Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo 3424

Seguro de Vida

Contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos

Adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. O Seguro de Vida Empresa PME é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. O segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente – total ou parcial – causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação.

O seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. Mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. O empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa.

“Para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. Além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica Peter Rebrin, Diretor Executivo de Personal Lines e Bancassurance. “E existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”.

A contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. Além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. O serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora.

Allianz reforça compromisso com sustentabilidade e apoia Hora do Planeta 2020 1709

Hora do Planeta é um momento simbólico em que empresas e moradores apagam as luzes dos ambientes por uma hora, mostrando preocupação com o aquecimento global

A Allianz Seguros e empresas coirmãs do Grupo Allianz, Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Allianz Partners e Euler Hermes, participarão neste sábado, 28, das 20h30 às 21h30, da Hora do Planeta.

Promovida pela WWF, a Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, trata-se de um momento simbólico em que empresas e moradores apagam as luzes dos ambientes por uma hora, mostrando preocupação com o aquecimento global. Neste ano, em decorrência do Coronavírus (COVID-19), os eventos físicos ao redor do mundo serão substituídos por demonstrações digitais, como compartilhamento da ação nas redes sociais e séries sobre o aquecimento global em plataformas de streaming, no intuito de preservar a saúde e a segurança física dos participantes.

Em apoio a essa causa, a Allianz Seguros, a AGCS, a Allianz Partners e a Euler Hermes se comprometem a apagar as luzes de suas instalações e escritórios. O letreiro luminoso do Allianz Parque, arena multiuso que leva o nome da seguradora, também será apagado, a fim de reforçar seu pacto com a sustentabilidade.

Desde os anos 2000, o Grupo Allianz ocupa as melhores posições no Índice de Sustentabilidade Dow Jones, assumindo a posição de líder no setor de seguros em 2018. O Grupo também participa ativamente das reuniões e convenções climáticas, endossando sua preocupação com o aquecimento global.

A Allianz Seguros convida os seus clientes, corretores, segurados e demais stakeholders a participarem desse movimento, apagando as luzes de seus escritórios e residências.

Presidente do Sincor-SP atualiza categoria e reforça atendimento ao corretor de seguros 1581

Segundo Alexandre Camillo, o Sincor-SP está operando perfeitamente em home office

Com o tema “Corretores de seguros na luta contra o coronavírus”, o presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, apresentou a 14ª edição do Direto & Reto com Camillo nesta quarta-feira (25/03), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube.

Diante da pandemia mundial do novo coronavírus, Camillo atualizou a categoria sobre os canais de atendimento da entidade durante a quarentena, o apelo da Fenacor às seguradoras, com relação às coberturas do seguro, além de orientações sobre as leis, decretos e medidas que afetam os corretores no cenário atual.

“Desde quinta-feira (19/03), o Sincor-SP está operando totalmente, e perfeitamente, em home office. Continuamos, colaboradores, diretoria e eu, à disposição dos associados para sanar dúvidas e prestar o atendimento de excelência que sempre prestamos”, declara.

Em relação às coberturas securitárias para o coronavírus, Camillo explicou que a Fenacor solicitou as seguradoras para que não apliquem nos contratos de seguros quaisquer cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo a cobertura para eventuais casos de sinistros. “Esse foi um pedido para a sensibilidade das seguradoras para quem não faltem aos nossos clientes e a toda a sociedade. Nesse momento, temos que nos desdobrar e ir além do possível. É um momento de sacrifício para todos”, completa.

Sobre as recentes leis, decretos e medidas divulgadas pelas autoridades de todas as esferas, federais, estaduais e municipais, Camillo destacou que em momentos de crise é preciso tomar providências emergenciais. “Medidas governamentais fazem parte de uma crise. O que fazemos hoje, pode não servir para amanhã. A crise exige dinamismo”.

