Um novo desafio para o segmento de planos odontológicos 350

Planos Odontológicos

Confira artigo de Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo – SINOG

Como venho expondo há algum tempo por meio de artigos de opinião e entrevistas à imprensa, é inegável que esteja havendo uma mudança de comportamento em relação à saúde bucal. Ainda tímida, pois apenas 11% da população brasileira (23,5 milhões de pessoas) possui um plano odontológico, mas com sinais de que esse número tende a continuar aumentando, como verificado nos últimos cinco anos. O departamento de Economia do SINOG estima que até 2020 o mercado deve alcançar 26,1 milhões de beneficiários. Um cenário positivo e promissor, que mostra o amadurecimento do segmento, bem como, o comprometimento de toda a cadeia.

Porém, em contrapartida, a taxa de cancelamento, também conhecida por economistas como churn rate, dos planos individuais vem apresentando elevado índice. Pelo último levantamento realizado, cerca de 2,9% dos planos são cancelados ao mês, destacando-se entre as outras modalidades: coletivo empresarial, 2,4% e coletivo por adesão com 2,0%, que também estão altos. Esses números estão intimamente ligados à cultura do brasileiro, que contrata um plano odontológico para tratar algum problema pontual e depois do tratamento cancela o contrato, sem considerar que ele pode vir a precisar dos serviços de um cirurgião-dentista em outra ocasião.

Esse comportamento imediatista em nada colabora para manter a saúde bucal e, principalmente, quanto ao entendimento da importância de tal necessidade. Com um ticket médio acessível à população, o plano odontológico é um benefício que deve ser mantido por toda a vida, desde a infância, porque qualquer pessoa pode apresentar algum problema bucal durante sua vida. Além disso, o cancelamento poderá implicar, posteriormente, no aumento da sinistralidade, prejudicando beneficiários e operadoras.

O churn rate pode e deve ser administrado com uma mudança de cultura. O que leva tempo e esforço, pois nosso imediatismo é inerente. Queremos resolver tudo para ontem e sempre estamos em busca da resolução mais simples e rápida, mesmo sabendo que existem questões que só podem ser resolvidas em médio e longo prazos. Contratar um plano odontológico só para um tratamento imediato e depois cancelar não resolve uma necessidade e, pior, pode criar um problema.

Avançamos em muitos aspectos graças à maturidade do segmento, que vem aprendendo com seus acertos e erros. Mas, agora temos um novo desafio. Além de colaborar na conscientização da importância da saúde bucal e desta forma reforçar a odontologia suplementar como parceira ideal na busca por este objetivo, temos que trabalhar para conscientizar os beneficiários sobre a necessidade de poder contar sempre com a segurança e previsibilidade de um plano odontológico. Seguimos juntos nessa empreitada, porque os desafios, assim como as doenças bucais, não param de surgir.

Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração 245

Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração

Ato pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento

A última edição da Revista JRS trouxe entre os seus artigos, uma coluna especial voltada para a saúde. A fisioterapeuta, com especialidade em Medicina Tradicional Chinesa, Respiração Oriental e Método Psicomportamental G.D.S, Joana Carvalho abordou o tema respiração como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento. Confira:

Você já parou para refletir por onde andam os seus pensamentos? Passado, presente ou futuro?

Nós temos uma enorme tendência em ter pensamentos, na sua maioria, no passado e no futuro. Seja pensando no que já aconteceu, algo que foi bom ou ruim ou pensando no que está por vir, metas e objetivos. O que dificilmente fazemos é ficarmos atentos ao presente momento.

Projeção de pensamentos no passado e futuro geram angústia pelo que passou ou ansiedade pelo futuro que desejam conquistar. Para pensar no presente momento, e ao mesmo tempo ter planejamento para o futuro (de curto, médio e longo prazo) é preciso atenção plena em cada momento no presente.

Imagine qual seria o momento em que você consegue ter consciência de estar realmente no seu presente? Existe uma tendência de acharmos que estamos no nosso presente, mas na verdade estamos em uma pequena porcentagem dele e uma grande porcentagem em outro tempo.

Que momento, então, seria esse para estarmos no presente? Talvez quando respiramos? Depende da forma que você respira!

Se o seu estado emocional domina a sua respiração, então você não está no presente! Mas se a sua respiração administra seu emocional, eis o encontro de si próprio com o seu presente momento!

Quando eu penso e dirijo minha atenção para áreas do meu corpo que eu preciso sentir para realizar a experiência de respirar com atenção plena, ou seja, quando eu estou 100% no presente momento que estou vivenciando, eu estou no presente.

