Jayme Garfinkel remonta trajetória da família e da Porto Seguro 3524

Presidente do Conselho de Administração da companhia participou de talk show no Unibes Cultural, em São Paulo

A noite desta terça-feira (25) foi especial aos participantes do evento “História Contada”, promovido mensalmente pelo Unibes Cultural, em São Paulo (SP). Na oportunidade, Jayme Garfinkel, Presidente do Conselho de Administração da Porto Seguro, abriu o coração e falou sobre a imigração da família para o Brasil e como foi o início das operações da Porto Seguro, uma das maiores companhias seguradoras do País.

O executivo recebeu perguntas do público presente e foi entrevistado por Mona Dorf, que comandou o evento. Bruno Assami, diretor executivo do Unibes Cultural, agradeceu a participação de Jayme Garfinkel e destacou as ações efetivas do Unibes Cultural na promoção de potencializar o que já é feito na cidade de São Paulo para prepará-la para o futuro por meio de encontros, debates e reflexões para todos que querem ajudar nessa missão.

A presidente da Unibes, Denise Zaclis Antão, ressalta a importância da família Garfinkel na instituição. “É uma honra para nossa comunidade ter ícones que fazem a diferença na sociedade em geral”, reitera.

Em entrevista exclusiva ao JRS, o ícone do mercado segurador destaca que os desafios renovam-se diariamente. “Todo dia é um novo dia. É desafiador. Mas estou feliz porque fui feliz. Mesmo nas dificuldades sempre tomei a decisão certa. Gosto muito de uma frase que diz: ‘A vida é feita de encontros e escolhas’ e acredito que fiz escolhas muito felizes”, conta Jayme Garfinkel.

“A melhor escolha que fiz foi de prosseguir com o sonho do meu pai. Ter uma companhia profissional dedicada a seguros e muito ligada aos corretores”, enfatiza Garfinkel.

Paixão pela arte

O Presidente do Conselho de Administração da Porto Seguro destaca ações que fortalecem a cultura e a arte. “O Fábio Luchetti, nosso ex-CEO e agora conselheiro da companhia, é o grande responsável pela nossa ligação com a arte. Esse mérito é dele. Eu compartilhava a ideia do teatro, sempre quisemos e ele realizou isso e um espaço cultural”, afirma.

Mensagem ao mercado de seguros

Jayme Garfinkel ainda manda um recado aos amigos do setor de seguros. Diante da crise econômica, o executivo aconselha: “Viva um dia de cada vez. Diante das crises é preciso enfrentar as dificuldades com bom senso e trabalhar, assim, as coisas ou darão certo ou darão certo. Para quem trabalha dá certo”.

Assista a participação na íntegra:

A missão é retomar o planejamento financeiro ainda em 2020 1974

Bruna Norte é gerente de marketing de produto do Porto Seguro Consórcio*

Não resta dúvidas, 2020 ficará conhecido como o ano em que o mundo parou e tudo ficará registrado com riqueza de detalhes nos jornais, conteúdos de redes sociais e futuramente nos livros. E para contar a história de como conseguimos superar as adversidades, todos os setores da economia estão redescobrindo fórmulas, refazendo planejamentos e medidas para colocar na prática um plano “B”, na tentativa de amenizar os impactos. E também com a missão de ajudar os brasileiros, que tiveram suas atividades paralisadas, a reorganizar o planejamento financeiro.
As mudanças na Previdência e os juros baixos com os cortes da Taxa Básica de Juros (Selic), despertaram o interesse de muitas pessoas em tomar conta do próprio futuro. Porém, o atual momento causou uma bagunça nas finanças de todos. Segundo o estudo do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 76% dos entrevistados acreditam que essa paralização terá efeitos negativos nas finanças.