O presidente ainda anunciou que o Sincor-SP vai disponibilizar todos os documentos das decisões governamentais que afetam os corretores de seguros no site da entidade. “As Comissões técnicas do Sincor-SP, assim como as Assessorias Técnica e Jurídica da entidade vão prestar um atendimento aos corretores de seguros. Além disso, estamos atualizando constantemente nossos canais de comunicação (site, JCS, newsletter e redes sociais) com o objetivo de esclarecer as dúvidas e levar orientação à categoria”.

As atualizações sobre a Medida Provisória 905, cujo relatório retoma a Lei 4.594 e foi aprovado pela comissão, Camillo diz que Câmara e Senado são capazes de votar, mesmo diante do cenário atual. “Eles possuem recursos para prosseguir com a votação. No momento, a situação é favorável aos corretores, em relação à aprovação do relatório. Precisamos torcer para que vá a votação. Vencemos uma etapa. Mas temos que estar atentos às próximas”.

Camillo ainda tranquilizou a categoria com relação à Resolução 382, da Susep, ressaltando que as lideranças da categoria estão avaliando os aspectos técnicos e jurídicos do documento. “Fenacor e Sincors estão atentos a isso, assim como estivemos na MP. Continue a nos dar apoio que produziremos resultados positivos”.

Para assistir ao programa na íntegra clique aqui

A economia do seguro e o direito 1600

Confira o artigo do Presidente da Cnseg publicado no blog do Fausto Macedo, no Estadão

No Brasil, vimos assistindo a uma mudança positiva na incorporação, ao direito securitário, dos fundamentos e avanços teóricos e metodológicos da economia dos seguros, o que vem servindo para o melhor debate e superação da judicialização que ainda alcança de forma importante o mercado de proteção de patrimônios e rendas.

Em geral, essa judicialização tem como pano de fundo o que pareceria ser uma grave oposição entre a formulação e as práticas dos contratos de seguros oferecidos e os interesses individuais ou difusos daqueles que compram esses contratos.

Entretanto, essa suposta oposição já vem sendo, em muitos casos, dirimida por óticas que integram o direito ao verdadeiro cerne universal da ciência securitária, que consiste na união de todos os que participam da mutualidade intrínseca aos seguros no mesmo destino econômico, exigindo repartição de riscos com sustentação em métodos atuariais fundados na segregação das contribuições baseada na probabilidade de riscos segundo a idade, hábitos, e outros parâmetros mensuráveis.

Em analogia, é a diferença entre uma ótica de equidade absoluta e uma ótica de repartição e contribuição heterogênea para a proteção de riscos, que historicamente diferenciou a mera economia da ampla economia política. É esta última que vem permitindo sustentabilidade dos sistemas de produção, consumo e distribuição de múltiplos setores em escala planetária. Ainda que submetida aos ciclos de progresso e redução de atividades, como o que estamos vivendo atualmente.

E, apenas para evitar alguma interpretação deslocada, a qualificação “política” da economia se refere à filosofia econômica, de Adam Smith aos atuais teóricos, que podem divergir bastante, menos no núcleo dos fundamentos inaugurado pelo primeiro.

Buscando endereçar o assunto de forma mais pragmática, essa mudança positiva de integração do direito à economia política dos seguros, ou macroeconomia como querem outros, pode ser exemplificada pela superação recente, por turma do Superior Tribunal de Justiça, da aplicação de reajustes a contribuições de contratos de seguros coletivos de vida conforme o alcance de idades.

Aqui, de novo, não se trataria de busca da equidade a qualquer custo, mas da necessária sustentação, em regime de repartição de riscos, de um sistema de proteção com base nas evidentes e mensuráveis diferenças de riscos entre a população assistida conforme os dados epidemiológicos por idade.

Essa mesma questão pode ser abordada, para fortalecer a presença da economia política dos seguros na preservação do sistema, a partir do conceito de eficiência, tão caro também ao direito securitário. Simplificadamente, em termos econômicos a eficiência é medida pela melhor alternativa existente para a obtenção do mesmo objetivo. Então, na ausência de contratos de seguros coletivos de vida em regime de capitalização – como também são a maioria dos contratos previdenciários, a adoção dos reajustes de contribuições pelo alcance de idades vem se mostrando como a melhor alternativa para um sistema eficiente. Porque o contrário seria a ruptura do pacto entre gerações resultando em inevitável desequilíbrio estrutural do sistema mutualista. O mesmo entendimento jurídico, é evidente, deveria se aplicar aos contratos de planos e seguros privados de saúde.