Aprendendo, entendendo e praticando o sentir da respiração, você é capaz de identificar o seu ritmo respiratório e, assim, desenvolve a aptidão de ser administrador(a) do seu ser.

Você se torna capaz de usar técnicas respiratórias para gerenciar as mais diversas situações. Seja uma possível crise de ansiedade, para se energizar num dia que se sinta cansado ou para relaxar a mente. E assim você cria uma atmosfera de equilíbrio em qualquer situação do seu dia, sendo no trabalho, estudo, lazer e diversas outras situações.

Encontrar o ritmo que o seu ser expressa através da sua respiração, melhora a sua qualidade de vida, dos que o cercam e do seu desenvolvimento em todas as áreas.

Você já observou de forma amorosa o ritmo da sua respiração?

@respirecomigo | respirecomigo@gmail.com

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida 728

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida

CEO do Grupo Life Brasil chegou a trabalhar 16 horas por dia

A história de Alberto Júnior, que começou a empreender aos 15 anos, foi destaque pela Pequenas Empresas, Grande Negócios. O empresário é dono do Grupo Life Brasil, uma holding de diversas empresas que fatura R$ 30 milhões com seguros e outros serviços do setor.

“Alberto abraçou de vez as vendas porta a porta, função que exerceu até 2007. E não só vendendo seguros: o empresário foi vendedor de itens que foram desde enciclopédias a purificadores de água”, destaca a publicação.

O CEO do Grupo Life Brasil conta que chegou a trabalhar 16 horas por dia. Foram ao todo mais de oito mil visitas a potenciais clientes.

Atualmente todas as empresas da holding utilizam uma metodologia desenvolvida por Alberto, que oferece treinamento para colaboradores e franqueados. A taxa de conversão chegou a 54% em 2017, ante uma média de 21% no mercado segurador.

Lançado por Alberto em 2012, o livro “A Lógica – Como ganhar milhões com seguro de vida na prática”, que virou um best-seller do setor e foi lançado no exterior, foi validado pela Million Dollar Round Table (MDRT). Trata-se de uma associação comercial fundada em 1927, que agrega corretores de seguro de todo o mundo e é reconhecida internacionalmente.

O Grupo Life Brasil também chegou a figurar entre as 0,2% melhores do setor na lista da própria MDRT.

Alberto acredita que, uma das razões para o sucesso é fazer o que “ninguém tem coragem e fugir do óbvio”. Sua própria trajetória dá outro exemplo de como ele aplica essa filosofia: o empresário conta que, “quando não tinha onde vender, chegou até a vender dentro de presídios para os carcereiros, durante a madrugada”.

“Quem consome seguro de vida? Quem está vivo”, Alberto Júnior.

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho 348

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho

É o que aponta uma pesquisa da Amcham

O Brasil vai crescer em 2019. Essa é a premissa pela qual as empresas vão construir suas estratégias de expansão e produtividade para este ano. Muitas delas vão contratar com base na nova lei trabalhista, como mostram os resultados da pesquisa “Plano de Voo Amcham: perspectivas empresariais 2019” feita com 550 presidentes e diretores de empresas e divulgada nesta terça-feira (13/2).

A maioria das empresas (51%) vai contratar mais pessoas ao longo de 2019, abrindo novas posições ou ampliando equipes. Sendo que 36% vão trazer colaboradores pelo regime de CLT, e 15% por meio de novas maneiras de contratação possibilitadas pela nova lei trabalhista. Mas 37% dos executivos não pretendem contratar este ano, enquanto 12% não têm definição.

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir as reformas estruturais que o Brasil precisa, em especial, a da Previdência”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil. A Câmara Americana de Comércio reúne no Brasil 5 mil empresas, em 15 cidades, sendo 85% delas de origem brasileira.

O ritmo de crescimento e contratação de mão de obra vai depender de alguns fatores. O primeiro deles, apontado por 42%, é o aumento da competitividade da economia, o que vai exigir firmeza na condução dessas reformas estruturais aguardadas ansiosamente pelos empresários.

Na sequência, os empresários entrevistados pela Amcham, citam dois fatores cruciais a retomada das contratações: o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%), que exige – entre outras ações – mecanismos a serem oferecidos pelo novo governo para diminuir riscos implícitos de contratos.

Produtividade para crescer

As empresas também estão planejando ações de expansão em 2019. Para a maioria dos pesquisados pela Amcham, o crescimento vai ser com produtividade em processos, produção e equipe. É o que respondeu 43%, quando perguntados sobre a prioridade do negocio. Destaque para o foco em inovação e digitalização do portfólio de produtos e serviços (21%), ampliação geográfica de mercado (12%) e aquisição ou investimentos em novos negócios (11%).