E já é possível perceber a mudança de comportamento do brasileiro que cada vez mais busca formas de poupar e investir. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), que ouviu mais de 3,3 mil pessoas de todo o país para conhecer os hábitos de poupança e de investimento da população, mostra que, para 31% dos entrevistados, a compra ou a aquisição do imóvel próprio é o principal objetivo de retorno das aplicações financeiras, 11% compra de carro, moto ou caminhão e 7% quer investir no próprio negócio. Cerca de 33% conseguem guardar o dinheiro, número significativamente baixo, mesmo assim é possível visualizar boas oportunidades de negócios neste cenário.

Com o aumento da expectativa de vida e crise previdenciária mundial, o planejamento financeiro está se tornando prioridade no orçamento das pessoas preocupadas com uma vida longa e confortável. O estudo global da Schroders Investor mostra que a Geração Milênio (18-37) é a mais preocupada em poupar para aposentadoria, seguidos pela Geração X (38-50), pós-guerra (51-70) e silenciosa (mais de 71). Além disso, a investigação revela que os jovens acreditam que podem ser convencidos a poupar ainda mais para aposentadoria.

O desafio das marcas agora é como se diferenciar e criar um portfólio de produtos que atendam às necessidades do cliente neste momento e também pós-pandemia. É necessário estar presente no cotidiano, estimular o conhecimento e se aproximar cada vez mais com transparência para mostrar possíveis cenários, um árduo trabalho de consultoria.
Com mais conhecimento e informação o indivíduo tem mais confiança para investir e comprar. É aí que alguns setores fizeram a lição de casa e se destacam mais por meio do conhecimento estimulado. Segundo o “Raio X do Investidor Brasileiro”, em relação ao ano anterior, em 2018, alguns produtos de investimentos se tornaram mais conhecidos entre os brasileiros. A poupança passou de 31% para 90%, seguida da compra e venda de imóveis, com 83%, que subiu cinco posições. A previdência privada também subiu de patamar, chegando a 67%.

Consequentemente, alguns produtos foram impulsionados, por exemplo, o sistema de Consórcio. O setor fechou 2019 com 26,5% de alta nos negócios, superando a casa dos R$ 134 bilhões, dados divulgados pela associação do setor. A expectativa é que o segmento continue crescendo com demandas por financiamentos e performance dos setores de imóvel, construção civil, serviços e sustentabilidade. Outros produtos que se destacaram foram os fundos de investimentos (previdência, crédito, renda fixa e variável).

Este cenário mostra que existe um “mar de oportunidades” no meio dessa ansiedade por conhecimento e planejamento. Mas, para colher os frutos dessas projeções, o relacionamento com o investidor torna-se cada vez mais importante.

Com mais de mil profissionais parceiros, Ligue Saúde auxilia beneficiário a evitar ambientes hospitalares 5501

Serviço pioneiro na área de saúde familiar no país, projeto recorre a ferramentas tecnológicas de última geração

Tem novidade no mercado de assistência em saúde. Executivos das áreas de seguros, de assistência em saúde e de administração de call centers uniram suas expertises para desenvolver o Ligue Saúde, serviço que está sendo apresentado ao mercado brasileiro agora em 2020, com o objetivo de suprir a carência da população em ter acesso a orientações especializadas em relação à Saúde.

“Buscamos soluções no mercado, para atender esta necessidade e preservar o beneficiário de ter contato pessoal com os riscos do ambiente hospitalar, evitando desta forma aglomerações e o contágio por vírus e bactérias e fazendo valer as recomendações das autoridades de saúde”, descreve Rodrigo Coscia, administrador de empresas, que atua desde 2003 na gestão de call centers. Será dele a tarefa de captar e atender os parceiros comercias, principalmente os corretores de seguros. “O Ligue Saúde busca oferecer aos clientes redução nos custos com medicamentos e aumento da adesão aos tratamentos, através de descontos em diversas farmácias em todo o país, aumentando a segurança e a qualidade de vida do usuário”, reforça.

