Almoço do SindSeg discute cenário do seguro no Rio Grande do Sul 9258

Entidade sindical reúne operadores do mercado, em Porto Alegre

O mercado gaúcho de seguros reúne-se há 70 anos em almoços mensais organizados pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg/RS). Nesta quinta-feira (28), Porto Alegre seria palco de palestra com o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha. No entanto, imprevistos impediram que isso acontecesse.

Os operadores do seguro no Rio Grande do Sul aproveitaram o momento para debater diversas questões do cenário segurador no Rio Grande do Sul. A discussão veio em momento oportuno, afinal, o legislativo estadual segue com os trabalhos da CPI das seguradoras veiculares. Conforme noticiado por JRS, a Comissão Parlamentar de Inquérito apura a existência de um cartel de oficinas, criado, supostamente, para controlar o mercado. É apurado ainda o uso de peças não autorizadas e o fomento à criminalidade através da venda de sucatas e veículos salvados em leilões. Também será investigado crime contra a ordem tributária por circulação de mercadorias.

Um dos destaques do Almoço do Mercado Segurador foi Diza Gonzaga, fundadora da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga (Vida Urgente)
Um dos destaques do Almoço do Mercado Segurador foi Diza Gonzaga, fundadora da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga (Vida Urgente)

Todas as imagens – Almoço do SindSeg/RS

Empresas precisam do Seguro de Crédito, só não sabem disso 1009

Modalidade garante o pagamento de recebíveis, sustentabilidade dos negócios e proteção de patrimônio

Após apresentar o melhor resultado dos últimos 10 anos, a Euler Hermes, especialista em Seguro de Crédito, Garantia e no ramo de cobranças, convocou corretores de seguros da capital paulistana para um treinamento completo sobre o segmento. A reunião aconteceu na manhã desta quinta-feira, 2 de maio, na Casa do Saber. Além do sorteio de brindes exclusivos, foi anunciada uma campanha de incentivo, que levará um dos profissionais para aproveitar o belo Sofitel Jequitimar, na Praia do Guarujá. O responsável por contar a novidade aos participantes foi Luciano Mendonça, Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes.

Luciano Mendonça é Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes
Luciano Mendonça é Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes

Além de vasto prestígio em todo o mundo, sendo referência no mercado europeu, e em ascensão no Brasil, a Euler Hermes protege empresas dos mais variados tamanhos contra crise, má gestão ou decisões errôneas que possam levar ao não pagamento de serviços ou produtos por parte dos clientes dos segurados. “Em um país incerto um negócio precisa apresentar certezas”, ressaltou Daniel Lujan, Superintendente Comercial da companhia.

Lujan apresentou oportunidades e demonstrou aos profissionais da corretagem como eles podem fazer para ultrapassar possíveis objeções de clientes na fase da contratação. “Você faz seguro de seus ativos, por que não faz das contas a receber?”, questionou ao evidenciar que o corretor deve focar no processo de captação de novos negócios, sendo o pós-venda totalmente ligado à seguradora. “Fazemos negócios com todos os tipos de empresa”, afirmou ao abordar alguns “mitos” que envolvem esse tipo de operação.

Daniel Lujan é Superintendente Comercial da Euler Hermes
Daniel Lujan é Superintendente Comercial da Euler Hermes

“Questões como preço e confidencialidade podem ser trabalhadas”, explicou ao citar que Pessoas Físicas, empresas coligadas e riscos públicos (exceto empresas de economia mista) são excluídas de cobertura.

O Superintendente Comercial ainda apresentou as principais diferenças entre as coberturas de crédito internas (como a insolvência de uma operação) e externas (em países como a Argentina, por exemplo). “Problemas acontecem em qualquer lugar do mundo. O Seguro de Crédito representa uma alternativa de crescimento para atração de novos clientes, mercados, novas linhas de negócio e também para alavancagem de vendas”, citou.

“Trata-se da expansão segura das vendas”, disse Daniel Lujan.

Outras vantagens proferidas aos participantes do evento foram as que envolvem a imparcialidade para análise de crédito nos mais variados setores, detalhamento de perfis, reports diários, transferência de riscos e a proteção contra perdas catastróficas. “A ausência de um pagamento pode inviabilizar estratégias, resultados e, até mesmo, a continuidade das operações da empresa”, seguiu Lujan. “A apólice também serve como garantia financeira, pode ser utilizada para obtenção de capital de giro, prazos melhores, elimina riscos com clientes e ainda garante o compartilhamento do rating AA da S&P em nível mundial para carteira de recebíveis”, completou.

A análise do risco acontece de forma quantitativa e qualitativa, em uma visão 360º. “Trabalhamos com a recuperação de créditos vencidos, débitos não pagos e nossa ferramenta pode ser utilizada para o planejamento das empresas”, reiterou Daniel Lujan ao citar que a taxa de franquia em caso de acionamento é de 10%. “Pior do que não vender é vender e não receber. Essa modalidade representa uma extensão do departamento de crédito e cobrança das empresas. O mercado internacional demanda de prazo e outras opções, como carta de crédito, acabam com a competitividade de um exportador, por exemplo. Isso representa a otimização de recursos”, finalizou.

Rodrigo Jimenez é Presidente da Euler Hermes
Rodrigo Jimenez é CEO da Euler Hermes

Para Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes, as corretoras que oferecem esse tipo de apólice são diferenciadas. “Para uma empresa quebrar basta que ela esteja viva. A venda consultiva deve identificar fragilidades a partir da visão de negócio do cliente. Nosso diferencial é que garantimos a indenização, o pagamento”, alertou.

O Seguro de Crédito ainda garante a inclusão de empresas de exportação em programas como o PROEX e ACE, do Banco do Brasil, que oferecem linhas de crédito para tal finalidade. No caso de Fundo de Direitos Creditórios ou Fundo de Recebíveis (FIDCs) pode-se antecipar os valores a receber.

