Neo Executiva reúne entidades de Oficiais de Justiça em Gramado (RS) 2709

Empresa atinge a marca de mais de 21 mil segurados 

A Neo Executiva promoveu no último final de semana a 2° Integração Nacional das Entidades de Oficiais de Justiça (INEOJ) na cidade de Gramado, na Serra gaúcha. O encontro reuniu representantes de entidades de 14 Estados brasileiros, todos vinculados a Federação dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil, a FOJEBRA, e clientes da corretora.

Recentemente a empresa atingiu a marca de mais de 21 mil segurados pelo país, quase duplicando a quantidade de clientes em menos de dois meses. “Buscamos isso com muito trabalho, dedicação e empenho. Ampliamos a nossa área de atuação com escritórios novos e a parceria que fizemos com órgãos estratégicos, assim, seguimos ampliando exponencialmente o atendimento”, explica o diretor Zênio Costa.

Além disso, a Neo Executiva atingiu um bilhão em garantia segurada entre os Oficiais de Justiça e possui clientes em mais de mil municípios do país. “O Brasil é muito grande, e mesmo assim procuramos estar em todos os lugares que conseguimos, já estivemos no Pará, por exemplo, em comarcas que tinham 950 km de distância da Capital”, conta o diretor Luis Henrique Bueno. O momento contou com a presença do presidente da FOJEBRA, Edvaldo Lima, e do presidente da ABOJERIS (Associação dos Oficias de Justiça do Rio Grande do Sul), Sirlan da Rosa Cruz, além de outros representantes da categoria e de seguradoras.

Gramado foi escolhida para reunir o grupo de mais de 50 pessoas para levar os participantes e clientes da Neo a um lugar diferente. “É uma cidade bonita e receptiva, todos tinham vontade de conhecer e nada melhor do que fazer essa recepção num lugar como esse”, comenta. “Foi uma logística trabalhosa, mas muito gratificante de receber nossos clientes em um momento de comemoração de um trabalho que é feito diariamente”, acrescenta a coordenadora de treinamento da Neo, Júlia Fetter Bueno, responsável por toda a organização do INEOJ.

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Empresas precisam do Seguro de Crédito, só não sabem disso 1004

Modalidade garante o pagamento de recebíveis, sustentabilidade dos negócios e proteção de patrimônio

Após apresentar o melhor resultado dos últimos 10 anos, a Euler Hermes, especialista em Seguro de Crédito, Garantia e no ramo de cobranças, convocou corretores de seguros da capital paulistana para um treinamento completo sobre o segmento. A reunião aconteceu na manhã desta quinta-feira, 2 de maio, na Casa do Saber. Além do sorteio de brindes exclusivos, foi anunciada uma campanha de incentivo, que levará um dos profissionais para aproveitar o belo Sofitel Jequitimar, na Praia do Guarujá. O responsável por contar a novidade aos participantes foi Luciano Mendonça, Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes.

Luciano Mendonça é Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes
Luciano Mendonça é Director of Market Management, Commercial, and Distribution (MMCD) da Euler Hermes

Além de vasto prestígio em todo o mundo, sendo referência no mercado europeu, e em ascensão no Brasil, a Euler Hermes protege empresas dos mais variados tamanhos contra crise, má gestão ou decisões errôneas que possam levar ao não pagamento de serviços ou produtos por parte dos clientes dos segurados. “Em um país incerto um negócio precisa apresentar certezas”, ressaltou Daniel Lujan, Superintendente Comercial da companhia.

Lujan apresentou oportunidades e demonstrou aos profissionais da corretagem como eles podem fazer para ultrapassar possíveis objeções de clientes na fase da contratação. “Você faz seguro de seus ativos, por que não faz das contas a receber?”, questionou ao evidenciar que o corretor deve focar no processo de captação de novos negócios, sendo o pós-venda totalmente ligado à seguradora. “Fazemos negócios com todos os tipos de empresa”, afirmou ao abordar alguns “mitos” que envolvem esse tipo de operação.

Daniel Lujan é Superintendente Comercial da Euler Hermes
Daniel Lujan é Superintendente Comercial da Euler Hermes

“Questões como preço e confidencialidade podem ser trabalhadas”, explicou ao citar que Pessoas Físicas, empresas coligadas e riscos públicos (exceto empresas de economia mista) são excluídas de cobertura.

