A razão dos gestores de risco estarem interessados em portfólios de propriedades 742

Social

Gestores de risco possuem nos seus arsenais uma nova arma: o imobiliário

A utilização da estratégia das propriedades como ferramenta da gestão de riscos é uma tendência relativamente recente e uma que esperamos que cresça significativamente à medida que cada vez mais empresas conhecem as novas estratégias de espaço de trabalho que lhes são disponibilizadas.

Estamos no início de uma revolução do espaço de trabalho, graças à digitalização e à crescente conectividade. A IWG, a empresa-mãe das empresas de espaços de trabalho como a Regus e a Spaces, inquiriu recentemente mais de 18 000 líderes de negócios do mundo inteiro para obter as informações mais abrangentes relativamente ao ponto em que nos situamos na revolução do espaço de trabalho flexível. Os resultados foram surpreendentes:

  • 89% afirmaram que o trabalho flexível ajuda os líderes de negócios a desenvolver as respetivas empresas.
  • 87% afirmaram que o trabalho flexível ajuda as empresas a manterem-se competitivas.
  • 89% afirmaram que o trabalho flexível permite aos líderes de negócios otimizar os custos.

Talvez mais interessante ainda para os gestores de risco, quase três quartos (73%) dos inquiridos afirmaram que o trabalho flexível os ajudou a mitigar os riscos. De que modo? Talvez outros resultados possam fornecer algumas informações:

  • 91% afirmaram que o espaço de trabalho flexível permite aos colaboradores da sua empresa ser mais produtivos enquanto viajam.
  • 80% afirmaram que o facto de os colaboradores da empresa terem a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar os ajudou a recrutar e a reter os principais talentos.
  • 78% afirmaram que um número crescente de empresas está a optar por espaços de escritório flexíveis para satisfazer a exigência dos colaboradores relativamente a locais onde “basta aparecer para trabalhar”.
  • 72% afirmaram que fornecerem acesso a uma enorme rede de espaços de trabalho flexível os ajuda a atrair mais talentos.

Esta revolução significa que as empresas estudam cada vez mais sobre o modo como o trabalho flexível as pode ajudar a fazer crescer o negócio. Nesse sentido, estão a descobrir como isso as pode ajudar a gerir os diferentes tipos de risco.

Em primeiro lugar, o risco financeiro. Estima-se que em 2030, 30% do imobiliário das empresas seja flexível. Por que razão as empresas utilizam o espaço de trabalho flexível? Um das principais razões é o custo. As empresas podem poupar custos significativos em imobiliário que subcontratem, por vezes até 50% ou mais. Obviamente, a redução de arrendamentos a longo prazo, dos gastos de capital e dos custos gerais permitem um aumento financeiro que ajuda em termos de risco financeiro.

A futura nova regulamentação IFRS 16, que irá colocar os ativos arrendados no balanço de uma empresa, acreditamos que servirá de estimulo para que cada vez mais empresas reconheçam esta vantagem e que tirem partido dos grandes benefícios dos espaços de trabalho flexíveis.

Em segundo lugar, e associado, encontra-se o risco estratégico. As empresas globais precisam de expandir e abarcarem novos territórios. Fazem-no para ficarem mais perto de clientes, colaboradores e fornecedores. Neste sentido, e para serem bem-sucedidas, muitas vezes é necessário compromisso, mas pode ser desafiante perceber o nível de compromisso que é exigido. Quer celebrar um arrendamento a longo prazo de um escritório apenas para perceber que a oportunidade não se materializou? E depois ver-se vinculado a esse escritório, com as despesas gerais associadas, enquanto identifica uma nova oportunidade noutro mercado? Uma vez mais, a estratégia de um espaço de trabalho flexível nega este risco. Um parceiro autenticamente global pode fornecer-lhe aquilo de que precisa, quando e onde precisar. O trabalho flexível não tem a ver apenas com a produtividade dos colaboradores a nível individual (embora esta seja uma vantagem-chave); trata-se também de garantir que as empresas de qualquer dimensão possuem a agilidade necessária para aproveitar uma oportunidade. Em complemento, os resultados do inquérito mostraram que 82% acreditam que o trabalho flexível permite às empresas criar uma presença em novos mercados.

