HSM Expo 2018 propõe descoberta de novas perspectivas para os negócios 2176

Evento discutirá os principais temas da agenda da liderança brasileira em busca de alta performance e inovação

A 18ª edição da HSM Expo, maior evento de gestão da América Latina, acontece nos dias 5, 6 e 7 de novembro, no Transamérica Expo Center, reunindo executivos e especialistas nacionais e internacionais para mais de 130 palestras que discutem soluções para os principais desafios da liderança brasileira, por meio de conceitos, ferramentas e práticas eficientes.

Neste ano, estudiosos trarão novos modelos de gestão que estão sendo amplamente discutidos internacionalmente. Com o objetivo de colocar o público em contato com a pluralidade de perspectivas que existe no mundo dos negócios e incentivar a troca de experiências com quem está revolucionando o segmento, a HSM Expo 2018 recebe nomes como Ed Catmull, presidente da Pixar, Walt Disney Animation Studios e Disneytoon Studios, que também é autor do livro Criatividade S/A. O executivo traz lições de empreendedorismo e evidencia as características do trabalho em equipe, explorando perspectivas de gestão de negócios, cultura organizacional, avaliação de risco, entrega de resultados, paixão, desenvolvimento pessoal, inovação e outras lições para obter sucesso nos negócios.

Outro destaque é a presença da cientista Rana el Kaliouby, que discutirá como os dispositivos tecnológicos podem ler e reagir às emoções. A empreendedora já desenvolveu um app que consegue, através da câmera, identificar a expressão facial e perceber as emoções de uma pessoa. Essa tecnologia já está sendo usada por mais de um terço das empresas Fortune 100, e promete transformar o mercado de tecnologia e inovação.

Entre os principais nomes está Patty McCord, responsável pela criação do documento “Cultura: Liberdade e Responsabilidade”, que anda mudando a cultura dentro de muitas empresas e startups. Após 14 anos trabalhando para Netflix, hoje ela é diretora da própria empresa “Patty McCord Consulting”, onde presta serviços de coaching e assessoria para empresas e empreendedores. A estudiosa defende um modelo de trabalho que restabeleça a confiança entre funcionários e empresas.

Após passagem pelo Google, aonde atuou como vice-presidente de Operações de Equipes, Lazlo Block escreveu o livro “Um novo jeito de trabalhar”, onde conta mais sobre esse jeito “Google” de trabalhar. Em sua fala, discutirá a importância de dar maior liberdade aos funcionários na hora de trabalhar, como uma maneira de motivá-los a serem mais criativos e produtivos. Estes e outras especialistas vão compor o Auditório Insights, que sempre traz grandes pensadores da gestão mundial e promoverá a discussão de cases mundialmente conhecidos, como o MIT Media Lab, novas tecnologias, como o blockchain, além de talks sobre métodos de negociação e análise de cenários macro do mundo dos negócios. Todas as palestras compõem uma grande imersão nas diversas perspectivas que envolvem o atual cenário de evolução exponencial da prática da gestão e liderança corporativa.

Haverá ainda uma Sessão Especial Agrobusiness com Caleb Harper e um Painel Empreendedores, com participação de Tallis Gomes, Gustavo Caetano e Priscilla Erthal, jovens fundadores de startups, falando sobre a prática da inovação.

Abaixo, os especialistas já confirmados:

Patty McCord, ex-diretora de talentos da Netflix por doze anos e trabalha como consultora em práticas de liderança;
Caleb Harper, pesquisador-chefe e diretor da Open Agriculture Initiative do Media Lab do MIT;
Ed Catmull, presidente da Pixar, Walt Disney Animation Studios e do Disneytoon Studios;
Lazlo Bock, ex-VP de People Operations do Google por dez anos e especialista em gestão de pessoas;
Joichi Ito, diretor-geral do MIT Media Lab;
Rana el Kaliouby, cofundadora e CEO da Affectiva, empresa pioneira em emotional artificial intelligence;
Jeanne Bliss, presidente da empresa de consultoria Customer Bliss e autora do best-seller Chief Customer Officer, publicado em oito idiomas;
Peter Diamandis, empreendedor do Vale do Silício e cofundador da Singularity University;
William Ury, cofundador e professor do Program on Negotiation da Harvard University;
Don Tapscott, CEO do Tapscott Group e cofundador do Blockchain Reserach Institute;
Jim Hemerling, sócio do Boston Consulting Group e líder das práticas de Transformação e de Pessoas e Organização do BCG;
Marshall Van Alstyne, professor na Boston University e membro digital do MIT;
Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza
Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza;
Tallis Gomes, fundador dos aplicativos Easy Taxi e Singu;
Priscilla Erthal, sócia da Organica;
Gustavo Caetano, fundador e CEO da Samba Tech;
José Salibi Neto, cofundador da HSM.

