Sindseg/RS comemora 123 anos de história 1948

Comemoração aconteceu em alto estilo

O Sindseg RS completou, nesta terça-feira (14), 123 anos de história. A comemoração aconteceu em alto estilo, com a presença de diretores, membros de outras entidades do setor de seguros no Rio Grande do Sul e grandes amigos da instituição.

A sede do Sindseg/RS, que disponibiliza soluções de alto nível para reuniões e demais necessidades dos operadores do mercado, foi o palco desta reunião especial. Em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério na TV, o presidente Guacir de Llano Bueno destaca a trajetória do Sindicato, já presidido por nomes como o de Miguel Junqueira Pereira e Julio Cesar Rosa.

Campanha para um trânsito mais humano

Na oportunidade, em parceria com a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, foi lançada uma nova campanha de conscientização no trânsito. “Mais da metade dos leitos do SUS são ocupados por vítimas de acidentes do trânsito. Incentivar campanhas como esta é importantíssimo, pois um trânsito mais humano e seguro só é possível com a conscientização e participação de todos”, comenta Bueno.

Confira todas as imagens – Comemoração dos 123 anos do Sindseg/RS:

Porque o mercado de criptomoedas ganha cada vez mais espaço e credibilidade 642

Criptomoedas

Confira artigo de Jaime Schier, diretor comercial do Grupo Bitcoin Banco

Desde que alcançou ampla popularidade no fim do ano passado, o mercado de criptomoedas esteve marcado por discussões que envolvem a confiabilidade do sistema, a segurança, a transparência, a regulamentação ou a alta volatilidade da moeda. A verdade é que essa agenda é superada a cada dia pela revolução que o bitcoin vem causando no sistema financeiro. As criptomoedas possuem um valor de US$ 200 bilhões e somam mais de US$ 6 trilhões desde que surgiu, segundo dados de abril deste ano.

Descentralizado e distribuído, ou seja, não controlado por nenhuma entidade ou governo, o mercado de cripto está ancorado na blockchain, o que garante segurança e praticamente impede ataques ou adulteração. Para se ter uma ideia, hoje seriam necessários US$ 56,5 bilhões e uma estrutura computacional como a da Nasa para burlar a rede Bitcoin.

Qualquer movimentação em bitcoin fica registrada e disponível para visualização na blockchain por parte dos usuários. Ainda assim, as consultas são feitas aleatoriamente e as ligações entre as transações exigem um conhecimento aprofundado de navegação nos incontáveis nós da rede.

Isso já começa a fazer das exchanges agentes do processo de transparência e de combate a crimes como lavagem de dinheiro. Alguns magistrados de diferentes órgãos do Poder Judiciário têm demandado consultas às nossas bases de dados, e o fazem requisitando informações e até bloqueio de eventual saldo em criptomoedas, vinculado a determinado CNPJ ou CPF tornado réu em alguma operação criminal.

A ausência de regulamentação específica do setor também já não inibe o mercado. Esse é um segmento extremamente organizado e a prova está na tributação de suas atividades, mesmo sem definição da categoria. As criptomoedas precisam ser declaradas ao fisco brasileiro no Imposto de Renda, por exemplo.

Além disso, ganha força a defesa da autorregulação. Entende-se que o Conselho Monetário Nacional poderia outorgar, como já se faz no mercado imobiliário, poderes a associações que têm como objeto social a defesa do mercado de criptomoedas. Essas entidades, com notória e irrefutável expertise no segmento, ficariam encarregadas da regulação, supervisão, fiscalização e certificação do criptomercado, com vistas a preservar a segurança, eficiência e integridade das operações de negócios e ofertas.

O ideal é que um dia cheguemos ao patamar de países como o Japão, que promoveu a autorregulação e passou a reconhecer as criptos como “moedas legais”, a aumentar a fiscalização contra operações ilegais e para segurança dos investidores. Até mesmo o governo aceita receber seus impostos em moedas virtuais e recentemente um banco tradicional do país passou a fazer oferta de criptomoedas.

