Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais 4314

Superintendente da Susep concedeu entrevista ao programa Seguro Sem Mistério

O mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. Os dados foram apurados em maio pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. O dado foi apresentado pelo superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, ao programa Seguro Sem Mistério na TV.

“Nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. Temos a  questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz Mendanha.

Presente no Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros, em Florianópolis (SC), Mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “O corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. Fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica.

“Eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. Estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. No futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “Uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza.

Qual o papel do corretor diante da evolução da tecnologia? 335

Qual o papel do corretor diante da evolução da tecnologia?

Questão será abordada por Rossana Costa, fundadora e diretora da GEO, uma plataforma pioneira para profissionais da corretagem no Insurtech Brasil 2019

A GEO, empresa de tecnologia pioneira na gestão de dados e de apólices online para corretores de seguros e seguradoras, estará presente na terceira edição da Insurtech Brasil, evento que acontece nesta quinta-feira e que terá como tema a inovação no mercado de seguros.

A fundadora e diretora da companhia, Rossana Costa, será uma das palestrantes do painel “Somente tecnologia não basta: Desenvolvendo produtos viáveis”. A executiva abordará a experiência de 17 anos atuando no segmento de seguros imobiliários e de construção civil e o relacionamento com o corretor de seguros, considerado como peça fundamental deste ecossistema mesmo diante da transformação digital do setor.

A empresa atua com seguros DFI Sistema Financeiro – Danos Físicos ao Imóvel; Seguro Habitacional – Apólice de Mercado (MIP – Morte e Invalidez Permanente | DFI – Danos Físicos ao Imóvel) e Seguro Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil em seu portfólio, que conta com AXA e Zurich como seguradoras parceiras. A empresa foi pioneira na entrega de uma plataforma 100% digital para corretores de seguros no setor imobiliário e de construção civil.

Serviço:

Data: 25 de abril, das 9h às 19h
Local: Amcham Brasil – Rua da Paz, 1431, São Paulo, SP
Painel: “Somente tecnologia não basta: Desenvolvendo produtos viáveis”, com participação de Rossana Costa, diretora da GEO às 15h50 (Trilha 4)

Saiba mais neste site.

Aumento no emplacamento de veículos aquece mercado de seguros 211

Aumento no emplacamento de veículos aquece mercado de seguros

Sompo apresenta novo Auto Sompo em Recife

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de lançar durante evento para corretores de seguros Recife (PE), realizado nesta quarta-feira (24 de abril), o novo Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido visando a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice.

Fernando Grossi é diretor executivo comercial da Sompo Seguros / Divulgação
Fernando Grossi é diretor executivo comercial da Sompo Seguros / Divulgação

“Investimos em tecnologia e capital humano para trazer um seguro simples, com ofertas customizadas por perfil de cliente e totalmente desburocratizado em sua contratação”, considera Rogério Santos, diretor técnico do Produto Automóvel. “Com alguns cliques, o corretor de seguros tem sua cotação personalizada, e ainda, conta com as opções do auto mensal e uma sugestão Sompo. Já o segurado, por sua vez, tem o conforto de ter as melhores opções de coberturas e serviços sob medida”, observa o executivo.

“Organizamos eventos em várias cidades brasileiras para apresentar pessoalmente o novo Auto Sompo aos corretores de seguros. Temos percebido uma excelente receptividade, além de uma procura bastante significativa pelo produto”, considera Fernando Grossi, diretor executivo comercial da Sompo Seguros. “Estabelecemos uma perspectiva de crescimento relevante em 2019 justamente por trabalharmos com um produto desenvolvido a partir de levantamentos com nossos parceiros corretores de seguros e que atende às demandas do segurado”, complementa.

Rogério Santos é diretor técnico do Produto Automóvel / Divulgação
Rogério Santos é diretor técnico do Produto Automóvel / Divulgação

“O Seguro de Automóveis é um dos principais ramos comercializados na região nordeste. Em Pernambuco este fato é ainda mais presente dado o grande número de Corretores, Assessorias e Colaboradores atuando no estado, seja atendendo os segurados individualmente ou as pequenas, médias e grandes empresas”, destaca Eduardo Fazio, diretor comercial da Sompo Seguros para o Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste do País. “Tenho convicção que as melhorias realizadas no produto, alinhada a uma nova política de precificação, fará com que nossos clientes fiquem ainda mais seguros e satisfeitos com a Sompo”, conclui o executivo.

Segundo dados da Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), de janeiro a março deste ano foram emplacados no Brasil 496,8 mil automóveis, índice cerca de 9,99% superior aos 451,7 mil emplacamentos do mesmo período de 2018. Já entre os Comerciais Leves, o aumento foi de 10,23% e passou de 75,5 mil emplacamentos no primeiro trimestre de 2018 para 83,2 mil emplacamentos nos primeiros três meses de 2019. A categoria Caminhões ficou com o maior índice de crescimento (45,74%), quando comparado os primeiros trimestres de 2018 (14,7 mil) e 2019 (21,4 mil).

