Brasil melhora investimentos em energia renovável, aponta Allianz 416

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Entretanto, faltam estratégias de longo prazo na maioria dos países do G20

A maioria dos países do G20, incluindo vários países emergentes, melhorou suas condições para de investimentos em energia de baixo carbono no ano passado. No entanto, mais investimentos em energia renovável precisam ser realizados para atender às metas climáticas do acordo de Paris. Além disso, o G20 precisa desenvolver e implementar estratégias de longo prazo mais ambiciosas, consistentes e transparentes para melhorar o investimento para as energias renováveis.

Estas são as principais conclusões do relatório Climate and Energy Monitor 2018, publicado no início desta semana (26/11) pela Allianz, a Germanwatch e o NewClimate Institute. Pelo terceiro ano, as companhias examinaram a expectativa de investimento e os investimentos de fato realizados para energia renovável em todos os países do G20. “O desenvolvimento do setor de energia renovável é crucial para atingir as metas climáticas do Acordo de Paris”, afirma Katharina Latif, chefe de Responsabilidade Corporativa do Grupo Allianz. “Esses desafios só podem ser enfrentados pelo engajamento e esforço conjunto de governos, empresas e sociedade civil”.

Países do topo conduzem o caminho

A França subiu duas posições e assumiu o topo do ranking, enquanto a Alemanha e o Reino Unido caíram para o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Atualmente, os três primeiros colocados oferecem as melhores políticas e ambientes de mercado, que são critérios fundamentais para investimentos de longo prazo e projetos complexos, como parques eólicos e solares.

“As energias renováveis ​​na França, na Alemanha e no Reino Unido se beneficiam de boas condições de mercado e de investimento em geral, bem como de um ambiente político altamente positivo. No entanto, ainda existem pontos fracos nos países com melhores resultados: os concursos franceses para novas fábricas, por exemplo, não há licitantes suficientes, o investimento da Alemanha em eólica cairá devido às novas regras de leilão e o mercado de energia solar no Reino Unido entrou em colapso após reformas políticas”, disse o professor Niklas Höhne, diretor administrativo do Instituto NewClimate.

As principais melhorias foram atingidas este ano pelo Brasil e pela Itália, ambas alcançando níveis significativamente mais elevados do que no ano passado. Em 2017, o Brasil ocupava a 13ª posição, enquanto a Itália era a 8ª colocada. Neste ano, os países passaram para o 8º e 4º lugares respectivamente.

Brasil ocupa a 8ª posição

No último ano, o Brasil aumentou notavelmente suas adições de capacidade solar fotovoltaica, crescendo a uma taxa similar a outras economias emergentes como Índia, Turquia e China.

De acordo com o relatório, o Brasil planeja instalações anuais de energia renováveis suficientes para estar em conformidade com as metas do Acordo de Paris. O país também teve destaque por possuir um sistema de leilões bem estabelecido e muito transparente para novos projetos fotovoltaicos de energia eólica e solar e por contar com uma linha de crédito especial do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) para projetos do tipo com conteúdo nacional.

Levando em consideração a meta do Acordo de Paris e as evoluções atingidas, o país é um dos que menos precisa investir em um sistema de energia renovável; cerca de 2,7 bilhões de dólares ao ano, apenas. Em contrapartida, a nação brasileira não possui uma estratégia de descarbonização de longo prazo em vigor.

China, Índia e EUA precisam investir mais

Os EUA caíram duas posições, passando a ocupar o 9º lugar, como resultado de mudanças políticas reduzindo o apoio federal às políticas de energia renovável. Com isso, o número de novas instalações eólicas e solares diminuiu em 2017. Nesse período, os EUA investiram US$ 57 bilhões em energia renovável, apenas um terço do capital exigido de US$ 158 bilhões para alinhar-se às metas do acordo de Paris.

Para fins de comparação: a China, que ficou na quinta colocação, investiu US$ 133 bilhões, mais do que o dobro de 2017. A demanda do país, porém, é nitidamente mais alta, exigindo US$ 314 bilhões anuais no setor de energia. Na Índia, na posição dez, a expansão da energia solar dobrou, enquanto a energia eólica também aumentou. No entanto, com investimentos de US$ 11 bilhões em energia renovável no ano passado, a Índia até agora atingiu apenas um mínimo dos US$ 160 bilhões anuais necessários para atender às metas climáticas do setor elétrico.

Apenas o Reino Unido tem uma estratégia de longo prazo de descarbonização

Apenas alguns países do G20 seguem uma estratégia de descarbonização total para o setor de energia. Quase todos os integrantes deste grupo (exceto os EUA) concordaram em limitar suas emissões de CO2 a zero até 2050, mas apenas o Reino Unido aprovou um plano vinculante e ambicioso de longo prazo para descarbonizar seu sistema de energia. No entanto, até mesmo o Reino Unido não desenvolveu metas de curto prazo de energia renovável.

