinado para o quarto trimestre de 2018 cresceu 0,4 ponto percentual e foi para 94,1%.

Vida e Saúde: crescimento rentável continuado no novo negócio

  • O PVNBP¹, o valor atual dos prêmios dos novos negócios, subiu para 58,5 (55,5) bilhões de euros em 2018. Isso se deveu, principalmente, às vendas maiores de produtos eficientes em termos de capital no ramo alemão de seguro Vida, no negócio de anuidades indexadas fixas nos EUA, bem como na maioria das linhas de negócio na Itália.
  • A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu em 2018 passando a 3,6% (3,4%) com o apoio das condições de mercado favoráveis. O valor dos novos negócios (VNB) cresceu para 2,1 (1,9) bilhões de euros em 2018, impulsionado pelo crescimento nas vendas e pela continuidade da mudança para produtos eficientes em termos de capital.
  • lucro operacional recuou para 4,2 (4,4) bilhões de euros, situando-se no ponto médio da faixa prevista, o que mostra a resiliência dos nossos negócios em meio à volatilidade crescente do mercado financeiro. Esta última provocou um declínio da nossa margem de investimento, por meio de uma combinação de deficiências maiores, realizações menores e um resultado comercial em declínio nos nossos ramos de Vida na Alemanha e EUA.

“O crescimento continuado do novo negócio no segmento Vida e Saúde reflete o sucesso dos nossos produtos concebidos também para o ambiente de baixas taxas de juros”, aponta Giulio Terzariol. “Isso mostra que nossos clientes querem a qualidade e a estabilidade que a Allianz pode oferecer. ”

No quarto trimestre de 2018, o PVNBP saltou para 16,1 (15,2) bilhões de euros, impulsionado pelas vendas ampliadas de anuidades indexadas fixas nos EUA. O lucro operacional caiu para 1,0 (1,1) bilhão de euros devido, principalmente, à margem técnica menor na França. A margem de novos negócios (NBM) se fortaleceu e foi para 3,9 (contra 3,6) % fazendo com que o valor de novos negócios (VNB) crescesse para 631 (550) milhões de euros.

Gestão de Ativos: lucro operacional cresce 4% apesar dos mercados difíceis

  • Os ativos de terceiros sob gestão (AuM) caíram 12 bilhões de euros ficando em 1,436 trilhão de euros,comparado ao final de 2017. Com isso, os efeitos positivos da transposição cambial não puderam compensar os efeitos negativos do mercado atribuíveis sobretudo à retração do mercado no último trimestre do ano.  Saídas líquidas de 3 bilhões de euros também contribuíram para esse declínio. Os ativos totais sob gestão permaneceram estáveis no patamar de 1,961 trilhão de euros.
  • relação custo-rendimento (CIR) subiu 0,5 ponto percentual e foi para 62,4% em 2018. O aumento do coeficiente foi devido à inclusão dos investimentos da Allianz Capital Partners no crescimento do negócio.
  • Lucro operacional aumentou 3,7%, passando a 2,5 (2,4) bilhões de euros. O aumento se deu por conta do crescimento nos rendimentos operacionais, impulsionado, sobretudo, por uma média mais alta de ativos de terceiros sob gestão (AuM) e por um aumento nas margens impulsionadas por AuM de terceiros, tanto na PIMCO como na Allianz Global Investors. Esse avanço positivo só foi parcialmente compensado pelo aumento das despesas.

“Os rendimentos da Gestão de Ativos e o lucro operacional cresceram em um ambiente desafiador no ano de 2019”, sinaliza Terzariol. “A volatilidade nos mercados financeiros, particularmente no 4º trimestre, levou a saídas líquidas. No entanto, a expansão das nossas margens mostra claramente a saúde do nosso negócio”.

No quarto trimestre de 2018, o lucro operacional baixou 9,1% para 633 milhões de euros, devido, principalmente, às menores taxas de performance e despesas mais elevadas. O coeficiente custo-rendimento subiu 3,4 pontos percentuais passando a 63,6%. Os ativos de terceiros sob gestão tiveram redução de 51 bilhões de euros: os efeitos negativos do mercado de 40 bilhões de euros e as saídas líquidas de terceiros de 31 bilhões de euros não puderam ser compensadas pelos efeitos favoráveis da transposição cambial da ordem de 19 bilhões de euros.

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Resultados da Regional Norte da Tokio Marine crescem 50% impulsionados por novos negócios 306

Resultados da Regional Norte da Tokio Marine crescem 50%

Treinamento de Corretores e nova Assessoria em Rondônia ampliaram atuação da Seguradora na região

Cefas Rodrigues, Superintendente Comercial Norte da Tokio Marine / Divulgação
Cefas Rodrigues, Superintendente Comercial Norte da Tokio Marine / Divulgação

A Superintendência Comercial Norte da Tokio Marine registrou excelentes resultados ao longo de 2018. A Regional aumentou em 50% o resultado, com crescimento tanto em Produtos Empresariais quanto em Seguros para Pessoas. Entre os fatores que contribuíram para o bom desempenho, estão os treinamentos constantes para capacitar os Parceiros de Negócios e a abertura de uma nova Assessoria em Rondônia.

