O corretor de seguros e o código de vestimenta 7419

Negócios

Será que o corretor de seguros deve se apresentar sempre de terno e gravata?

Renato Cunha Bueno é sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP
Renato Cunha Bueno é sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP

Quando iniciei na profissão, 40 anos atrás, era inadmissível um profissional ser visto sem terno e gravata. Uma ocasião encontrei um colega muito elegante que estava desempregado, enquanto eu caminhava com o diretor da seguradora para a qual trabalhava, pelo centro da cidade, região que à época abrigava praticamente todas as grandes empresas de São Paulo. Éramos amigos deste profissional e meu chefe ficou muito bravo com ele. “Como você tem coragem de vir ao Centro de roupa esporte? Assim você se desvaloriza e se alguém te vir ficará com uma má impressão. Volte para casa agora e só reapareça no Centro trajado adequadamente”. O amigo, totalmente envergonhado, saiu de fininho e foi embora com o rabo entre as pernas.

Muita coisa mudou de lá para cá. Mesmo o Lloyd’s de Londres, que frequento há mais de 20 anos como corretor de resseguros, mudou. Antigamente, mulheres não eram admitidas, os homens tinham cabelos curtos e ninguém tirava o paletó e a gravata nem dentro nem fora do Lloyd’s. Alguns hábitos ainda se mantêm, afinal de contas a Inglaterra é a terra da tradição. Ternos só pretos, cinzas ou azul marinho e o sapato sempre preto, jamais marrom, e nunca blazer! Em compensação eles hoje barbarizam nas meias, forros de paletós e gravatas, tudo super colorido, e nos escritórios dos corretores a grande maioria trabalha sem gravata e sem paletó, os jovens com a camisa fora da calça.

Aqui no Brasil as coisas também se transformaram, só que mais radicalmente. A princípio veio a sexta-feira casual e algumas seguradoras, ainda com muita preocupação com a aparência formal, chegaram a contratar consultorias de profissionais da moda como da Gloria Kalil, para “educar” e deixar os funcionários mais chiques. Depois, aos poucos, os funcionários de empresas do mercado segurador e financeiro foram se liberando das gravatas e passaram a se vestir à maneira de Mahmoud Ahmadinejad, ex presidente do Irã, de terno e sem gravata, e logo os blazers sem gravata passaram a dominar.

Nada contra o uso de ternos e gravatas ou qualquer tipo de roupa, cada um que se apresente como gosta, mas a verdade é que a grande maioria das pessoas se veste cada vez mais de forma casual e confortável usando inclusive jeans, camisas polo, sapatos mocassim e até tênis e camisetas.

Para minha surpresa, recebi uma notícia publicada no jornal O Estado de S. Paulo, que de tão surpreendente reproduzo integralmente:

Itaú Unibanco libera dress code ao gosto de cada colaborador

Depois de liberar o uso da bermuda na vestimenta diária, em resposta a uma demanda dos funcionários do seu Centro de Tecnologia, o Itaú Unibanco foi além. A partir deste mês, cada um dos seus mais de 85 mil colaboradores Brasil afora poderá escolher o traje de cada dia a seu bel-prazer. De camiseta, de tênis, de terno, de jeans e até de bermuda. O novo dress code do Itaú tem como mote “o nosso jeito tem seu estilo”.

Bom senso. A iniciativa, que começa a vigorar no banco a partir de amanhã, tem apenas duas regras: o bom senso e o cliente em primeiro lugar. As unidades externas do Itaú, que somam outros cerca de 14 mil funcionários, vão avaliar como aplicar a adoção do novo dress code.

Por isso, hoje aconselho: trabalhe bem, seja responsável e bom profissional, pois a aparência não resolve mais o problema de ninguém. Isso sem esquecer a boa regra do Itaú Unibanco: “bom senso e o cliente em primeiro lugar”.

*Por Renato Cunha Bueno, sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP.

Você devia conhecer os brokers de resseguros 202

Você devia conhecer os brokers de resseguros

Confira artigo de Renato Cunha Bueno

Na cadeia de negócios do nosso mercado, somente o corretor de seguros e o broker de resseguros são facultativos, o segurado, seguradora e o ressegurador estão em todos os negócios.

Em geral, o corretor se viabiliza em riscos maiores ou mais complexos, a partir de seu network profissional e de sua capacidade de entregar o que o cliente precisa em termos de cobertura, preço e, principalmente, serviço.