O Superintendente Comercial ainda apresentou as principais diferenças entre as coberturas de crédito internas (como a insolvência de uma operação) e externas (em países como a Argentina, por exemplo). “Problemas acontecem em qualquer lugar do mundo. O Seguro de Crédito representa uma alternativa de crescimento para atração de novos clientes, mercados, novas linhas de negócio e também para alavancagem de vendas”, citou.

“Trata-se da expansão segura das vendas”, disse Daniel Lujan.

Outras vantagens proferidas aos participantes do evento foram as que envolvem a imparcialidade para análise de crédito nos mais variados setores, detalhamento de perfis, reports diários, transferência de riscos e a proteção contra perdas catastróficas. “A ausência de um pagamento pode inviabilizar estratégias, resultados e, até mesmo, a continuidade das operações da empresa”, seguiu Lujan. “A apólice também serve como garantia financeira, pode ser utilizada para obtenção de capital de giro, prazos melhores, elimina riscos com clientes e ainda garante o compartilhamento do rating AA da S&P em nível mundial para carteira de recebíveis”, completou.

A análise do risco acontece de forma quantitativa e qualitativa, em uma visão 360º. “Trabalhamos com a recuperação de créditos vencidos, débitos não pagos e nossa ferramenta pode ser utilizada para o planejamento das empresas”, reiterou Daniel Lujan ao citar que a taxa de franquia em caso de acionamento é de 10%. “Pior do que não vender é vender e não receber. Essa modalidade representa uma extensão do departamento de crédito e cobrança das empresas. O mercado internacional demanda de prazo e outras opções, como carta de crédito, acabam com a competitividade de um exportador, por exemplo. Isso representa a otimização de recursos”, finalizou.

Rodrigo Jimenez é Presidente da Euler Hermes
Rodrigo Jimenez é CEO da Euler Hermes

Para Rodrigo Jimenez, CEO da Euler Hermes, as corretoras que oferecem esse tipo de apólice são diferenciadas. “Para uma empresa quebrar basta que ela esteja viva. A venda consultiva deve identificar fragilidades a partir da visão de negócio do cliente. Nosso diferencial é que garantimos a indenização, o pagamento”, alertou.

O Seguro de Crédito ainda garante a inclusão de empresas de exportação em programas como o PROEX e ACE, do Banco do Brasil, que oferecem linhas de crédito para tal finalidade. No caso de Fundo de Direitos Creditórios ou Fundo de Recebíveis (FIDCs) pode-se antecipar os valores a receber.

“Queremos capacitar, estar próximos e ajudar nossos parceiros de negócios a incrementarem seus ganhos através da expansão do Seguro de Crédito. É um segmento que cresce acima de 2 dígitos ano após ano. Essa é a primeira turma do Euler Hermes Academy e queremos expandir essa iniciativa. Nosso grande objetivo é fomentar a expansão dos corretores habilitados neste segmento”, encerrou Jimenez.

Confira todas as imagens do 1º Euler Hermes Academy:

Rio Grande Seguros patrocina Rock de Galpão em Porto Alegre 1756

Rio Grande Seguros patrocina Rock de Galpão em Porto Alegre

Nova apresentação acontece no próximo dia 30 de maio

Em 2018, o Rock de Galpão lançou seu terceiro DVD, “10 Anos na Estrada”, um apanhado de performances ao vivo gravadas nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Buenos Aires e San Isidro (Argentina). O lançamento ocorreu no mês de setembro, em duas noites no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, e foi sucedido de uma turnê que passou por algumas das principais cidades da região sul do Brasil.

No próximo dia 30 de maio, o Rock de Galpão retorna à capital gaúcha para mais uma edição deste show. O Salão de Atos da UFRGS será o palco desta apresentação, que ocorrerá a partir das 21h e contará com a participação das invernadas artísticas dos CTGs Aldeia dos Anjos e Tiarayú.

Formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Gustavo Viegas (contrabaixo), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais) e Guilherme Goulart (acordeon), o Rock de Galpão mescla as sonoridades regionais do sul da América Latina com as mais contemporâneas e universais formas de fazer música. A partir dessas sonoridades – como a milonga, o xote e o chamamé – o grupo cria novos arranjos com influências do rock, do reggae, do folk, do blues e de outros ritmos, resgatando a obra de grandes nomes do cancioneiro sul-americano. No repertório, composições de autores como Gildo de Freitas, Gilberto Monteiro, Mário Barbará, Almir Sater, Atahualpa Yupanqui e Ramón Sixto Ríos, são respeitosamente revisitadas sob uma estética contemporânea.