Há outras dimensões da integração produtiva, e de óbvio alcance social, entre a economia e o direito securitário. E os avanços a que assistimos devem nos animar a perseguir melhores soluções para reduzir o conflito ainda existente, através do desenvolvimento científico e do diálogo.

Por Marcio Seroa de Araujo Coriolano, economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Sincor-SP lança campanha de orientação no combate ao coronavírus 1605

Iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares por meio digital

Como agente do bem-estar social, o corretor de seguros tem um papel fundamental na proteção da sociedade diante do cenário em que o mundo vive. Pensando nisso, o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), através do programa “Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social”, lança a campanha Coronavírus – Saiba como se manter SEGURO.

A iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares. Diariamente, o Sincor-SP envia aos associados um e-mail com instruções de texto e post sobre o tema tratado, além de disponibilizar uma cartilha com dicas de saúde, informações sobre fake news e orientações sobre serviços dos planos de saúde.

“A cartilha contém sugestões e orientações daquilo que nós, corretores de seguros, podemos fazer para os nossos clientes e para a sociedade em geral. Para o primeiro tema, abordaremos os idosos, aqueles com mais de 60 anos”, explica o 2° secretário e responsável pela área social do Sincor-SP, Álvaro Fonseca.

“Quem melhor que o corretor de seguros, que além de consultor, é também um agente do bem-estar social, para orientar a população em um momento delicado como o que estamos vivendo? Esse é o nosso papel e essa é a hora de mostrar que somos especialistas em proteção”, declara o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Tokio Marine registra 9,2% de crescimento na Regional Centro-Oeste 1624

Comercialização de produtos para PJ aumentou 16,9%, impulsionada principalmente por seguros voltados ao setor do agronegócio

Uma das maiores Seguradoras do País, a Tokio Marine segue em ritmo de crescimento no Centro-Oeste. Entre janeiro e dezembro de 2019, as operações da empresa nesta região registraram aumento de 9,2%, totalizando mais de R$ 382 milhões em prêmios emitidos.

O bom desempenho foi impulsionado, principalmente, pela carteira de Produtos PJ, que obteve um crescimento de 16,9%. “Só na modalidade de seguro Agro Safras foram emitidos mais de R$ 40 milhões em prêmios”, explica Jean Brunetto, diretor comercial Varejo Centro-Oeste da Tokio Marine.

Brunetto conta que a Regional Centro-Oeste realizou, no ano passado, um ciclo de palestras que abrangeu todas as suas sucursais, com grande adesão dos Corretores. “Na ocasião, esclarecemos dúvidas sobre produtos como o Auto Popular”, acrescenta, ao mencionar que a carteira de Auto cresceu 5,8% na região.

Também contribuiu para a capacitação de Parceiros da Regional a realização em Goiânia, do Expertise PJ, evento que teve como foco explicar melhor os produtos que compõem a carteira voltada ao público PJ, destacando os diferenciais e benefícios de cada modalidade. “Essa iniciativa foi bastante elogiada pelos Corretores locais e, sem dúvida, contribuiu para diversificar os nossos negócios no Centro-Oeste”, finaliza Brunetto.

Ao longo do período, as sucursais ligadas à Regional também receberam o reconhecimento de entidades do setor por seus produtos e serviços em votação feita pelos Corretores de Seguros, ao que o diretor comemora e agradece. “Esse reconhecimento é fruto de uma forte aproximação com os 1,8 mil Parceiros com os quais nos relacionamos diariamente. Nos orgulhamos de manter uma equipe altamente qualificada na linha de frente com esses profissionais, oferecendo os melhores programas de capacitação e oportunidades de vendas”, conclui.