A especialização e o acesso a seguradoras e seus canais de distribuição ajudam muito, porém, certamente todo corretor teve ou terá à sua frente uma oportunidade de um bom negócio com a promessa de um bom prêmio cujo serviço não está preparado para entregar. Isso apode acontecer por diversas razões, como: dificuldade de encontrar seguradora interessada, preço, conhecimento técnico ou até mesmo tempo e foco para buscar a solução.

É aí que “as onças podem beber água”, pois o corretor levanta uma oportunidade para o broker – que não deve ter interesse na corretagem da apólice na ponta – e o broker retribui ajudando o corretor a encontrar cobertura para riscos difíceis com preços competitivos além de seguradoras interessadas no negócio.

Quando as peças se alinham desta forma, como elos da corrente de negócios, é mais fácil ganhar e mais difícil perder um negócio, até porque fica mais simples entender o processo de formação de preço.

O Brasil conta hoje com cerca de 20 brokers. Meu conselho aos colegas é:

“Se tiver uma oportunidade deste tipo, procure um broker, não esquecendo de que ele geralmente precisa de pelo menos um mês de prazo para trabalhar e desenvolver o melhor negócio. Melhor ainda é procurar um destes profissionais antes da tal oportunidade aparecer para entender como funciona e quando o resseguro facultativo ajuda, além, é claro, de estabelecer uma forma de acesso a este tipo de solução”.

*Renato Cunha Bueno, sócio-diretor da ARX Re Corretora de Resseguros e coordenador da Comissão Grandes Riscos e Resseguros do Sincor-SP.

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil 522

MetLife é seguradora destaque entre as 50 empresas mais amadas do Brasil

Metlife é a 42ª mais amada, sendo a única seguradora no ranking das companhias mais bem avaliadas pelos profissionais na plataforma Love Mondays

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros no mundo, acaba de ser eleita uma das empresas mais amadas do Brasil pelos seus funcionários, com a nota de satisfação geral de 4,1, segundo o ranking 2019 publicado pela Love Mondays, com destaque especial para o quesito de remuneração e benefícios.

A classificação é realizada de acordo com a nota das avaliações espontâneas e anônimas registradas na plataforma pelos próprios profissionais das empresas, considerando os seguintes aspectos: remuneração e benefícios, oportunidade de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida. O ranking “A Mais Amada” da Love Mondays está em sua quarta edição.

“Fico muito feliz com o reconhecimento pelos nossos funcionários e ex-funcionários, o que só nos motiva ainda mais a continuarmos nosso trabalho para proporcionar um ambiente de trabalho com diversidade, agradável, produtivo e desafiador para que nossos talentos se desenvolvam e sintam-se felizes em estarem conosco. O prêmio é mais uma comprovação de que estamos em um bom caminho” comenta Raphael de Carvalho, presidente da MetLife.

Criado em 2016, o ranking é composto por duas listas: as 50 Grandes Empresas Mais Amadas e as 30 PMEs Mais Amadas. Para ser elegível ao ranking das grandes empresas, é preciso ter mais de 501 funcionários globalmente e somar pelo menos 50 avaliações entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2018; para as PMEs, são consideradas empresas com menos de 500 funcionários e o número mínimo exigido é de 15 avaliações no período.

Para chegar aos ambientes de trabalho mais amados, considera-se a nota média de satisfação geral atribuída pelos usuários do Love Mondays. As notas vão de 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito. Neste ano, foram consideradas mais de 153 mil avaliações.

Ikê Assistência coleciona conquistas diante do mercado de seguros 509

Ikê Assistência coleciona conquistas diante do mercado de seguros

Empresa recebeu diversos reconhecimentos em 2018 e não mede esforços para estar ao lado dos clientes

A Ikê Assistência começa 2019 com o pé direito. A empresa fechou recentemente um acordo com a Porto Seguro, sempre com foco na qualidade dos serviços prestados aos consumidores brasileiros. A gigante do México agora fornece os serviços de assistência para a carteira de Vida e Previdência de uma das maiores seguradoras do mercado nacional.

Ainda em 2018, a Ikê Assistência conquistou pelo segundo ano consecutivo a posição de Destaque em Assistência 24h, pelo Clube Vida em Grupo Rio de Janeiro (CVG-RJ). A CEO Marusia Gomez disse que o reconhecimento demonstra os esforços para viabilizar serviços e produtos de excelência. “Fico muito feliz por com essa homenagem. Temos trabalhado muito ao longo dos últimos anos e esse é o resultado estamos colhendo”, disse na oportunidade.

