Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais 5006

Superintendente da Susep concedeu entrevista ao programa Seguro Sem Mistério

O mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. Os dados foram apurados em maio pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. O dado foi apresentado pelo superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, ao programa Seguro Sem Mistério na TV.

“Nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. Temos a  questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz Mendanha.

Presente no Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros, em Florianópolis (SC), Mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “O corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. Fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica.

“Eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. Estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. No futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “Uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza.

Clientes querem ofertas de seguro com base em transações financeiras 426

Clientes querem ofertas de seguro com base em transações financeiras / Divulgação

É o que revela uma pesquisa com 535 correntistas de todo o Brasil

Uma pesquisa recente com 535 correntistas no Brasil realizada pela Momentive.ai (empresa de pesquisa da SurveyMonkey) e encomendada pela Cover Genius buscou entender como clientes de bancos, neobancos e outros apps de fintech reagiriam a opções de seguro integradas e baseadas em dados de transações em tempo real.

À pergunta sobre se estariam interessados em receber sugestões para adquirir seguro dentro do aplicativo do banco, com base em seu histórico de transações, 72% dos clientes de bancos digitais e 64% dos clientes de bancos tradicionais no Brasil responderam que estariam muito interessados em ofertas de seguro integrado com base em seus dados transacionais. “Conveniência” é a principal razão desse interesse, citada por 53%.

“Temos visto um aumento significativo na demanda por opções de seguro integrado em nossa rede de parceiros globais – um crescimento que se intensificou nos últimos 15 meses, devido à mudança de fazer tudo online. De fato, o Brasil é o quarto país do mundo em crescimento de vendas no e-commerce, o que em parte vem do impacto que a pandemia teve no país”, afirma Julio Castellon, vice-presidente sênior e chefe de Parcerias na América Latina da Cover Genius. “Os dados mostram que os clientes valorizam a conveniência e confiam muito em seus bancos ou neobancos e em seus apps de fintech para serem engajados com sugestões, hiper-relevantes e baseadas em dados, de produtos que façam sentido a partir de seu histórico de consumo.”

A pesquisa ratifica sondagens encomendadas pela Cover Genius e publicadas no mês passado com 3.551 norte-americanos e em 12 outros países, em que foram analisados 14 acontecimentos pessoais, atividades e grandes aquisições que fazem as pessoas pensarem em seguro, tais como: nascimento de filho; compra de carro, imóvel, animal de estimação e outros itens caros; contratação de empregado; e tornar-se locatário ou locador. Em todo o mundo, os dados apontam para uma demanda significativa por opções de seguro que sejam oportunas e relevantes de acordo com transações passadas, com preferência drasticamente mais alta entre os que fizeram uma compra grande ou tiveram um acontecimento importante na vida recentemente, usaram uma seguradora tradicional nos últimos 12 meses ou adquiriram seguro em seu banco. Os autores ressaltam a discrepância entre uma abordagem de insurtech e a realidade do bancassurance, na qual bancos tradicionais se juntam a seguradoras tradicionais para oferecer produtos normalmente dissociados de suas respectivas atividades.

A sondagem de clientes brasileiros confirma que há ampla sustentação para integrar à conta bancária opções de seguro imobiliário para, por exemplo, locatários, proprietários e/ou locadores (41% dos entrevistados estão muito interessados), seguro comercial para quem lida com caução de aluguel de curto prazo (22%), seguro auto (22%) e uma variedade de garantias para itens pessoais e domésticos de alto valor (42%).

O papel e a natureza das seguradoras tradicionais, que atuam como “segundo passo” no processo de compra, também são analisados no estudo. Correntistas digitais e grupos mais jovens estão mais propensos a adquirir seguros, mas os dados também indicam um bom futuro para os bancos como distribuidores de seguros: 53% dos brasileiros que escolheram uma seguradora ou corretora tradicional nos últimos 12 meses preferem ter opções integradas à conta corrente da próxima vez.

