Seguradora aplica técnicas de sensoriamento remoto em áreas rurais 2538

Sensoriamento

Drones e monitoramento a distância de clima são algumas das tecnologias testadas em projetos pilotos de sensoriamento

O uso de imagens de satélite para a análise de áreas sinistradas e o cálculo de exposição de riscos de safras agrícolas em razão da variação do clima é apenas um dos recursos adotados pelo Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre para o sensoriamento remoto nas operações de seguro rural.

Uma das tecnologias testadas são os drones – sigla em inglês para veículos aéreos não tripulados –, que podem chegar a locais onde os peritos dificilmente conseguiriam.

Com eles, já foram realizados dois atendimentos em áreas seguradas: um, para apoiar a identificação de bens em vistorias prévias para a aceitação de risco em uma criação de aves; outro, para complementar a apuração de prejuízos de um sinistro causado por ventos fortes em uma floresta de eucalipto de 8 mil hectares.

“O projeto de sensoriamento remoto trará uma nova perspectiva de atendimento ao segurado e de gestão de risco, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções e serviços de seguros aos clientes. O Grupo se posiciona na vanguarda dessas possibilidades, que geram ganhos financeiros e de tempo às operações, além de reconhecimento de nossa marca como referência em inovação e atendimento”, afirma Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

De acordo com Paulo Hora, diretor técnico Rural do Grupo, o projeto de sensoriamento remoto para análise e monitoramento de riscos e regulação de sinistros está associado a Geoprocessamento e Analytics. As tecnologias estudadas para análise dos dados de diversas variáveis em riscos geolocalizados em mapas e integrados às operação vão desde imagens de satélite ao uso de drones, radares, telemetria, e outras possibilidades.

“O uso de drones, especificamente, é uma das iniciativas que já utilizamos como piloto em algumas áreas para coleta de imagens, mas que pode ser associado a outras tecnologias de análise de dados. Temos uma enorme responsabilidade no programa de seguro agrícola por sermos líderes de mercado e segurarmos uma extensa área com culturas plantadas nas safras de verão e inverno. São mais de 60 mil apólices distribuídas em propriedades por todo o país, e estamos à frente na construção e um modelo que será fundamental para a gestão dos seguros rurais no futuro”, destaca.

Terra Investimentos abre 100 vagas para formar gratuitamente e contratar novos profissionais do mercado financeiro 567

Terra Investimentos abre 100 vagas para formar gratuitamente e contratar novos profissionais do mercado financeiro / Foto: Tyler Franta / Unsplash Images

Novo núcleo educacional da empresa, Terra School capacitará executivos para atuarem na sede (SP) e filiais (RJ, BH e Londrina); Vagas são destinadas para universitários e recém-formados, que receberão certificação da Ancord

A Terra Investimentos, uma das principais casas de investimento independentes do Brasil e uma das líderes no segmento agro, acaba de abrir cem vagas para assessores de investimento, atuarem em sua sede em São Paulo (60) e filiais do Rio de Janeiro (20), Belo Horizonte (10) e Londrina (10).

O programa de contratação faz parte do projeto do Terra School, novo núcleo educacional da empresa que, além de selecionar possíveis candidatos, também formará esses profissionais – tudo gratuitamente e dentro da própria instituição.

“Com o projeto, vamos fortalecer o sistema financeiro e o mercado de investimentos do país. Por isso, abriremos as vagas para universitários do último semestre e recém-formados, oferecendo oportunidade para todos conquistarem espaço no mercado financeiro – um dos setores mais bem remunerados no país”, declara Ana Paula Souza Tralback, Head de Educação da Terra Investimentos.

Para participar do processo seletivo, é necessário cursar o último semestre ou ser recém-formado nas áreas de Economia, Administração ou Engenharia. Os interessados devem encaminhar o currículo para educacional@terrainvestimentos.com.br .

Durante a seleção preliminar, serão avaliados soft skills como relacionamento interpessoal, espírito para negócio, flexibilidade e poder de influência. Os pré-selecionados participarão de uma dinâmica e serão entrevistados individualmente.

Aqueles que forem aprovados já poderão participar das aulas 100% online transmitidas pela plataforma LIT, da Saint Paul, escola de negócios reconhecida internacionalmente e que conta com mais de 200 cursos de educação executiva em seu portfólio. O curso de formação dos novos talentos terá duração de três meses e carga horária total de 120 horas.