Com a missão de tornar a vida muito mais fácil e tranquila, a Ikê ainda recebeu o selo Great Place to Work (GPTW), além de ter ingressado no clube Top+América.

Corretores de seguros debatem crescimento e normas do transporte de cargas no Brasil 218

Corretores de seguros debatem crescimento e normas do transporte de cargas no Brasil

Entrada é gratuita para corretores de seguros do segmento

Segundo o Ministério da Economia, a soma das exportações e importações cresceu 13,7% em 2018. As exportações alcançaram US$ 239,5 bilhões enquanto as importações registraram US$ 181,2 bilhões. O saldo comercial, que é a diferença entre as duas operações, ficou em US$ 58,3 bilhões, segundo melhor desempenho registrado desde 1989. Resultado desse crescimento reflete no aumento da movimentação de cargas, que em 2018 registrou R$4,2 trilhões, sendo que em 2017 foram R$2,8 trilhões, representando um aumento de 50%, segundo dados da AT&M Tecnologia, que possui 26 mil clientes em todo o país, entre transportadoras, embarcadores e seguradoras, sendo responsável por 95% do processo de averbação eletrônica do seguro da carga registrados em todo o território nacional.

Para discutir mudanças e avanços, a AT&M Tecnologia reunirá corretores de seguros com atuação no setor de transporte de cargas, em São Paulo (SP), no dia 18 de janeiro, durante o evento ACADE 2019 – ABSORB COMPLEXITY AND DELIVER EASE – (em português significa “Absorver complexidade e entregar facilidades” uma das missões da empresa), com a presença de representantes do Sindicato de Corretores de São Paulo (SP), Associação Brasileira de Logística (Abralog), entre outros especialistas com atuação no segmento.

Os principais assuntos abordados serão: novas normativas da Susep (Superintendência de Seguros Privados); emissão do MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais eletrônico); novas tecnologias para ter sucesso nos negócios; lançamento de tecnologias para averbação da carga e a importância da averbação nos processos logísticos em todo o país, além de outros temas.

Evento ACADE 2019

Público-alvo: corretores de seguros com atuação na área de transporte de cargas.
Entrada gratuita: Confirmar presença neste e-mail.
Data: 18 de janeiro.
Horário: 14h às 18h.
Local: São Paulo Center.
Endereço: Avenida Lineu de Paula Machado, 1088/1100 – Cidade Jardim – São Paulo/ SP – (Em frente às tribunas especiais do Jockey Club).

Gestão operacional inovadora promete alavancar crescimento dos seguros de transportes 606

Gestão operacional inovadora promete alavancar crescimento dos seguros de transportes

Sistema Cargo Viewer substitui tradicionais métodos de gerenciamento de riscos, potencializando assertividade, escalabilidade e economia

O segmento de seguros de transportes de cargas é uma das grandes apostas das seguradoras para 2019 – segundo a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), o ramo deve registrar crescimento de 12% este ano, com volume de prêmios estimado em R$ 3 bilhões, contra R$ 2,7 bilhões do ano passado.

A boa perspectiva se deve à recuperação da economia brasileira; à procura pelo seguro por empresas que habitualmente não o faziam, à nova versão do MDF-e que estabeleceu a obrigatoriedade do número da apólice e averbação para a liberação do embarque, aliada à fiscalização pela ANTT deste normativo, e ao desenvolvimento de soluções para otimizar a gestão.

O PGI (Plano de Gestão Inteligente), desenvolvido pelo Grupo Vista, criador do Sistema Cargo Viewer, faz com que as empresas contratantes de seguros de transportes fiquem desobrigadas da contratação de gerenciadora de riscos. O processo, inovador, foi reconhecido e homologado pelas cias seguradoras parceiras que participaram do desenvolvimento e validaram todo o processo.

“A proposta da implantação de um PGI é que a empresa tenha a gestão operacional otimizada, trabalhando através de sistemas integrados”, afirma Cleber de Castro, diretor do Grupo Vista.

Com o sistema, também não há necessidade de continuar contratando serviços de pesquisa ou consulta cadastral. Os profissionais de transportes são cadastrados no Sistema Cargo Viewer, mas sem custos adicionais para a empresa.

“Nossos clientes têm obtido em média 53% de redução de custos diretos com os itens relacionados ao processo, além da economia indireta proporcionada pela gestão centralizada”, garante o diretor.

O formato de apólice atende a qualquer empresa que queira contratar apólice de seguro de transporte, e promete ser tendência em 2019, agora que o sistema já está implantado em grandes companhias, reduzindo custos e problemas dos transportadores.