O show faz parte da programação da Unidade IGEO para os 85 anos da UFRGS e conta com a parceria cultural do Departamento de Difusão Cultural da instituição.

Patrocínio: Rio Grande Seguros e Previdência.

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP 504

Lideranças da Zurich reúnem-se com corretores locais e internacionais em SP

Encontro de relacionamento acontece na próxima segunda-feira, 27 de maio, com a presença de Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance)

A Zurich Seguros promove na próxima segunda-feira, 27 de maio, evento de relacionamento com a presença dos seus principais líderes, incluindo Edson Franco (CEO Brasil), Claudia Dill (CEO LatAm) e James Shea (CEO Commercial Insurance), além de outros altos executivos. Com objetivo de celebrar as parcerias, o encontro vai acontecer no restaurante Attimo, na Vila Nova Conceição, Zona Sul da capital paulista, e reunir os principais brokers de Commercial Insurance, tanto globais quanto locais.

“Tivemos um 2018 muito bom e os primeiros meses de 2019 foram excelentes. Neste evento, queremos celebrar as parcerias e a confiança que tanto fortalecem nossos negócios. A ideia é estreitar relacionamento com as corretoras e conversar sobre temas de alta relevância para o dia a dia do mercado segurador”, conta Glaucia Smithson, Head de Commercial Insurance para o Brasil. Commercial Insurance é o segmento do grupo Zurich responsável por Seguros Empresariais, Vida em Grupo, Previdência e também pela Zurich Resseguros.

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4% 322

Cofins para corretoras de seguros deve ser 3%, ao invés de 4%

Com medida judicial, há como pedir devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos

Andrea Giugliani é sócia-diretora da Giugliani Advogados / Reprodução

O Superior Tribunal de Justiça, em recentíssima decisão, firmou entendimento de que as empresas corretoras de seguro não devem ser equiparadas a sociedades corretoras ou a agentes autônomos de seguros privados e, desse modo, devem recolher a COFINS apenas sob alíquota de 3%, e não de 4% conforme vem sendo praticado por inúmeras instituições.

Para que a empresa possa se beneficiar e volte a contribuir com 3%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

CSLL das corretoras de seguros deve ser 9%, e não 15%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores. Foi nesse sentido que o Superior Tribunal de Justiça concluiu decidindo pela impossibilidade da majoração da alíquota da CSLL, ou seja, a cobrança da CSLL das sociedades corretoras de seguro deve ser 9%, e não a alíquota de 15%, porque esta deve ser aplicável somente às instituições financeiras, aos estabelecimentos a elas equiparados e aos agentes autônomos de seguros privados.

Caso a empresa venha recolhendo a CSLL com aplicação da alíquota de 15%, para que possa voltar a recolher com a alíquota de 9%, torna-se necessário o ajuizamento de uma medida judicial — eis que não se aplica de imediato referida decisão —, podendo até mesmo pedir a devolução do que foi recolhido a mais nos últimos cinco anos.

INSS das corretoras de seguros deve ser 20%, e não 22,5%

As corretoras de seguros, meras intermediárias da captação de eventuais segurados, não podem ser equiparadas às sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores.

Com a decisão judicial pacificada dos tribunais superiores e administrativos a respeito da forma de apuração da COFINS de sociedade corretora de seguros (diminuição da alíquota de 4% para 3%), além do julgamento da matéria em si, também fora analisada a questão da inclusão ou não de corretoras de seguros para fins de outros tratamentos tributários e previdenciários, entre os quais a alíquota adicional de 2,5% destinada ao INSS.

Isso porque as corretoras de seguros possuem uma cota patronal de 22,5%, ao passo que as demais empresas comerciais possuem uma alíquota de 20%, ambos incidentes sobre folha de salários e valores pagos a contribuintes individuais.

Em razão desse julgamento, é importante destacar que não só aos olhos dos tribunais superiores, mas também da própria Procuradoria, as sociedades corretoras de seguros não deveriam ter pago este adicional de 2,5% por não estarem enquadradas no conceito de “sociedades corretoras” — termo válido para corretoras de valores e títulos e instituições financeiras —, tampouco no conceito de “agentes autônomos de seguros”.

