Bradesco Seguros promove talk show em Porto Alegre (RS) 1155

Bradesco Seguros

Momento reuniu Executivos e Parceiros de Negócios da Companhia

Os Executivos da Bradesco Seguros participaram em peso do talk show “Papo Reto”, promovido na última sexta-feira (19), em Porto Alegre (RS). Na oportunidade o Diretor-Geral da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Gonçalves, e o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul, Ricardo Pansera, debateram as tendências do setor para os próximos anos.

Na pauta estavam as novas tecnologias, o avanço das insurtechs, além dos desafios e oportunidades para os profissionais da corretagem. O momento ainda contou com a participação de Anderson Mundim, Superintendente da Bradesco Seguros na Região Sul; Leonardo Pereira de Freitas, Diretor do Canal Mercado da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, e, Carlos Rodrigo Dias da Silva, Superintendente da Bradesco Seguros na capital gaúcha.

Os executivos Anderson Mundim, Leonardo Pereira de Freitas e Carlos Rodrigo Dias da Silva
Os executivos Anderson Mundim, Leonardo Pereira de Freitas e Carlos Rodrigo Dias da Silva

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 311

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.

Zurich passa a oferecer seguro Proteção Digital para PMEs 336

Zurich passa a oferecer seguro Proteção Digital para PMEs

Produto foi adaptado para atender este mercado e visa resguardar pequenas e médias empresas de riscos cibernéticos

A transformação tecnológica vem mudando a maneira de fazer negócios e as informações estão se tornando o ativo mais valioso para as empresas. Com os novos métodos de ataques cibernéticos surgindo a todo momento e as Regulamentações e Leis de Proteção de Dados e de Privacidade em todo mundo estão se tornando mais rígidas, a segurança contra estas ameaças vem sendo cada vez mais essencial para qualquer tipo de companhia.

Ciente deste cenário e utilizando toda sua expertise em riscos cibernéticos, a Zurich, seguradora global com mais de 79 anos de atuação no mercado brasileiro, passa a disponibilizar o seguro Proteção Digital voltado para pequenas e médias empresas.

O Zurich Proteção Digital, que foi lançado no mercado nacional em 2017 e visa resguardar as companhias de eventuais perdas financeiras devido à violação de privacidade de suas informações, recebeu adaptações especialmente na sua forma de adesão, simplificando o acesso para PMEs. “A proposta de adesão foi facilitada e adequada a este mercado, tornando mais simples a contratação do seguro. As coberturas são as mesmas já aplicadas ao produto tradicional”, afirma Fernando Saccon, Head de Linhas Financeiras da Zurich no Brasil.

O seguro Proteção Digital para PMEs é voltado para diferentes segmentos e setores, como associações profissionais, comércio (não eletrônico), consultorias, empresas de engenharia e arquitetura, empresas de hospitalidade (hotéis, restaurante), empresas de tecnologia, escritório de advocacia e de contabilidade, farmácias, clínicas médicas e odontológicas, imobiliárias, instituições de educação, sindicatos, entre outros.

“Depois de muitos estudos de mercado, entendemos que são setores que tem uma grande exposição a ameaças cibernéticas, principalmente por envolver informações e dados de clientes, e estes riscos não podem ser ignorados por nenhum tipo de empresa”, diz o executivo.

Em recente estudo publicado pelo Fórum Econômico Mundial, com apoio da Zurich, o risco cibernético foi apontado como um dos mais preocupantes por executivos em todo o mundo. Estima-se que os custos de crimes cibernéticos contra empresas devam representar US$ 8 trilhões nos próximos cinco anos, o equivalente ao PIB (Produto Interno Bruto) atual do Reino Unido, França e Alemanha juntos.