Embora a experiência recente de aquisição de seguro seja uma forma de identificar os adeptos pioneiros, existe outra: identificar usuários de apps de fintech populares. Os resultados são surpreendentes:74% dos 345 clientes que usam carteira digital, 73% dos usuários de plataformas de meios de pagamento, 92% dos usuários de software contábil e 81% dos usuários de conta investimento estão muito interessados em receber ofertas de seguro. O interesse também é alto entre os operadores de pequenas empresas (73%).

“A pesquisa ressalta mais uma vez que os fornecedores tradicionais – operadoras e corretoras de seguros – não estão conseguindo anteder à demanda dos clientes por cobertura para uma ampla gama de categorias”, acrescenta Castellon. “O clamor por um atendimento integrado fez com que adicionássemos parceiros como Wayfair e eBay no varejo, diversas linhas áreas e agências online de viagem, como Despegar (da Decolar.com) e Booking Holdings, empresas de automóveis, economia gig e mobilidade, fintechs como a Intuit e outras, e muito mais.”

Baixe o relatório completo, intitulado “The Embedded Insurance Report: A consumer-focused case for transaction-based offers from Banks, Neobanks and Fintechs” (Relatório sobre seguro integrado: demonstração focada no consumidor para opções baseadas em transações oferecidas por bancos, neobancos e fintechs), ou o relatório da pesquisa no Brasil.

Live do Sincor-SP ensina corretores de seguros a prosperarem nas redes sociais 332

Live do Sincor-SP ensina corretores de seguros a prosperarem nas redes sociais / Divulgação

Transmissão foi realizada na manhã desta quinta-feira (29)

Para debater o tema “Redes Sociais – Desafios e Oportunidades para Corretores de Seguros”, as Comissões Negócios do Corretor e Jurídica do Sincor-SP receberam o corretor de seguros e fundador da startup Cliente Agente, Kleber de Paula, em live nesta quinta-feira (29). Na ocasião, os profissionais discutiram estratégias que podem ser adotadas pela categoria para gerar maior engajamento com clientes e trazer melhores resultados. É possível assistir à transmissão pelo canal da TV Sincor-SP, no YouTube.

Representando o presidente da entidade, Alexandre Camillo, e a diretora executiva responsável pela Assessoria Técnica, Simone Fávaro, na abertura, o 1º vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber, falou da importância de discutir o tema. “Uma live necessária para o momento, já que estamos nos conectando com as pessoas pelas redes sociais. E, o corretor de seguros vai precisar aprender como utilizar as ferramentas da melhor maneira e alcançar aqueles que não sabem a importância do seguro”, completou.

Perguntado sobre a diferença de usar e vivenciar as redes sociais, Kleber destacou que o ambiente digital é uma extensão dos relacionamentos. “Quando nos inserimos em um ambiente, é essencial saber que existem outras pessoas lá com as quais precisamos criar uma conexão. Por isso, tudo o que é publicado deve ter relevância, um significado para quem está do outro lado.”

O executivo ressaltou que para criar uma conexão com os consumidores, o corretor deve produzir posts de experiências, cases de sucesso e depoimentos de clientes. “Não adianta postar apenas produtos de seguros. Já imaginou você chegar num evento entregando panfleto? A primeira impressão tem que ser que os clientes precisam considerar você para resolver um problema. Então, primeiramente, é importante criar a conexão”, detalhou. Kleber ainda reiterou que, em um primeiro momento, para se relacionar nas redes sociais não se deve separar o pessoal do profissional. “Leva tempo para que uma marca tenha reconhecimento no digital. Então, é muito mais fácil eu, como pessoa, me conectar com os meus clientes.”

Sobre a iniciação nas redes sociais, Kleber deu dicas. “Quando fazemos uma publicação, é como dizer ao mundo para o que viemos. Primeiro, responda quem você é antes de vender seguro. Conte um pouco da sua história, como começou, quantos anos está na área. Quando a mensagem é bem construída, é possível atingir mais pessoas”.