Mais informações sobre a programação do Auditório Insights da HSM Expo 2018 podem ser encontradas nesse endereço.

Serviço:

HSM Expo 2018.
Quando: 5, 6 e 7 de novembro.
Horário: Das 9h às 19h25min.
Local: Transamérica Expo Center em São Paulo – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro.

Anvisa: enfrentamento da covid-19 passa por mudança de comportamento 671

Agência analisa pedidos de uso emergencial de vacinas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que é preciso mudar o comportamento social em razão da pandemia do novo coronavírus. “O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, declarou.

A reunião em que a Anvisa vai definir os pedidos de uso emergencial de vacinas no Brasil começou à 10h. Dois pedidos estão sendo analisados. A TV Brasil transmite ao vivo a reunião, que deve durar cerca de cinco horas.

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas vacinas.

“Quis o acaso, para alguns; o destino, para outros; e a vontade de Deus, na fé inabalável deste diretor, que fossemos nós a exercer ativamente esses ofícios, e tivéssemos, portanto, a missão, a honra e o dever de bem servir ao nosso legítimo e Supremo Senhor. Que Deus nos ilumine e inspire para que, neste domingo, tomemos a melhor decisão”, disse Barra Torres.

Segundo a Anvisa, a reunião conta com a participação de cinco diretores do órgão, e a decisão é feita por maioria simples, ou seja, três votos a favor ou contra definem o resultado. Antes da decisão, três áreas técnicas fazem apresentações: a de medicamentos, que avalia os estudos de eficácia e de segurança; a de certificação de Boas Práticas, que analisa se os locais de fabricação têm condições adequadas; e de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiverem alguma reação à vacina).

No início da apresentação, Gustavo Mendes Lima Santos, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, ressaltou o aspecto histórico da decisão. “Este é um momento crítico. Este é um momento histórico. Esse tipo de autorização, a Anvisa nunca concedeu. Nunca vivemos uma situação como essa, de tanta exposição e de tanto senso de urgência e necessidade que enfrentamos neste momento”, falou ele. Segundo Lima Santos, os servidores da Anvisa “estão empenhados com dedicação no senso de urgência que o caso requer”. “Somos humanos, queremos que os produtos que sejam disponibilizados para o enfrentamento da pandemia sejam produtos eficazes, seguros e tenham qualidade”.

Janeiro Branco e o agravamento das doenças mentais em decorrência da pandemia 509

Janeiro Branco e o agravamento das doenças mentais em decorrência da pandemia

Iniciativa popular visa criar consciência de que é necessário cuidar da saúde mental

A vida não é um mar de rosas, e naturalmente, tem dias que nos sentimos sem ânimo, triste ou para baixo, e isso é normal. Diante de tantos acontecimentos do dia a dia, principalmente em um cenário de pandemia em que estamos inseridos, nossos pensamentos são afetados, assim como o comportamento que temos com o próximo. Como a pandemia tem se estendido por muito mais tempo do que imaginávamos, este cenário está se tornando cada vez mais recorrente e duradouro na vida das pessoas e pode ser o gatilho em indivíduos com predisposição ou agravar quadros leves em formas mais severas, evoluindo para quadros depressivos.

Dr. Hyun Seung Yoon é gerente médico do ClubSaúde / Divulgação
Dr. Hyun Seung Yoon é gerente médico do ClubSaúde / Divulgação

“Um desarranjo no campo emocional pode refletir em muito mais do que um dia ruim. A depressão é considerada uma doença silenciosa, perigosa e real. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com a depressão, que já é considerada o mal do século, e as estatísticas apontam para um futuro sombrio caso não olharmos com atenção para a saúde mental. De acordo com a OMS, até 2020 a depressão será a doença mais incapacitante do mundo”, explica o Dr. Hyun Seung Yoon, gerente médico do ClubSaúde, um dos mais completos e acessíveis programas de acesso à saúde e bem-estar.

O Janeiro Branco é uma iniciativa popular criada e orientada por psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais da saúde com um grande e nobre objetivo: criar consciência de que é necessário cuidar da mente, da saúde mental, mais precisamente. Abaixo, explicamos o que é a depressão, as suas causas e seus tratamentos:

O que é a depressão?

