Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo 3508

Seguro de Vida

Contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos

Adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. O Seguro de Vida Empresa PME é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. O segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente – total ou parcial – causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação.

O seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. Mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. O empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa.

“Para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. Além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica Peter Rebrin, Diretor Executivo de Personal Lines e Bancassurance. “E existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”.

A contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. Além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. O serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora.

Susep coloca em consulta pública minuta de Resolução que permite a emissão de títulos ligados a seguros no Brasil 1635

Com a queda da taxa de juros, esta pode ser uma nova opção de investimento para investidores profissionais e para melhorar a estrutura de custo de captação das seguradoras

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) resolveu ampliar a regulamentação e viabilizar o financiamento por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS – Insurance Linked Securities). Mecanismo comumente adotado em mercados internacionais, o ILS é uma nova alternativa para transferência de riscos de seguros e resseguros.

Nas operações de ILS, a transferência de risco se dá de uma cedente para um ressegurador local de propósito específico (RPE), que financiará a retenção deste risco por meio de emissão de dívida vinculada a riscos de (res)seguros. Este tipo de alternativa para transferência de risco vem ganhando cada vez mais espaço em mercados internacionais.

A Resolução que amplia a regulamentação e viabiliza esta inovação entra em consulta pública a partir de hoje e a sociedade poderá enviar sugestões sobre este avanço, que é mais uma oportunidade para atrair recursos para o país, ampliar as opções do mercado de capitais brasileiro e ainda exportar capacidade de resseguro, trazendo divisas para o país.

A superintendente da Susep explica que entre as vantagens que o ILS trará para o mercado brasileiro está a redução de riscos e custos de captação para as seguradoras. “Isto possibilitará melhores preços para o consumidor, favorecendo o desenvolvimento do mercado brasileiro”, afirma.

Atratividade para o investidor

Sob o ponto de vista do investidor, transparência e segurança estarão garantidas, uma vez que os cedentes que quiserem participar deste tipo de operação deverão ter seus riscos registrados em sistemas de registro homologado pela Susep (SRO). Com o cenário de baixas taxas de juros, como o que estamos vivendo, esta opção de investimento pode representar um novo atrativo para os investidores, sendo uma alternativa para a composição de carteiras.

O diretor técnico da Susep Eduardo Fraga, que está coordenando as análises para a proposta de implementação desta modalidade no Brasil, explica que, como ocorre em outras jurisdições, “este tipo de instrumento deve ser direcionado para investidores profissionais, não sendo adequado para investidores pessoas físicas diretamente, em virtude da possibilidade de perda de parte do principal investido”.

Benefícios para o setor de seguros

Sob o ponto de vista do setor de seguros, o custo de capital desta nova dívida deve ser menor que o custo de financiamento por meio de capital próprio (equity), que é uma das fontes tradicionais de financiamento de resseguradores e seguradores. Adicionalmente, a diminuição de custos nesta operação pode trazer uma redução de custos no seguro direto, feito lá na ponta para o segurado

Marketing digital não é tendência no mercado de seguros para corretores 1657

Artigo é do corretor de seguros Arley Boullosa

Arley Boullosa
Corretor de Seguros

Pode parecer estranho o título que coloquei no assunto que me proponho tratar, mas vou explicar: vamos iniciar com a definição de Tendência. Peguei a primeira que aparece na busca do Google:tendência – substantivo feminino – 1. 1. aquilo que leva alguém a seguir um determinado caminho ou a agir de certa forma; predisposição, propensão.

Uma tendência quando falamos de negócio ou mercado é por definição, algo novo que enxergamos como possibilidade para o futuro. Mas quando confundimos (ou desconhecemos) com algo que surgiu com força em 2010 no nosso segmento. com diversas corretoras indo para a internet para fazer a captação de leads, investindo em sistemas de multicálculo e gestão, na minha opinião, não podemos considerar como tendência em 2020.

Lembro quando decidimos montar a nossa corretora, a Moby, em 2102, o que mais estudamos para desenvolver o modelo de negócio da empresa, público alvo, forma de atuação e planejamento, foram corretoras como a Minuto Seguro, Bidu, Smartia, Sossego, Segurar, TáCerto e outras que já serviam de inspiração, de quem queria ir para a internet buscar um número crescente de consumidores, que já procuravam o termo “seguro de automóvel”, principalmente no Google.

O movimento inspirado em “sites agregadores” já funcionava de forma consolidada em vários países, principalmente no Reino Unido e nos EUA, onde a cultura de seguro, legislação e simplificação de processos garantiam inclusive a contratação direta pelos clientes, devido ao uso de tecnologia. Temos diversas corretoras atuando de “forma digital” no Brasil, há pelo menos dez anos. Realizando a captação de leads na internet e fazendo a venda de forma consultiva, devido à necessidade de ter que falar com os clientes, esclarecer coberturas, tirar dúvidas, filtrar fraudes e orientar a efetivação do negócio após a negociação e fechamento.