Em terceiro lugar, os RH e a retenção de talentos. Num mundo conectado e extremamente competitivo, o sucesso das empresas pode ser determinado pelo talento. É óbvio que as expetativas e as exigências dos colaboradores estão a mudar e que, de facto, as exigências dos principais talentos também estão a mudar. Um estudo recente comprovou que 87% dos trabalhadores gostaria de ter como opção o trabalho flexível[1]. E com isso, não querem dizer trabalhar a partir de casa uma vez por semana. Querem sim dizer, ter a possibilidade de trabalhar em viagem, explorar novos escritórios e conciliar os seus compromissos profissionais com os pessoais. Se conseguir oferecer isto, o seu estatuto de empregador irá disparar.

A estratégia de um espaço de trabalho flexível oferece aos talentos uma pacote que sabem que lhes irá permitir ser mais produtivos, sem necessariamente comprometer o equilíbrio da sua vida profissional. Ajuda igualmente uma empresa a reter esses talentos, a todos os níveis da mesma. Este é um fator fundamental para garantir que as empresas globais e ambiciosas mantêm um dos seus principais diferenciadores: as pessoas.

Por último, as estratégias do espaço de trabalho flexível podem tranquilizar os gestores de risco pelo facto de haver um plano estabelecido para as situações imprevistas, as quais podem provocar o caos na continuidade da empresa, do ponto de vista físico e digital. Ter um fornecedor de um espaço de trabalho flexível como seu parceiro de contingência significa que não está preso a uma determinada localização e pode adotar uma estratégia de contingência numa localização em qualquer altura. O melhor de tudo é que pode testar a empresa quando e onde quiser porque os fornecedores de espaços de trabalho gostam mesmo de mostrar às pessoas os seus fantásticos espaços de trabalho. Isto também tem vantagens em termos de segurança da rede: se a sua rede estiver comprometida , pode utilizar, em alternativa, a rede do fornecedor do espaço de trabalho. Tal poderá ser fornecido por um parceiro de espaços de trabalho flexível ligado devidamente a uma rede.

A revolução do espaço de trabalho transformou o modo como os indivíduos encaram a vida do escritório. Os líderes de negócios reconhecem agora as vantagens estratégicas e financeiras específicas que a mesma proporcionará às empresas de qualquer dimensão. Um aspeto fulcral relativamente a isto é saber como isto as irá ajudar a mitigar as ameaças e a aproveitar as oportunidades. É por esta razão que os gestores de risco mais inteligentes estão muito atentos aos seus portfólios de propriedades.

*Por Joe Sullivan, Diretor geral do Plano de Contingência da Regus, líder mundial como provedora de espaços flexíveis de trabalho.

Como um consórcio pode ajudar no planejamento financeiro para 2019? 441

Como um consórcio pode ajudar no planejamento financeiro para 2019?

Confira artigo de Luís Toscano, Vice-presidente de negócios da Embracon

2019 começa com todos os planos e metas para esses 365 dias que estão por vir. Muitos de nós, aproveitam essa época para colocar no papel tudo aquilo que querem alcançar para o próximo ano – seja um carro novo, uma viagem ao exterior, uma festa de casamento, ou até mesmo o sonho da casa própria.

Mas o que podemos fazer para que todos esses planos possam, de fato, sair do papel? Infelizmente, muitas vezes esses objetivos se perdem no caminho, por uma série de motivos. Por trás disso, temos muitas vezes um vilão comum:  a falta de planejamento! É por causa dela, ou por sua falta, que as mais diversas metas não se concretizam.

Uma pesquisa realizada este ano pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, depois de motivos como falta de renda, ou renda baixa, 14% dos Brasileiros não poupam dinheiro alegando imprevistos e 13% admitem não conseguir controlar gastos e juntar dinheiro no fim do mês.