“Queremos capacitar, estar próximos e ajudar nossos parceiros de negócios a incrementarem seus ganhos através da expansão do Seguro de Crédito. É um segmento que cresce acima de 2 dígitos ano após ano. Essa é a primeira turma do Euler Hermes Academy e queremos expandir essa iniciativa. Nosso grande objetivo é fomentar a expansão dos corretores habilitados neste segmento”, encerrou Jimenez.

Confira todas as imagens do 1º Euler Hermes Academy:

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul 579

Grupo MBM inaugura nova filial no Mato Grosso do Sul

Nova localização visa melhor atendimento a corretores e parceiros na região

Localizada em Campo Grande, a nova filial do Grupo MBM no Mato Grosso do sul mudou de endereço para oferecer melhor atendimento aos corretores e parceiros do Estado.

O diretor comercial do MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves e o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann, juntamente com a equipe da filial estiveram presentes no evento de inauguração. Tudo aconteceu no dia 16 de maio, com a presença de corretores e parceiros da região.

“A mudança de endereço da filial está consolidando nossa presença no estado de Mato Grosso do Sul, considerando os três anos de atuação na região. O novo endereço no Estado apenas reforça o interesse do Grupo MBM em proporcionar uma melhor estrutura de atendimento para o corretor de seguros e clientes da região”, comenta Joyce Souza Palácio, executiva de contas da filial MS.

A filial do Grupo MBM Mato Grosso do Sul está localizada Avenida Afonso Pena, 4496, 5° andar, sala 504 – Edifício Class Tower Business, no Bairro Jardim dos Estados. Os telefones são (67) 3023-5828 e (67) 98116-2246.

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo 369

Historicar lança versão destinada ao mercado corporativo

Plataforma pesquisa todo o histórico de veículos

A Historicar, plataforma de pesquisa do histórico veicular, lançou esta semana versão destinada ao mercado corporativo. A aplicação para negócios traz os mesmos recursos que tornou a ferramenta indispensável na compra de veículos usados, porém, traz ainda mais facilidades como o faturamento mensal de todas as consultas realizadas no mês, redução no valor e um atendimento exclusivo.

Destinada a corretores de seguros, revendas de veículos ou empresas que possuem um volume maior de consultas mensais, o novo Historicar pesquisa mais de 40 bases de informações, públicas e privadas, trazendo um relatório com inúmeras informações sobre o passado do veículo pesquisado, como leilão, sinistros, multas e bloqueios judiciais. Iniciativa do Grupo Delta, a plataforma é desenvolvida com tecnologia própria e possui aplicativo para Android e iOS que permite que o corretor gere a consulta instantaneamente e a envie para seu segurado, por exemplo.

Para o responsável de marketing do Grupo Delta, Arthur Moraes, este lançamento vem fortalecer a missão do Grupo de desenvolver soluções para o mercado de seguros. “Empregamos no Historicar o que colocamos em prática em todas as empresas do Grupo: a união de tecnologia e atendimento de qualidade. O resultado é a entrega de um relatório rápido que diminui amplamente o risco do usuário na compra de um veículo seminovo. Podendo ser mais um serviço a ser comercializado pelos nossos parceiros”, explica.

Para conhecer mais sobre a ferramenta, acesse este endereço ou envie e-mail para comercial@historicar.com.br.

Aon Brasil adere ao Women’s International Network 418

Aon Brasil adere ao Women's International Network

Iniciativa apoia o crescimento pessoal e profissional das mulheres dentro do ambiente corporativo

A Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde, anuncia sua adesão ao movimento WIN (Women´s International Network). O objetivo é fortalecer o crescimento pessoal e profissional de todas as colaboradoras da companhia no Brasil. O WIN tem sido essencial para intensificar o empoderamento feminino dentro das organizações, além de ser a principal referência em programas que apoiam a diversidade, inclusão e a mulher em posições de liderança.

A iniciativa foi implementada pela Aon desde outubro de 2018, reconhecendo os esforços das mulheres que colaboram para o desenvolvimento da organização. Atualmente, 50% da sua força de trabalho da Aon é composta por mulheres, inclusive representantes em cargos de liderança.

“O empoderamento das mulheres é essencial para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Por isso, a Aon adotou ao movimento WIN, para mostrar que podemos fazer a diferença desempenhando nossos cargos, valorizando a inclusão e fomentando a presença feminina no ambiente corporativo”, comenta Adriana Zanni, Diretora de Recursos Humanos da Aon Brasil.

Embora haja o constante apoio e ações de conscientização para promover a igualdade de gêneros nas empresas, o Fórum Econômico Mundial aponta que só será possível alcançar a igualdade de gêneros, em uma escala global, nas questões de saúde, educação e salários em 2186. A partir deste cenário, a ONU Mulheres criou o movimento HeforShe para diminuir as barreiras sociais que impedem grande parte das mulheres de conquistar seus objetivos em uma sociedade igualitária entre homens e mulheres.

A Aon também valoriza as profissionais, ou cônjuges dos seus colaboradores, que escolhem ser mães. Após a descoberta da gestação, as mulheres passam a ter 100% dos custos médicos oferecidos pela Aon. Essa ação é um reconhecimento ao direito da mulher em ser mãe no momento em que ela escolher.

Além disso, a Aon assinou recentemente uma carta de princípios de empoderamento das mulheres – WEP’s’. Por meio dela, a Aon assume publicamente o compromisso com a agenda e diretrizes sobre os temas, integrando uma rede global das Nações Unidas, que compartilha informações, publica cartilhas, promove fóruns, eventos e webinars sobre a valorização da mulher no ambiente de trabalho.

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 967

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.