No programa, os estudantes também contarão com o apoio e expertise dos profissionais da própria Terra Investimentos. Na etapa final, os novos especialistas em investimentos receberão um certificado da Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), ficando habilitados para atuar em diferentes áreas do mercado financeiro.

Após a segunda turma de formandos em 2022, a Terra espera dar continuidade com o projeto e formar novos especialistas periodicamente em outras áreas como Broker Agro, Traders, entre outros.

“Vamos difundir conhecimentos sobre educação financeira e os desafios do mercado de capitais, capacitando também esses profissionais com habilidades (técnicas e comportamentais) exigidas pelo setor. Além disso, os especialistas formados terão a oportunidade de construir uma carreira sólida diante do contínuo processo de crescimento da Terra”, conclui a Head de Educação da Terra Investimentos.

A expectativa da empresa é elevar em 70% o nível de excelência no atendimento; alavancar em 40% o número de novos clientes e, consequentemente, crescer em 10% a participação no varejo.

Hackathon Brasilprev promove learning experience no Vale do Silício 614

Ângela Assis é presidente da Brasilprev; Bruno Palhão é superintendente de Canais Digitais da Brasilprev / Divulgação

Iniciativa envolveu mais de 400 colaboradores; Projeto vencedor tem como foco a retenção de clientes e qualificação de vendas

Transformar o jeito como o brasileiro se prepara para o futuro faz parte do propósito da Brasilprev e exige um movimento constante em busca de melhorias e inovação. Pensando nisso, a empresa que é líder de mercado e especialista em previdência privada realizou a edição 2021 do Hackathon. Ao final do processo, foram seis projetos desenvolvidos e apresentados, mais de 400 colaboradores envolvidos e o grupo vencedor ganhou uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, para continuar a jornada de aprendizado sobre inovação e transformação.

Este ano, o start para o Hackathon foi a criação de um manifesto cultural da empresa, que gerou desafios para os principais pilares da Brasilprev: Inovação Constante, Cliente no Centro, Atitude Empreendedora, Cuidado com as Pessoas e Fazer o Certo. Os grupos começaram a tomar forma com base nessas frentes e após assistirem palestras de especialistas de mercado foram convidados a pensar as estratégias de melhoria para a companhia. Para o projeto final foram mais de 100 inscritos, e passadas as avaliações iniciais foram para as apresentações 42 colaboradores em 6 grupos.

Após avaliação final de uma banca composta por diretores da Brasilprev, executivos da BB Seguros, BBDTVM, da acionista principal e especialistas em inovação do mercado, o projeto vencedor foi o que apresentou uma estratégia para o desafio de desenvolver a prospecção para garantir uma maior retenção de clientes. O Ecoprev, formado pelos colaboradores Alexandre Verta, Caique Souza, Gabriel Cedrim, Jéssica Moran, João Costa, Flavio Messias, Ronnye Bernardo e Cinthia Spanó, sugeriu um ecossistema de fidelização que por meio de um estudo de perfil previdenciário e inteligência de dados. A solução proporcionará mais fidelidade e qualificação de vendas, através de uma comunicação mais ativa e direcionada.

“Estamos muito satisfeitos com o resultado desse Hackathon! Temos certeza de que a grande ganhadora no final do processo foi a companhia como um todo, pois os seis projetos finalistas serão aplicados e não apenas o vencedor”, revela Bruno Palhão, superintendente de Canais Digitais da Brasilprev e líder da área responsável pelo Hackathon. “A ideia é que as estratégias sejam colocadas em prática a partir do primeiro trimestre de 2022. Esse processo é uma das nossas ações em busca do propósito da companhia que é transformar o jeito como o brasileiro se prepara para o futuro”, complementa o executivo.

Para Ângela Assis, presidente da Brasilprev, o resultado refletiu o momento da empresa. “Estamos vivenciando digital na Brasilprev e a inovação um importante ciclo de transformação segue no centro desse processo”, destaca. “As soluções apresentadas neste Hackathon serão essenciais para nossa estratégia de negócios pensando no novo momento que a previdência privada está vivendo”, finaliza.

Todos os membros das equipes finalistas foram premiados com um dispositivo de assistente virtual que usa inteligência artificial para executar tarefas por comando de voz. A viagem da equipe vencedora terá duração de uma semana no formato learning experience com uma mistura de aulas, debates e trocas de experiências de estímulos à transformação.