“Sem dúvida, foi um ano espetacular para a Regional Norte. A conscientização dos Corretores sobre a necessidade da diversificação das carteiras contribuiu para o incremento de novos negócios, o que resultou no crescimento da Companhia e do mercado de seguros local”, comemora o Superintendente Comercial Norte da Tokio Marine, Cefas Rodrigues. Em 2018, os produtos que apresentaram crescimentos mais expressivos para a Seguradora na região foram Riscos de Engenharia, Garantia, Transportes, Responsabilidade Civil e Vida Individual.

Os treinamentos promovidos pela Tokio Marine pautaram as interações com os Parceiros de Negócios. “O constante investimento em capacitação por meio da ferramenta Webinar, que prepara o Corretor de Seguros para um cenário cada vez mais competitivo e digital, foi um dos destaques no relacionamento com Corretores e Assessorias, cuja parceria é essencial para nós”, afirma Cefas Rodrigues.

Para ficar cada vez mais próxima dos Parceiros de Negócios, a Sucursal Porto Velho abriu uma Assessoria exclusiva para atuar com os Corretores do interior de Rondônia. A Tokio Marine também patrocinou a primeira edição do Congresso Norte de Corretores de Seguros, que reuniu profissionais da região para discutir as tendências de mercado.

Para 2019, as perspectivas são otimistas. O executivo destaca que a Regional promoverá cada vez mais o desenvolvimento do mercado segurador na região e investirá no fortalecimento do relacionamento com Corretores e Assessorias.

“Agradeço pela confiança e parceria ao longo de 2018. Estamos preparados para continuar oferecendo Produtos e Serviços de Qualidade e soluções para as novas demandas que surgem em um cenário digital e em constante evolução”, conclui o Superintendente Cefas Rodrigues.

Porto Seguro divulga resultados do 4º trimestre de 2018 261

Porto Seguro divulga resultados do 4º trimestre de 2018

No ano, o lucro líquido da companhia atingiu R$ 1,3 bilhão, um aumento de 34% em relação ao ano anterior

Em 2018, a rentabilidade da Porto Seguro foi impulsionada pelo aumento do resultado operacional, suportado pelo melhor índice combinado histórico. A rentabilidade das aplicações financeiras acima do mercado contribuiu para mitigar os efeitos da redução da taxa de juros no resultado financeiro. Além disso, a empresa expandiu as receitas das principais linhas de negócio, superando os efeitos do baixo crescimento econômico.

Na operação de seguros, os prêmios cresceram 2% no quarto trimestre e 5% em 2018 como um todo. No acumulado do ano, os prêmios do seguro de automóvel aumentaram 4% (vs. 2017) e registraram um menor ritmo no último trimestre (+1% vs. 4T17) quando comparado aos nove primeiros meses do ano, reflexo das adequações nos preços para fazer frente a queda nas frequências de sinistros. Adicionalmente, a companhia voltou a expandir frota, aumentando em cerca de 180 mil veículos (vs. 4T17), decorrente principalmente da oferta de alternativas mais acessíveis, como os produtos Azul Leve e Itaú Auto e Roubo, além dos efeitos positivos da recuperação gradual na venda de veículos novos.

Nos demais seguros, o Porto Seguro Saúde obteve o maior crescimento anual de prêmios (+19%) dos últimos sete anos, alavancado pelas vendas do produto PME e por ajustes na operação, enquanto a expansão dos produtos Porto Seguro Vida (+2%) e Patrimoniais (+4%) ficaram abaixo da evolução de anos anteriores. Contudo, a empresa percebeu enorme potencial em função da reduzida penetração.

O índice combinado de seguros registrou uma melhora de 1,4 p.p. no trimestre, consequência da redução de 2,2 p.p. na consolidação dos índices de despesas administrativas e operacionais. Os esforços para capturar sinergias e benefícios dos investimentos realizados, por meio da intensificação no uso da tecnologia e de ajustes de processos, resultaram em ganhos de produtividade, sendo que nos últimos três anos houve uma redução de 3,1 p.p. na somatória dos índices (D.A. + D.O.). A sinistralidade aumentou 0,6 p.p. em relação ao 4T17. No entanto, permaneceu 3 p.p. abaixo da média dos últimos três anos.

Nos negócios financeiros e serviços, as receitas aumentaram 5% no trimestre, impulsionadas pelas operações de crédito, que expandiram 14% (vs. 4T17), mantendo o índice de inadimplência acima de 90 dias (5,4%) em linha com a média de mercado (fonte: Banco Central).

