Terceirização na hora do sinistro pode resultar em grande redução de custos administrativos 1344

Daniel Bortoletto é CEO da Regula Sinistros

Corretoras de Seguros podem economizar até 58% com as soluções da Regula Sinistros

Existe um consenso cada vez mais crescente nas rodas de discussão dos profissionais da corretagem de seguros e parceiros de negócios: o profissional da corretagem precisa dedicar total atenção às vendas e ao que realmente é importante. Seguindo essa visão, a Regula Sinistros desenvolveu uma solução que possibilita uma redução de até 58% nos custos administrativos de uma corretora de seguros.

Quem explicou isso, em reunião da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, foi o executivo Daniel Bortoletto, CEO da Regula Sinistros. “O Corretor de Seguros é o canal legítimo de distribuição de seguros no Brasil. Esse profissional está tão atarefado, com outras atribuições, que acaba deixando de focar nas vendas”, conta. “Nós acreditamos muito nas pessoas. O Brasil está muito mal posicionado em índices de atendimento e pós-venda. Está bem claro que o brasileiro está carente de atendimento. Nosso papel é gerar encantamento ao segurado sinistrado, fidelização de clientes para os corretores de modo a gerar tempo para que este profissional possa gerar novos negócios”, complementa ao abordar o ‘custo de oportunidade’ que impera entre os operadores do setor.

O encontro, realizado na última segunda-feira (29), no Circolo Italiano, em São Paulo (SP), Bortoletto destacou as vantagens da terceirização de algumas etapas, visando o foco total no andamento do negócio. “Sou entusiasta da desburocratização e redução de custos de forma inteligente. É preciso priorizar investimentos com foco em vendas e no cross selling ao mesmo tempo em que a dedicação de recursos deve ser remanejada de acordo com os projetos mais relevantes do ponto de vista estratégico da empresa”, argumenta.

Contar com especialistas em todas as etapas da operação propicia um grande salto em produtividade no dia a dia de uma empresa. “É possível otimizar o tempo tanto de gestores, como de profissionais. Isso possibilita o direcionamento de capital humano com foco na expansão do negócio de forma estruturada”, revela Daniel Bortoletto.

Segundo o CEO da Regula Sinistros, é necessário analisar o cenário do setor de seguros, foco no público e segmento que se quer concentrar esforços, mensuração de clientes e indicadores de desempenho. Na visão de Daniel Bortoletto, toda e qualquer interação do cliente com a empresa é um termômetro para fomentar indicadores de desempenho. “Nos índices de reclamação, divulgados pela CNseg, ao menos 60%, das 144 mil reclamações em 2017, são sobre atendimento e acompanhamento de sinistros. “Em todos os ramos a regulação de sinistros é um grande desafio. Nossos pacotes são voltados para Automóvel, Vida, Ramos Elementares, Fiança, Responsabilidade Civil, DPVAT e Transportes”, complementa Bortoletto ao revelar o desejo de disponibilizar soluções também para o nicho de saúde suplementar.

É possível ainda simular de que forma a Regula Sinistros pode gerar redução de custos e otimização de tempo através dessa calculadora. “Nossos pacotes visam a fidelização da parceria, focamos na satisfação dos clientes, que nos retornam feedbacks através do próprio WhatsApp”, segue Daniel Bortoletto ao destacar a recente parceria fechada com a Rede Lojacorr, que possui mais de 1.300 corretores, e com o Grupo Sustentare, que atua no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O CEO da Regula Sinistros é enfático ao dizer que não fará a introdução de robôs na operação. “Assim não é possível encantar”, concluiu.

Osmar Bertacini é um dos grandes ícones do mercado brasileiro de seguros
Osmar Bertacini é um dos grandes ícones do mercado brasileiro de seguros

Ícone do mercado brasileiro de seguros, Osmar Bertacini ressalta o aperfeiçoamento do atendimento das seguradoras na hora de um processo de sinistro. “Isso é fundamental, pois é o cartão de visita das companhias. Além de propiciar agilidade é fundamental libertar o profissional da corretagem para que ele seja um produtor”, diz ao fazer referência a Aconseg-SP, que reúne assessorias em seguros visando facilitar o trabalho dos operadores do mercado.