Central Nacional Unimed anuncia apoio ao Programa BNDES Garagem 544

Central Nacional Unimed anuncia apoio ao Programa BNDES Garagem / Foto: Proxyclick Visitor Management System / Unsplash Images

Cooperativa nacional terá board da companhia como mentores das startups selecionadas no projeto realizado pelo Banco

A Central Nacional Unimed (CNU) anuncia uma parceria inédita com o BNDES Garagem – Negócios de Impacto, um programa de aceleração para startups. A iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tem a missão de desenvolver e fomentar o empreendedorismo no Brasil, por meio do apoio a empreendedores(as) e startups. A CNU tem contribuído de forma estratégica com mentorias de executivos experientes do grupo a 14 dos 45 projetos selecionados, de forma a colaborar com o desenvolvimento dos negócios e de soluções criativas.

O presidente da Central Nacional Unimed, Luiz Paulo Tostes Coimbra, destaca que a inovação tem sido uma pauta constante na companhia por meio de parcerias robustas e da reorganização de processos internos, que trazem eficiência para beneficiários e clientes. “Apoiar iniciativas como o Programa BNDES Garagem é uma forma assertiva, ágil e eficiente de melhorar o nosso País, de abrir horizontes para o empreendedorismo e para a geração de tecnologia, negócios, empregos e renda. São mais de 50 anos de cooperativismo Unimed espalhado por todo o País e não há dúvidas de que temos muito a contribuir na criação de soluções positivas para a sociedade e aprender sempre, com esses novos modelos de negócios”, complementa o presidente.

O programa está em sua segunda edição e é totalmente gratuito aos grupos selecionados. Com início no primeiro semestre de 2021, a iniciativa destaca o objetivo de impulsionar negócios de impacto que queiram colaborar para a resolução de desafios sociais ou ambientais do Brasil. Participam dessa ação empreendedores com soluções inovadoras – já lançadas no mercado ou ainda em desenvolvimento. Por isso, o programa é dividido em dois estágios: o da criação, para os que ainda estão começando a empreender e precisam de apoio para dar os primeiros passos, e o da tração, para aqueles que já têm um negócio de impacto e querem auxílio para crescer. Os selecionados no BNDES Garagem têm acesso a workshops, conteúdos, acompanhamento individual, mentorias, eventos de conexão, além de entrada à rede de parceiros. A metodologia de aceleração do programa conta com a parceria das organizações Artemisia, Wayra e Liga Ventures.

“De um lado, conectamos diretamente as startups do programa com mentores especialistas da CNU para ajudar os empreendedores com base na experiência adquirida ao longo de suas carreiras a identificarem desafios, oportunidades, gerar conexões e networking, maximizar o potencial do negócio e trocar experiências. De outro, proporcionamos à CNU o contato com uma cultura empreendedora, de inovação e agilidade. É uma parceria ganha-ganha”, explica Danielle Leonel, Gestora de Relacionamentos Institucionais da Liga Ventures.

Para Dante Lopes, head de inovação na Central Nacional Unimed, a atuação da maior cooperativa do Sistema Unimed no projeto do BNDES representa a possibilidade de compartilhar uma visão estratégica dos negócios e trazer novos insights para projetos da marca, uma vez que as startups selecionadas oferecem soluções para áreas além da saúde. “Será uma via de mão dupla: tanto levaremos conhecimentos e experiências, quanto nos aproximaremos da inovação e da criatividade destes novos talentos empresariais. Estaremos mais perto daqueles que estão começando e dos que visam crescimento”, comenta Lopes.

Os ciclos de mentoria envolvem encontros mensais com os grupos de startups, que tiveram início em 01 de dezembro e irão até fevereiro de 2022. Para mais informações sobre o programa, é só acessar este endereço.

55% dos brasileiros não vão ao dentista uma vez por ano 523

55% dos brasileiros não vão ao dentista uma vez por ano / Foto: Quang Tri Nguyen / Unsplash Images

41,5% da população com mais de 60 anos já perdeu todos os dentes

De acordo com dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO), o Brasil possui atualmente 336.160 cirurgiões-dentistas. Apesar do número expressivo de profissionais, a distribuição deles está demasiadamente concentrada na Região Sudeste.

Enquanto São Paulo é o Estado com maior número de dentistas, chegando a somar 97.604 profissionais, o Acre é o Estado com menor número, contando apenas com 842.

Ainda segundo dados do CFO, o Brasil é o país que mais tem dentistas no mundo, mas a má distribuição geográfica dos serviços de odontologia acaba afetando o atendimento à população.

O Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), afirma que 55% dos brasileiros não vão ao dentista uma vez por ano, conforme é recomendado.

O resultado da baixa frequência de visitas ao profissional de saúde pode ser observado na boca da população. Cerca de 41,5% da população com mais de 60 anos já perdeu todos os dentes.

Mas a perda dos dentes não é a única consequência do descuido com a saúde bucal. Também pode ocorrer cáries, mau hálito e gengivite, além de afetar a saúde como um todo.

Outro fator negativo é que a inclusão dos dentistas nos serviços públicos é recente, de modo que os serviços odontológicos sob a tutela do Sistema Único de Saúde (SUS) prestados à população correspondem a 30,7%, enquanto a rede particular é responsável por 69,3% dos cuidados odontológicos.

Considerando o cenário atual, a Unimed Odonto observou a necessidade de abordar o assunto mais profundamente e desenvolveu o e-book “Panorama da saúde bucal no Brasil”.

O e-book traz dados completos sobre a quantidade de profissionais, clínicas e cursos da área em cada estado brasileiro. O conteúdo também disserta sobre o processo histórico da odontologia no Brasil, a importância da saúde bucal e o que mudou com a pandemia.

Seguros Unimed conquista nota máxima no IDSS 2021 539

Seguros Unimed conquista nota máxima no IDSS 2021 / Foto: Krakenimages / Unsplash Images

Avaliação oficial do setor reconhece a qualidade e o cuidado na prestação de serviços, além da solidez financeira e eficiência operacional da empresa

Pelo terceiro ano consecutivo, a Seguros Unimed, seguradora e braço financeiro do Sistema Unimed, figura com nota máxima (1,0000) no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar. O resultado, publicado no último dia 6 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tem como base os indicadores de 2020. Este é o sexto ano que a empresa se destaca na faixa de excelência da avaliação oficial do setor.

A empresa conquistou a nota máxima no índice ‘Sustentabilidade de Mercado’, que avalia equilíbrio econômico-financeiro, satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores e se destacou no indicador ‘Gestão de Processos e Regulação’, que afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS (0,9022). “Os resultados confirmam nosso compromisso com a saúde dos brasileiros, com a eficiência operacional e com a sustentabilidade dos negócios. Além disso, acreditamos que são as experiências bem-sucedidas de toda a cadeia de relacionamento — clientes, prestadores e órgãos reguladores — a única plataforma possível para diferenciação competitiva”, avalia Agenor Ferreira da Silva Filho, diretor de Operações da Seguros Unimed.

A seguradora tem priorizado investimentos em inovação e tecnologia a serviço do cuidado, digitalizando processos com ênfase em seus modelos comerciais e na estratégia assistencial. Um dos destaques recentes foi o lançamento de um SuperApp com possibilidade de consultas online com especialistas em diversas especialidades, além de plataformas de saúde emocional e de teleorientação médica 24h, para aconselhamento em caso de suspeita de Covid-19 ou outras demandas de saúde. Há, ainda, um olhar atento da empresa para novos modelos de atenção à saúde e de remuneração da rede de prestadora de serviços, com o objetivo de aprimorar a assistência e agregar mais eficiência à operação.

Este ano, nove entre as dez operadoras com o melhor desempenho no IDSS 2021 são Unimeds. Ao todo, 263 operadoras do Sistema Unimed e a seguradora foram avaliadas.

Excelência também no atendimento odontológico

A operadora de odontologia do Sistema Unimed sob gestão da Seguros Unimed, a Unimed Odonto, obteve a nota 0,8352, permanecendo na faixa de excelência do IDSS em 2021. Entre as dimensões avaliadas, a companhia conquistou pontuação máxima em ‘Sustentabilidade de Mercado’ e em ‘Qualidade da Atenção à Saúde’. Nessa última dimensão, a ANS analisa o conjunto de ações que contribuem para atender às necessidades de saúde dos beneficiários.

Em 2021, a empresa atingiu a marca de 600 mil clientes e registrou crescimento de 21%, ao investir em inovação digital, teleorientação odontológica, vendas online e gestão qualificada de processos.

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) compõe o Programa de Qualificação de Operadoras, definido pela ANS. Tem como objetivo o estímulo da qualidade setorial e a redução da assimetria de informação, promovendo maior poder de escolha para o beneficiário e oferecendo subsídios para a melhoria da gestão das operadoras e das ações regulatórias no setor.