Em virtude disso, é possível ingressar com medidas para que as corretoras de seguros tenham a devolução dos valores pagos a esse título (2,5% a mais de cota patronal) nos últimos cinco anos, corrigidos pela taxa SELIC.

*Por Andrea Giugliani, sócia-diretora da Giugliani Advogados

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos 960

Indicadores econômicos não estão favoráveis e travam os investimentos

Diagnóstico é de Patricia Krause, economista da Coface na América Latina

A capital paulista foi palco do evento Country Risk Conference, onde a Coface, empresa líder em seguros de crédito, gestão de risco e economia global, apresentou as perspectivas econômicas em nível mundial e na América Latina. A CEO da companhia, Marcele Lemos, participou do momento, que contou com apresentação do economista Ricardo Amorim. Amorim abordou as oportunidades que podem ser aproveitadas com um maior crescimento da economia. A programação ainda contou com as perspectivas econômicas mundiais, na visão de Julien Marcilly, economista-chefe da Coface. Já o economista e doutor em ciência política, diretor da consultoria Prospectiva e fellow do Atlantic Council em Washington, Ricardo Sennes, comentou sobre as tendências sócio-políticas e previsões para o biênio 2019/2020. Os trabalhos foram complementados por uma mesa redonda, mediada pelo jornalista Márcio Kroehn.

A economista da Coface, Patricia Krause, também apresentou suas projeções para a América Latina. Em entrevista ao JRS, a especialista demonstrou preocupação com as expectativas de crescimento dos países da região, sobretudo México e Brasil, que enfrentam mudanças políticas e profundas reformas, respectivamente. “O crescimento desses países é muito baixo e deve ser revisado para baixo. É possível, até mesmo, que o Brasil cresça abaixo de 1%, dada a atividade econômica muito fraca do primeiro trimestre. O segundo semestre tende a ser um pouco melhor, os investimentos estão paralisados e impactam nos indicadores de confiança na economia, que ainda não são otimistas, apesar de melhores do que no auge da crise, entre 2015 e 2016”, revela. “No caso do México a produção está em queda e os riscos aumentam a cada dia, com as agências de risco rebaixando diversas empresas daquele país. A nota soberana do México está em perspectiva negativa e ainda precisamos ver o que acontecerá com o novo acordo do NAFTA, agora denominado USMCA”, considera.

As perspectivas de uma aprovação rápida da reforma da previdência não se concretizaram e afetam os índicas de confiança, o que, segundo Patrícia, “ocasiona em um tempo um pouco maior para recuperação da economia. Vários setores estão com desempenho fraco”. “Como seguradora de crédito vemos que a questão da inadimplência já melhorou muito, em relação a 2016, o que possibilita uma Selic estável a 6,5%. Isso ajuda muito na recuperação do crédito”, reitera ao dizer que “tudo passa pela reforma da previdência, mas ela não é o único fator importante. Ela ajudará na confiança e isso vai impactar no aumento da produção. O retorno de investimentos mais fortes no País passa muito pela questão tributária e regras mais claras nas regulações. É importante reforçar a segurança para atração de novas aplicações financeiras”.

Patricia Krause demonstra preocupação principalmente em relação ao que pode acontecer na Argentina e aos conflitos que jogaram a Venezuela na atual situação de colapso financeiro. “Pensou-se que o regime de Maduro poderia chegar ao fim, mas ele é bem mais forte do que se pensava. Ainda não está claro o que vai acontecer, mas os EUA continuam avançando em sanções. Companhias aéreas foram proibidas de voar para lá e essas restrições afetam outros países, como Cuba, que está na mesma linha. A ação militar não é a melhor solução, mas é uma das possibilidades”, justifica. “No caso da Argentina trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil. As eleições podem colocar o País em um cenário de risco, até mesmo em função do acordo com o FMI, que poderia ficar mais complicado”, completa.

Já a guerra comercial entre China e Estados Unidos pode resultar em algo positivo para o Brasil e até resultar em um vencedor a curto prazo. “No geral esse movimento não é nada positivo, pois impacta em todas as indústrias na cadeia de produção, demanda e até mesmo a balança comercial. Não é uma grande possibilidade, mas este movimento pode até mesmo impactar na inflação brasileira”, traça.

Na Europa as atenções são voltadas ao acordo do Brexit, que será apreciado pelo parlamento. “Na Inglaterra os principais setores impactados foram o de construção e o de alimentos. É um momento de incertezas e retração de investimentos também por lá”, finaliza.