Associados, beneficiários, corretores e administradores contam a história do GBOEX 81240

Revista JRS 213 ainda traz entrevista exclusiva com o novo presidente da Porto Seguro e muito mais

Conteúdos especiais recheiam a edição 213 da Revista JRS. A trajetória de 105 anos do GBOEX é a capa da publicação mensal, que vem repleta de assuntos e entrevistas relevantes sobre o universo do mercado segurador.

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades 169

Futuros corretores têm última oportunidade em 13 localidades

As opções Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto

Ainda há tempo para iniciar uma nova formação e ingressar em um dos mercados que mais cresce no País. A Escola Nacional de Seguros segue ofertando o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros em 13 localidades, para aulas sobre Capitalização e Vida e Previdência.

As aulas acontecerão em todas as regiões, nas cidades de Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Porto Velho (RO), Pouso Alegre (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Teresina (PI).

Os cursos de Capitalização e Vida e Previdência devem ser adquiridos em conjunto. Ao final das aulas, os aprovados receberão certificado que permite dar entrada no registro da profissão emitido pela Susep.

Informações como investimento, pré-requisitos e início do período letivo estão disponíveis neste site, que também é o canal para inscrições.

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil 511

Ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral entre EUA e Brasil

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão”.

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum

Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas

Com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.

Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.

Operador Econômico Autorizado

Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países”.

Convergência regulatória

Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.

“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países”. O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais

O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação”. A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente”.

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados”.

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

Investimentos estrangeiros diretos dos EUA no Brasil

  • As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.
  • As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.
  • Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

Investimentos brasileiros diretos nos EUA

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

URGENTE: Bolsa brasileira ultrapassa 100 mil pontos pela primeira vez 1130

URGENTE: Bolsa brasileira ultrapassa 100 mil pontos pela primeira vez

Dólar opera em queda de 0,65%

Exatamente ás 14h44min desta segunda-feira, 18 de março, o Ibovespa ultrapassou os 100 mil pontos pela primeira vez. Neste momento, a bolsa brasileira é cotada a 99.959, alta de 0,83% em relação ao último pregão.

O dólar comercial é cotado a 3,7948, queda de 0,65%.

Venda de livros abre 2019 em baixa 156

Venda de livros abre 2019 em baixa

Livros didáticos puxaram para baixo a performance do mercado

O ano começou muito desafiador para o setor livreiro brasileiro, uma vez que o fechamento de lojas físicas continuou, assim como no ano passado, a impactar as vendas. No primeiro bimestre de 2019, a queda foi de 18% em volume e de 19% em valor, números que frustraram a expectativa daqueles que viam no período de volta às aulas, uma oportunidade de recuperação de faturamento.

Historicamente, com as vendas de livros didáticos em alta nos primeiros meses do ano, o mercado reage positivamente. Mas em 2019, o que se nota é uma performance aquém da esperada, uma vez que os títulos destinados ao público escolar sofreram uma queda de 43% em volume e 38% em valor.

“Todos os acontecimentos do ano anterior, o que inclui a crise das grandes livrarias, provocaram uma mudança no ecossistema do varejo de livros e a sazonalidade foi fundamental na materialização desse fenômeno. Em outras palavras, ficou evidente que as editoras focaram em outros canais para atender a demanda de estudantes”, pondera Ismael Borges, líder do Bookscan Brasil.

“Decidimos aguardar o fechamento do 2T para a divulgação do primeiro Painel das Vendas de 2019, para ter números mais consolidados. O desafio continuará no próximo período, por incluir o período do Carnaval, o comparativo das vendas de livros técnicos e científicos e o Dia da Mulher, data que teve um alto desempenho em 2018”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

Esses são alguns dos dados do 01º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2019, apresentados pelo Nielsen Bookscan e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Os números têm como base o resultado da Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

* T. Mercado – Período 02: 2018 (29/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
T. Mercado – Acumulado WK01 / WK08: 2018 (01/01 a 25/02/2018) x 2019 (28/01 a 24/02/2019)
Fonte: Nielsen | Nielsen BookScan

Metodologia

O objetivo da criação do Painel é dar mais transparência à indústria editorial brasileira. A iniciativa da parceria entre o SNEL e a Nielsen disponibiliza para o setor dados atualizados que poderão contribuir nas tomadas de decisões por empresários de todos os portes.

Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados. Após o processamento, os dados são enviados online e atualizados semanalmente.

Nielsen Bookscan é o primeiro serviço de monitoramento de vendas de livros no mundo, presente em dez países, e o resultado de seu trabalho é um forte instrumento de decisão para as editoras que trabalham com estes dados. O SNEL divulga o Painel das Vendas de Livros no Brasil a cada quatro semanas.

GBOEX dissemina e fortalece a Corrente do Bem 175

GBOEX dissemina e fortalece a Corrente do Bem

Confira o balanço de ações sociais em 2018

O GBOEX – Previdência e Seguro de Pessoas – nasceu de uma iniciativa social, da união de um grupo para proteger e garantir a segurança de outras pessoas. Mesmo após 105 anos de fundação, o GBOEX mantém esse propósito de cuidar e proteger.