Pedro Barbato Filho é presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo
Pedro Barbato Filho é presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo

O presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, Pedro Barbato Filho, enaltece o vasto crescimento da Regula Sinistros nesse primeiro ano de atividades. “Esse empreendedor merece todo sucesso, pois é um merecedor. Nossa entidade está sempre à disposição e esse crescimento e sucesso serão cada vez maiores, certamente”, afirma. “Trata-se de um serviço extramente importante para o nosso setor”, finaliza ao demonstrar satisfação em comandar, com maestria, a 45ª edição da Tribuna Livre da CamaraCor-SP.

Regula Sinistros na 45ª Tribuna Livre da Câmara dos Corretores de SP:

Bolsa de São Paulo fecha acima de 110 mil pontos pela primeira vez 1061

Bolsa de São Paulo fecha acima de 110 mil pontos pela primeira vez

Dólar fecha com pequena queda de 0,09%

Depois de quase um mês de turbulências e oscilações, a Bolsa de São Paulo encerrou acima de 110 mil pontos pela primeira vez na história. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quarta-feira (4) aos 110.063 pontos, com alta de 1,02%. A última vez que o indicador tinha fechado em nível recorde tinha sido em 7 de novembro, quando atingiu 109.581 pontos.

Desde o leilão do excedente da cessão onerosa da Petrobras, no qual o governo não conseguiu vender dois campos, o Ibovespa passou a acumular quedas. Em 19 de novembro, o índice fechou em 105.864 pontos. Na semana passada, o indicador voltou a subir, com alguns dias de pequenas quedas.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 4,202, com queda de R$ 0,004 (-0,09%). Esse foi o terceiro dia seguido de queda da moeda norte-americana, que acumula baixas depois de fechar em R$ 4,241 na última sexta-feira (29).

Sancor Seguros apresenta novo canal de atendimento para agro 1118

Sancor Seguros apresenta novo canal de atendimento para agro

Sancor Agiliza já atende as demandas de auto e passará a atender a carteira de agro

A Sancor Seguros do Brasil a partir de dezembro conta com um novo canal de atendimento para o ramo Agro, o Sancor Agiliza. Em um primeiro momento os corretores poderão utilizá-lo para solicitações e dúvidas referentes a demandas comerciais, subscrição, financeiro, sinistro e inspeções de modo ágil e rápido.

O canal está disponível para a carteira de corretores de agro e auto, para o segundo ramo o atendimento acontece para demandas relacionadas a subscrição e em breve também ao financeiro. “O Sancor Agiliza é o nosso novo aliado na entrega rápida e eficiente para os nossos parceiros”, explica o Superintendente Comercial e Marketing da Sancor Seguros, Rosimário Pacheco.

No ano de 2020 a companhia terá várias novidades e serviços exclusivos aos seus parceiros comerciais. “Sempre falamos isso, e está em nosso guideline, oferecermos produtos exclusivos e que atendam 100% o nosso corretor e parceiros. Está no nosso DNA essa procura constante por atualizações”, finaliza Pacheco.

Para as demandas referentes ao ramo agro, o corretor poderá usar o e-mail agiliza.agro@sancorseguros.com ou (44) 3046-5500 – ramal 60500, e para as demandas referentes ao ramo auto agiliza@sancorseguros.com ou (44) 3046-5500 – ramal 60187.

HDI Seguros patrocina a 8ª etapa da Hyundai Copa HB20 842

HDI Seguros patrocina a 8ª etapa da Hyundai Copa HB20

Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), vai sediar as últimas provas da temporada

A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, estará na pista do Autódromo de Interlagos, em São Paulo/SP, no próximo final de semana, dias 7 e 8 de dezembro. A seguradora é patrocinadora da Hyundai Copa HB20 e endossa o seu apoio à nova categoria do automobilismo brasileiro.

Euclides Naliato é Diretor Regional da HDI Seguros em São Paulo, Capital / Divulgação
Euclides Naliato é Diretor Regional da HDI Seguros em São Paulo, Capital / Divulgação

“Temos muito orgulho de receber em nosso estado a prova que encerra a 1ª temporada de uma competição que privilegiou a igualdade de condições entre os pilotos, o que trouxe disputas emocionantes ao longo do ano”, destaca Euclides Naliato, Diretor Regional da HDI Seguros em São Paulo, Capital. “Os pilotos tiveram a mesma possibilidade de vencer e o conceito por trás disso, que é a prevalência do lado humano sobre a máquina, é algo em que acreditamos”, reforça o executivo.

