Empresa desenvolve projetos par cibersegurança de veículos conectados e autônomos 1182

cibersegurança

Serviços permitem enviar informações de forma segura aos veículos

A conectividade e a automatização dos veículos permitem melhorar a mobilidade e aumentar a segurança dos deslocamentos, mas também abrem espaço para possíveis ataques de cibersegurança nos carros conectados, na infraestrutura e nos centros de controle de tráfego. A Indra, uma das principais empresas globais  de tecnologia e consultoria, já está desenvolvendo novas soluções destinadas a garantir a cibersegurança dos veículos conectados e autônomos na base dos projetos europeus de I+D+i Secredas e Scott. Estas soluções de cibersegurança são aplicáveis não somente nos carros, mas também em ônibus, bondes ou trens conectados.

O projeto Secredas, integrado por 69 entidades de 16 países europeus e com um orçamento de 50 milhões de euros do programa ECSEL da União Europeia, tem como objetivo criar uma tecnologia de referência segura para sistemas automatizados, que cumpra também com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD). Aborda as tecnologias relacionadas com a cibersegurança nos setores do transporte, tanto ferroviário como automotivo e saúde.

No setor automotivo, o projeto aborda o desenvolvimento de ferramentas e garante a segurança dos dados e dos próprios sistemas automatizados em todas as camadas de comunicação dos carros conectados e seu ecossistema: desde as comunicações internas entre os sistemas dos próprios veículos e seus sistemas de desbloqueio ou sensores até a troca de dados com o centro de controle, a infraestrutura ou as plataformas na nuvem que facilitam aos veículos novos serviços.

Basicamente, a Indra vai desenvolver no projeto, em colaboração com vários fabricantes de veículos, novos serviços para carros conectados, baseados em tecnologias de troca de informação e comunicações seguras, cloud computing e processamento inteligente distribuído, tendo em conta os maiores níveis de segurança.

Da mesma maneira, no projeto europeu Scott, a companhia desenvolve uma plataforma intermodal na nuvem, que permitirá enviar de forma segura aos veículos informação em tempo real sobre limites de velocidade ou outros sinais, recomendações ou alertas, incluindo informação de outros meios de transporte.

Além de tornar possível o desenvolvimento destes serviços de valor agregado, a Indra trabalha no projeto Scott desenvolvendo novas soluções e produtos baseados em tecnologias de comunicação sem fio segura, confiável e interoperável. Tudo isso em um entorno de cibersegurança por meio do qual se pretende aumentar a confiança nas comunicações sem fio dos veículos conectados.

Graças à segurança incorporada na troca de informação com outros meios de transporte, o projeto tornará possível notificar de forma confiável aos veículos conectados e autônomos diferentes alertas, como, por exemplo, a chegada de um trem em um cruzamento, melhorando a eficiência no transporte e a segurança do passageiro. Esta interoperabilidade é especialmente importante nas cidades onde coexiste uma grande quantidade de meios de transporte diferentes com a capacidade de proporcionar informação útil e onde um dos principais desafios é integrar os veículos convencionais, veículos conectados, carros autônomos e os demais meios de transporte para melhorar a mobilidade urbana e a segurança dos deslocamentos.

O projeto Scott conta com 57 sócios de 12 países e está cofinanciado pelo Ministério de Energia, Turismo e Agenda Digital e pela Comissão Europeia.

Na liderança em serviços para veículos autônomos e conectados

A Indra agrega aos projetos Secredas e Scott sua experiência e tecnologia para o setor do transporte, mas também suas capacidades de processamento na nuvem e cibersegurança. Com os avanços que está desenvolvendo em ambos os projetos, a Indra reforça sua posição de liderança em smart mobility e no mercado de serviços para o veículo autônomo e/ou conectado.

A companhia lidera o projeto de I+D+i Autocits, que testa a direção autônoma em estradas de Madri, Lisboa e Paris para adaptar a normativa, os centros de controle e as infraestruturas ao carro conectado e autônomo. Já está circulando em testes pela pista para veículos de alta ocupação bus-VAO da A-6 em Madri um carro autônomo do projeto, a velocidades superiores aos 80 Km/h. Para tanto, instalou-se nesta pista uma rede de equipamentos com diferentes tecnologias de comunicação ITS-G5 e comunicações móveis, que facilita a comunicação entre o carro autônomo e o centro de controle de tráfego. Graças aos serviços de transporte inteligentes e cooperativos (C-ITS) desenvolvidos no projeto, é possível enviar ao carro informação em tempo real sobre a situação do tráfego, o clima ou obras na estrada. Desta maneira, amplia-se sua “visão” e facilita-se uma convivência segura entre veículos autônomos e convencionais.

A Indra também está tendo uma participação de destaque no projeto C-ROADS. É parceira do consórcio nacional espanhol, que lidera a Direção Geral de Tráfego e atua como fornecedor de tecnologia, desenvolvedor e implementador de serviços C-ITS nos pilotos de Madri e Cantábrico.