Somente Brasil, França e Alemanha têm metas renováveis ​​de curto prazo, que elevam as energias renováveis ​​com rapidez suficiente para estar de acordo com o que é solicitado pelo Acordo de Paris.

O Monitor constata que todos os países mostram espaço para melhorias em sua estrutura de políticas para oferecer excelentes condições de investimento para as energias renováveis. “A questão não é se os países implementam políticas, mas como exatamente as implementam”, diz o coautor da Germanwatch, Jan Burck. Os principais desafios incluem:

  • Políticas de suporte
  • Aplicação insuficiente de uma política de suporte
  • Políticas regressivas a vista ou em planejamento

Papel importante dos investidores de longo prazo

As companhias de seguros podem desempenhar um papel crucial em projetos de energia renovável, possuindo a expertise necessária em gerenciamento de risco, além de serem investidores bem capitalizados com uma perspectiva de investimento de longo prazo.

A Allianz é uma das primeiras companhias de seguros a estabelecer metas climáticas de longo prazo que estão ligadas à meta de que a temperatura mundial não aumente mais do que dois graus, definida no Acordo Climático de Paris, e de apoiar a transição para uma economia favorável ao clima, por exemplo, financiando energias renováveis.

Em 2040, em um processo passo a passo, a Allianz terá eliminado gradualmente seus investimentos em negócios baseados em carvão e sua cobertura de seguro de tais riscos.

O Monitor de Clima e Energia da Allianz de 2018 classifica os 19 estados membros do G20 (União Europeia excluída como órgão supranacional) de acordo com a sua atratividade como destinos potenciais para investimentos em infraestrutura de eletricidade de baixo carbono.

O relatório considera ainda as suas necessidades de investimento atuais e futuras, de acordo com uma trajetória compatível com a redução de dois graus Celsius na temperatura mundial, conforme definido no Acordo de Paris. A análise também contempla se e onde os investidores fornecem fundos depende de uma estratégia climática e energética confiável no país em questão, bem como de mecanismos de apoio específicos e transparentes, competição justa com fontes de energia fósseis, influência de lobbies contrários e experiência de mercado com energia renovável. Estes são os elementos avaliados, além de fatores gerais, como inflação, abertura a investidores estrangeiros e segurança jurídica.

Liberty Seguros leva mais de 40 corretores a Campus Party 288

Liberty leva mais de 40 corretores a Campus Party e seleciona projeto vencedor de Hackathon

Companhia ainda escolheu projeto vencedor de Hackathon

A fim de reforçar a importância da inovação em sua estratégia, a Liberty Seguros esteve entre as patrocinadoras da edição de 2019 da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do Brasil. Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, a seguradora promoveu diversas atividades em seu estande e ao redor da feira, que foram desde palestras e workshops a um hackathon com mais de 150 pessoas inscritas. Além disso, a seguradora também levou um grupo de funcionários de diversas áreas da companhia e um grupo de clientes para aproveitarem o evento.

“Foi muito gratificante participar da Campus Party este ano, onde pudemos aprender com os participantes e destacar a importância da inovação para a companhia, apresentando aos campuseiros nossas iniciativas, desafios e formas de trabalhar”, conta Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros.

Hackathon Liberty Seguros

Vencedores Hackathon
Vencedores Hackathon

Ao longo da semana, a seguradora ofereceu oito atividades diferentes em seu estande e nos diversos palcos da feira, dentre elas, o Hackathon Liberty Seguros. A ação, que propôs aos campuseiros o desafio de criarem uma solução gratuita para ajudar os corretores em início de carreira a terem mais sucesso em seus negócios contou com 160 inscritos, 36 finalistas e 12 ganhadores – 4 em primeiro lugar, 4 em segundo e 4 na terceira posição.

O projeto vencedor consiste em um atendimento virtual personalizado e gratuito para corretores no início de suas carreiras, que pode ajudá-los a eliminar parte do trabalho operacional diário e se dedicar a demandas mais estratégicas, como prospecção de clientes, relacionamento e outras atividades que irão fortalecer o seu negócio.

Palestra sobre robotização e automação

SIlvio Eduardo Andrade
SIlvio Eduardo Andrade

Além do hackathon e dos workshops, os campuseiros também puderam se aprofundar no tema de robotização e automação na palestra realizada por Silvio Eduardo de Andrade, superintendente de inovação da Liberty Seguros. Durante a explicação, o executivo se aprofundou no assunto e em como empresas de diversos setores estão implementando essas tecnologias em seus processos de forma a ajudar funcionários a organizar e otimizar suas tarefas diárias.

