Fenacor comemora 50 anos de fundação, no Rio de Janeiro 784

Diversas entidades do setor de seguros prestigiaram a confraternização

Cerca de 300 pessoas participaram da noite de gala em homenagem aos 50 anos da Fenacor, no Rio de Janeiro (RJ), nesta quinta-feira (25). O presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, marcou presença nas comemorações. “É uma alegria estarmos aqui, às vésperas das comemorações dos 20 anos da Aconseg-RJ, no próximo dia 7 de novembro, no MAM”, revelou.

Solange Zaquem, diretora regional RJ e ES da SulAmérica, Luiz Philipe Baeta Neves, presidente da Aconseg-RJ, e Leila Nogueira, gerente comercial da Amil, na festa de 50 anos da Fenacor / Divulgação
Solange Zaquem, diretora regional RJ e ES da SulAmérica, Luiz Philipe Baeta Neves, presidente da Aconseg-RJ, e Leila Nogueira, gerente comercial da Amil, na festa de 50 anos da Fenacor / Divulgação

Para Neves, a Aconseg-RJ e a Fenacor sempre mantiveram-se alinhadas em prol do desenvolvimento do corretor de seguros. “A nossa entidade, por exemplo, apoia o corretor naquele que é o seu maior patrimônio, a educação, a capacitação profissional, através de treinamento específico sobre os mais diversos temas pertinentes às suas operações. Foi a forma que encontramos de contribuir para a valorização da categoria para que eles prestem serviços de qualidade aos segurados. Agradecemos a parceria da Fenacor e parabenizamos os seus diretores e equipe pelo apoio profícuo e sistemático que fornecem aos corretores de seguros”, afirmou o presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves.

Na ocasião, várias lideranças e personalidades do mercado receberam a Comenda Mérito Fenacor 50 anos, homenageando a trajetória daqueles que se destacaram ao longo da história da federação. A Fenacor também aproveitou a oportunidade para lançar um livro contando a sua história, destacando sua atuação política junto aos poderes executivo e legislativo, sempre defendendo os interesses dos corretores de seguros e do mercado.

Um bom relacionamento com outras entidades e acompanhar as ações que estão sendo feitas pelo país em prol do mercado é essencial para fortalecer o setor de seguros. Essa é a visão do Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal. O presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF ressalta a importância da Fenacor para o setor.

O presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Augusto Frederico Rosa Costa de Matos / Divulgação
O presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Augusto Frederico Rosa Costa de Matos / Divulgação

“Desde 1968, a Fenacor atua para defender e estimular o nosso mercado e representa hoje sindicatos estaduais que também trabalham para esse mesmo propósito. Ao longo desses 50 anos, a Federação atingiu muitas conquistas e ajudou na expansão do nosso setor. Em nome de todo o SindSeg, parabenizo a instituição e agradeço pelos inúmeros esforços em consolidar e expandir o mercado de seguros”, comenta Augusto Frederico Rosa Costa de Matos.

O presidente do CCS-RJ, Jayme Torres, concorda plenamente com as palavras das principais lideranças presentes, pois o seguro tem reservas técnicas que dão suporte à economia. “Nós, corretores de seguros, estamos comprometidos com as mudanças no país, conforme é desejo do povo brasileiro, mas também com as mudanças na nossa categoria”, destacou.

Jayme Torres, presidente do CCS-RJ, Armando Vergilio, presidente da Fenacor, e Amilcar Vianna, diretor do CCS-RJ / Divulgação
Jayme Torres, presidente do CCS-RJ, Armando Vergilio, presidente da Fenacor, e Amilcar Vianna, diretor do CCS-RJ / Divulgação

“Vamos interagir e nos filiar a Fenacor, como é desejo dos corretores. Uma parte não pode se dissociar do todo, fica capenga, sem sinergia com os seus pares. O Armando, sua diretoria e toda equipe da Fenacor estão de parabéns pelo trabalho que vem sendo realizado e pela belíssima comemoração destes 50 anos de muita luta em prol do reconhecimento e valorização dos corretores de seguros. Estou muito feliz por estar representando os corretores do Rio de Janeiro nessa celebração”, completou Torres.

O presidente do CVG-RJ, Carlos Ivo Gonçalves, ao participar da cerimônia de 50 anos da Fenacor, presenteou a diretoria da entidade com uma placa comemorativa em nome de sua diretoria executiva.

Divulgação
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“O CVG-RJ já completou os seus 52 anos e vem mantendo, durante esta longa trajetória, uma parceria profícua com a Fenacor. Desejamos que daqui por diante, como sempre vem fazendo, a entidade continue a desempenhar o papel importante de valorizar, apoiar e lutar pelos interesses dos corretores de seguros com a tradicional coragem e determinação”, citou.

*Com informações de VTN e Press Comunicação.

