A vez da previdência privada com a reforma no novo governo 683

Previdência

Participação do setor de seguros será indispensável para garantir o futuro da sociedade

A atuação política tem impacto direto na economia, por isso, as instabilidades de governo trouxeram atrasos na retomada do crescimento dos setores no Brasil. Em 2019 teremos um novo presidente da república e vemos com otimismo as novas possibilidades.

Uma importante pauta do novo governo, de interesse de toda a sociedade, é ligada diretamente ao mercado de seguros: a reforma da previdência. A equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro defende o que nós do setor já sabemos há muito tempo: a conta da previdência social não fecha e será indispensável a participação da iniciativa privada para garantir o futuro das pessoas. Enquanto algumas linhas vinham contra as reformas, entendendo que é responsabilidade do governo cuidar dos cidadãos idosos que já deram sua contribuição, sabemos que as pessoas hoje vivem mais, têm menos filhos, aumentaram os trabalhos informais… ou seja, são poucos jovens contribuindo para muitos idosos receberem.

No primeiro semestre de 2018 os planos de previdência privada tiveram arrecadação de R$ 54,1 milhões, queda 5,1% em relação ao mesmo período no ano anterior, segundo dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras). Na esfera pública, os números também não foram animadores, apresentando queda ainda em 2017. De acordo com a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, o déficit foi de R$ 268,79 bilhões – considerando o INSS.

A proposta de reforma previdenciária esteve parada em função da intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, porque, de acordo com a legislação, em períodos como este o Congresso não pode alterar a Constituição. Mas existe a possibilidade de revogação da intervenção e o assunto segue em mais alta do que nunca: o presidente eleito tem dado seguidas declarações sobre o assunto.

Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação
Alexandre Camillo é corretor de seguros e liderança política / Divulgação

Atualmente a previdência social opera pelo regime de repartição, em que trabalhadores em atividade financiam os benefícios dos aposentados. Outro regime possível seria o de capitalização, que tem como característica principal o pré-financiamento do benefício, ou seja, os próprios trabalhadores, durante a sua fase laborativa, produzem um montante de recursos necessários para sustentar o seu benefício previdenciário. Dessa forma, não existe o pacto direto entre as gerações, pois é a geração atual (o próprio beneficiado) que financia os seus benefícios previdenciários. O novo Governo prevê um meio termo.

De acordo com o plano de governo de Jair Bolsonaro, a ideia é implementar um modelo de capitalização de forma gradativa, mas o texto do candidato do PSL também salienta que os brasileiros ainda poderão ficar no modelo de previdência antigo, se assim quiserem. “Novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. E aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas”, diz trecho do plano de governo.

Segundo o documento, a proposta é que seja criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo, que poderia deixar os aposentados que escolheram pelo regime de capitalização desamparados em um primeiro momento.

A proposta é parecida com a que os especialistas do setor de seguros imaginavam, pois a única maneira de se ter um sistema sustentável, a longo prazo, é com uma reforma. E provavelmente as mudanças devam ser realizadas em fases, pois é um impacto muito grande para os brasileiros.

As empresas e profissionais do setor de seguros terão participação inquestionável para desenvolver e implantar o melhor modelo de gestão da previdência. Os corretores de seguros, por sua vez, irão trabalhar fortemente no aculturamento da sociedade brasileira aos novos moldes e na entrega e consultoria das soluções do mercado privado.

Já nosso papel enquanto entidades representativas será de, cada vez mais, buscar ampliar proximidade e insistir em termos representantes do nosso setor na esfera pública, para atendermos pleitos e contribuirmos com a ampliação da participação dos seguros entre os brasileiros.

*Artigo produzido por Alexandre Camillo. O especialista é corretor de seguros e liderança política. Atua como diretor da Camillo Seguros, presidente do Sincor-SP (Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo), presidente da CâmaraSIN (Câmara de Mediação e Conciliação – Sincor-SP), e vice-presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros).