A primeira prova das categorias HB20 Pro e HB20 Super, que compõem a competição, será realizada no sábado (7), enquanto a segunda, ocorre no dia seguinte. O piloto Raphael Abbate é o líder da HB20 Pro, com 156 pontos. Na HB20 Super, a primeira posição está com Luciano Lopes, que acumula 180 pontos.

A competição será transmitida ao vivo pelo canal Band Sports e também pelas redes sociais.

Corretores esperam novos negócios em seguros cibernéticos com a LGPD 946

Corretores esperam novos negócios com seguros cibernéticos com a LGPD

Evento promovido pela APTS e ENS mostra que os corretores de seguros não estarão livres dos impactos da LGPD. Mas, terão oportunidades de negócios com o cyber risks.

O seminário “LGPD na prática e soluções para Cyber Risks”, promovido pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS), dia 21 de novembro, em São Paulo, se aprofundou na discussão sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para os corretores de seguros, bem como sobre o cenário da segurança cibernética e as perspectivas para os seguros cyber risks.

Aspectos jurídicos

Do ponto de vista legal, a advogada Bárbara Bassani, da TozziniFreire Advogados, explicou que todos os corretores de seguros, independentemente do porte ou da área de atuação, devem se adequar à LGPD. “O corretor é detentor dos dados de seus clientes e deverá protegê-los, preocupando-se, inclusive, com o manuseio por funcionários ou por prestadoras de serviços”, disse. Para advogada Carla Couto, da TozziniFreire, apesar de criticada, a LGPD trouxe mais segurança jurídica.

Bárbara orientou os corretores a obterem o consentimento de seus novos clientes para a oferta de outros produtos. Já em relação à base de clientes anterior à lei, a advogada esclareceu que a LGPD não trata do legado e que essa tarefa ficará a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). No entanto, sugeriu aos corretores que se unam para defender seus interesses em relação ao legado de dados. “Apresentem estudos, fiquem atentos”, disse.

Gestão de riscos

“Segurança da informação é a espinha dorsal da LGPD”, disse Rodrigo Silva, diretor presidente da Turing Security. Ele lembrou que uma das atribuições da ANPD é receber denúncias, que podem vir até de algum concorrente. “Imagine a ANPD pedir relatório de impactos e o empresário não ter, porque não fez nada, sequer começou. Melhor é evitar o caminho do litigio”, orientou.

Silva explicou que não existe um software que dê conta da gestão de riscos, segurança cibernética e da privacidade e proteção de dados. Ele concluiu que a falta de entendimento da tecnologia traz forte risco à privacidade e proteção de dados. Já em relação às medidas de segurança cibernética (controle de acesso, criptografia, registro de log etc.), deixou claro que não são contra a privacidade, mas essenciais para mantê-las.

Foco nos corretores

A proteção de dados e os riscos cibernéticos são uma grande oportunidade de negócio para os corretores, acredita o diretor da APTS Cláudio Macedo Pinto, fundador da Clamapi, corretora especializada em riscos cibernéticos. Especialmente para os corretores, ele ensinou o caminho das pedras em 13 passos que orientam sobre como se adequar à lei, se proteger de ataques virtuais e vender seguro cyber risks.

Macedo sugeriu começar por pesquisas sobre o assunto, inclusive sobre a atuação de hackers, e estudar vários temas, como segurança da informação, legislação, clausulados das apólices, coberturas e exclusões do seguro e o questionário de risco. Buscar parcerias é importante, bem como proteger os dados da corretora. Por fim aconselhou o corretor a não desistir diante da resistência do cliente. “O cyber será uma espécie de seguro saúde para as empresas”, previu.

Cibersegurança

De acordo com Marcos Nehme, CTO Field e diretor para América Latina e Caribe na RSA Security, a ideia da LGPD é criar confiança e, junto com ela, oportunidades de inovação, apesar da “dor de cabeça” que a implementação provocará. Para ele, todo esse processo é importante para a experiência do cliente, gerando confiança, valor na empresa e lealdade.