Coordenador de Parcerias Comerciais da nova empresa, Rodrigo Coscia comentou, em entrevista exclusiva ao JRS, que a ideia surgiu não somente diante da pandemia mundial, mas também pela situação que o Brasil já apresentava em relação à saúde pública, desde antes da disseminação do coronavírus. O projeto chega para oferecer atendimento médico e dar orientações de saúde por 0800, vídeo chamada ou chat online a valores acessíveis a todo brasileiro, em qualquer hora do dia ou da noite, inclusive sábados, domingos e feriados. Além disso, estão previstos descontos em medicamentos em até 60% na rede credenciada e-Pharma, seguro pessoal, assistência funeral familiar, sorteios mensais e a possibilidade de incluir três dependentes no Saúde 24 horas, todos com acesso a aplicativo exclusivo.

“A empresa dispõe de mais de 1000 profissionais da saúde à disposição dos clientes 24 horas por dia, sete dias por semana, para esclarecer dúvidas gerais sobre a saúde e fornecer orientações educativas e de auto cuidado, além do adequado direcionamento à rede prestadora presencial quando necessário”, acrescenta Régis Mello, diretor de Produtos. “Além disto, o cliente que aderir ao nosso plano Ligue Saúde Doutor terá à disposição uma equipe de médicos da família, que poderão passar as melhores orientações sobre sintomas, encaminhar o paciente para um especialista, caso seja realmente necessário, fornecer requisição e analisar os resultados dos exames, liberar receita para compras de medicamentos, entre outros procedimentos. Nossos clientes têm um aplicativo personalizado para este atendimento”, detalha o executivo que atua há mais de 10 anos no mercado de seguros.

Ligue Saúde Doutor

Os dois diretores enfatizaram o fato do Ligue Saúde viabilizar um atendimento sem o paciente precisar se deslocar até um hospital ou posto de saúde, escapando de filas e evitando a exposição desnecessária a outras doenças. Para complementar o portfólio, a empresa está lançando o plano Ligue Saúde Doutor. “Neste produto, nossos clientes ainda poderão falar com um médico, de acordo com a necessidade do atendimento. Este medico, caso seja necessário, poderá fornecer receitas de medicamentos, atestados e requisição de exames.

Nossos clientes ainda tem à possibilidade de agendar um horário definido para falar com o médico, de acordo com a rotina do paciente, já que teremos os médicos à disposição dos clientes”, enfatiza Rodrigo Coscia. Todos os clientes do Ligue Saúde têm plano com titular mais três dependentes, sem limite de utilização, sem carência, sem limite de idade do usuário.

Artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: Expectativa x realidade 1935

Análise é de Maria Izabel Indrusiak Pereira, sócia do C. Josias & Ferrer 

De acordo com a regra do artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: “O proprietário de veículo irrecuperável, ou destinado à desmontagem, deverá requerer a baixa do registro, no prazo e forma estabelecidos pelo Contran, vedada a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi de forma a manter o registro anterior”.

Ainda, em seu parágrafo único: “A obrigação de que trata este artigo é da companhia seguradora ou do adquirente do veículo destinado à desmontagem, quando estes sucederem ao proprietário”.

Em casos envolvendo salvados, as decisões judiciais limitam-se somente a proceder a aplicação literal da regra do artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro, especialmente o seu parágrafo único, sem haver um bom senso ou boa vontade na análise de cada caso pontual, ou até desconhecimento de certas nuances.

Ok, existe uma regra legal a ser cumprida, contudo, é fato de que para a aplicação de tal regra necessária a atenção para alguns detalhes.

Primeiramente, nem todo salvado é suscetível de baixa de registro, mas apenas a sucata (perda total irrecuperável). Consequentemente existem salvados que podem ser recuperáveis com segurança necessária que a lei determina, podendo voltar a circular conforme inspeção em órgão autorizado pelo INMETRO, que atestará a sua capacidade técnica de circulação e emitirá o competente Certificado de Segurança Veicular.