É aí que entra o consórcio, alternativa financeira auxiliar para diversas situações. Uma das vantagens é a ajuda na disciplina de investir ou poupar dinheiro: com o compromisso de pagar mensalmente algo que será revertido em um valor à vista no futuro. Isso proporciona ao consorciado maior poder de compra e faz com que ele vire um investidor de seu futuro.

Segundo dados da Associação Brasileira de Consórcios (ABAC), só em 2018 as adesões aos consórcios ultrapassam o número de 2 milhões, as contemplações, aproximam-se de um milhão e os negócios superam R$ 85 bilhões de janeiro a outubro. Os números reforçam a importância do segmento como elemento propulsor das atividades da cadeia produtiva.

Esses números que refletem o aumento da busca e a adesão por consórcios ilustram um cenário onde, como alternativa ao momento de instabilidade econômica de nosso país, pessoas podem continuar adquirindo bens, poupando e se planejando. Tudo isso, graças a isenção de taxa de juros, flexibilidade no meio de pagamento e possibilidade de lances e contemplações que façam com que o consorciado seja premiado antes mesmo de terminar as parcelas.

Se planejar financeiramente pode ser um desafio, mas sempre é válido buscarmos alternativas seguras e inteligentes para conseguirmos alcançar nossos objetivos – o consórcio é uma delas. E agora, se sente mais preparado para planejar e realizar sonhos em 2019?

Banco Inter lança consórcio imobiliário 348

Banco Inter lança consórcio imobiliário

Produto está sem taxa de adesão até o final de novembro, como parte da promoção de Black Friday da instituição

No mês de novembro, o Banco Inter, único banco brasileiro que combina uma conta completa, 100% digital e gratuita, lança o seu consórcio imobiliário. Oferecido em parceria com a BAMAQ Consórcio, o produto está disponível no site do banco, e oferece cartas de crédito que variam entre R$ 120 mil e R$ 240 mil.

Para aproveitar o período da Black Friday, o consórcio imobiliário foi lançado com condições promocionais até o fim do mês: isenção de taxa de adesão e desconto de 4 pontos percentuais na taxa de administração, que passou de 20% para 16%.

“Incluímos o consórcio imobiliário no nosso portfólio com uma das melhores condições do mercado”, diz Marco Túlio Guimarães, diretor vice-presidente do Banco Inter. “Nosso objetivo é oferecer taxas cada vez mais competitivas em todos os nossos produtos”, completa.

Os planos do consórcio imobiliário incluem prazos de até 240 meses para pagar e é possível utilizar o FGTS para lance, amortização ou quitação de parcelas. Além disso, os clientes podem ser contemplados por sorteio, lance fixo e lance livre.

O autosserviço está entre nós! 322

O autosserviço está entre nós!

Tecnologia avança e, assim, as operações de chamadas podem contar com sistemas eficientes

Tiago Sanches é gerente comercial da Total IP - Soluções e Robôs para Contact Centers
Tiago Sanches é gerente comercial da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers / Divulgação

Já pensou não precisar passar pelo caixa para fazer suas compras em uma loja física? Essa já é uma realidade na Amazon Go, em Seattle, nos Estados Unidos. Essa notícia me lembra da realidade cada vez mais próxima do autosserviço. Segundo a E-Consulting, o segmento gerou mais de R$ 2,42 bilhões no mercado de contact centers somente em 2018! Por isso, torna-se indispensável considerar as ferramentas high tech em suas operações de chamadas.

O estabelecimento da companhia de Jeff Bezos virou ponto turístico da cidade. Ele foi fundado em janeiro do último ano e expandiu-se de forma veloz. Para entrar no local, é necessário ter o aplicativo Amazon Go instalado no smartphone, com login em uma conta da marca e cartão de crédito registrado. A entrada tem catracas com leitores de código de barras.

Na tela inicial do app, há um QR Code o qual libera o acesso. Um sistema de câmeras, sensores e inteligência artificial acompanha o cliente e registra os produtos levados. Logo após a saída, o programa já mostra a lista de compras e o comprovante é enviado para o e-mail do consumidor. Pois é, o futuro chegou!

