Seguro de transporte internacional precisa de incentivos para crescer 9928

Transporte

Nicho apresenta potencial de crescimento

Com um movimento de R$ 420 milhões por ano, o seguro de transporte internacional apresenta potencial de crescimento à medida que o Brasil aumente seus volumes de importação e exportação. De acordo com dados divulgados na Carta de Conjuntura do Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), as seguradoras que dominam o setor chegam a faturar R$ 5 milhões ao ano, cifras que podem ser majoradas com alinhamento de resoluções.

Embora o seguro de transporte internacional nunca tenha sido obrigatório no Brasil, a Resolução 3/1971 determinava que as empresas contratassem uma apólice de transporte internacional em terras brasileiras. No entanto, a Resolução 180/2007 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) revogou a anterior, voltando a permitir que o seguro da importação fosse contratado no exterior.

De acordo com o CNSP a medida de revogação foi necessária para aplicar a previsão legal introduzida pela Lei Complementar 126/2007. “Contudo, não entendemos que mexer na Resolução 3/1971 fosse necessária, uma vez que a LC 126/2007 se referia a várias modalidades de seguros e não especificamente ao transporte internacional”, comenta o coordenador da Comissão de Transportes e Cascos Marítimos do Sincor-SP, Ricardo Labatut.

Para os corretores membros da Comissão, a mudança beneficia as empresas no exterior que exportam para o Brasil, pois o seguro contratado se inicia na planta do exportador e termina no porto/ aeroporto brasileiro. Embora o Brasil apresente cotações competitivas, frente a contratação do seguro no exterior, e pode ser vantajosa para o importador e exportador.

Nesse cenário, nenhuma seguradora internacional tem interesse em cobrir o trecho em território nacional, já que força o importador a contratar um novo seguro de transporte nacional para levar a carga ao destino, encarecendo o custo final do produto, e contando ainda com cobertura reduzida na apólice, sendo que é um complemento de viagem internacional.

Labatut explica que, “se houvesse a manutenção da proibição de se contratar o seguro de importação no exterior, haveria uma redução do custo final do produto brasileiro, pois se contrataria apenas um seguro. A manutenção também evitaria a evasão de divisas, no que diz respeito ao seguro para o exterior, pois não há fiscalização sobre a quantia declarada do seguro nas faturas comerciais das importações, que são enviadas para a contratação da apólice pelo exportador“.

Confira a Carta de Conjuntura de maio.

CNseg apoia novo manifesto da Iniciativa FIS 582

Posicionamento reitera políticas adotadas pela OMS e pelo Ministério da Saúde de combate ao novo coronavírus

A Confederação Nacional das Seguradoras, (CNseg) está entre as entidades que subscrevem apoio ao novo manifesto da Iniciativa FIS (Fórum Invação Saúde), divulgado nessa segunda-feira, dia 06, em prol das políticas sanitárias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de combate ao novo coronavírus e adotadas pelo Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e sua equipe. O manifesto considera assertivas as medidas para mitigar a taxa de crescimento no número de notificações de pessoas infectadas e mortas pela Covid-19 no país.

De acordo com o manifesto, “a comunidade científica e toda sociedade brasileira reiteram que a políticas sanitárias de combate à Covid=19, atualmente implantadas, não devem ser modificadas, em defesa da vida dos brasileiros e das boas práticas de políticas públicas de saúde em nosso país”.

O texto finaliza afirmando que “a convicção de que a razão e o bom senso prevalecerão em nome da segurança individual e coletiva de todos os cidadão

Confira o manifesto na íntegra, clicando aqui

 

CCG e Qualicorp fecham parceria para ampliar acesso à saúde 967

CCG inaugura primeira unidade de saúde modelo, na Zona Sul de Porto Alegre

Empresas contam com a força do corretor de seguros para a venda

O CCG pretende ampliar a sua base de 180 mil clientes, facilitando ainda mais o acesso à saúde. A empresa fechou parceria com a Qualicorp, a maior administradora de planos de saúde coletivos do Brasil. “Os planos coletivos por adesão representam uma fatia importante de vendas para as operadoras de saúde no Brasil e não poderíamos ficar de fora, sem oferecer ao mercado essa modalidade de vendas através de uma administradora de benefícios. Por isso, a importância de estarmos juntos, as marcas das duas principais empresas em seus segmentos”, destaca o Gerente Comercial do CCG, Daniel Treiguer.

Daniel Treiguer é Gerente Comercial do CCG. Arquivo JRS

Alguns meses marcaram a negociação e integração dos modelos de operação entre áreas jurídicas, comercial, cadastro, auditoria, exigindo a dedicação de vários profissionais das duas partes. “Tomamos todos os cuidados para que, quando fosse lançado ao mercado, tivéssemos todo o respaldo para que o corretor e futuro cliente possam optar pelo melhor produto com melhor cobertura e melhor preço. A partir desse mês foi iniciada a venda e agora vamos aguardar, já com a certeza do sucesso nas vendas”, conta.