A depressão é um transtorno mental que se caracteriza por tristeza constante em que a pessoa perde o interesse em realizar atividades que normalmente eram prazerosas. Além disso, geralmente a pessoa fica incapaz de se comprometer a realizar atividades diárias

O que causa a depressão?

Segundo o Ministério da Saúde, a depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos. Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam o problema em algum momento da vida.

Qual é o tratamento para depressão?

Segundo o ministério da saúde O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão. A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

RS: Bombeiros voluntários acionam a Oi na Justiça pela volta do serviço 193 725

Bombeiros voluntários acionam a Oi na Justiça pela volta do serviço 193

Serviço de emergência em seis cidades gaúchas estão com problemas desde o feriado de Natal, atrasando atendimentos e colocando comunidades em risco

A Associação dos Bombeiros Voluntários do Rio Grande do Sul (Voluntersul) deu entrada, agora à tarde, em uma ação na Justiça contra a operadora de telefonia Oi. O objetivo é fazer com que a empresa resolva com rapidez os problemas nas linhas de emergência 193 nos municípios Três Coroas, Rolante, Igrejinha, Candelária, Agudo e Teutônia. Desde o dia de Natal do ano passado, chamadas de emergência de pessoas que precisam socorro nos seis municípios não chegam aos quarteis dos bombeiros voluntários. As ligações acabam caindo em quarteis de bombeiros militares que cidades próximas, que só então repassam as ocorrências para cidades de origem ou pedem que as pessoas liguem para os números administrativos (não gratuitos) das unidades voluntárias.

O problema tem mais do que dobrado o tempo de resposta dos bombeiros voluntários para chamados de incêndios, acidentes de trânsito, resgates e atendimentos pré-hospitalares (APHs) em geral – pessoas passando mal, acidentes domésticos e outros. “Já tivemos atraso sério em atendimento de incêndio, mas o temor maior é de que alguém acabe morrendo pela demora na chegada de socorro”, explica o presidente da Voluntersul, Anderson Jociel da Rosa.

O caso se torna ainda mais sério considerando que três das cidades prejudicadas (Igrejinha, Três Coroas e Rolante) não contam com serviço de Samu, e, por isso, são seus bombeiros voluntários que se encarregam dos casos de atendimentos com ambulância e socorristas. Em 2019, as corporações voluntárias dos seis municípios afetados somaram cerca de 8,5 mil ocorrências atendidas pelo 193 de suas sedes – os números de 2020 devem ser fechados este mês.

Mal estar entre Estado e comunidades

Segundo confirmação da própria Oi, num ofício em resposta à notificação extrajudicial da Voluntersul reclamando do caso ainda em dezembro, o imbróglio foi causado por um pedido do próprio Estado para que os bombeiros voluntários ficassem sem as linhas 193. A notícia causou um mal-estar entre as corporações voluntárias (que são entidades sem fins lucrativos que existem no Brasil desde 1892 – século 19 – e, no Rio Grande do Sul, desde 1977), prefeituras e comunidades (que são quem mantém essas corporações).

Inicialmente, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado teria manifestado na imprensa (no Jornal NH, de Novo Hamburgo, de 29 de dezembro) de que a atitude seria porque as unidades voluntárias seriam consideradas irregulares. O que, na prática, fez só atrasar (bastante) o atendimento: os chamados começaram a cair nas regionais para, em seguida, os militares (por não terem condições de atendê-las) passarem as ocorrências para os “irregulares” do município de origem do chamado.

O problema estourou primeiro em Igrejinha, Três Coroas e Rolante, em pleno feriado de Natal. Ainda no final de semana do feriadão natalino, Igrejinha e Três Coroas tiveram casos de ventos fortes, que destelharam algumas casas, o que vez com que os moradores mais desesperados com a chamada do 193 caindo em outra cidade fossem direto ao quartel dos voluntários pedir socorro.

Com a repercussão das consequências da transferência, o comandante dos bombeiros militares do Estado, coronel Cézar Eduardo Bonfanti, encaminhou ofício à Oi declarando que não havia impedimento para manutenção do serviço 193 nos quartéis voluntários e pedindo que a companhia restabelecesse o serviço. Alguns dos quarteis tiveram o serviço reestabelecido para linha convencional, mas não para celular. E outros ainda continuam no “escuro” para chamados diretos pelo canal gratuito de emergência.