Além da proteção dos seus planos de previdência, a empresa realiza várias ações de cunho social, bem como está ao lado de grandes iniciativas que disseminam fazer o bem. O GBOEX incentiva seus públicos, entre eles associados, corretores de seguros, colaboradores e demais parceiros, a participar e fortalecer os resultados de ações implantadas. “Temos orgulho de promover e integrar boas ações que tornem a sociedade mais humana, cidadã e com oportunidades mais justas para todos”, conta a assessora de marketing e comunicação do GBOEX, Ana Maria Pinto.

Ações sociais de 2018

Todos os anos o GBOEX se coloca ao lado de instituições, apoiando diversas ações sociais, e muitas já fazem parte do calendário da empresa. Essa continuidade fortalece o engajamento e participação dos seus públicos, que já contam com a ação e se programam para ajudar.

Em 2018, a empresa reafirmou seu compromisso com a comunidade, integrando novamente o grupo de parceiros da Campanha do Agasalho, arrecadando cerca de 400 itens, entre roupas, calçados e cobertores. A iniciativa da Prefeitura de Porto Alegre recolheu, no total, 255,6 mil donativos, beneficiando mais de 50 mil pessoas.

Outra ação importante dessa agenda social é a do Banco de Alimentos, de combate à fome e ao desperdício. O GBOEX é mantenedor do Banco desde sua fundação, em 2000, e participa ativamente das campanhas, como Natal do Bem, Sábado Solidário, entre outros. Em 2018, o GBOEX arrecadou cerca de 300 kg. No total em 2018, o BANCO recolheu no Rio Grande do Sul 447.000 quilos de alimentos. Essa quantidade representa 1.341.000 pratos de comida na mesa dos gaúchos que mais necessitam.

O projeto socioambiental Tampinha Legal é outro destaque dos compromissos do GBOEX. Realizado pelo Congresso Brasileiro do Plástico, arrecada tampinhas de plástico e 100% dos lucros obtidos são doados para entidades. No ano passado, o GBOEX arrecadou em torno de 80 kg de tampinhas e, conforme regulamento da ação que destina os valores a entidades cadastradas no projeto indicadas pelas empresas apoiadoras, beneficiou o Centro de Reabilitação de Porto Alegre – CEREPAL e o Instituto da Mama RS – IMAMA. Em outros anos, o GBOEX já destinou sua doação para a ONG Caminhadores RS e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE.

Conscientizar e promover a saúde é também um dos focos do GBOEX. Entre as ações de mais destaque, está a campanha mundial de prevenção do câncer de mama: Outubro Rosa. A empresa realiza o “Troca-Troca Rosa”, de doação de lenços e acessórios.  Na entrega de um donativo, o participante ganha uma camiseta rosa. Em 2018, foram arrecadados 60 itens, entre lenços, chapéus e cabelos, que foram entregues a entidades que auxiliam mulheres que estão em quimioterapia. Além disso, o GBOEX realiza a tradicional foto coletiva com as colaboradoras vestindo a cor rosa, bem como ilumina a fachada da empresa na cor da campanha, para alertar a comunidade da importância da prevenção e dos cuidados com a saúde.

Campanhas GBOEX

O GBOEX entende que, além de apoiar, tem o compromisso com a sociedade de desenvolver ações e multiplicar ainda mais esses princípios solidários. Mantendo, assim, as pessoas engajadas em causas que promovem esse espírito de doação e amor ao próximo.

O calendário social do GBOEX inclui vários projetos: a Páscoa Solidária, que recolheu em 2018 chocolates e doces e realizou ainda a Troca Solidária, em parceria com o Instituto do Câncer Infantil, na doação de chocolates, os participantes ganharam em troca camisetas da Corrida pela Vida; o Volta às Aulas, que arrecadou no último ano livros didáticos e materiais escolares; a Campanha Dia das Crianças, que reuniu brinquedos e deliciosas guloseimas. No Natal, os colaboradores do GBOEX tradicionalmente participam da campanha “Papai Noel dos Correios“, adotando cartinhas e atendendo aos pedidos de presentes de crianças carentes. Todas essas ações beneficiam entidades que atendem crianças e adolescentes carentes. Uma forma de levar alegria e esperança a esses jovens que tanto precisam.

Os projetos sociais são mantidos em quase todo o Brasil, por intermédio das suas filiais junto a instituições locais.

GBOEX e seu compromisso

O GBOEX sabe da importância de realizar todas essas ações e de ampliar cada vez mais esses projetos. “Estamos sempre atentos e analisando como fortalecer ainda mais essa corrente do bem. Nos orgulhamos de contar com o apoio de muitas pessoas, que também entendem esse compromisso e se dedicam para alcançarmos melhores resultados, beneficiando mais e mais indivíduos. A caminhada é contínua e ganha mais força a cada ano que passa”, destaca Ana Maria.

Divulgação
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GBOEX – 105 anos de tradição, solidez e segurança, valores que fazem a diferença na vida de muitas pessoas.