O bitcoin também ganha força como forma de investimento. Ao comprar na “baixa” e vender na “alta” e realizar negociações até mesmo com outros usuários das plataformas das exchanges, é possível conseguir boa rentabilidade mesmo em ambiente alta volatilidade. Ganha ritmo agora o uso das criptomoedas como meio de troca de produtos e serviços, especialmente pela possibilidade de realizar transações de maneira rápida, ágil e acessível. Em todo o mundo, são mais de 13,5 mil estabelecimentos, de acordo com o site CoinMap.org, que realiza o monitoramento.

A expansão deve continuar mesmo diante de resistência no sistema financeiro tradicional. Para entrar no segmento de criptos ainda é preciso fazer a troca pela moeda fiduciária e passar pelos bancos, mas a tendência é de que haja uma transformação cada vez maior nesse novo mundo que vai muito além da simples compra e venda de bitcoins.

É com essa certeza que o Grupo Bitcoin Banco investe em estruturas que materializam o mundo das criptomoedas. Nossa agência física em Curitiba é pioneira e oferece produtos concebidos inclusive para quem não tem intimidade com moedas digitais. Entre eles, modalidades de investimento por 90 ou 180 dias, com ou sem possibilidade de trade, que remuneram o cliente com 1% ao mês em bitcoin, com base no valor investido. Na plataforma La Rêve, um depósito por 12 meses permite escolher um “presente” no valor correspondente.

Com as inovações, o Grupo Bitcoin Banco prova ser possível fazer investimento seguro e transparente em criptomoedas, sem risco de perdas. Mais um caminho para oferecer ainda mais credibilidade e consolidar o mercado de criptomoedas.

Como o corretor de seguros deve aproveitar as datas comemorativas para vender mais 298

Vendas em datas comemorativas

Aprenda a fazer isso de uma forma muito simples

Todo mundo que trabalha com a comercialização de algum produto ou serviço sabe que é interessante contar com datas comemorativas para vender mais.

No Brasil, possuímos muitas datas comemorativas, tanto religiosas como épocas do ano em que acontecem férias coletivas, ou mesmo campanhas ganham mais visibilidade. São exatamente essas datas que devemos aproveitar.

Todo mundo que trabalha com a comercialização de algum produto ou serviço sabe que é interessante contar com datas comemorativas para vender mais.

No Brasil, possuímos muitas datas comemorativas, tanto religiosas como épocas do ano em que acontecem férias coletivas, ou mesmo campanhas ganham mais visibilidade. São exatamente essas datas que devemos aproveitar.

Quer alguns bons exemplos? Simples: em dezembro inicia o verão em nosso país e com a estação vem as férias coletivas de final de ano, e datas comemorativas como Natal e Réveillon.

Isso significa que, essa é uma época em que muitas pessoas viajam com a família, logo, é uma excelente época para vender seguros viagem, seguro auto e muitos outros serviços.

Neste artigo, você entenderá melhor como o corretor de seguros deve aproveitar as datas comemorativas para lucrar mais.

Datas comemorativas em que é possível ampliar as vendas de seguro

Geralmente um corretor de seguros não trabalha apenas com um tipo de produto, ou seja, um mesmo profissional pode vender seguro auto, residencial, de vida, de bens como eletrônicos, etc.

Com essa grande abrangência de produtos, fica mais fácil conquistar clientes e ter boas vendas. Mas, quando esses profissionais fazem o uso de datas comemorativas para impulsionar suas vendas, os resultados podem ser ainda melhores.

Por exemplo, estamos passando pelo mês ‘Outubro Rosa’, onde as campanhas referentes ao combate e a prevenção do câncer de mama são mais intensas.

No próximo mês teremos o “Novembro Azul”, que aborda a importância da prevenção do câncer de próstata. O que isso significa? Significa que este é um excelente período para oferecer produtos como seguro de vida ou assistência saúde para seus clientes.

Aproveite para usar as campanhas em evidência, para ilustrar aos seus clientes a importância de contar com esses produtos e serviços.

Assim como o exemplo dado no início do texto, referente as festas de final de ano e viagens, podem ser usadas na oferta de serviços como seguro auto, visto que geralmente essas pessoas viajam mais de carro nessa época, com toda a família a bordo.

Logo, poder contar com uma segurança e assistência maior caso o carro apresente problemas é um excelente negócio. E não se preocupe, pois, se seus clientes estão planejando uma viagem para mais longe no final de ano, você pode oferecer o seguro viagem.