De acordo com a Resolução CONTRAN 544/2015, em seu artigo 13, para a realização da transferência da propriedade do salvado para a seguradora torna-se necessária a apresentação da documentação referente ao processo de indenização, BOAT, se houver, relatório de avarias e fotografias do veículo acidentado, além da realização da vistoria para identificação veicular e emissão do CRV/CRLV.

Ainda, conforme Resolução CONTRAN n.º 11/98 a baixa no registro do veículo como irrecuperável somente pode ocorrer nos casos em que este estiver desmontado, sinistrado com laudo de perda total e vendidos ou leiloados como sucata, bem como sejam devidamente identificáveis mediante as partes do chassi do registro.

Pois bem, não raras às vezes, estamos falando de sucatas avariadas de tal maneira que não se faz possível à visualização e decalcagem da numeração do chassi e motor, que não contenham a placa ou que a recuperação seja tão somente de determinadas peças que não apresentem condições seguras de identificação do bem.

Os “pátios” das seguradoras ficam repletos de salvados nestas condições e com entraves impostos por parte dos órgãos de trânsito na realização da transferência ante a dificuldade na identificação veicular ou frente à impossibilidade de realização das vistorias.

Há uma lacuna nas normas legais e infralegais a abarcarem tais casos.

Desta feita, estes casos geralmente acabam sendo submetidos ao crivo do judiciário mediante propositura de ações indenizatórias, vez que seus registros permanecem em nome dos segurados gerando débitos, e os julgadores não buscam compreender o que efetivamente impossibilitou a transferência da propriedade e consequente baixa pelas seguradoras e no afã de julgar, simplesmente aplicam o mencionado artigo 126 e parágrafo único na sua literalidade, com imposição de pesadas e onerosas penas pecuniárias, escusando-se, na maioria das vezes, de oficiar os órgãos de trânsito com comando judicial expresso para transferência da propriedade para a Cia sub-rogada.

O tão preconizado dever de cooperação entre as partes e Judiciário, princípio da celeridade e economia processual ficam esquecidos.

Como exceção, temos os julgados prolatados de relatoria do D. Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o qual, em casos do tipo, determina a expedição de ofício ao DETRAN com determinação para a transferência da propriedade para o nome das seguradoras, sob pena de responsabilidade funcional e criminal do Diretor-Geral daquela autarquia (nº 70074094236, 70073754897, dentre outros).

Se o Poder Judiciário, como um todo, tivesse tal visão, muitas ações não teriam seus trâmites tão prolongados como muitas vezes nos deparamos e sem encontrar a solução que se almeja para a resolução da dita transferência do salvado para o nome das seguradoras e consequente cumprimento do já mencionado regramento do artigo 126 do Código de Trânsito.

Acaba se estabelecendo um impasse entre segurados x órgãos de trânsito x seguradoras x Poder Judiciário que não chegam a lugar algum e esbarram na mencionada regra legal do artigo 126 do CTN que não abarca casos como os que ora se destaca.

Em contrapartida, as seguradoras, ante os entraves impostos pelos órgãos de trânsito, devem se valer de registro em ata notarial, produzindo prova da impossibilidade de atender o exigido pelas autoridades. Isso evitaria condenação em verbas indenitárias e multas, pois venceriam a presunção de ocorrência de desídia por parte das mesmas em adotar as providências cabíveis para a regularização junto aos DETRANS.

Ainda, poderiam se utilizar de ações de obrigação de fazer contra os órgãos de trânsito – após uma avaliação severa em seus depósitos, apurando todos os salvados passíveis de lhes gerar futuras ações ante a impossibilidade de regularização junto aos DETRANS – com o objetivo de dar solução aos casos.

Ao que se conclui, enquanto não houver uma norma reguladora a abarcar estes casos – nos quais o veículo segurado não se enquadra em nenhuma das situações precitadas – podem ser sim adotadas soluções de forma a evitar dissabores patrimoniais aos segurados e seguradoras, assim como o abarrotamento do judiciário com ações prolongadas do tipo. Basta a cooperação entre os envolvidos: segurado, seguradora e judiciário.