Coberturas

O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias.

Além disso, o segurado conta ainda com uma série de serviços agregados, que podem ser contratados em três categorias: Essencial, Superior e Premium.

Conforme a categoria de serviços, em relação a Assistência 24 horas, o segurado conta com limite de quilometragem para sinistro ou pane (que pode ser até ilimitado para carros de passeio no Pacote Premium), guincho, reparo no local, troca de pneus, motorista profissional, retorno de passageiros após acidente, remoção hospitalar após acidente, retorno seguro, 2º guincho para mesma pane, chave codificada ou pantográfica e leva-e-traz para a primeira revisão, higienização do veículo em caso de alagamento, entre outros serviços.

Já no serviço de Assistência a Vidros, a Sompo garante o conserto ou a troca, seja do para-brisas, dos vidros laterais ou do vidro traseiro em caso de trinca ou quebra. Na categoria Premium estão contemplados ainda acessórios, como faróis, lanternas e retrovisores, além do serviço de Martelinho de Ouro.

Crescimento

O lançamento do novo Auto Sompo acontece como parte das perspectivas da Sompo de incrementar sua participação no mercado, que começou com um plano de investimento em tecnologia e equipe de profissionais renomados no mercado. O ponto inicial dessa ação se deu quando Rogério Santos, que está na companhia desde 2016 e veio para ser responsável pela área comercial no Interior de São Paulo, aceitou assumir a diretoria da área de Automóvel.

Para integrar a iniciativa de dinamizar essa carteira, o executivo contratou Christina Carneiro Said, como gerente técnica da área de Automóvel. Formada em Administração de Empresas, pela Universidade Paulista, e Pós-Graduação em Banking, pela Universidade Mackenzie, Christina atua há mais de 20 anos em área de produtos de todo ciclo de produtos Automóvel e Massificados, com experiência no desenvolvimento e reconstrução de novos produtos até a gestão de carteira.

Outro ponto foi o investimento em tecnologia. Para o novo Auto Sompo, a companhia implementou um novo cotador, por meio do qual o corretor de seguros conta com um ambiente em que, com poucos cliques, efetua todo o processo de cotação com as opções mais adequadas de coberturas e serviços para o segurado.

Agora, os executivos da companhia estabeleceram um planejamento de eventos em que vão apresentar pessoalmente o novo Auto Sompo aos representantes de entidades do segmento e aos parceiros corretores de seguros. “Já na última semana de março e todo o mês de abril temos roadshows programados em onze estados brasileiros. Estamos felizes em compartilhar o resultado de um trabalho conjunto, no qual tivemos a participação ativa dos corretores, com ideias e alinhamento das necessidades. Somos uma companhia tradicional no segmento de Automóvel e a perspectiva com o novo Auto Sompo é de consolidarmos a nossa posição e realizarmos uma evolução perene”, comenta Santos.

Como a tecnologia recupera cargas roubadas e furtadas? 240

Como a tecnologia recupera cargas roubadas e furtadas?

Foram mais de 22 mil ataques a motoristas no Brasil em 2018

O roubo de cargas é um problema preocupante em todo o Brasil. De acordo com dados cruzados pela Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, a ação de quadrilhas especializadas em roubos de cargas resultou em mais de 22 mil ataques a motoristas em todo o país, em 2018. Já a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC) apontou que o prejuízo para o setor produtivo, com essas perdas, chegou a R$ 2 bilhões.

Embora os números sejam alarmantes, diversas empresas trazem soluções eficientes para reduzir os índices e contribuir com os trabalhos já realizados pelas polícias Civil, Militar e Rodoviária. Entre elas, está a Buonny, que atua na área de gerenciamento de riscos em transporte e logística há mais de 20 anos.

Para isso, a empresa investe pesado em pesado em tecnologia e, nos últimos anos, tem registrado cada vez mais recuperações de cargas roubadas – o índice de sucesso é de 99,974%. Entre as ferramentas utilizadas pela Buonny está a plataforma Web Guardian que, por meio de inteligência artificial e Big Data, identifica e prioriza eventos críticos, o que auxilia o operador na comunicação e acionamento dos órgãos de segurança pública e das equipes de pronta resposta em situações de emergência para o resgate, em caso de acidentes, desvios ou roubos de cargas.

Recuperações

Entre as recuperações da Buonny, estão:

Alimentos: recuperação de carga avaliada em mais de 40 mil reais, na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

Ar condicionado: recuperação de carga avaliada em 490 mil reais, na cidade de São Paulo, em São Paulo.