A apresentação contou com a presença dos participantes do evento e cerca de 10 mil pessoas assistiram ao streaming ao vivo na página do Facebook da seguradora.

MetLife anuncia novo Gerente Regional da filial Campinas 139

MetLife anuncia novo Gerente Regional da filial Campinas

Com vasta experiência no negócio de seguros, Fernando Nóvoa assume a gerência comercial da região

O executivo Fernando Nóvoa / Divulgação
O executivo Fernando Nóvoa / Divulgação

Fernando Nóvoa acaba de assumir a gerência regional comercial da MetLife para a filial de Campinas. Nóvoa será responsável pelo desenvolvimento de negócios do canal corretor na região e pela liderança da equipe, que atua em várias cidades do interior de São Paulo.

Antes de integrar a equipe MetLife, Nóvoa passou por grandes companhias e adquiriu vasta experiência no mercado de seguros ao longo da sua carreira.

A MetLife é uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, provendo seguros, anuidades, benefícios para funcionários e gerenciamento de ativos para ajudar seus clientes individuais e institucionais a enfrentar um mundo em constante mudança. Fundada em 1868, a MetLife opera em mais de 40 países e é líder de mercado nos Estados Unidos, Japão, América Latina, Ásia e Oriente Médio.

Tokio Marine define estratégia para atuação em Grandes Riscos em 2019 168

Tokio Marine define estratégia para atuação em Grandes Riscos em 2019

Equipes das áreas técnicas e comercial estiveram reunidas por dois dias para alinhamento

Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine / Divulgação
Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine / Divulgação

Os gestores dos Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine estiveram reunidos com as lideranças da área Comercial para alinhamento da estratégia de atuação conjunta em 2019. O encontro foi realizado em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, e reuniu 60 pessoas para integração, troca de informações e definição do plano de negócios para este ano, incluindo a discussão sobre lançamento de novos produtos e serviços. Atualmente, a Tokio Marine é a quarta maior seguradora de Grandes Riscos do País.

“Ao contrário de algumas Companhias que saíram desse mercado nos últimos anos, nós temos apetite e uma grande expertise para atender as demandas do segmento. Com a perspectiva de retomada do crescimento econômico, certamente haverá uma demanda relevante para seguros relacionados a infraestrutura, como saneamento básico, mobilidade urbana, transporte, energia, etc. Estamos bastante otimistas em relação a este mercado e resolvemos nos reunir com a área comercial para definir metas e objetivos para 2019”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine / Divulgação
Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine / Divulgação

Entre os temas discutidos pelas equipes estão o aprimoramento de processos para garantir ainda mais agilidade na contratação do seguro, da cotação à emissão, além do desenvolvimento de novas soluções e produtos para Pequenas, Médias e Grandes Empresas. As informações compartilhadas no encontro vão nortear a inovação da carteira e propiciar mais oportunidades de negócios.

Para o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, a reunião foi fundamental para os planos da Companhia de continuar sendo uma referência na oferta de seguros de Grandes Riscos. “A sinergia entre as áreas técnica e comercial é fundamental para que possamos oferecer, cada vez mais, atendimento de excelência aos nossos Corretores, Assessorias e Clientes, por meio da oferta de produtos e serviços customizados”, conclu Rodrigues.

Seguro auto: o que fazer após uma colisão 228

Seguro auto: o que fazer após uma colisão

Acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos por ano

Durante o verão, muitas pessoas pegam estrada para viajar nas estradas federais. Segundo dados do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgado em 2018, os acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos a cada ano.

Normalmente, no momento do incidente, até mesmo as pessoas que contam com o seguro de carro não sabem como devem agir e a quem recorrer. Visando esclarecer eventuais dúvidas dos segurados, o diretor do Porto Seguro Auto, Jaime Soares, traz o passo a passo do que deve ser feito.

1 – Tente conduzir o seu carro para o acostamento

Em casos de acidentes leves, sem vítimas, tente, se possível, conduzir seu automóvel para um lugar mais seguro da via, de preferência o acostamento. “Muitas vezes, o segurado acredita que só será ressarcido se ele acionar a seguradora no local exato do acidente. O que não é verdade. Portanto, preserve a vida de todos os envolvidos e leve o carro para um local mais tranquilo”, explica Jaime Soares. Caso não seja possível retirar o veículo da via, saia do veículo e sinalize o acidente com o triângulo a 30 metros da traseira do veículo.

2 – Acione o Samu, Polícia e Seguradora/Corretor

Em casos de acidente com vítimas ou transtornos com terceiros, é importante que o Samu seja o primeiro acionado e, também, a polícia para conduzir a situação. Após isso, o cliente deve acionar o guincho. Os segurados do Porto Seguro Auto podem fazer isso por meio do Aplicativo Porto Seguro Auto (disponível gratuitamente na Apple Store ou Google Play), pelo link SOS Porto Seguro ou pelo telefone 0800 727 0800.É importante saber que o cliente pode contar com o suporte do seu Corretor a todo momen! to, que o ajudará na intermediação com a seguradora.