Edição 237 da Revista JRS destaca 30 anos do CVG RS 8100

Três décadas da entidade comemoradas no final de junho traduzem o momento em que o mercado de seguros respira inovação

 

O aniversário de 30 anos do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul é digno capa da Revista JRS deste mês. A homenagem é merecida não somente pelos serviços prestados pelo CVG RS ao mercado gaúcho, mas também porque a missão e a visão da entidade, retratadas no novo slogan do Clube, crescem em importância neste momento em que a Vida está sobrepujando qualquer outro valor para as pessoas, ainda impactadas com a pandemia da Covid-19.

Por falar em pandemia, ações, inovações e projeções que operadores do mercado de seguros estão procedendo como reação à crise sanitária estão, também, em destaque nesta edição. Mas o leitor não pense que irá encontrar nas páginas da revista lamentos ou negativismo. Mesmo sem deixar de registrar o momento delicado que afeta o Brasil, a tônica das notícias publicadas na Revista JRS ressalta um mercado resiliente e até otimista.

Vale a pena conferir no detalhe. Até porque, parafraseando o slogan de 30 anos do CVG RS, nós jornalistas especializados em seguros estamos, juntamente com os demais agentes do setor de seguros, Unidos num novo pensar!

 

SUSEP divulga dados do mercado supervisionado referentes a maio 2020 2284

Seguros Rural e de Grandes Riscos tiveram considerável alta no acumulado do ano em comparação ao mesmo período de 2019

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje, de forma inédita, uma síntese dos principais dados relativos ao desempenho dos mercados de seguros, de produtos de acumulação e de capitalização ao longo do exercício corrente até maio de 2020, o último mês disponível.

No mês de maio de 2020, as receitas dos mercados supervisionados pela Susep totalizaram R$ 17,35 bilhões e, no acumulado do ano, sofreram uma queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2019. Apesar da queda de 23,2% nos valores em relação a maio de 2019, percebe-se uma recuperação frente ao mês de abril de 2020, com um crescimento de 10,1%, atribuído aos setores de acumulação e capitalização.

Nos seguros, os prêmios diretos totalizaram R$ 8,55 bilhões em maio de 2020, e, no acumulado do ano, houve queda de 3% em relação ao mesmo período de 2019. Já os seguros rural e de grandes riscos tiveram uma considerável alta, respectivamente 28,3% e 27,0%, no acumulado de 2020 em relação ao ano anterior.

Nos produtos de acumulação, observa-se uma queda de 10,3% nas contribuições no acumulado do ano, até maio, quando comparado com o mesmo período de 2019. Enquanto a receita bruta dos produtos de acumulação ficou em R$ 7,1 bilhões em maio de 2020, a captação líquida (contribuições – resgates) foi de R$ 1,8 bilhão, apresentando uma recuperação em relação a abril, quando ficou negativa em R$ 1,3 bilhão.

Podemos verificar que houve, nos últimos meses, um movimento significativo de aumento de resgates, natural destes tipos de produtos que proporcionam maior liquidez durante um período de crise.

Outro aspecto que merece destaque é o índice de sinistralidade. No segmento auto, o índice apresentou queda em abril e maio de 2020, enquanto no segmento de pessoas, a sinistralidade não sofreu variação significativa nos últimos meses.

A síntese mensal dos principais dados do mercado é mais uma novidade da Susep para promover a transparência do setor, sendo produzida com base nas estatísticas geradas pela Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas, por meio do sistema FIPSUSEP.

A Susep disponibiliza, ainda, em seu site, relatórios com análise sobre as evoluções de receitas e provisões técnicas, o crescimento real observado no período e o percentual de participação de cada segmento no PIB nacional. Os relatórios apresentam ainda a segmentação dos mercados de seguros e produtos de acumulação, assim como a evolução das cessões em resseguro, incluindo a segregação entre resseguradoras locais, admitidas e eventuais.