Começa a ficar claro hoje que, quando vários “especialistas” que surgiram não sei de onde e nunca realizaram nada no nosso mercado, falam que o marketing digital é uma tendência para os corretores de seguros, em conseqüência da pandemia do Covid-19, estão pelo menos dez anos atrasados. A crise sanitária e econômica que estamos vivendo, acelerou o que já acontecia e muitos corretores já estavam executando. Não apenas indo para a internet para buscar leads, mas automatizando o que é possível e melhorando seus processos para tornar suas operações mais eficientes e rentáveis.Muitas corretoras estão passando por dificuldades e isso acontece, porque já tínhamos uma situação complicada desde 2015, quando iniciamos um período de crescimento baixo do PIB, aumento do desemprego, recorde de inadimplência, dificuldades de crédito e redução na venda dos veículos 0km. Quem quiser sobreviver e passar pela crise precisa recuperar o tempo perdido e investir forte no que não fez até agora.

As corretoras que já estavam com seus modelos de negócios adequados ao ambiente digital, estão tendo mais facilidade na travessia e até crescendo durante a pandemia, enquanto a maioria tem o desejo de mudar para se ajustar a nova realidade e não sabem muito bem como começar. A boa notícia é que se for feito um plano de ação e realmente partir para a execução, ainda é possível reverter parte do prejuízo.

Artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: Expectativa x realidade 2830

Análise é de Maria Izabel Indrusiak Pereira, sócia do C. Josias & Ferrer 

De acordo com a regra do artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: “O proprietário de veículo irrecuperável, ou destinado à desmontagem, deverá requerer a baixa do registro, no prazo e forma estabelecidos pelo Contran, vedada a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi de forma a manter o registro anterior”.

Ainda, em seu parágrafo único: “A obrigação de que trata este artigo é da companhia seguradora ou do adquirente do veículo destinado à desmontagem, quando estes sucederem ao proprietário”.

Em casos envolvendo salvados, as decisões judiciais limitam-se somente a proceder a aplicação literal da regra do artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro, especialmente o seu parágrafo único, sem haver um bom senso ou boa vontade na análise de cada caso pontual, ou até desconhecimento de certas nuances.

Ok, existe uma regra legal a ser cumprida, contudo, é fato de que para a aplicação de tal regra necessária a atenção para alguns detalhes.

Primeiramente, nem todo salvado é suscetível de baixa de registro, mas apenas a sucata (perda total irrecuperável). Consequentemente existem salvados que podem ser recuperáveis com segurança necessária que a lei determina, podendo voltar a circular conforme inspeção em órgão autorizado pelo INMETRO, que atestará a sua capacidade técnica de circulação e emitirá o competente Certificado de Segurança Veicular.

De acordo com a Resolução CONTRAN 544/2015, em seu artigo 13, para a realização da transferência da propriedade do salvado para a seguradora torna-se necessária a apresentação da documentação referente ao processo de indenização, BOAT, se houver, relatório de avarias e fotografias do veículo acidentado, além da realização da vistoria para identificação veicular e emissão do CRV/CRLV.

Ainda, conforme Resolução CONTRAN n.º 11/98 a baixa no registro do veículo como irrecuperável somente pode ocorrer nos casos em que este estiver desmontado, sinistrado com laudo de perda total e vendidos ou leiloados como sucata, bem como sejam devidamente identificáveis mediante as partes do chassi do registro.

Pois bem, não raras às vezes, estamos falando de sucatas avariadas de tal maneira que não se faz possível à visualização e decalcagem da numeração do chassi e motor, que não contenham a placa ou que a recuperação seja tão somente de determinadas peças que não apresentem condições seguras de identificação do bem.

Os “pátios” das seguradoras ficam repletos de salvados nestas condições e com entraves impostos por parte dos órgãos de trânsito na realização da transferência ante a dificuldade na identificação veicular ou frente à impossibilidade de realização das vistorias.

Há uma lacuna nas normas legais e infralegais a abarcarem tais casos.

Desta feita, estes casos geralmente acabam sendo submetidos ao crivo do judiciário mediante propositura de ações indenizatórias, vez que seus registros permanecem em nome dos segurados gerando débitos, e os julgadores não buscam compreender o que efetivamente impossibilitou a transferência da propriedade e consequente baixa pelas seguradoras e no afã de julgar, simplesmente aplicam o mencionado artigo 126 e parágrafo único na sua literalidade, com imposição de pesadas e onerosas penas pecuniárias, escusando-se, na maioria das vezes, de oficiar os órgãos de trânsito com comando judicial expresso para transferência da propriedade para a Cia sub-rogada.

O tão preconizado dever de cooperação entre as partes e Judiciário, princípio da celeridade e economia processual ficam esquecidos.

