Por que o Brasil entrou no mapa mundial das estradas mais perigosas para o transporte de cargas? 4652

Transporte de Cargas

Entenda no artigo de Marcos Cunha, diretor geral da Transvip Brasil

O grave problema de roubo de cargas e falta de segurança nas estradas se torna mais latente a cada ano que passa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), neste ano houve um aumento de 160% nos casos de roubo de carga em Piracicaba (SP), muito por conta dos expressivos números registrados em Limeira, que teve 12 ocorrências em 2018 contra duas no ano passado.

No Rio de Janeiro, entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. No ano de 2018, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica. De acordo com um levantamento feito pelo JCC Cargo Watchlist, os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba – São Paulo e Rio de Janeiro – São Paulo); SP-330 (Uberaba – Porto de Santos) e BR-050 (Brasília – Santos) são consideradas áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

Enfim, os números acima deixam claro como esse é um dos crimes mais executados no Brasil. Com foco nisso, trago a discussão sobre os motivos que fazem o roubo de cargas ser um dos crimes que mais cresce em nosso país e que torna, consequentemente, nossas estradas tão perigosas para o transporte de cargas. A fragilidade do sistema de segurança pública, já evidenciada há muito tempo, é um dos pontos importantes a serem debatidos.

Não existe um planejamento logístico eficiente em nosso país, que traga resultados efetivos. Tão pouco há uma força tarefa para que o problema seja resolvido ou ao menos minimizado. A falta de preocupação de governantes com esse problema contribui com a alta nas estatísticas desse tipo de crime. É preciso discutir com mais profundidade os temas relacionados a segurança no transporte.

É importante lembrar que o roubo de cargas afeta todos os brasileiros, já que reflete na produção, no abastecimento e no desenvolvimento de todos os setores da economia. Os prejuízos são incalculáveis.

Por enquanto, cabe a nós, empresas do setor logístico, investir cada vez mais em segurança. Nós da Transvip Brasil, transportadora de valores e cargas especiais, atuamos com carretas blindadas e com toda a tecnologia disponível no mercado como rastreamento de veículos via GPS, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto, além de contar com vigilantes armados dentro dos veículos, entre outros meios de inibir o crime de roube de cargas. Os resultados vêm sendo positivos já que ainda não registramos nenhum sinistro, desde o início do serviço. Buscamos trazer todo nosso conhecimento em transporte de valores para o transporte de cargas especiais.

É a solução mais rápida para tentar diminuir os altos números citados no começo deste artigo. Ou alguém que tem o poder toma uma atitude e começa a olhar com mais preocupação para esse tema, ou continuaremos na lista que dá título a esse artigo.

317 empresas são autuadas por operar no mercado de seguros sem autorização 628

Empresas

Divulgação da lista é iniciativa inédita da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Em uma ação inédita, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) passa a divulgar uma listagem de empresas e entidades, nacionais e estrangeiras, identificadas e autuadas por não possuírem autorização da autarquia para operar com produtos de seguro. A lista será atualizada periodicamente e abrange o chamado “mercado marginal” como um todo, não apenas a intitulada “proteção veicular”, pois foram identificadas também operações indevidas em relação aos ramos de seguros de vida, funeral, entre outros.

Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, um órgão supervisor forte preza pela eficiência do setor, de forma transparente, atuando como agente de proteção ao consumidor e combate ao chamado “mercado marginal”. “Estamos falando de empresas e entidades que foram identificadas pela área de fiscalização comercializando, de forma irregular, produtos similares aos de seguro. Além disso, há também outras empresas que são constituídas fora do Brasil e não possuem autorização para comercializar serviços no mercado brasileiro”, enfatiza.

Entre as regras e os critérios preestabelecidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) para a constituição de sociedades seguradoras, estão: as de solvência – que atestam a condição que uma companhia possui, entre ativos e passivos, para arcar com seus compromissos financeiros; bases técnicas atuariais que visam a estabelecer probabilidades de riscos; e a fiscalização em relação às condições legais para eleição dos seus administradores.

Nessa mesma linha, o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, reitera que todas as empresas que comercializam produtos de seguro precisam ser autorizadas pela Susep. “A autarquia mantém uma força-tarefa constante no sentido de coibir e enfrentar a realização de operações de seguros por empresas sem autorização”, afirma, ressaltando que a Susep vê o chamado “mercado marginal” com preocupação. “A prática ilegal (sem autorização) causa prejuízos à população porque não há proteção para o consumidor. O consumidor precisa estar bem informado.”, orienta.

Orientações ao consumidor

A lista de empresas e entidades nacionais e internacionais divulgada pela Susep leva em consideração os processos administrativos sancionadores julgados em primeira instância no âmbito da autarquia, tendo caráter informativo e não exaustivo. Confira a lista na íntegra.

Em relação às empresas estrangeiras, a autarquia alerta que há denúncias sobre a comercialização de produtos de seguro de forma irregular no Brasil – sem a autorização da Susep -, e que tal prática vai de encontro à legislação brasileira.

A Susep orienta que, antes da contratação de qualquer produto de seguro, seja realizada uma pesquisa sobre a empresa para certificar que ela é autorizada pela autarquia neste link.