A Indra tem um papel fundamental no desenvolvimento e na implementação de vários serviços, assim como do software de centro de controle e de equipamento de estrada que permite o envio de informação aos veículos. Participa do desenvolvimento dos serviços de alerta de climatologia adversa, engarrafamentos próximos e de aproximação de veículos de emergência, a fim de enviar os dados aos veículos autônomos e informar aos motoristas de veículos convencionais, melhorando a experiência e a segurança na direção.

O desafio da cibersegurança

Com a conectividade dos carros à Internet são possíveis ataques externos que não existiam há dez anos. A conectividade, o hardware e o software que capacitam os veículos conectados adicionam novos requisitos de segurança e privacidade que têm implicações diretas na estrutura interna dos veículos e na infraestrutura, com mais de 50 possíveis pontos de ataque.

A conexão remota com um veículo conectado implica a possibilidade de acesso às suas unidades eletrônicas de controle, como o sistema de acesso ao veículo, unidades de controle do volante, sistema de freio, motor, transmissão, iluminação, airbags, etc. Além disso, o próprio desenho e implementação de sistemas de conectividade nos veículos pode ter falhas dos quais os criminosos virtuais poderiam se aproveitar para realizar ataques que incluem o controle de um conjunto ampliado de funcionalidades e a anulação das ações do motorista. Também poderiam ser roubados os dados dos veículos e/ou motoristas.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 435

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 329

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 431

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 442

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta 401

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta

Mercados asiáticos fecharam sem direção única, avalia Nova Futura Investimentos

As bolsas do velho continente fecharam majoritariamente em queda. Embora o Banco Central Europeu (BCE) tenha sinalizado manutenção dos estímulos, o fato de a autoridade monetária ter aumentado suas projeções para o crescimento da economia fez com que os agentes temessem a possibilidade de ajustes na política monetária caso tais projeções se concluam. Londres teve alta de 0,10%. Frankfurt perdeu 0,06%. Paris cedeu 0,26%. Milão teve queda de 0,40%. Na Península Ibérica, Madri e Lisboa perderam 0,26% e 0,17%, respectivamente. A avaliação é da Nova Futura Investimentos.

Em Nova York, os mercados fecharam em alta. Embora os números da inflação tenham sido acima do esperado, o mercado acabou por reagir bem, ao passo em que os rendimentos das treasuries de dez anos fecharam em níveis relativamente baixos, em 1,445%. Tal comportamento se deve ao mercado “acreditar” que o FED manterá o discurso dovish, tendo em vista a criação de empregos evidenciada na semana passada. O Dow Jones teve alta de 0,06%. O S&P 500 ganhou 0,47% e a Nasdaq teve alta de 0,78%.

O Ibovespa fechou em alta de 0,12%, em 130.076,17 pontos. O principal índice da B3 acompanhou o bom-humor externo e a melhora nos preços das commodities. Internamente, as perspectivas de avanço na vacinação e de evolução no calendário de reformas e privatizações também contribuíram para o bom desempenho do índice.

Sexta-feira, 11 de junho de 2021

Os mercados asiáticos fecharam sem direção única. Sem muitos impulsos advindos do calendário econômico no dia (11), os agentes ponderaram a alta da inflação americana, divulgada ontem (10), e a manutenção da política monetária por parte do Banco Central da China (PBoC), devido aos números considerados estáveis da inflação ao consumidor. Tóquio recuou 0,03%. Seul teve valorização de 0,77%. Taiwan subiu 0,32% e Hong Kong acelerou 0,36%. Na China Continental, o Xangai Composto e Shenzhen tiveram queda de 0,58% e 0,89%, respectivamente.

Apesar dos números de inflação divulgados ontem, há alta generalizada nos mercados globais.

O futuro do Ibovespa abre em leve alta, acompanhando os mercados globais e os dados de serviços.

O minério de ferro subiu 5,9% na China, devido à alta demanda e à redução nos estoques.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números do setor de serviços. O setor cresceu 0,7%, contra expectativa de 0,6% e queda de 4,0% em março. Ao ano, o setor registrou alta de 19,8%. O consenso do mercado era de 18,2%, ante elevação de 4,5%.

O Bacen ofertará até 15.000 mil contratos de swap cambial para rolagem a partir das 11h30min.

O mercado também ficará atento às agendas de reformas e ao processo de vacinação contra a Covid-9.

Indicadores internacionais

No Reino Unido, o PIB mensal teve alta de 2,3%, próximo da projeção de 2,2%. Em três meses, o indicador subiu 1,5%. A produção industrial de abril teve queda 1,3%, ante expectativa de 1,2%. O indicador sem considerar a indústria extrativa, no entanto, teve recuo de 1,3%, ante alta de 1,2%. A balança comercial do país teve déficit de £ -10,96 bilhões.

Nos EUA, a agenda é relativamente vazia, com a publicação dos indicadores regionais da região de Michigan para junho. A confiança do consumidor tem projeção de 79,0 pontos, ante 78,8 em maio. A percepção do consumidor pode subir para 84 pontos, segundo o consenso, contra 82,9 no mês anterior. Como toda sexta-feira, a Baker Hughes divulgará a quantidade de sondas de petróleo em operação.