A realidade robótica está mais presente no cotidiano humano e os administradores devem aproveitar essa modernidade. Nas ligações, também é possível contar com esse auxílio. As Unidades de Resposta Automática direcionam os telefonemas e diminuem o tempo de espera, por exemplo. O maior benefício é a redução de custos!

Se você gerencia call centers, adquira sistemas eficientes. Com a tecnologia sendo aliada da competência humana, o sucesso é garantido! Afinal, você não quer deixar seu negócio no passado quando as inovações já estão cada vez mais presentes no dia a do usuário!

*Artigo por: Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers.

Você devia conhecer os brokers de resseguros 346

Você devia conhecer os brokers de resseguros

Confira artigo de Renato Cunha Bueno

Na cadeia de negócios do nosso mercado, somente o corretor de seguros e o broker de resseguros são facultativos, o segurado, seguradora e o ressegurador estão em todos os negócios.

Em geral, o corretor se viabiliza em riscos maiores ou mais complexos, a partir de seu network profissional e de sua capacidade de entregar o que o cliente precisa em termos de cobertura, preço e, principalmente, serviço.

A especialização e o acesso a seguradoras e seus canais de distribuição ajudam muito, porém, certamente todo corretor teve ou terá à sua frente uma oportunidade de um bom negócio com a promessa de um bom prêmio cujo serviço não está preparado para entregar. Isso apode acontecer por diversas razões, como: dificuldade de encontrar seguradora interessada, preço, conhecimento técnico ou até mesmo tempo e foco para buscar a solução.

É aí que “as onças podem beber água”, pois o corretor levanta uma oportunidade para o broker – que não deve ter interesse na corretagem da apólice na ponta – e o broker retribui ajudando o corretor a encontrar cobertura para riscos difíceis com preços competitivos além de seguradoras interessadas no negócio.

Quando as peças se alinham desta forma, como elos da corrente de negócios, é mais fácil ganhar e mais difícil perder um negócio, até porque fica mais simples entender o processo de formação de preço.

O Brasil conta hoje com cerca de 20 brokers. Meu conselho aos colegas é:

“Se tiver uma oportunidade deste tipo, procure um broker, não esquecendo de que ele geralmente precisa de pelo menos um mês de prazo para trabalhar e desenvolver o melhor negócio. Melhor ainda é procurar um destes profissionais antes da tal oportunidade aparecer para entender como funciona e quando o resseguro facultativo ajuda, além, é claro, de estabelecer uma forma de acesso a este tipo de solução”.

*Renato Cunha Bueno, sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP.

Seguro Digital: não é se, mas quando 955

Seguro Digital: não é se, mas quando

Confira o primeiro artigo de Andre Gregori para a Revista JRS

A transformação digital vem acontecendo em todos os setores há muito tempo, mas em velocidades diferentes. Me lembro como se fosse ontem do meu primeiro telefone celular. Na época “super moderno, última geração”, e hoje poderia imaginá-lo num museu da tecnologia – uma relíquia! Impressionante a evolução nesse campo, especialmente com o lançamento do iPhone, pela Apple, há mais de 10 anos e a transformação de aparelho de comunicação para micro-computador de bolso / câmera fotográfica / dispositivo de entretenimento / agenda / GPS / etc. Hoje é impossível imaginar a vida sem essas inovações!

E o comércio eletrônico? Quem se atrevia a colocar os dados do cartão de crédito na tela do computador para efetuar uma compra online no final dos anos 90? Hoje, cada vez mais, compramos tudo pela internet – e mais que e-commerce, agora se fala em mobile commerce. Com apenas alguns cliques, a qualquer hora e de qualquer lugar, você pode pedir comida, pedir um motoboy ou até mesmo um motorista pelo celular.

O setor financeiro, altamente regulamentado, percebeu essa tendência. Ficar na fila da agência bancária para fazer uma transferência já é coisa do passado. O número de transações bancárias feitas pelo celular cresceu 70% ao longo do ano passado, representando 35% do total de 71,8 bilhões de operações realizadas no ano, segundo a Febraban. Primeiro a novidade era o Internet Banking, depois o Mobile Banking, as Fintechs, as Criptomoedas, o Open Banking, e por aí vai. As inovações não param. O uso de tecnologia para melhorar continuamente a experiência do consumidor em todos os ramos é inevitável.