Entenda as coberturas do seguro Proteção Digital para as empresas:

  • Responsabilidade civil por atos de violação: o seguro arca com o pagamento dos custos e danos, caso a empresa seja responsabilizada pela violação de dados por meio de um ataque cibernético;
  • Violação de privacidade: o seguro cobre os custos com investigação, monitoramento de crédito e relações públicas;
  • Despesas de substituição de ativo digital: em caso de dados corrompidos ou destruídos, os custos para a recuperação são cobertos;
  • Lucros cessantes: caso ocorra um ataque que interrompa o acesso ao sistema da empresa, o seguro reembolsa os lucros cessantes;
  • Ameaça cibernética: o seguro cobre o pagamento de extorsão e despesas na apuração de ameaças;
  • Multas e sanções administrativas: o seguro cobre o pagamento com multas e sanções.

Sabendo que as primeiras horas após o ataque são cruciais para minimizar danos, vale destacar ainda outro diferencial do seguro Proteção Digital. Por meio de uma parceria com a Crawford, a Zurich oferece ao segurado a possibilidade de contratação de um serviço de resposta a incidentes, provendo assessoria imediata no caso de uma violação da segurança da rede.

Confraseg realiza primeiro encontro em 2019 255

Confraseg realiza primeiro encontro em 2019

Momento contou com apresentação sobre empreendedorismo

A Confraria dos Securitários da Serra Gaúcha (Confraseg) realizou, nesta segunda-feira (15), seu primeiro encontro do ano de 2019. A reunião contou com apresentação sobre empreendedorismo, ministrada pelo professor Marco Aurélio Jablonski.

Foram momentos especiais, com um belo jantar servido aos confrades. A entidade ainda anuncia que logo divulgará suas novas ações e campanhas sociais.

Sala da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada 319

Sala da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada

Rio Grande Seguros e Previdência participou da iniciativa responsável por devolver sala à comunidade

No próximo dia 17 de abril a Sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim será reinaugurada após revitalização. A sala faz parte do complexo da Casa de Cultura Mário Quintana, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. O espaço foi completamente remodelado, com poltronas e acabamentos novos.  “É um bom exemplo da participação de organizações não governamentais que, aliadas à iniciativa privada, contribuem com a gestão de equipamentos culturais públicos, primando pela qualidade dos serviços prestados aos cidadãos. Queremos manter e ampliar este tipo de parceria”, afirma a secretária de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Beatriz Araújo.

“A CCMQ é um dos mais belos e expressivos patrimônios de Porto Alegre. É muito gratificante contribuir com a reforma de uma parte dela e poder devolver ao povo gaúcho um ponto de referencia cultural, como a Sala Eduardo Hirtz”, conta Claudia Oliveira, diretora da Rio Grande Seguros e Previdência.

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros 514

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros

Movimento visa sustentabilidade e maior solidez ao mercado, além de negócios mais atrativos

A necessidade de expandir a base de segurados no Brasil ficou evidenciada na fala do corretor de seguros Thiago Fecher ao JRS São Paulo. “Trata-se de uma necessidade da própria economia e da sociedade. Existem muitos outros produtos que os já conhecidos pelo público em geral, principalmente no ramo empresarial. A contratação de proteção fomenta a expansão da atividade econômica e até mesmo do Produto Interno Bruto (PIB)”, explica o profissional, que agora integra a Comissão de Seguro de Transportes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Thiago Fecher afirma que o consumidor muitas vezes não conhece outras opções de proteção e o corretor acaba tendo grande dificuldade para fomentar a comercialização de outras soluções. “O corretor tem um papel fundamental. A gente precisa investir mais em divulgação dos produtos e das soluções que o mercado tem para garantir esse empresário ou profissional, na sua própria formação. Penso ser necessário falar sobre isso na faculdade, nos cursos de graduação e de extensão. Quando esse profissional entrar no mercado de trabalho ou abrir um novo negócio ele poderá contar com uma solução que diminuirá a taxa de mortalidade desse novo empreendimento”.