Nehme observou que é preciso ter atenção aos novos riscos, como, por exemplo, os e-mails maliciosos que instalam vírus específicos para roubar dados de determinados usuários, que não são detectáveis por antivírus. Dentre os desafios da adequação à LGPD, ele cita a identificação e o cuidado com os dados sensíveis. “Não tenha mais caderninho ou folhas na mesa com dados de clientes. Adote a prática da mesa limpa”, disse. No aspecto da segurança, orientou a ter controle maior sobre quem acessa as informações e a criar processos de autenticação de usuários.

Crimes cibernéticos

Considerado um dos melhores hackers do mundo pelo Google e Facebook, o diretor da Elytron Security, João Lucas Brasio, explicou que o seu trabalho como “hacker do bem” é invadir os sistemas de empresas para detectar vulnerabilidades e torná-los mais seguros. Este trabalho é necessário, segundo ele, porque os casos de vazamentos e ataques cibernéticos estão aumentando ano a ano e as perspectivas não são boas. “A tendência é piorar cada vez mais”, disse.

De acordo com Brasio, um dos motivos aumento de crimes cibernéticos é a própria internet, que funciona em três camadas: surface web, em que todos navegam e que responde por apenas 4% de todo o conteúdo; a deep web, cujo conteúdo não é indexado pelos buscadores, como é o caso de exames médicos e operações bancárias, concentrando 90% das navegações; e a dark web, na qual a navegação é anônima e, por isso, é utilizada para pedofilia, tráfico de drogas e crimes cibernéticos.

A lei e os riscos em debate

No talk show mediado por Claudio Macedo Pinto, o debatedor Sergio Oliveira, diretor jurídico da Tokio Marine Seguradora, deixou claro que os corretores poderão responder junto com as seguradoras pelo vazamento de dados, de acordo com a LGPD. “A responsabilidade solidária existe, inclusive a objetiva, aquela não precisa da comprovação da culpa. Por isso, os corretores devem se preocupar”.

Victor Perego, Cyber Underwriter na AIG Seguros, disse que em suas apresentações costuma dividir os objetivos do seguro cibernético em três “pacotes”. No primeiro, para cobrir os custos que a empresa terá para investigar, restaurar o sistema, enfrentar a paralisação (lucros cessantes) e lidar com a crise de imagem. No segundo, para atender ao aspecto regulatório (LGPD), cobrindo custos com peritos, multas e publicidade do vazamento. No terceiro, o seguro cobrirá os custos das ações judiciais de terceiros em decorrência do vazamento de dados.

Uma das premissas básicas do seguro cibernético, segundo Hellen Deungaro Fernandes, gerente de subscrição de Linhas Financeiras na Zurich, é a exclusão de danos materiais ou danos tangíveis. “Se perco meu computador com os dados de clientes, não haverá cobertura para a máquina, mas apenas para o seu conteúdo”, disse. As demais exclusões são danos corporais e a transferência de valores.

Cláudio Macedo informou que a sua corretora, a Clamapi, está trabalhando junto com seguradoras para desenvolver coberturas de riscos cibernéticos exclusivas para pequenas e médias empresas, incluindo corretoras, com valores mais baixos. “A maioria dos corretores não precisa de um seguro de R$ 1 milhão, às vezes, R$ 50 mil já é suficiente”, disse.

Vinicius Albernaz participa de bate-papo em Curitiba (PR) 604

Vinicius Albernaz participa de bate-papo em Curitiba (PR)

Encontro com parceiros de negócios aconteceu na Superintendência Executiva da Regional Sul da Bradesco Seguros

No último dia 03 de dezembro foi realizado um bate-papo de parceiros de negócios com o presidente da Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz, em Curitiba (PR). Durante o encontro, o segurador abordou temas relacionados ao mercado, produtos, benefícios, tecnologia, inovação e outros.

O evento contou com a presença não apenas de corretores e assessorias em seguros, como das diretorias do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), do ISB Brasil e da Bradesco Seguros, como Leonardo Pereira de Freitas e Altevir Prado.

Confira algumas imagens:

Vinicius Albernaz participa de bate-papo em Curitiba (PR)
Vinicius Albernaz participa de bate-papo em Curitiba (PR)