Existem aqueles que tentam resistir às mudanças, e outros que as procuram, as abraçam. Em 1994, a Amazon foi lançada nos Estados Unidos como um e-commerce de livros de papel. Em 2007, foi a própria Amazon que lançou o Kindle, um substituto digital para o livro tradicional, sem medo de ameaçar seu próprio negócio original. Isso obviamente foi só o início da história desta gigante, que mesmo com todo seu tamanho atual, continua inovando e evoluindo rapidamente em diversos setores. Se alguém for ameaçar ou substituir o seu produto, que seja você mesmo!

Já a Enciclopédia Britânica não teve a mesma visão. Quem diria que uma empresa de mais de 200 anos de história seria substituída por uma enciclopédia digital, gratuita, e ainda escrita pelos próprios usuários!?

O mesmo erro foi cometido pela Blockbuster, que teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e a rejeitou por subestimar o potencial da startup em reinventar o tão “consolidado” modelo de negócios na época. Em seu início, a Netflix apostou na entrega de DVDs em domicílio, isentando os consumidores da taxa de atraso, justamente uma das maiores fontes de receita da “toda-poderosa” Blockbuster. Mas apesar de todos os narizes tortos e o ceticismo do mercado, eles acreditavam que uma melhor experiência para o cliente se traduziria em maior volume e recorrência e viabilizaria uma operação escalável, e assim aconteceu. Depois, ao contrário da Blockbuster, quando chegou a hora de trazer disrupção novamente para este mercado, foram eles mesmos que o fizeram. Para não depender das grandes produtoras, que cobravam preços muito altos por dominarem totalmente o mercado, a Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo. Levou um bom tempo até que as produtoras começaram a prestar atenção ao novo entrante, e quando finalmente acordaram, a Netflix já estava na liderança da distribuição de conteúdo via streaming e se consolidando como uma das marcas mais valiosas e inovadoras da atualidade.

Até pouco tempo ainda existia uma indústria que resistia fortemente às mudanças. Extremamente defasado em termos de tecnologia e engessado por seu próprio modelo de negócios, o setor de seguros demorou para enxergar a necessidade de se reinventar. A necessidade de se adequar às novas demandas, preferências e comportamento do consumidor de hoje.

Segundo a consultoria CB Insights, apenas 4% das pessoas estão satisfeitas com suas empresas de seguros. E isso que a penetração ainda é muito baixa, especialmente no Brasil, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), apenas 10% da população brasileira possui algum tipo de seguro.

Mas esse cenário está mudando. Estudos da Aon de novembro de 2017 mostram que 550 insurtechs pelo mundo já movimentaram mais de US$ 14 bilhões em investimento. O mercado está de olho em novas tecnologias, novos produtos, novos modelos de negócio… A oportunidade é indiscutível.

Depois de mais de 15 anos no mercado de seguros e outros tantos no mercado financeiro, tendo iniciado as operações da Fator Seguradora e do BTG Pactual Seguridade, como sócio do grupo, além de ter adquirido, antes disso, as operações da Cigna no Brasil, eu comecei a alimentar cada vez mais um sonho grande que eu tinha. Queria trazer tecnologia e inovação para o tão tradicional mercado, pensando no cliente em primeiro lugar. Queria repensar totalmente a cadeia produtiva e a experiência do consumidor para revolucionar e ampliar o mercado de seguros. Pensando em digitalização, personalização, preços justos e ganhos de eficiência…. foi neste contexto que lancei a Thinkseg, a primeira startup de seguros totalmente digital.

Mas não basta ter uma grande ideia. É preciso execução, persistência e também “timing de mercado”. Hoje estou cada vez mais confiante sobre a minha visão ao lançar a Thinkseg em 2016. A grande diferença é que antes eu acreditava que o mercado de seguros se reinventaria, “não era se, mas quando”. Hoje falo com toda convicção: esse quando chegou. O “quando” é agora!