Ainda sobre o consumidor, Fecher classifica como impossível a possibilidade de se prever o que acontecerá com as preferências do consumidor em cinco anos ou até mesmo na próxima semana, dada a velocidade das transformações em curso. “Temos uma revolução tecnológica e uma nova dinâmica social que torna impossível ter qualquer tipo de previsão do que o consumidor irá necessitar em alguns anos ou até mesmo meses. Aí entra a experiência do corretor de seguros adaptar as soluções existentes às novas preferências desse consumidor”, justifica.

Fecher seguiu os passos do pai com a Alfatec Corretora de Seguros, de São Bernardo do Campo (SP). A região do ABC Paulista foi fortemente castigada no início do ano por conta de chuvas acima da média no mês de março. “Quando acontecem esses casos de calamidade pública nós precisamos ressaltar o fator social do seguro. Todos os trabalhos de entidades, incluindo o do Sincor-SP, visam expandir esse mercado. Quanto mais pessoas estiverem protegidas pelo seguro, menos acidentes poderão provocar o fim de empresas e provocar prejuízo às famílias. Isso foi o que vimos nos recentes episódios das chuvas. Os corretores atuaram no sentido de orientar o público em geral, até mesmo para exemplificar de que modo o mercado poderia ajudar naquela situação”, constata ao reiterar o vasto prejuízo que foi registrado naquela ocasião. “Existem diversos tipos de realidade e todos foram afetados, independente de classe social. Isso mostra como todos são iguais”, reitera.

“A Alfatec foi fundada em 1987 pelo meu pai. Tem até um fato curioso, que a data do CNPJ dela é a data de meu nascimento. Desde o começo sempre tivemos uma tendência muito grande para seguros empresariais e de transporte. Nos especializamos nisso e desde então construímos nossa carteira”, diz o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Hoje já temos um novo viés, inclusive com uma nova corretora dentro da Alfatec. Trata-se de uma plataforma, que diverge de uma assessoria, que visa o apoio ao corretor que ainda não atua no setor de transportes e empresarial, mas que deseja implantar esses nichos dentro de sua corretora”, prossegue o profissional. “Queremos expandir o conhecimento de Seguro Transporte para um corretor que não atua. Isso cria mais volume de prêmio no mercado. Esse corretor que ainda não atua nesse segmento vai expandir esse ramo em sua carteira para aqueles que ainda não fazem a contratação dessa proteção e isso só beneficia o mercado. Quanto mais prêmio arrecadado, mais fácil fica de aceitar novos riscos. Assim, o mercado fica mais consistente para absorver novos riscos e também consegue-se baixar as taxas e até mesmo a precificação”, enaltece.

O Sindicato e a Comissão de Transportes tem um projeto que visa dar apoio para qualificação de Corretores de Seguros. “A ideia é transmitir conhecimento de como lidar com esse tipo de risco. É uma forma de poder abordar o cliente de forma bem tranquila e segura”, considera.

Sobre estratégias para expansão do negócio, Thiago Fecher considera sua abordagem como “muito próxima com o cliente”. “Nada me convence que essa não é a abordagem mais correta. Quando você conhece a empresa e o risco as conversas são muito mais realistas. Até mesmo aumenta a possibilidade de identificar riscos que ele não estava disposto a cobrir”, destaca ao elencar a união dos corretores como fundamental para o pleno desenvolvimento do setor em nível nacional. Thiago Fecher finaliza recomendando que os profissionais participem de grupos e entidades, a exemplo da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e a própria Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA).

“O seguro é um instrumento de crescimento socioeconômico. Não existe nenhum país desenvolvido que não tenha um mercado de seguros desenvolvido”, prossegue o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Mesmo com toda a rotina agitada o que mais me dá prazer é atender o segurado. Tenho uma trajetória totalmente focada no seguro, mas totalmente feliz e realizada”, conta Fecher ao lembrar que o ramo de seguros lida essencialmente com as emoções humanas.