A respeito de conteúdos pagos nas redes sociais, o executivo lembrou que é preciso ter cuidado, já que, às vezes, se gasta muito dinheiro e não tem o retorno desejado. “Se ainda não estruturou a rede social, se não tem frequência, constância e coerência naquilo que comunica, não é interessante investir dinheiro ainda”, e aconselha: “enxergue melhor onde está ambientado, qual é o público que te acompanha, de que maneira pode interagir com essa base e qual a hora que pode ser lembrado na contratação do seguro”.

As perguntas ao especialista foram feitas pelo coordenador e o integrante da Comissão Negócios do Corretor, Arnaldo Odlevati Junior e Marcelino Odlevati, assim como pelo coordenador e a integrante da Comissão Jurídica, Edson Fecher e Priscila Figueiredo.

Promoção “Mês do Amigo” dá 100% de desconto em extensões da ENS 313

Promoção "Mês do Amigo" dá 100% de desconto em extensões da ENS

Iniciativa é válida até o próximo dia 17 de agosto

No dia 20 de julho foi celebrado o Dia do Amigo. Para comemorar a data, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) lançou a campanha promocional “Mês do Amigo”, que contempla cursos de extensão selecionados. Alunos que se matricularem até 17 de agosto receberão um cupom de 100% de desconto para oferecer a um amigo no mesmo programa.

Os cursos de extensão da ENS são indicados para profissionais que desejam aprimorar conhecimentos ou dar um novo direcionamento à carreira. Também são uma ótima opção para ampliar a rede de contatos e adquirir novas percepções sobre o mercado.

Com curto tempo de duração, os programas oferecem aprendizado específico por um investimento acessível. A promoção contempla 16 cursos, que abordam temas nas áreas Jurídica, de Riscos, Econômica, de Gestão e de Vendas. Há ainda opções sobre ramos específicos do setor, como Seguros Ambientais e Seguro Garantia.

Para participar é necessário ensino superior completo. A carga horária e o investimento variam de acordo com a extensão escolhida. Inscrições e outras informações podem ser encontradas no hotsite especial da promoção.

Qualicorp doa equipamentos de tecnologia à Escola de Aplicação da FEUSP 416

Qualicorp doa equipamentos de tecnologia à Escola de Aplicação da FEUSP / Divulgação

Contribuição tem como objetivo viabilizar o ensino remoto de crianças e adolescentes da Instituição

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, doou equipamentos de tecnologia para auxiliar no ensino à distância dos estudantes da Escola de Aplicação (EA), em São Paulo. A doação à Instituição, mantida pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), consiste na entrega de 120 tablets e 60 notebooks, além de 120 modens e chips para acesso à internet.

Devido à pandemia, a Instituição, que tem como foco a formação de crianças e adolescentes do 1º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, teve que suspender as atividades presenciais e adotar o modelo de ensino remoto, dificultando o acesso, seja pela falta de equipamentos, seja pela impossibilidade de acesso à internet. Ainda que as aulas presenciais sejam gradativamente retomadas, os equipamentos e o acesso à internet poderão ser disponibilizados para apoio suplementar das aulas e pesquisas das atividades escolares.

“Assim como a saúde, o acesso à educação é essencial para a população. Nossa doação à Escola de Aplicação tem como objetivo contribuir para que os alunos possam manter seus estudos, mesmo que de forma remota”, afirma Pablo Meneses, vice-presidente de Operações e Relacionamento da Qualicorp. “É uma forma de ajudar na diminuição da desigualdade e colaborar com o desenvolvimento desses jovens”, finaliza.