Bradesco Seguros segue na lembrança dos brasileiros 237

Casa da Photo

Grupo Segurador, pela 17ª vez consecutiva, é a empresa mais lembrada em “Seguros”

Por 17 anos consecutivos, pesquisa feita pelo conceituado instituto Datafolha com consumidores de diversos municípios do país revela o mesmo resultado: a Bradesco Seguros é a marca mais lembrada quando o assunto é seguros. O Grupo Segurador conquistou, mais um troféu na categoria “Seguros” no prêmio Top of Mind, da Folha de S. Paulo. O evento de reconhecimento contou com a presença do Diretor de Marketing, Alexandre Nogueira, e da Superintendente de Marketing, Ana Claudia Gonzalez.

“Estar presente na memória dos brasileiros como a melhor marca em seguros é motivo que muito nos orgulha. Esse reconhecimento é a prova de que oferecemos soluções completas em seguros para os mais variados públicos, com confiança e solidez, nos momentos em que mais precisam de nós”, afirma Alexandre Nogueira.

Para se chegar a esse resultado, o instituto Datafolha ouviu mais de 6,5 mil pessoas de diferentes idades e classes sociais. Além de “Seguros”, outras 60 categorias de produtos e serviços foram reconhecidas.

ANSP aborda a lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros 343

ANSP

Debate conta com três painéis

A Academia Nacional de Seguros e Previdência realizará, no dia 29 de novembro, mais uma edição do Café com Seguro, que debaterá o tema “A lei de proteção de dados e os impactos no setor de seguros”. O evento, que acontecerá no auditório do Sindseg-SP, tem como objetivo abordar a lei geral da proteção de dados pessoais (Lei n° 13.709/2018) e seus reflexos em toda a cadeia da indústria de seguros.

O debate terá três painéis e contará com a apresentação, composição da mesa e moderação do diretor da ANSP, Rafael Ribeiro do Valle; a abertura do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos.

O primeiro painel abordará a Lei e “compliance”: como se adaptar? Como palestrante, Paulo Eduardo Lilla, Doutor e Mestre em Direito Internacional pela USP, especialista em direito e tecnologia da informação pela Escola Politécnica da USP (PECE/POLI/USP). Possui extensão em direito digital aplicado pela FGV/EDESP, é membro do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), do Instituto Brasileiro de Estudos sobre Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC), da Associação Brasileira de Direito da Tecnologia da Informação e das Comunicações (ABDTIC) e da “International Association of Privacy Professionals” (IAPP).

Em seguida serão colocados em debate os aspectos trabalhistas da lei por Alexandre Magalhães, especialista em Direito Empresarial pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Logo após, Maria Fernanda Hosken Perongini, apresentará os agentes de tratamento na Lei no terceiro painel. A palestrante é mestre em propriedade intelectual e inovação pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com extensão em proteção de dados (IDP/SP), professora de propriedade intelectual no LLM e de direito empresarial pela FGV e membro da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI),

A coordenação dos Trabalhos é do Ac. Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR; e Ac. Voltaire G. Marensi, coordenador da cátedra de Direito do Seguro.

O evento é gratuito, mas as vagas, limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de novembro pelo e-mail eventos@anspnet.org.br ou pelos telefones (11) 3333-4067 e (11) 3661-4164.

Porto Seguro Aluguel reforça a sua atuação no mercado empresarial e incentiva o empreendedorismo 202

Porto Seguro Aluguel

Produto facilita locação de imóveis residenciais e comerciais

O Porto Seguro Aluguel, produto que facilita a locação de imóveis residenciais e comerciais, percebendo uma necessidade do setor empresarial e um crescimento desse mercado, reforça a sua atuação para as startups, com benefícios e facilidades aos empreendedores.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, no primeiro semestre de 2018 o Brasil registrou um aumento de 10,5% novos negócios, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sobretudo para essa demanda do mercado, o Porto Aluguel Empreendedor é uma opção. “Sabemos que os novos empresários têm mais dificuldades para conseguirem um fiador e o seguro torna-se uma ótima alternativa para quem vai alugar o primeiro imóvel ou ampliar suas instalações, além de trazer uma segurança maior para eles”, afirma o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

A análise cadastral do produto é feita em até 24 horas, agilizando o processo de locação para quem não pode perder negócio. Além disso, os contratantes possuem vantagens como desconto em transportadoras para realizar mudanças e serviços de emergência gratuitos, além da participação do Clube Porto de Benefícios, que reúne descontos em restaurantes, academias, entre outros.

“De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem cerca de 62 mil empreendedores e cresceu mais de 200% em números de startups nos últimos seis anos. Atualmente são mais de 6 mil microempresas cadastradas na entidade e é para contribuir com o crescimento delas que estamos reforçando a nossa atuação”, completa Luiz Henrique.