Conforme Anderson Jociel da Rosa, o processo contra a Oi é tanto para ela acelerar o restabelecimento do sistema quanto para garantir que a demanda do Estado esteja realmente interrompida. Isso porque o pedido de desligamento do 193 nas unidades voluntárias abrangia as 15 corporações voluntárias (entre as 54 associadas à Voluntersul) que contam com a linha de emergência. Onde consta, por exemplo, o quartel do Corpo de Bombeiros Voluntários de Garibaldi (que tem o serviço 193 desde 1978); o quartel de Nova Petrópolis (que desde 1992 atende uma das mais importantes regiões turísticas gaúchas) e o de São Sebastião do Caí – que tem o 193 desde 1995 e é uma das maiores corporações do Estado, com 16 viaturas e 47 voluntários, à beira da ERS-122 (uma das principais rodovias gaúchas).

“Deixar essas corporações sem o contato direto com a população pela linha de emergência é, no mínimo, uma irresponsabilidade”, assinala o presidente da Voluntersul. Em 2019, as 54 corporações voluntárias associadas atenderam a mais de 27 mil ocorrências diversas. Dessas, 20 mil foram nos municípios onde os moradores contam com a linha gratuita de emergência”, conclui.

Processo comarca de Nova Petrópolis, n° 5000072-54.2021.8.21.0114

Como as alterações nos benefícios previdenciários podem te impactar 403

Carla Benedett é advogada, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP / Divulgação

Confira artigo de Carla Benedetti, advogada, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP

O ano de 2021 começou com mudanças nos benefícios previdenciários. Tanto as regras de transição para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade, quanto o tempo de recebimento da pensão por morte, sofreram alterações.

Na aposentadoria por idade, a regra de transição, aplicada para a mulher, iniciou-se em 13 de novembro de 2019, quando da publicação da Emenda Constitucional n. 103, da mais recente reforma previdenciária. Naquele período, a idade para a mulher continuou como a de 60 anos, tal como dispunha a regra anterior definitiva, mas, a partir de 1º de janeiro de 2020, 6 meses passaram a ser acrescidos, e este percentual aumenta na mesma medida a cada ano. Portanto, para o presente ano de 2021, de acordo com a sistemática trazida pela publicação da referida lei, a mulher deve cumprir 61 anos de idade.

Para a aposentadoria por tempo de contribuição, há a disposição de 4 regras de transição, e em duas delas a passagem de ano implica em modificações, qual sejam, a que se utiliza da pontuação, em que se soma idade e tempo de contribuição, e a que estabelece uma idade mínima, sem pagamento de pedágio para ter direito à aposentadoria.

Na primeira hipótese, no momento da publicação da reforma da previdência, o homem e a mulher, respectivamente, deveriam computar 96 pontos e 86 pontos. Tal pontuação é acrescida em um ponto a cada ano, logo, em 2021 o homem deve cumprir 98 pontos e a mulher, 88 pontos. Na segunda hipótese, por sua vez, a mulher que completou 56 anos em 13 de novembro de 2019 e o homem, 61, devem atingir, em 2021, 57 anos e 62 anos de idade, respectivamente. Lembrando que, nas duas hipóteses, faz-se imprescindível também cumprir os 35 anos de tempo de contribuição, em se tratando de homem, e 30, no caso da mulher.

Por fim, no caso do benefício de pensão por morte, há uma mudança em relação ao tempo de recebimento do benefício, quando houve um acréscimo de um ano por faixa etária. Antes da mudança, ocorrida já no primeiro dia do ano em portaria publicada pelo Diário Oficial da União, n. 424, e de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Lei n. 13.135/2015, o beneficiário com menos de 21 anos de idade receberia a pensão por, no máximo, 3 anos; se tivesse de 21 a 26 anos, por 6 anos; de 27 a 29 anos, por 10 anos; de 30 a 40 anos, por 15 anos; de 41 a 43 anos, por 20 anos, e acima de 44 anos, de forma vitalícia. Para o ano de 2021, todos os números e prazos iniciais foram acrescidos em um ano por faixa etária, assim, a pensão vitalícia quando o beneficiário possui mais de 45 anos de idade.

Como se não bastasse todas essas mudanças que enrijecem os requisitos para obtenção dos benefícios previdenciários, o aumento da expectativa de vida também impacta negativamente na renda mensal de algumas aposentadorias, quando o segurado deve utilizar o fator previdenciário baseado em idade, tempo de contribuição do trabalhador versus expectativa de vida do brasileiro, vez que, quanto maior a expectativa de vida, mais gravosa se torna a aplicação do fator previdenciário que, quase sempre, diminui consideravelmente a renda da aposentadoria.