Datas comemorativas como dia das mães, dos namorados ou dos pais também podem ser usadas para vender planos de saúde para proteger quem se ama, ou mesmo seguros de vida que garantam o bem-estar de quem é importante na vida de seus clientes.

Enfim, existe uma infinidade de possibilidades quando o assunto é aproveitar as datas comemorativas para vender mais. Procure investir em e-mail marketing e campanhas através de meios de comunicação digitais para chegar até seus possíveis clientes, use a criatividade e boas vendas.

Grupo Bradesco Seguros promove XIII Fórum da Longevidade em São Paulo 398

Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

Evento traz palestrantes nacionais e internacionais, como o mestre em Economia pela Harvard Business School Stephen Johnston

Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado de seguros no Brasil, realiza, no dia 21/11 (quarta-feira), no Hotel Unique, em São Paulo, o XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, reunindo especialistas e personalidades nacionais e internacionais para tratar do tema da longevidade em seus diversos aspectos. No evento, também serão anunciados os vencedores da oitava edição dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros e apresentados os resultados de uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Locomotiva.

“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo e discutir os impactos nas diferentes esferas da vida. Se vamos viver mais, temos que nos preparar para aproveitar esse bônus de longevidade da melhor forma possível, com saúde, bem-estar e planejamento financeiro”, destaca o diretor do Grupo Bradesco Seguros Alexandre Nogueira.

O evento terá transmissão em tempo real pela internet nos portais UOL e Jovem Pan.

Destaques da programação

Dentre os palestrantes que participarão do Fórum, cujo tema será ‘O Futuro da Longevidade’, destacam-se Stephen Johnston, mestre em Economia pela Harvard Business School e um dos fundadores da Aging 2.0, plataforma global de inovação para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas. Ele abordará a importância da inovação para quem vive mais.

Alexandre Kalache, médico, professor, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e consultor de longevidade da Bradesco Seguros, falará sobre o futuro da longevidade. Já a especialista em Gerontologia Denize Mazzaferro, membro do Conselho Gestor do OLHE (Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento) e Sócia Diretora de Negócios na Angatu IDH, abordará a preparação para viver 100 anos.

A médica geriatra Maísa Kairala participará do painel “O Futuro da Saúde: Gestão e Coordenação do Cuidado”, ao lado de Marília Berzins, doutora em Saúde Pública pela USP e Mestre em Gerontologia pela PUC – SP.

Haverá ainda presença especial da Baronesa Sally Greengross, vencedora do Prêmio OBE, uma das maiores honrarias da coroa britânica. Ela soma mais de 40 anos trabalhando com envelhecimento saudável e políticas para idosos.

Um encontro de gerações reunirá a cantora e compositora Mariana Aydar em uma participação especial ao lado de seu pai, o multi-instrumentista Mário Manga. Como mestre de cerimônias, a atriz e apresentadora Cissa Guimarães comandará o evento.

Pesquisa inédita sobre longevidade no Brasil

Durante a programação, será divulgada com exclusividade pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva: Grey Power – como a sociedade e as empresas devem se preparar para lidar com o mercado que mais cresce no Brasil e já movimenta R$1,6 trilhão por ano.

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo projeções do IBGE, o país terá mais um milhão de idosos a cada ano, nos próximos dez anos, e chegará a 2060 com 73,5 milhões de pessoas acima de 60 anos, o equivalente a um terço de uma população estimada em 218 milhões de habitantes. A expectativa de vida ao nascer já alcança 76,2 anos, contra 45,5 em 1940.

Prêmios Longevidade Bradesco Seguros

A programação inclui também a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que chegam à sua oitava edição com o objetivo estimular a reflexão sobre os efeitos da transformação da estrutura etária da população brasileira e mundial, em seus mais diferentes aspectos. Serão reconhecidos os trabalhos nas modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade.

Viva a Longevidade

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de conquistar um envelhecimento ativo e saudável, aliando proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além do Fórum e dos Prêmios Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 450 mil participantes; o programa Porteiro Amigo do Idoso, que capacitou mais de 3,5 mil profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo; o movimento Conviva, que visa incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo; e o Programa Juntos pela Saúde, conjunto de ações lançado em 2006 para estimular iniciativas de promoção da saúde.