Saúde suplementar registra novos beneficiários 342

Saúde suplementar

Boletim do IESS aponta ligeiro avanço no período de 12 meses encerrado em setembro

O total de beneficiários de planos médico-hospitalares apresentou ligeira variação positiva de 0,2% entre setembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. Contudo, os 102,1 mil novos vínculos apontados na Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do IESS, podem estar “só no papel”. Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, alerta que por a variação ser muito baixa, é possível que na revisão dos números setoriais pela ANS, daqui alguns meses, revele que não houve aumento algum. “No meio do ano destacamos que a ‘recuperação’ que vinha sendo comemorada pelo mercado na verdade não aconteceu. Agora, antes do mercado começar a se animar demasiadamente, é necessário olhar os números com cautela”, explica.

Entretanto, Carneiro aponta que o total de beneficiários pode não estar crescendo como um todo, mas há um aumento considerável do total de vínculos com pessoas de 59 anos ou mais. “A NAB apontou, novamente, um acréscimo de 2,5% ou cerca de 166,7 mil beneficiários nessa faixa etária. Ainda que aconteça uma revisão dos números para baixo, é claro que há um avanço nesse segmento do mercado”, analisa. “Certamente, parte desse avanço se deve a mudança de categoria de alguns beneficiários, mas parte significativa, certamente, é de novos vínculos”, completa.

De acordo com o boletim do IESS, as regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste também registraram novos vínculos com planos de saúde médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em setembro deste ano. No Sul houve aumento de 0,7% ou 46 mil novos vínculos. Mesmo crescimento proporcional observado no Centro-Oeste, que teve 22,9 mil novos vínculos firmados. Já no Nordeste foram 32,9 mil novos beneficiários no período, alta de 0,5%. “Mesmo com uma eventual revisão dos números, é factível esperar que ao menos não seja registrada retração do total de beneficiários. O que é um indicador positivo”, argumenta Carneiro.

No Norte, foram rompidos 9,4 mil vínculos. Retração de 0,5%. Já no Sudeste, região com o maior número de beneficiários do País, foram firmados 7,5 mil vínculos. O que não representa sequer uma alta de 0,1% dos 28,8 milhões de beneficiários na região.

Um novo desafio para o segmento de planos odontológicos 202

Planos Odontológicos

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo – SINOG

Como venho expondo há algum tempo por meio de artigos de opinião e entrevistas à imprensa, é inegável que esteja havendo uma mudança de comportamento em relação à saúde bucal. Ainda tímida, pois apenas 11% da população brasileira (23,5 milhões de pessoas) possui um plano odontológico, mas com sinais de que esse número tende a continuar aumentando, como verificado nos últimos cinco anos. O departamento de Economia do SINOG estima que até 2020 o mercado deve alcançar 26,1 milhões de beneficiários. Um cenário positivo e promissor, que mostra o amadurecimento do segmento, bem como, o comprometimento de toda a cadeia.

Porém, em contrapartida, a taxa de cancelamento, também conhecida por economistas como churn rate, dos planos individuais vem apresentando elevado índice. Pelo último levantamento realizado, cerca de 2,9% dos planos são cancelados ao mês, destacando-se entre as outras modalidades: coletivo empresarial, 2,4% e coletivo por adesão com 2,0%, que também estão altos. Esses números estão intimamente ligados à cultura do brasileiro, que contrata um plano odontológico para tratar algum problema pontual e depois do tratamento cancela o contrato, sem considerar que ele pode vir a precisar dos serviços de um cirurgião-dentista em outra ocasião.

Esse comportamento imediatista em nada colabora para manter a saúde bucal e, principalmente, quanto ao entendimento da importância de tal necessidade. Com um ticket médio acessível à população, o plano odontológico é um benefício que deve ser mantido por toda a vida, desde a infância, porque qualquer pessoa pode apresentar algum problema bucal durante sua vida. Além disso, o cancelamento poderá implicar, posteriormente, no aumento da sinistralidade, prejudicando beneficiários e operadoras.

O churn rate pode e deve ser administrado com uma mudança de cultura. O que leva tempo e esforço, pois nosso imediatismo é inerente. Queremos resolver tudo para ontem e sempre estamos em busca da resolução mais simples e rápida, mesmo sabendo que existem questões que só podem ser resolvidas em médio e longo prazos. Contratar um plano odontológico só para um tratamento imediato e depois cancelar não resolve uma necessidade e, pior, pode criar um problema.

Avançamos em muitos aspectos graças à maturidade do segmento, que vem aprendendo com seus acertos e erros. Mas, agora temos um novo desafio. Além de colaborar na conscientização da importância da saúde bucal e desta forma reforçar a odontologia suplementar como parceira ideal na busca por este objetivo, temos que trabalhar para conscientizar os beneficiários sobre a necessidade de poder contar sempre com a segurança e previsibilidade de um plano odontológico. Seguimos juntos nessa empreitada, porque os desafios, assim como as doenças bucais, não param de surgir.