A iniciativa garante ainda mais tranquilidade para os clientes a um valor justo. “Essa ação vem trazer para o cliente que é advogado, comerciário, servidor público, estudantes e demais categorias associativas que possam ter direito a comprar o plano coletivo por adesão pelo valor mais atrativo de mercado no Rio Grande do Sul, com a possibilidade de optar por 20 clínicas próprias, sendo três 24h com todas as especialidades primordiais para segurança da saúde. Além disso, estamos nas cidades chaves de Porto Alegre, Grande Porto Alegre, Vale do Sinos e demais localidades, que podem ser conferidas em nosso site”, comenta. “Conseguimos atingir, com essa parceria, uma parte importante de clientes em potenciais que não conseguem aderir ao plano pelos altos valores praticados e pela dificuldade das empresas em concederem plano saúde para seus funcionários”, acrescenta.

O CCG faz parte de uma área fundamental para o brasileiro: a da saúde. Estar atento ao atual momento de pandemia do novo coronavírus e agilizar parcerias como esta fazem parte do seu propósito. Nos próximos meses, o CCG lançará novos produtos e também promete a inauguração da maior clínica 24h no centro de Porto Alegre, que contará, inclusive, com atendimento pediátrico. “Estamos mais do que nunca agora passando por um momento no Brasil e no mundo bastante importante e de muitas surpresas e indecisões, mas nós do CCG Saúde estamos estruturados e entendo que esse é momento para nos aproximarmos dos nossos clientes, familiares e empresas que confiam seus funcionários a nossa missão de estarmos ao lado deles em todas as circunstâncias”, afirma.

Além disso, Treiguer reforça que a empresa conta com o corretor de seguros, oferecendo dedicação exclusiva de atendimento com profissionais capacitados e com novo espaço físico a partir do mês de maio para recebê-los. “Nesse movimento de crescimento e investimento no Rio Grande do Sul e logo em Santa Catarina, que a parceria com a Qualicorp vem a coroar o nosso momento, nos aproximamos cada vez mais dos corretores, um dos nossos principais canais de venda. Assim, temos certeza do sucesso e do nosso crescimento de participação nesse mercado tão competitivo”, finaliza.

Grupo Caburé conta com mais de 1,2 milhão de segurados pelo país 1052

Empresa reforça seus números consolidados

Fundado em 1963, na Capital dos gaúchos, o Grupo Caburé Seguros consagrou-se como um dos maiores administradores privados de apólices de seguros de vida em grupo da América Latina. Em números, são mais de 1.200.000 segurados ativos em todo o Brasil, 17,2 bilhões de reais de capitais administrados, 7.100.000 segurados cadastrados, presença em 3.148 municípios do país e mais de 1.785 corretores de seguros cadastrados.

“Criado a partir da iniciativa inovadora de um vendedor de seguros porta a porta, a empresa cresceu e conquistou a credibilidade do mercado e de seus clientes. Essa confiança está consolidada porque o Grupo entende o seguro de pessoas como um dos bens mais nobres para a sociedade e segue demonstrando compromisso e envolvimento com seus segurados”, conta o vice-presidente José Luiz Mota da Silva sobre como foi possível tornar realidade o legado iniciado pelo fundador Luiz Carlos Piggato da Silva, o Caburé.

Atualmente, o Grupo Caburé é formado por empresas corretoras de seguros de vida, planos de previdência privada e capitalização, empresas corretoras de seguros de todos os ramos, de agenciamentos de planos securitários, de administração de planos de assistência 24 horas com extensão ao atendimento pessoal e familiar, clubes de seguros pessoais e benefícios e de gestão de incorporação e construção civil. Atento às inovações de mercado e de consumo, a mais recente ação do Grupo, que tem sido um sucesso, foi a criação do Aplicativo Anjo, que auxilia corretores e agenciadores de seguros de vida na venda.

Pandemia do Covid-19 domina a atenção do setor segurador 597

Presidente da CNseg avalia fatores impactantes internos, externos e mitigadores sobre o atual cenário

O efeito carry-over, fruto do crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado, vai ajudar as seguradoras a “manter a arrecadação setorial em nível que pode mitigar a queda de con­tratações, pelo menos no primeiro semestre”, avalia Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em seu editorial na nova edição da Conjuntura CNseg.

Para ele, entre os fatores a favor do setor, há o próprio desempenho superlativo do setor segurador em 2019, cujos contratos em vigência neste ano vão tornar a queda mais suave nos próximos meses; o nível de solvência suficiente e a baixa na sinistralidade de ramos tradicionais, produzida pela circulação menor de pessoas e de atividades nas grandes cidades. Esses fatores contribuem para baixar a frequência de colisões e roubos de veículos, roubo e furtos de propriedades, além do recuo nos atendimentos eletivos na rede assistencial de planos e seguros de saúde privada.