Todas essas ações estão inseridas no Portal ‘Viva a Longevidade’, que tem como objetivo orientar e estimular a população a não apenas viver mais, mas viver com mais qualidade.

Além de informações extraídas das mais diversas fontes especializadas e permanentemente atualizadas, o portal oferece ao usuário acesso a simuladores, testes sobre saúde e dicas de alimentação saudável e de planos de previdência privada indicados para diferentes perfis de investidores.

O portal também abre espaço para os “Embaixadores da Longevidade Bradesco Seguros”, especialistas com atuações temáticas referentes a cada um dos pilares da longevidade: ‘Conhecimento’, Alexandre Kalache; ‘Finanças’, a jornalista Mara Luquet; ‘Convivência’, a também jornalista Márcia Peltier; e ‘Bem-estar’, o ex-atleta Robson Caetano.

Serviço

XIII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros
Quando: 21 de novembro (quarta-feira), das 8h às 17h.
Local: Hotel Unique, Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista, São Paulo (SP).

Programação

8h30 – Abertura da Plenária.
9h – Introdução: O Futuro da Longevidade (Alexandre Kalache).
9h25 – Inspiracional: Você está preparado para viver 100 anos? (Denise Mazzaferro).
9h35 – Conferência: A genética e o sonho da vida eterna (Lygia da Veiga Pereira).
10h – Inovação Aging 2.0: Tecnologias para a longevidade (Stephen Johnston e Pedro Doria).
11h10 – O Futuro da Saúde: gestão e Coordenação do Cuidado (Dra. Maísa Kairala e Marília Berzins).
12h – Economia da Longevidade: Planejando o Futuro (Mara Luquet e Jorge Félix).
12h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Jornalismo).
12h50 – Presença especial: Baronesa Sally Greengross.
13h40 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Pesquisa).
14h20 – Longeratividade (Renato Meirelles e Carlos Júlio).
14h55 – Entrega do Prêmio Longevidade Bradesco Seguros (categoria Histórias de Vida).
15h05 – Ícone da Longevidade.

JLT reúne especialistas em evento sobre cibersegurança 883

Divulgação

Pela primeira vez, Cyber Security View foi realizado no Rio de Janeiro

Crimes cibernéticos, Lei de Proteção Geral de Dados (LGPD) e falhas em sistemas de segurança foram alguns dos temas debatidos por especialistas durante o Cyber Security View, promovido pela JLT, em parceria com a Oracle, a Zurich e a Câmara Britânica, no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (7).

A advogada Priscila Couto, uma das responsáveis pela estruturação da LGPD, falou sobre os principais tópicos da lei, que ainda gera muitas dúvidas para empresas brasileiras. Priscila explicou que todas as companhias, sejam elas públicas ou privadas, terão que se adequar à lei, e que o escopo da LGPD engloba não apenas dados online, mas qualquer informação de clientes e funcionários que tenha sido obtida pelas empresas.

Para a advogada, a ausência da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) pode gerar impactos negativos. “Ainda não sabemos quando a Autoridade será criada, o que nos preocupa bastante, pois a ANPD trará segurança jurídica para a lei. Por enquanto, as obrigações das empresas ainda estão indefinidas”, explica Priscila.

Fabiano Assis, responsável pela segurança digital da Oracle, falou sobre os cuidados que as empresas precisam ter para evitar ataques cibernéticos. De acordo com ele, os mais comuns acontecem por falha de atualização de sistemas. “Dados globais apontam que 74% das empresas não atualizam seus sistemas, o que torna as atividades vulneráveis aos ciberataques. Aqui no Brasil esse número é certamente bem maior, o que torna imprescindível a conscientizações dos gestores do quanto investir em segurança é fundamental”, comenta.

A especialista em risco cibernético da JLT, Marta Schuh, alertou que as empresas precisam entender os riscos e as perdas que uma falha na segurança da tecnologia da informação pode causar. Os riscos cibernéticos não são atribuição apenas da TI, mas de toda a empresa. De acordo com Marta, investir em segurança é um benefício, não um custo. “Um ataque cibernético pode destruir a reputação de uma empresa e nenhum sistema pode garantir 100% de segurança, por isso, é muito importante que as companhias contratem o seguro”, explica.