Como exceção, temos os julgados prolatados de relatoria do D. Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o qual, em casos do tipo, determina a expedição de ofício ao DETRAN com determinação para a transferência da propriedade para o nome das seguradoras, sob pena de responsabilidade funcional e criminal do Diretor-Geral daquela autarquia (nº 70074094236, 70073754897, dentre outros).

Se o Poder Judiciário, como um todo, tivesse tal visão, muitas ações não teriam seus trâmites tão prolongados como muitas vezes nos deparamos e sem encontrar a solução que se almeja para a resolução da dita transferência do salvado para o nome das seguradoras e consequente cumprimento do já mencionado regramento do artigo 126 do Código de Trânsito.

Acaba se estabelecendo um impasse entre segurados x órgãos de trânsito x seguradoras x Poder Judiciário que não chegam a lugar algum e esbarram na mencionada regra legal do artigo 126 do CTN que não abarca casos como os que ora se destaca.

Em contrapartida, as seguradoras, ante os entraves impostos pelos órgãos de trânsito, devem se valer de registro em ata notarial, produzindo prova da impossibilidade de atender o exigido pelas autoridades. Isso evitaria condenação em verbas indenitárias e multas, pois venceriam a presunção de ocorrência de desídia por parte das mesmas em adotar as providências cabíveis para a regularização junto aos DETRANS.

Ainda, poderiam se utilizar de ações de obrigação de fazer contra os órgãos de trânsito – após uma avaliação severa em seus depósitos, apurando todos os salvados passíveis de lhes gerar futuras ações ante a impossibilidade de regularização junto aos DETRANS – com o objetivo de dar solução aos casos.

Ao que se conclui, enquanto não houver uma norma reguladora a abarcar estes casos – nos quais o veículo segurado não se enquadra em nenhuma das situações precitadas – podem ser sim adotadas soluções de forma a evitar dissabores patrimoniais aos segurados e seguradoras, assim como o abarrotamento do judiciário com ações prolongadas do tipo. Basta a cooperação entre os envolvidos: segurado, seguradora e judiciário.

30 anos do CVG RS é destaque em webinar da Sancor 1907

Palestrante da live, a presidente Andréia Araújo pôde comentar sobre as ações em celebração ao aniversário da entidade

A segunda webinar do CVG RS do mês de julho (a primeira foi com o segurador Cesar Saut, da Icatu Seguros e Rio Grande Seguros), programada para o dia 29 de julho, terá como convidada uma especialista em planejamento estratégico, que vai dar orientações aos corretores de seguros sobre como traçar diretrizes a partir das mudanças latentes no mercado, como home office, novo perfil do consumidor, etc. Além do tema do momento, todas as pessoas inscritas no webinar irão concorrer ao sorteio de um Diagnóstico, a ser elaborado, por cortesia, pela palestrante, para o vencedor do sorteio.

Esse anúncio foi destacado durante o webinar Oportunidades e Inovações em Seguros de Pessoas, promovido pela Sancor Seguros na última segunda-feira, 6. Transmitido pelo canal da seguradora no Youtube, o encontro online teve o encerramento em júbilo ao Clube de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul. Os últimos cinco minutos do encontro foram destinados à fala da presidente da entidade sobre as comemorações dos 30 anos, completados em 30 de junho.

A pedido da diretoria anfitriã, José Inácio Vergara e Rafael Heleno da Silva, a palestrante do webinar Andreia Araújo teve a oportunidade de divulgar para a audiência quais serão as próximas ações do CVG RS. Ela referiu que os festejos do aniversário da entidade têm agenda programada para até 30 de junho de 2021, perfazendo um ano de celebração. Garantiu, também, a realização do Troféu Destaques CVG RS 2020, que neste ano será virtual. E ressaltou a nova parceria firmada entre o clube e a Escola Nacional de Seguros, com detalhes a serem divulgados nas próximas semanas.

Andréia aproveitou a gentileza dos diretores da Sancor em fornecer o espaço da live, para agradecer a todos os integrantes do CVG RS, com menção especial ao vice-presidente Clodomiro Dornelles, que participou do ato de inauguração da entidade já em 30 de junho de 1990. Ela aproveitou a oportunidade, ainda, para realçar o novo slogan do Clube. “O momento do CVG RS é de construir um novo pensamento para o futuro. Estamos, sim, Unidos pelo novo pensar”, reforçou o lema da entidade, focado num momento em que as relações sociais e de trabalho passam a ser mais humanizadas e mais consultivas.

Por fim, a presidente acentuou que as contas da entidade nas redes sociais (Facebook, Instagram e Linkedin) estão passando por processo de adequação às novas tendências do mercado projetadas para o pós-pandemia, prometendo dar uma cara nova CVG RS neste segundo semestre do ano.​

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade para trabalhador 1045

Análise: 2019 comprova resiliência do setor de seguros

Proteção assegura renda para beneficiário em caso de doença ou acidente

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.