Container: recuperação de um container com 100% da carga, avaliada em mais de 200 mil reais, em Araçariguama, interior de São Paulo.

Eletrônicos: recuperação de carga avaliada em um milhão de reais, em Mairiporã, São Paulo.

Material escolar: recuperação de duas cargas avaliadas em mais de 2 milhões de reais, em Lavras, Minas Gerais.

Polietileno: recuperação de carga avaliada em 148 mil reais e prisão em flagrante de dois meliantes, em Itatiba, São Paulo.

“Associações não compactuam com crimes”, dizem empresas de proteção veicular 529

"Associações não compactuam com crimes", dizem empresas de proteção veicular

Em nota, entidade nega relação do segmento com o crime organizado no Rio de Janeiro

Após investigação da polícia carioca, as associações de proteção veicular emitiram uma nota enviada à TV Globo sobre as denúncias de pagamento de valores para assaltantes em troca de carros roubados, na região de Belford Roxo (RJ). A Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV) disse que repudia o suposto envolvimento de cooperativas e associações de autogestão de planos de proteção contra riscos patrimoniais em esquema criminoso. O caso foi denunciado no dia 18 de abril, no jornal noturno da emissora carioca.

“Repudiamos qualquer ato criminoso e nos certificamos que as associações/cooperativas de autogestão de planos de proteção contra riscos patrimoniais filiadas a AAAPV não compactuam com crimes e não têm qualquer tipo de contato com traficantes. Todas as mútuas filiadas (185) são orientadas a não se sujeitar ao pagamento de resgate, seja para policiais, para empresas especializadas ou para assaltantes. Esses atos criminosos fazem parte de um grupo pequeno de associações que não representam todo o segmento”, prossegue a nota.

A entidade ainda afirma que o alto índice de criminalidade na região faz com que sobrem poucas alternativas para “os cariocas protegerem seus bens”. “Ressaltamos também que as associações e cooperativas são legais, constituídas e amparadas pelo Código Civil Brasileiro e Constituição Federal (art. 5º, XVII CF). O funcionamento das entidades não possui nenhum impedimento legal, responsabilizando-se solidariamente de conformidade com os princípios do associativismo e cooperativismo embasados na Lei Federal 5.764/71”.

No entanto, segundo reportagem do jornal O Globo, o advogado Raul Canal, presidente da própria AAAPV, admitiu que cooperativas do setor que atuam no Estado do Rio pagam aos ladrões para que os veículos sejam devolvidos. Conforme o periódico, a entidade não recomenda qualquer tipo de negociação com criminosos e vem tentando inibir essa prática. O advogado disse ainda que cooperativas de Minas Gerais estão começando a agir da mesma forma:

“O que ocorre é que as cooperativas adotaram essa prática no início e acabaram ficando reféns. Elas contratam uma empresa de pronta-resposta, integrada por policiais aposentados e até alguns da ativa, para recuperar os carros. E isso acontece rapidamente, em poucas horas. Nossa orientação é que esse pagamento não seja feito. É uma bola de neve. Não se consegue mais sair disso. Isso estimula os roubos”, afirmou Canal ao jornal.

Em 2015, JRS revelou que uma associação de caminhoneiros comercializava os pacotes de proteção sem qualquer fiscalização de órgão regulador. “Isso acontece há 500 anos”, disse o representante da entidade na ocasião. A reportagem foi capa de nossa revista impressa à época (confira abaixo).

Já o deputado federal Lucas Vergílio (SD-GO) demonstrou recente indignação com outro episódio envolvendo as cooperativas de proteção veicular. “Essas empresas atuam de forma marginal. Processaram uma corretora por danos morais. Quem causa danos e prejuízos aos consumidores brasileiros são vocês”, disse em vídeo que viralizou nas redes sociais.

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019 229

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019

É o que aponta a Carta de Conjuntura do Setor

Os primeiros meses de 2019 já mostraram que o mercado de seguros tem um ano promissor pela frente. Apesar de o cenário econômico nacional não ter evoluído muito, com a taxa de desemprego em 15,5%, o setor de seguros já apresenta números positivos. É o que aponta a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, agora produzida de maneira conjunta pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

De acordo com o estudo, o faturamento do setor em fevereiro, sem contabilizar o ramo de saúde e o DPVAT, foi de R$ 17,9 bilhões, o que representa avanço de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado. A surpresa ficou com o ramo de pessoas (acidentes pessoais, vida, prestamista, educacional etc), que conseguiu avanço de 17%, superando, com folga, a taxa de inflação e arrecadando R$ 3,4 bilhões. Os ramos elementares (automóvel, residencial, empresarial etc.) tiveram faturamento da ordem de R$ 5,6 bilhões, apresentando crescimento de 9%.

Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.