3 – Guincho

A seguradora encaminhará o guincho que estiver mais próximo ao local do acidente, para prestar todo o suporte ao segurado, tirará as fotos para registrar o ocorrido e encaminhará o veículo para a vistoria e análise do sinistro. É importante ressaltar que não pode haver nenhuma alteração aos danos causados.

4 – Abertura de Aviso de Sinistro

Após o socorro e passado o susto do acidente, o cliente deverá abrir um aviso de sinistro na seguradora, que pode ser realizado também pelo aplicativo Porto Seguro Auto ou pelo endereço eletrônico ou mesmo contar com o apoio do Corretor nesse procedimento. Vale lembrar a importância de o cliente ter contratado a cobertura de acidentes Pessoais de Passageiros e a Cobertura RCF-V para os casos de sinistro. Confira como funciona cada uma delas:

APP – Acidentes Pessoais de Passageiros

O seguro paga indenização aos passageiros e ao motorista, ou aos seus beneficiários, caso eles sofram lesão corporal ou diante de uma fatalidade em um acidente de trânsito.

RCF-V – Responsabilidade Civil Facultativa Veicular

Mais conhecida como Cobertura de Danos à Terceiros, garante o reembolso de um valor a ser pago por conta de danos causados a outras pessoas envolvidas no acidente, sejam eles materiais ou pessoais.

MDS Brasil anuncia Paulo Loureiro como Diretor de Filiais 193

Arquivo/MDS

Executivo, que acumulará a operação no Rio de Janeiro, assume novo cargo na companhia

A MDS Brasil, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos, anuncia a promoção de Paulo Loureiro a Diretor de Filiais da companhia. Há um ano no cargo de Diretor de Regional do Rio de Janeiro, o executivo tem se destacado pelo perfil versátil, que transita entre atividades comerciais, iniciativas de relacionamento com clientes e liderança próxima das equipes. A partir de agora, Paulo passa a acumular a função com o acompanhamento e gestão dos heads regionais Eduardo de Paranaguá (Sul e Minas Gerais) e Leandro Bonilha (Nordeste).

Trata-se de uma posição nova na MDS Brasil e que visa intensificar o alinhamento estratégico em todas as regiões nas quais a empresa tem presença, de forma a compartilhar suas melhores práticas, seus valores, cultura e diferenciais, sempre com respeito às características e culturas locais.

Juntos, os líderes terão a oportunidade de somar o potencial das regiões Rio de Janeiro, Nordeste, Sul e Belo Horizonte e dar continuidade em ações de expansão – a exemplo da inauguração do novo escritório de Blumenau –, para ampliar a projeção da MDS ao redor do Brasil, conquistar e atender cada vez mais clientes do país.

“Este é um movimento interessante para potencializar a atuação da MDS nas diferentes regiões, especialmente nas mais novas, e trabalhar na retenção e ampliação da base de clientes nas praças nas quais a companhia já está consolidada”, explica Paulo Loureiro. Para o executivo, uma de suas missões é mostrar que a MDS Brasil vai muito além de uma corretora, é uma consultoria de risco que dispõe de uma série de serviços e soluções para atender sob medida às necessidades do diferentes perfis de clientes.

Com nove escritórios em importantes cidades brasileiras, a MDS registrou crescimento de 18% em receita no país e 25% em resultado em 2018. Para 2019, a projeção da companhia é seguir com esse ritmo de crescimento e aposta no alto potencial de todas as regiões, em especial as operações mais recentes (Minas Gerais e Nordeste) para obter esse desempenho.

Sobre a MDS: MDS é um grupo multinacional que atua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de riscos. É líder de mercado em Portugal, está entre os maiores no Brasil e presente também em Angola, Moçambique e Espanha. Mundialmente, a companhia opera através da Brokerslink – uma empresa fundada pelo grupo e que gere uma rede de brokers presente em mais de 100 países, totalizando cerca de 10.000 profissionais de seguros. Em resseguro, a organização atua no Brasil, em Portugal e na África com a marca MDS RE. A RCG – Risk Consulting Group é a empresa referência em análise de riscos, controle de perdas, plano de continuidade de negócios e enterprise risk management. Através da HighDome, uma Protected Cell Company (PCC), o grupo oferece soluções alternativas de transferência de riscos ao mercado tradicional de seguros. Por fim, o grupo tem participação relevante na 838 Soluções, empresa pioneira no desenvolvimento de ferramentas para a gestão automatizada de Benefícios e Benefícios Flexíveis.