O resultado financeiro foi 93% superior ao 4T17, impulsionado pelo desempenho das alocações em renda variável e dos títulos com juros indexados à inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (por exemplo Porto Seguro Previdência) foi de 2,6% (166% do CDI) e de 8,7% (135% do CDI) no ano.

O lucro líquido alcançou R$ 387 milhões no 4T18, um aumento de 44% em relação ao 4T17. Excluindo-se os efeitos não recorrentes da venda da participação do IRB (Brasil Resseguros S.A.) em 2017, o lucro líquido aumentou 34% no ano, atingindo R$ 1,3 bilhão, sendo que o Porto Seguro Auto foi o produto que mais contribuiu para o aumento da lucratividade, com um resultado quase duas vezes superior ao ano anterior. O ROAE alcançou 22,5% no trimestre e 19,1% no ano. Como referência, a rentabilidade dos negócios da Porto Seguro com capital ajustado (sem excesso) e considerando uma rentabilidade de investimentos de 100% do CDI seria de 22,4% no trimestre e de 23,5% no ano.

Neste ano, a companhia recorreu ao pagamento recorrente de proventos, distribuições extraordinárias de dividendos no valor de R$ 800 milhões, buscando assim o aumento de eficiência no uso do capital. Desta forma, o total de dividendos distribuídos* em 2018 atingirá R$ 1,4 bilhão, o maior valor desde a abertura de capital em 2004.

A empresa está satisfeita com os resultados alcançados e segue otimista com o desempenho de seus negócios por meio da estratégia de crescimento com foco na rentabilidade, principalmente em função da baixa penetração da indústria de Seguros em relação ao PIB e do potencial dos demais setores em que atua.

Principais destaques:

  • Receita Total: R$ 4,7 bilhões (+5%)
  • Prêmios Auferidos: R$ 4,0 bilhões (+2%)
  • Receita Demais Negócios: R$ 619 milhões (+5%)
  • Resultado Financeiro: R$ 298 milhões (+93%) *
  • Índice Combinado: 93% (-1,4 p.p.)
  • Lucro Líquido: R$ 387 milhões (+44%) *

*Dividendos propostos pela administração, sujeitos à aprovação da Assembleia Geral a ser realizada em 29/03/2019.

Regional SP Capital da Tokio Marine cresce 9,2% em 2018 349

Regional SP Capital da Tokio Marine cresce 9,2% em 2018

Sucursais emitiram R$ 823 milhões em prêmios

A Tokio Marine registrou aumento de 9,2% em prêmios emitidos pela Regional SP Capital em 2018 na comparação com o ano anterior. Juntas, as dez sucursais da divisão emitiram R$ 823 milhões em prêmios, um aumento de R$ 69 milhões em relação a 2017. O cadastro de cerca de mil novos corretores, a aproximação da área comercial com os parceiros de negócios e o programa de treinamentos sobre produtos e serviços da companhia foram fatores que contribuíram de forma decisiva para os excelentes resultados.

George Dutra é Superintendente Comercial Varejo SP Capital da Tokio Marine
George Dutra é Superintendente Comercial Varejo SP Capital da Tokio Marine / Divulgação

“Tivemos um ano bastante desafiador, mas conseguimos atingir as nossas metas graças à competitividade da Tokio Marine. Dentro da nossa estratégia, melhoramos o mix de produtos nas sucursais, com um crescimento expressivo das carteiras de Ramos Diversos e Produtos Massificados, fato que ajudou muito no desempenho positivo da Regional SP Capital”, afirma o Superintendente Comercial, George Dutra.

As carteiras de Produtos PJ, como Transportes, Engenharia e Empresarial, também registraram aumento nas vendas. O seguro Auto, maior carteira na região, atingiu um resultado alinhado com as expectativas. Outros destaques foram os seguros Condomínio e Residencial, que tiveram aumento acima dos 10%.

Atualmente, a regional atende 9.800 Parceiros de Negócios, para os quais são oferecidos um extenso calendário de treinamentos por vídeo e presenciais. “Além das videoconferências ministradas pelos especialistas da matriz, realizamos aproximadamente 800 treinamentos presenciais nas sucursais no último ano. É fundamental manter as corretoras e suas equipes capacitadas, treinadas e bem informadas a respeito dos produtos, serviços, novidades e diferenciais da Tokio Marine”, argumenta o superintendente.

A expectativa para 2019 é de crescimento tanto das carteiras de Vida e Massificados quanto dos produtos Empresarial, PME e Condomínio. “Estamos confiantes de que o mercado segurador contribuirá fortemente para o crescimento do País e os corretores e as assessorias serão responsáveis pela ampliação dos negócios do setor. A Tokio Marine continuará trabalhando para ampliar as oportunidades de negócios e o crescimento sustentável destes parceiros”, conclui Dutra.