A perspectiva de alta na taxa de desemprego, acompanhada, na sequência, pela compressão da renda, deve impactar as receitas e taxas de sinistralidade dos seguros. Segundo Marcio Coriolano, essa retração de diversos mercados poderá atingir ramos tradicionais do segmento de Danos e Responsabilidades, como o de Automóveis, o de riscos industriais, Responsabilidade Civil e D&O, além dos Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e os Planos e Seguros de Saúde Empresariais.

O Presidente da CNseg avalia que “a queda no setor agrícola deverá ser menor do que a prevista para os setores industriais. Consideran­do menos severo o contágio em regiões de baixa densidade demográfica; porém um setor afetado pela nova dinâmica do comércio internacional e volatilidade do câmbio. Esse fator impacta o ramo de Seguro Rural e o de Propriedades de empresas da agroindústria. Da mesma forma, impacta os Seguros de Pessoas e Seguros de Saúde”.

Um comportamento diferenciado nos setores de comércio e de serviços, em razão da quarentena, é avaliado por Marcio Coriolano. Para ele, entre os mais resilientes, estão mercados como farmacêuticos e higiene e limpeza. Entre os fortemente afetados, os de alimentação fora do domicílio, vestuário e calçados, por exemplo. Os seguros de Propriedades, Responsabilidade Civil, e Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e Seguros de Saúde- devem também sentir mais os impactos.

Os seguros massificados, em linhas gerais, devem enfrentar aumento do cancelamento dos contratos ou da inadimplência decorrentes da pandemia. O Habitacional, pela restrição de funcionamento das unidades de atendimento do Sistema Financeiro Nacional, e produtos como Vida Risco, Prestamista, VGBL, PGBL e Títulos de Capitalização estão na relação de modalidades à espera de desaceleração.

As medidas de combate à pandemia que foram adotadas pelo setor (isolamento social, home office, fechamento do varejo) também mereceram destaque na nova edição da Conjuntura CNseg. “Está sendo uma demonstração de que os ‘planos de contingência’ existem e saem do papel, e que o avanço tecno­lógico e digital colocou o setor muito longe de um segmento econômico atrasado ou conservador em seus programas estratégicos e táticos e em práticas operacionais”, ressalta Marcio Coriolano.

ANS publica homenagem aos profissionais da saúde 587

Homenagem faz alusão ao Dia Mundial da Saúde e é direcionada aos profissionais que atuam no cuidado da população diariamente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, publicou na tarde desta terça-feira, dia 07, uma homenagem a todos os profissionais da saúde. A mensagem faz menção a todos os esforços dos profissionais para o combate do coronavírus, e aos profissionais de enfermagem e obstetrícia.

O intuito é valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, e defender mais investimentos para os profissionais, além de melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento.

Confira a homenagem da ANS aos profissionais da saúde:

Os profissionais de saúde estão na linha de frente da batalha diária travada nos hospitais, clínicas e postos de atendimento, desempenhando papel fundamental no cuidado à população. Neste Dia Mundial da Saúde, e em meio à pandemia de Coronavírus que aflige o mundo, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforça as homenagens a esses trabalhadores, que muitas vezes colocam a própria vida em risco para cuidar do outro.

Em 2020, a data faz uma alusão especial aos profissionais de enfermagem e obstetrícia. O intuito é reconhecer e valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, bem como defender mais investimentos para esses profissionais e melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses trabalhadores são vitais na prestação de serviços em todos os níveis de atenção, contribuindo de forma crucial para a promoção da saúde e prevenção de doenças. Em muitas partes do mundo, os profissionais de enfermagem e obstetrícia constituem o primeiro e, às vezes, o único recurso humano em contato com os pacientes, e o investimento nessa área tem um efeito profundo na saúde global e no bem-estar.

Nesse sentido, ao longo do ano, a OMS e parceiros farão uma série de recomendações para fortalecer o trabalho da enfermagem e da obstetrícia. Com isso, espera-se atingir metas nacionais e globais relacionadas à cobertura universal de saúde, saúde materna e infantil, doenças infecciosas e não transmissíveis, incluindo saúde mental, preparação e resposta a emergências, segurança do paciente e entrega de serviços integrados e centrados no cuidado ao paciente, entre outros. Segundo a OMS, o mundo precisa de mais 9 milhões de enfermeiras(os) e parteiras para atingir a meta de cobertura universal de saúde até 2030. Nas Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destaca que são necessários 800 mil profissionais de saúde a mais, incluindo pessoal de enfermagem e obstetrícia.

Este 7 de abril, é, portanto, uma oportunidade para refletir sobre a importância desses e de tantos outros trabalhadores envolvidos no cuidado em saúde, que dedicam seus dias e noites a salvar vidas, prestando assistência a quem precisa.