Petzhold: A evolução do Credicor 204

Credicor

Colunista lembra movimentos iniciais do banco dos corretores

Após os seis meses iniciais o nosso banco começa a reagir em todos os setores nos apontando que deixaria de apresentar prejuízos e que o número de sócios em constante crescimento nos tornaria realmente o Banco de Crédito dos Corretores de Seguros que já acenava aos seus “donos” as vantagens de operar com o mesmo, tendo em vista a não cobrança de várias taxas praticadas pelos bancos, empréstimos mais baratos e com menos burocracia, financiamentos para capital de giro, pagamento de impostos, aquisição de veículos, escritórios, computadores com taxas bem mais baratas, aplicações mais atrativas, bem como participações nos lucros proporcional ao movimento financeiro de cada cooperado.

O crescimento constante de nosso banco nestes 18 anos nos permitiram criar além de nossa agência inicial em Porto Alegre outras duas, no interior Caxias do Sul e em Novo Hamburgo. Atualmente somos mais de mil cooperados (donos de nosso próprio banco) que vai muito bem graças a união do verbo (corretores) com a verba (bancos).

“Maioridade de um sonho que virou realidade”, conta Pansera

Agradecimentos aos 22 fundadores em especial aqueles (6) que lá de cima continuam a nos apoiar, Antonio Nejar, Heitor Celso Barriquello, Osmar Krug, Pedro Cardoso de Azevedo, Sérgio Netali Rodrigues Tubino e Ulisses da Silva Pereira.

Agora o JRS ficou ainda mais digital 521

Portal JRS

Empresa especialista em informação segura muda endereço principal na internet

O JRS, há 18 anos informando o Brasil sobre seguros, conta com novo diretório principal na internet. Agora ficou muito mais fácil localizar os conteúdos de um dos maiores portais do segmento no País: basta acessar JRS.digital. No navegador Google Chrome é possível realizar pesquisas no portal direto na barra de endereços, basta pressionar a tecla “tab”.

Com mais de 5 mil páginas de conteúdo aprofundado, o site é referência para profissionais do setor, acadêmicos e demais operadores de um dos nichos que mais cresce na economia brasileira.

A mudança não foi apenas no endereço do portal, como também em sua estrutura. Contamos agora com novos parceiros que disponibilizam ainda mais qualidade e velocidade para a distribuição de nossos conteúdos 24 horas por dia, 7 dias por semana, onde nossos espectadores estiverem.

E você também pode fazer parte dessa história. Sugestões de pautas e artigos podem ser enviados para redacao@jrscomunicacao.com.br. Para saber tudo em primeira mão é só seguir @revistajrs nas principais redes sociais.

Corretor de seguros: sinônimo de proteção 717

Corretor de Seguros

GBOEX reforça parceria que reflete em laços de amizades fortalecidos

Já destacada inúmeras vezes pelos meios de comunicação, pelas empresas do segmento, a figura do corretor de seguros é fundamental para a sociedade. “A profissão é essencial para assegurar a proteção das famílias em todos os momentos”, afirma Ilton Oliveira, diretor-presidente da diretoria executiva do GBOEX.

No dia 12 de outubro foi comemorado o dia do corretor de seguros. Data esta que deve ser lembrada com respeito e referenciada. São eles a ligação entre as empresas do mercado de previdência e seguros e seus clientes.

Para a empresa, contar com o apoio destes profissionais é uma parceria de extrema importância para o nosso desenvolvimento. “O corretor de seguros é um parceiro de longa data da empresa. Uma parceria que dá tão certo que se reflete nos laços de amizade que são fortalecidos”, ressalta o presidente.

Divulgação/GBOEX
Divulgação/GBOEX

GBOEX – 105 anos de tradição, solidez e segurança. Valores que fazem a diferença na vida.

Número de novas empresas sobe 4,5% no 3° trimestre 574

Café

Dados são da Boa Vista SCPC; MEIs (Microempreendedor Individual) cresceram 7,1%

O número de novas empresas cresceu 4,5% no 3° trimestre em relação ao trimestre anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Desta forma, os valores acumulados no ano avançaram 11,7% quando comparados ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: Boa Vista SCPC
Fonte: Boa Vista SCPC

Forma jurídica

Na classificação por forma jurídica, a variação em relação ao 2° trimestre mostrou que as MEIs (Microempreendedor Individual) continuam com papel de destaque, crescendo 7,1%. Já os demais tipos de empresas caíram 3,4%, mantida a base de comparação.

Já em termos de composição, no resultado acumulado do ano as MEIs representam 77,8% dos casos.

Fonte: Boa Vista SCPC
Fonte: Boa Vista SCPC

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento da Boa Vista mostrou que o setor de Serviços atingiu 57,9% de representatividade no acumulado até o 3º trimestre, estando maior que os 55,8% observados no mesmo período de  2017. O Comércio teve queda na participação, chegando a 33,8%. O setor Industrial também perdeu espaço, passando de 8,2% para 7,4% dos casos no período.

Fonte: Boa Vista SCPC
Fonte: Boa Vista SCPC

Regiões

Ainda na análise acumulada até o 3° trimestre, apenas a região Norte registrou queda (-0,6%) em relação a 2017. As Regiões Sul (13,7%) e Sudeste (13,3%) foram as que registraram maior crescimento, como pode ser visto no gráfico 4. No mesmo sentido, houve avanço nas regiões Centro-Oeste (9,6%) e Nordeste (9,8%).

Fonte: Boa Vista SCPC
Fonte: Boa Vista SCPC

Metodologia

O levantamento é realizado trimestralmente pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional.