A vez da previdência privada com a reforma no novo governo 580

Previdência

Participação do setor de seguros será indispensável para garantir o futuro da sociedade

A atuação política tem impacto direto na economia, por isso, as instabilidades de governo trouxeram atrasos na retomada do crescimento dos setores no Brasil. Em 2019 teremos um novo presidente da república e vemos com otimismo as novas possibilidades.

Uma importante pauta do novo governo, de interesse de toda a sociedade, é ligada diretamente ao mercado de seguros: a reforma da previdência. A equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro defende o que nós do setor já sabemos há muito tempo: a conta da previdência social não fecha e será indispensável a participação da iniciativa privada para garantir o futuro das pessoas. Enquanto algumas linhas vinham contra as reformas, entendendo que é responsabilidade do governo cuidar dos cidadãos idosos que já deram sua contribuição, sabemos que as pessoas hoje vivem mais, têm menos filhos, aumentaram os trabalhos informais… ou seja, são poucos jovens contribuindo para muitos idosos receberem.

No primeiro semestre de 2018 os planos de previdência privada tiveram arrecadação de R$ 54,1 milhões, queda 5,1% em relação ao mesmo período no ano anterior, segundo dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras). Na esfera pública, os números também não foram animadores, apresentando queda ainda em 2017. De acordo com a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, o déficit foi de R$ 268,79 bilhões – considerando o INSS.

A proposta de reforma previdenciária esteve parada em função da intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, porque, de acordo com a legislação, em períodos como este o Congresso não pode alterar a Constituição. Mas existe a possibilidade de revogação da intervenção e o assunto segue em mais alta do que nunca: o presidente eleito tem dado seguidas declarações sobre o assunto.

Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação
Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação

Atualmente a previdência social opera pelo regime de repartição, em que trabalhadores em atividade financiam os benefícios dos aposentados. Outro regime possível seria o de capitalização, que tem como característica principal o pré-financiamento do benefício, ou seja, os próprios trabalhadores, durante a sua fase laborativa, produzem um montante de recursos necessários para sustentar o seu benefício previdenciário. Dessa forma, não existe o pacto direto entre as gerações, pois é a geração atual (o próprio beneficiado) que financia os seus benefícios previdenciários. O novo Governo prevê um meio termo.

De acordo com o plano de governo de Jair Bolsonaro, a ideia é implementar um modelo de capitalização de forma gradativa, mas o texto do candidato do PSL também salienta que os brasileiros ainda poderão ficar no modelo de previdência antigo, se assim quiserem. “Novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. E aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas”, diz trecho do plano de governo.

Segundo o documento, a proposta é que seja criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo, que poderia deixar os aposentados que escolheram pelo regime de capitalização desamparados em um primeiro momento.

A proposta é parecida com a que os especialistas do setor de seguros imaginavam, pois a única maneira de se ter um sistema sustentável, a longo prazo, é com uma reforma. E provavelmente as mudanças devam ser realizadas em fases, pois é um impacto muito grande para os brasileiros.

As empresas e profissionais do setor de seguros terão participação inquestionável para desenvolver e implantar o melhor modelo de gestão da previdência. Os corretores de seguros, por sua vez, irão trabalhar fortemente no aculturamento da sociedade brasileira aos novos moldes e na entrega e consultoria das soluções do mercado privado.

Já nosso papel enquanto entidades representativas será de, cada vez mais, buscar ampliar proximidade e insistir em termos representantes do nosso setor na esfera pública, para atendermos pleitos e contribuirmos com a ampliação da participação dos seguros entre os brasileiros.

*Artigo produzido por Alexandre Camillo. O especialista é corretor de seguros e liderança política. Atua como diretor da Camillo Seguros, presidente do Sincor-SP (Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo), presidente da CâmaraSIN (Câmara de Mediação e Conciliação – Sincor-SP), e vice-presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros).

MAPFRE anuncia novo CEO para o Brasil 840

MAPFRE

Executivo substitui Wilson Toneto, que dedicou 31 anos à empresa

Na manhã desta quinta-feira, 13 de dezembro, a MAPFRE anuncia Fernando Pérez-Serrabona como o novo CEO da Regional Brasil. O executivo terá como missão dar continuidade à expansão da companhia no país.

Formado em Ciências Econômicas e Empresarias pela Universidad Complutense, de Madri, e em Direito, pela UNED – ambas na Espanha -, Serrabona ingressou na companhia em 1989, atuou nas áreas de seguros e serviços financeiros, foi chefe da Área Internacional e diretor geral das Américas da MAPFRE Garantias e Crédito. Desde 2013 atuava como diretor geral para Espanha e América Latina da Solunion, empresa de seguro de garantia e crédito que pertence ao Grupo MAPFRE.

Após 31 anos dedicados à seguradora, dos quais sete como CEO, Wilson Toneto deixa a empresa para trabalhar em outros projetos profissionais e pessoais que seguramente resultarão em novas conquistas.

IESS reconhece melhores trabalhos acadêmicos em Saúde Suplementar 511

Luiz Augusto Carneiro é Superintendente Executivo do IESS

Com intuito de aprimorar o setor, instituto ainda promoveu o Seminário Decisões na Saúde

Com o intuito de incentivar e agraciar a Produção Científica no ramo da Saúde Suplementar, o Instituto de Estudos em Saúde Suplementar (IESS) promoveu, nesta terça-feira, 12 de dezembro, o VIII Prêmio IESS. A cerimônia foi realizada no Hotel Tivoli Mafarrej, em São Paulo (SP).

Para Luiz Augusto Carneiro, Superintendente Executivo do IESS, a missão da organização “é o fomento do conhecimento, de modo a promover a pesquisa e contribuir com a evolução do setor de seguros”. Carneiro ainda ressaltou que a sociedade tem manifestado seus anseios por mudanças e que o acervo técnico do instituto pode ajudar na formulação de políticas públicas e privadas. “A transformação desejada pela saúde suplementar requer transparência, equidade, previsibilidade, respeito às normas e aos contratos. O IESS fornece referências técnicas para grandes temas nas áreas correlatas, como economia e direito”, avalia.

Manoel Peres é presidente do IESS e discursou na abertura da cerimônia
Manoel Peres é presidente do IESS e discursou na abertura da cerimônia

Entre os trabalhos acadêmicos reconhecidos, o destaque na categoria Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde, foi para Jorge Aguiar De Andrade Neto, com o trabalho “Os desafios da interoperabilidade em operadoras de medicina de grupo, nas percepções dos médicos assistentes, gestores de unidade de atendimento assistencial e gestores de TI”, apresentado no mestrado da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV). O segundo lugar ficou com Gabriela Herrmann Cibeira, que desenvolveu o “Estudo epidemiológico de estilo de vida e fatores de risco cardiovascular de trabalhadores da indústria brasileira” para o Programa de Pós-Graduação em Medicina Cardiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A pesquisa vencedora na categoria Economia foi “A regulação como propulsora de práticas de controle interno na saúde suplementar”, de Marília Augusta Raulino Jácome, do Mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciências Contábeis, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Já a segunda colocação foi conquistada por Lucas Manoel Marques Clemente, do Mestrado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) com o trabalho “Práticas administrativas para a sustentabilidade financeira de operadoras de planos de saúde médico-hospitalares: um estudo de múltiplos casos”.

Na categoria Direito, José Maria dos Santos Junior conquistou a primeira colocação com “O debate da qualidade regulatória em saúde suplementar a partir da implementação da metodologia de análise de impacto regulatório”, dissertação de Mestrado apresentada na Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF). O segundo lugar ficou com Antonio José Accetta Vianna, do MBA da Universidade Católica de Petrópolis, com a pesquisa “A saúde suplementar e a cobertura de medicamentos sem registro na Anvisa”.

Tudo aconteceu em meio ao Seminário Decisões na Saúde, que apresentou as palestras especiais “O papel do Núcleo de Apoio Técnico na tomada de decisões do Poder Judiciário em controvérsias do setor de saúde”, da Dra. Luciana da Veiga Oliveira, coordenadora do Comitê Executivo da Saúde do NAT-JUS do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), e “Cuidados paliativos e dignidade humana na era da máxima tecnologia na saúde”, apresentada pelo Dr. Daniel Neves Forte, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos.

*Colaborou: Letra Certa Comunicação.

Liberty Seguros é a primeira seguradora do Brasil a oferecer seguro de carros compartilhados à microempresários 257

Liberty Seguros é a primeira seguradora do Brasil a oferecer seguro de carros compartilhados à microempresários

Seguradora será responsável pela proteção dos carros disponíveis no catálogo da moObie

A Liberty Seguros ingressa no mercado de compartilhamento de carros peer to peer (aluguel de pessoa para pessoa), oferecendo uma nova modalidade de seguro para proprietários de automóveis disponíveis na moObie, plataforma referência em mobilidade no Brasil. A parceria entre as companhias tem o objetivo de expandir as oportunidades de quem procura fazer renda extra com o compartilhamento de carros.

O principal diferencial da apólice desenvolvida pela seguradora é o fato de garantir cobertura por dia para o público microempreendedor que tem documentação via CNPJ (pessoa jurídica), serviço que antes era disponível somente para pessoas físicas.

Mario Cavalcante é Diretor de Massificados da Liberty Seguros / Divulgação
Mario Cavalcante é Diretor de Massificados da Liberty Seguros / Divulgação

“Um dos pilares da Liberty Seguros é o fomento à inovação, seja para trazer ao consumidor novas tecnologias para facilitar seu dia a dia, seja para criar novos produtos que atendam às necessidades do mercado e da nova economia. Poder desenvolver esse produto para a moObie é uma grande oportunidade de mostrar mais uma vez que estamos pensando no futuro” explica Mario Cavalcante, Diretor de Massificados da Liberty Seguros.

“O produto que a Liberty desenvolveu permitirá que o microempreendedor individual (MEI), que possui um carro registrado em um CNPJ, passe a contar com a possibilidade de locar o veículo pela nossa plataforma da mesma maneira que já acontece com a pessoa física, garantindo dessa forma, uma oportunidade de renda extra”, explica Tamy Lin, CEO da moObie.

Como funciona

A locação acontece de Pessoa para Pessoa (P2P) por meio de app intuitivo e prático da moObie. O proprietário cadastra seu carro, que passa por uma validação na qual serão verificados a situação do veículo junto ao Detran/Denatran, vigência do seguro e critérios de elegibilidade (modelos de 2008 em diante e com menos de 100mil km rodados), com outros critérios também sendo avaliados pela equipe da moObie.

Por parte dos locatários, após aprovação do cadastro, o interessado acessa o app para buscar o veículo disponível mais indicado à sua necessidade em um mapa de localização, verifica preço e solicita a reserva. Do outro lado, o dono visualiza o pedido e tem autonomia para aceitar ou não a solicitação na data especificada, de acordo com sua disponibilidade. O pagamento é feito no ato da confirmação da reserva via cartão de crédito do condutor e entra na conta do proprietário do carro cadastrada na moObie em datas pré-definidas.

No ato da entrega das chaves, é realizado um check-in no próprio app e na devolução é feito checkout via celular. O carro deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi entregue, limpo e abastecido. Caso haja infração ou acidente durante a locação, há processos preestabelecidos. O número da habilitação do usuário fica registrado e o carro está segurado durante todo período de locação. Se houver sinistro, a seguradora da moObie é a responsável e não a do proprietário. E se houver infração, os pontos vão para o usuário, não para o dono do carro.

A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 3,2 bilhões e uma carteira com mais de 1,9 milhão de apólices, tem cerca de 1.8 mil funcionários e possui filiais em todo Brasil. Com mais de 15 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e é especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

A moObie é uma comunidade criada para promover a economia criativa e incentivar novas soluções de mobilidade como o carsharing (compartilhamento de veículos), que visa contribuir para cidades mais sustentáveis. Com um app intuitivo e prático, a empresa aproxima pessoas interessadas em otimizar o investimento feito em um carro e obter uma renda extra (o proprietário) de pessoas que procuram um meio de transporte seguro e acessível (o usuário).

Icatu Seguros e Banco Inter fecham parceria para oferecer Previdência por aplicativo 493

Icatu Seguros e Banco Inter fecham parceria / Divulgação

Companhia é líder entre as seguradoras independentes em Vida, Previdência e Capitalização

A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes em Vida, Previdência e Capitalização, e o Banco Inter, primeiro banco digital do país, fecharam parceria para comercializar previdência privada pelo aplicativo do banco – uma iniciativa inédita no país. Com o objetivo de democratizar o acesso de todo tipo de investidor e incentivar o planejamento financeiro, um dos propósitos da seguradora, a transação é 100% online, sem taxas de carregamento e com aplicação mínima de R$ 100.

Pelo celular, o investidor responderá a algumas perguntas para receber sugestão do plano mais indicado para seu perfil, tornando a experiência do cliente melhor e ainda mais customizada. Os sistemas da Icatu Seguros e do Banco Inter estão integrados via API. Trata-se de uma tecnologia moderna que torna mais fácil e simples o canal de acesso: o cliente utiliza o sistema da Icatu e tem interface em tempo real com a base do banco, garantindo agilidade aos processos, além de segurança dos dados.

“Criamos uma oferta que não existe no Brasil: pelo celular, qualquer investidor poderá decidir por um produto de previdência com segurança. Estamos conectando consumidores digitais a um marketplace de previdência preparado para atendê-lo na oferta e no pós-venda”, afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel.

A parceria foi lançada nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro, em um evento na B3, em São Paulo, quando o Banco Inter anunciou a criação da Plataforma Aberta Inter (PAI).

“Nosso diferencial é ser um banco digital que oferece tudo o que o cliente precisa, na palma da mão. Com a nossa nova plataforma de investimentos, passamos a contar com um portfólio ainda mais completo, oferecendo também a possibilidade de contratação de previdência privada diretamente pelo aplicativo”, afirma João Vitor Menin, CEO do Banco Inter.

Como as startups estão transformando as empresas tradicionais? 470

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Confira artigo de Henrique Maziero, fundador e CEO do Grupo Planetun

Que as startups são modelos de negócios escaláveis tentando inovar com o desenvolvimento de soluções em um cenário de incertezas não é novidade. A reflexão da vez é que, esses empreendedores disruptivos vem transformando não só o nicho em que atuam, mas também todo um setor de mercado anteriormente tradicional e dotado de velhas práticas.

Com o avanço da tecnologia, a chegada da geração millennials ao mercado de trabalho e a mudança na forma como as pessoas consomem os mais diferentes tipos de produtos, as corporações tradicionais tiveram que se adaptar para continuarem competitivas. O novo consumidor demanda um conjunto de agilidade, mobilidade e conveniência, que não pode passar despercebido e deve ser cada vez mais incorporado pelos negócios.

No entanto, implementar mudanças e transformar o legado de uma instituição tradicional não é tarefa das mais simples, por isso um movimento que passou a acontecer foi as grandes empresas buscarem as novatas, que já nasceram com essa veia de inovação e tecnologia, para adotar novas soluções e aprimorar seus processos. Prova disso é que, hoje, já existe uma ampla gama de startups que atuam exclusivamente no segmento B2B, oferecendo recursos para modernizar setores até então mais enraizados.

Uma pesquisa feito pela GE Global Innovation Barometer com executivos seniores de 23 países demonstra essa transformação: 81% reconheceram o crescimento da cultura de startups e concordaram que essa é uma forma de estabelecer sistemas inovadores dentro das organizações. Outro estudo, realizado pelo Harvard Business Review, apontou que 43% das empresas pesquisadas, de diversos setores, estão conseguindo resultados positivos em seus negócios com investimentos em transformação digital.

Uma das principais aplicações tecnológicas que vem sendo inserida nos negócios das grandes companhias é a Inteligência Artificial (IA), tecnologia que se expandiu e fortaleceu em paralelo ao movimento de crescimento das startups no mercado. O objetivo é aprimorar a relação entre empresas e clientes.

Cada vez mais conectado e atento as mudanças ocorridas no comportamento do consumidor, o setor tradicional de seguros é um dos que está apostando nas soluções digitais para atender as novas demandas e se manter competitivo. No caso da Inteligência Artificial, a ideia é levar mais qualidade, segurança e agilidade para os processos, inovando em um ambiente complexo de sistemas, nos quais as seguradoras estão inseridas.

A IA é capaz de substituir esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos deixando de agregar valor ao negócio, por processos automatizados, o que aprimora os serviços das seguradoras de diferentes formas. Entre as vantagens estão um processo mais rápido, melhor experiência do usuário, redução de custos, maior competitividade no mercado e estímulo à inovação.

Visto que o cenário é de transformações, o que percebemos é que não só as startups têm muito a aprender com a experiência das já bem-sucedidas e consolidadas organizações, como as empresas tradicionais também estão cada vez mais engajadas em se inspirar na dinâmica de inovação dessas pequenas disruptivas.

*Por Henrique Mazieiro, fundador e CEO da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.