A executiva de riscos cibernéticos da Zurich para a América Latina, Belén Navarro Rull, ressaltou que apenas 10% das empresas brasileiras estão preparadas para possíveis ataques cibernéticos e que a gestão do risco é essencial para a companhia sobreviver. “Os executivos precisam proteger suas empresas e exigir que os prestadores de serviços também tenham um bom nível de segurança. Informações pessoais e dados de cartão de crédito são hackeados constantemente. Isso traz consequências financeiras e operacionais que podem ser irreparáveis”, comentou.

Bancos, seguradoras e empresas de bens de consumo utilizam inteligência artificial para risk & compliance 304

Risk & Compliance

Além de reduzir tempo e custos, plataforma traz informações precisas e altamente confiáveis, mitigando consideravelmente possíveis riscos e ameaças

O segmento de risk & compliance é uma das principais apostas da Neoway, maior empresa brasileira de Big Data Analytics e tecnologia aplicada a negócios. Após cinco meses do lançamento de seu produto de R&C, a nova solução já conta com a adesão de companhias de diversos setores como, bancos, seguros, telecom e bens de consumo. A meta é que, até o final do ano, o novo produto represente, pelo menos, 25% do faturamento total da companhia. O restante é composto pela plataforma de vendas & marketing.

“O potencial desse mercado é diretamente proporcional à sua complexidade. Um trabalho eficiente de diligência exige uma infinidade de pesquisas, que nem sempre são claras e de fácil acesso. Nosso produto otimiza tempo e reduz custos através da utilização de fontes confiáveis que apresentam informações relevantes e necessárias para colaboração deste processo. O intuito é fornecer os subsídios necessários para auxiliar os gestores em suas tomadas de decisões, tornando-as mais ágeis e eficazes, em uma única plataforma.”, comenta Jaime de Paula, CEO da Neoway.

O Confidence é um dos bancos que utiliza a solução de risk & compliance da Neoway. De acordo com Aretuza Sena, responsável pela área de compliance da instituição financeira, a escolha da plataforma se deu pelo fato da viabilidade da ferramenta em disponibilizar todas as informações numa única consulta. Ainda segundo Sena, essa característica trouxe mais agilidade na análise do prospect e a possibilidade de modelar, estatisticamente, os perfis de riscos. Com isso o Banco Confidence reduziu 30% o tempo de pesquisa na avaliação de riscos e diminuiu mais de 20% as solicitações de informações adicionais de prospects, clientes, parceiros e fornecedores.

A Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasildivulgada recentemente pela KPMG, revela que:

1. identificar e monitorar aspectos de compliance e regulatórios;
2. obter uma matriz de riscos e indicadores;
3. a integração dos departamentos

São os principais desafios da área de diligência nas organizações. Além disso, o estudo, realizado com aproximadamente 450 organizações, aponta que 54% das empresas contam com um setor focado em compliance há menos de três anos e 9% afirmam que ele ainda nem existe.

“A Lei Anticorrupção reforçou a importância do compliance para as empresas. Isso porque caso cometa, ou esteja envolvida em práticas ilegais, a organização pode ser multada em até 20% do seu faturamento bruto, o que pode ser o fim para qualquer empresa. Com a nossa plataforma, é possível mitigar grande parte desses riscos”, finaliza De Paula.

Indo ao encontro dessas informações, o levantamento da Thomson Reuters aponta que as corporações têm um prazo de aceitação (onboarding) de 32 dias. O estudo diz ainda que o número de profissionais dedicados a KYC aumentou quatro vezes, entre 2016 e 2018, mas esse crescimento não tem se refletido na qualidade do serviço.

“A preocupação com R&C é recente e, devido à sua importância, tende a crescer exponencialmente. A plataforma de Neowayrisk & compliance traz todas as informações necessárias organizadas e de forma rápida, precisa e segura. Aqueles que adotarem nosso produto terão um diferencial estratégico enorme em suas mãos”, finaliza o executivo.

Para mais informações, acesse este endereço.