Diante de tal cenário, a obtenção dos benefícios previdenciários, bem como a acepção de uma renda mensal vantajosa, cada vez mais se torna uma tarefa árdua a ser conquistada.

Carla Benedetti é advogada, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP, associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), coordenadora da pós-graduação em Direito Previdenciário do Estratégia Concursos e do grupo de pesquisa em Direito Previdenciário do IDCC (Instituto de Direito Constitucional e Cidadania)

Plataforma Sompo Pay permite contratar o seguro Sompo Auto com pontos Livelo 417

Plataforma Sompo Pay permite contratar o seguro Sompo Auto com pontos Livelo

Segurados podem resgatar até 100% do valor do prêmio de seguro para automóvel usando pontos de um dos principais programas de recompensas do Brasil

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de lançar a Sompo Pay, uma plataforma integrada que vai permitir aos clientes utilizar os pontos acumulados na Livelo no resgate do prêmio do Seguro Sompo Auto. Já na cotação, é disponibilizado ao corretor de seguros as propostas com os valores dos prêmios de seguro Sompo Auto. Estas propostas poderão ser apresentadas aos clientes nas versões integral e com desconto por meio da utilização dos pontos disponíveis na conta Livelo do segurado, caso tenha saldo de pontos a resgatar.

Marco Aurélio dos Santos é superintendente financeiro da Sompo Seguros / Divulgação
Marco Aurélio dos Santos é superintendente financeiro da Sompo Seguros / Divulgação

“A plataforma Sompo Pay é inovadora e chegou para trazer muito mais facilidade para os clientes aproveitarem seus pontos, com um diferencial bastante relevante em sua proposta e negociação. O segurado tem a opção de utilizar os pontos Livelo para resgatar parte do prêmio de seguro e o restante por meio de cartão de crédito. Ou ainda, caso a pontuação cubra o valor total do prêmio, não será necessário dispender de qualquer desembolso”, observa Marco Aurélio dos Santos, superintendente financeiro da Sompo Seguros.

A Livelo é um dos maiores programas de recompensas do Brasil e oferece aos seus mais de 20 milhões de clientes diferenciais como app e site intuitivos, o que torna a experiência de acúmulo e resgate descomplicada, portfólio de resgate com mais de 800 mil produtos, serviços e experiências, além de permitir acúmulo de pontos em compras em lojas físicas e resgate de recompensas via QR Code diretamente nos estabelecimentos comerciais. Em 2020, a empresa também expandiu seus negócios ao firmar importantes parcerias.

Marcelino Cruz é diretor de Relações Comerciais e Trade Marketing da Livelo / Divulgação
Marcelino Cruz é diretor de Relações Comerciais e Trade Marketing da Livelo / Divulgação

“A Livelo oferece aos parceiros soluções que fortalecem a proposta de valor para os seus clientes. 2020 foi um ano intenso para nós na frente de negócios B2B e já iniciamos este ano a todo vapor junto da Sompo Pay. Essa ampliação de portfólio resulta em mais uma opção para o cliente usar seus pontos como quiser, até mesmo na proteção de seu patrimônio. Com essa oportunidade, é possível poupar gastos”, pontua Marcelino Cruz, diretor de Relações Comerciais e Trade Marketing da Livelo.

Sven Robert Will é diretor Executivo Financeiro da Sompo Seguros / Divulgação
Sven Robert Will é diretor Executivo Financeiro da Sompo Seguros / Divulgação

Vale considerar que a opção de resgate por meio da plataforma Sompo Pay só é exibida caso o segurado tenha pontos disponíveis. “O lançamento da plataforma Sompo Pay é mais uma iniciativa da Sompo Seguros que viabiliza ferramentas que agregam ainda mais valor e economia ao segurado no momento da aquisição do seguro Sompo Auto ao mesmo tempo em que abre mais oportunidades de negócios para os corretores de seguros por meio de uma ferramenta prática e eficiente”, acrescenta Sven Robert Will, diretor Executivo Financeiro da Sompo Seguros. “As tecnologias recentes já nos trazem recursos para viabilizar maneiras diferenciadas em termos de meios de pagamento que incrementam a jornada do cliente junto à companhia e contribuem para que nossos parceiros corretores de seguros desenvolvam mais negócios de uma forma ainda mais dinâmica”, complementa.

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