“As doações muito contribuirão para garantirmos a equidade do direito à educação, conforme apresentado em nossa proposta pedagógica. O nosso compromisso com o princípio “nenhum estudante a menos” torna-se realidade quando conseguimos oferecer aos nossos estudantes os equipamentos e o acesso à internet, tão necessários para o enfrentamento dos desafios impostos pela pandemia por Covid-19”, agradece a Professora Marlene Isepi, diretora da Escola de Aplicação da FEUSP.

Ações que vão além da Educação

Desde o início da pandemia, a Qualicorp destinou mais de R$ 16 milhões para ações sociais e de combate à Covid-19. Neste ano, a Quali integrou um consórcio que custeou a contratação e manutenção de profissionais de saúde que atuaram no Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, e doou R$ 100 mil à campanha #SOSManaus, para auxiliar na compra de insumos necessários para tratamento de pacientes que tenham contraído o vírus.

Além disso, a empresa participou de outros dois consórcios em 2020. Um deles viabilizou a construção e a reforma de leitos na Santa Casa de Misericórdia, em São Paulo, outro no Hospital de Campanha Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro. Os dois consórcios totalizaram 345 leitos para atendimento exclusivo e gratuito a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda no ano passado, a Quali doou 3 mil litros de álcool em gel para comunidades vulneráveis no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de mais de 110 mil máscaras de proteção, incluindo recursos para a confecção de 100 mil máscaras ao Instituto Liberta para a campanha #nãosecale. A Qualicorp disponibilizou ainda mais de 34 mil testes rápidos para seus colaboradores e familiares, corretores parceiros, entidades de classe e profissionais da saúde.

Para os mais de 43 mil corretores parceiros, a Companhia criou o Fundo TamoJunto, em que destinou R$ 2 milhões para apoiar o profissional parceiro que contraiu o vírus e ficou impossibilitado de trabalhar.

ISB Brasil discute os reflexos da pandemia na Saúde Suplementar 418

Encontro faz parte do “Opinião de Valor”, projeto que trará especialistas para refletir e construir conhecimento a respeito de temas relevantes para o mercado de benefícios

O Instituto Superior de Seguros e Benefícios Brasil (ISB Brasil) realiza nesta quinta-feira (29), às 9 horas, o primeiro “Opinião de Valor”, projeto que trará especialistas para refletir sobre temas relacionados ao universo da saúde para os corretores e seguradoras.

“O “Opinião de Valor” nasceu de uma visão nossa para o momento que está acontecendo no mundo em relação à pandemia, o que ela pode afetar e o que ela está trazendo de consequência para saúde suplementar”, afirma Danielle Saad Ribeiro, Diretora de Saúde do ISB Brasil, explicando que foi realizada uma pesquisa com os corretores e instituições do mercado para verificar o que eles gostariam que fosse abordado nos encontros em relação à área de saúde. “Um deles foi os reflexos da pandemia na saúde suplementar, que será tratado em nossa primeira edição”, afirma Danielle.

“Neste primeiro encontro, teremos pessoas importantes do mercado de saúde suplementar: Vera Valente, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Dr. Rogerio Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e Luis Rodrigo Schruber Milano, diretor presidente do Pilar Hospital, de Curitiba. Ele será aberto ao público em geral. A partir do segundo módulo, o evento será fechado apenas para associados do ISB Brasil”, diz Danielle Saad.

Segundo Danielle, o setor da saúde suplementar está passando por muitas transformações por conta da pandemia. “É um setor que sempre teve desafios grandíssimos, principalmente de ordem financeira. A saúde privada cresceu muito no Brasil por conta da pandemia. Nós tivemos um aumento de um milhão de beneficiários. Isso tem benefícios gigantescos, pois desonera a questão do SUS, mas, ao mesmo tempo, os órgãos estão tendo que se reinventar para atender também o pós-pandemia. Temos ainda a demanda de reabilitação das pessoas que passaram pelo coronavírus”, afirma, ressaltando que estes são alguns dos temas que serão discutidos no encontro.