As companhias também planejam investimentos em áreas consideradas como não prioritárias pelo novo governo. Para compensar, as empresas vão investir de maneira redobrada em educação, capacitação e treinamento para colaboradores (38%), inovação (33%), sustentabilidade (18%) e diversidade (12%). Em janeiro, por exemplo, o governo sinalizou cortes de verba no Sistema S (Senai, Senac e Sebrae).

Em relação ao uso de novas tecnologias no negócio, 42% do empresariado respondeu que os investimentos serão para melhoria de processos, com foco em aumento de eficiência e da produtividade. Também serão feitos investimentos em ferramentas para melhorar a experiência do cliente (34%) e detecção de produtos e novos modelos de negócios, com foco em análise de dados e incorporação de serviços digitais ao produto (17%).

Expectativas de crescimento

A economia vai crescer em 2019 para 99% do público. Só há divergência quanto ao ritmo: 69% acham que o PIB aumenta até 2%, enquanto 30% é mais otimista e considera que será mais que 2%.

O otimismo quanto ao crescimento é pontual para 52% e baseado no voto confiança ainda sem base concreta que garanta uma melhora da economia. Mas 45% acha que o cenário de crescimento é concreto e segue em virtude da nova agenda econômica e ajustes prometidos pelo novo governo.

Diante de um cenário macroeconômico positivo, 34% do empresariado respondeu que suas respectivas empresas vão crescer entre 5% e 10% este ano. Outros 28% estimam expansão de 10% nos seus negócios, enquanto 27% projetam crescimento de até 5%. E 10% responderam que não haverá crescimento.

Seguros Unimed anuncia a 5ª edição do Prêmio Inova+Saúde 315

Seguros Unimed anuncia a 5ª edição do Prêmio Inova+Saúde

Iniciativa da seguradora fomenta boas práticas de gestão e inovação junto às cooperativas do Sistema Unimed

Com objetivo de fomentar a inovação e reconhecer práticas que contribuam para a sustentabilidade do setor da saúde no país, a Seguros Unimed anuncia a quinta edição do Prêmio Inova+Saúde. A iniciativa da Seguradora premia cases de sucesso entre as cooperativas do Sistema Unimed. As inscrições podem ser realizadas nesses link.

Serão reconhecidas, com uma visita técnica em cooperativas internacionais, as melhores propostas apresentadas dentro das quatro categorias: Gestão de Pessoas, Marketing, Sustentabilidade e Epidemiologia, Saúde e Bem-Estar. Há ainda o reconhecimento do ‘Case do Ano’ e do ‘Destaque em Inovação Digital’, além do vencedor pelo ‘Voto Popular’.

As cooperativas contempladas em 2019 serão reveladas durante a Convenção Nacional Unimed, maior evento da agenda anual do Sistema Unimed, que reúne as principais lideranças do país para importantes reflexões sobre o futuro do setor. O evento ocorrerá entre os dias 1º e 4 de outubro, em Natal, Rio Grande do Norte.

Conheça os jurados de cada categoria:

Sustentabilidade
Cyrille Maxime Bellier, graduado em Administração de Empresas, com Mestrado com ênfase em Marketing. É cofundador e diretor executivo da Rever Consulting

Gestão de Pessoas
Eugênia Matilde Peixoto Sofal, psicóloga e terapeuta ocupacional. Também se dedica a programas de desenvolvimento de gestores e equipes de RH.

Epidemiologia
Dra. Mônica Silva Monteiro de Castro, médica, especialista em Clínica Médica, mestre em Epidemiologia e doutora em Saúde Pública, com MBA Executivo. Atualmente é consultora independente e sócia-proprietária da empresa Innovare Consultoria e Treinamento

Marketing
Dr. Luiz Peres Neto, doutor e mestre em Ciências da Computação, graduado em Comunicação. É professor colaborador visitante na Universitat Oberta de Catalunya e na Universidade de A Coruña, na Espanha.
Vencedores de 2018 vão conhecer cooperativas na França

Os vencedores do prêmio em 2018 vão conhecer cooperativas da França que são referência em inovação. Entre elas estão a Maif, o Credit Coopératif e a Soignons Humain. A viagem será realizada entre 29 de março e 6 de abril de 2019.

As Unimeds premiadas são: Unimed-BH (melhor projeto do ano e na categoria Gestão de Pessoas), Federação do Estado do Rio de Janeiro (Voto Popular e categoria de Epidemiologia), Unimed Nordeste Paulista (Marketing) e a Unimed Fortaleza (categoria de Sustentabilidade).