Chubb nomeia novo Head de Travel Insurance para América Latina 215

Chubb nomeia novo Head de Travel Insurance para América Latina

Lucas Burón será responsável pelo impulsionamento do crescimento planejado no segmento

A Chubb nomeou Lucas Burón como Head de Travel Insurance para a América Latina, que será responsável por todas as atividades da carteira de seguro de viagem, incluindo impulsionar o crescimento planejado para o segmento, desenvolver os negócios, definir e executar a estratégia, fortalecer o relacionamento com os principais parceiros e manter a rentabilidade do negócio.

Lucas Burón chegou à Chubb em 2017, trabalhando na gestão de contas-chave, na renovação e aumento de parcerias, na maximização de receita e no desenvolvimento do negócio. Antes de ingressar na Chubb, trabalhou na AIG Travel Guard por mais de 6 anos, ocupando diversos cargos na Argentina e na Colômbia. Lucas é formado pelo Instituto Privado de la Câmara Argentina de Comércio, onde estudou Comércio Exterior. Atualmente faz MBA na BYU de Idaho.

A nomeação de Lucas Burón entrou em vigor em 1 de fevereiro de 2019 e ele se reportará diretamente a José Sosa, Vice-presidente sênior de A&H e Vida da Chubb América Latina e matricialmente à Alex Blake, Vice-presidente sênior e Head Global de Travel Insurance do Grupo Chubb.

Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração 202

Saúde: Revista JRS aborda artigo inédito sobre respiração

Ato pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento

A última edição da Revista JRS trouxe entre os seus artigos, uma coluna especial voltada para a saúde. A fisioterapeuta, com especialidade em Medicina Tradicional Chinesa, Respiração Oriental e Método Psicomportamental G.D.S, Joana Carvalho abordou o tema respiração como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento. Confira:

Você já parou para refletir por onde andam os seus pensamentos? Passado, presente ou futuro?

Nós temos uma enorme tendência em ter pensamentos, na sua maioria, no passado e no futuro. Seja pensando no que já aconteceu, algo que foi bom ou ruim ou pensando no que está por vir, metas e objetivos. O que dificilmente fazemos é ficarmos atentos ao presente momento.

Projeção de pensamentos no passado e futuro geram angústia pelo que passou ou ansiedade pelo futuro que desejam conquistar. Para pensar no presente momento, e ao mesmo tempo ter planejamento para o futuro (de curto, médio e longo prazo) é preciso atenção plena em cada momento no presente.

Imagine qual seria o momento em que você consegue ter consciência de estar realmente no seu presente? Existe uma tendência de acharmos que estamos no nosso presente, mas na verdade estamos em uma pequena porcentagem dele e uma grande porcentagem em outro tempo.

Que momento, então, seria esse para estarmos no presente? Talvez quando respiramos? Depende da forma que você respira!

Se o seu estado emocional domina a sua respiração, então você não está no presente! Mas se a sua respiração administra seu emocional, eis o encontro de si próprio com o seu presente momento!

Quando eu penso e dirijo minha atenção para áreas do meu corpo que eu preciso sentir para realizar a experiência de respirar com atenção plena, ou seja, quando eu estou 100% no presente momento que estou vivenciando, eu estou no presente.

Aprendendo, entendendo e praticando o sentir da respiração, você é capaz de identificar o seu ritmo respiratório e, assim, desenvolve a aptidão de ser administrador(a) do seu ser.

Você se torna capaz de usar técnicas respiratórias para gerenciar as mais diversas situações. Seja uma possível crise de ansiedade, para se energizar num dia que se sinta cansado ou para relaxar a mente. E assim você cria uma atmosfera de equilíbrio em qualquer situação do seu dia, sendo no trabalho, estudo, lazer e diversas outras situações.

Encontrar o ritmo que o seu ser expressa através da sua respiração, melhora a sua qualidade de vida, dos que o cercam e do seu desenvolvimento em todas as áreas.

Você já observou de forma amorosa o ritmo da sua respiração?

@respirecomigo | respirecomigo@gmail.com

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida 678

PEGN destaca Alberto Júnior por faturar R$ 30 milhões com a venda de seguros de vida

CEO do Grupo Life Brasil chegou a trabalhar 16 horas por dia

A história de Alberto Júnior, que começou a empreender aos 15 anos, foi destaque pela Pequenas Empresas, Grande Negócios. O empresário é dono do Grupo Life Brasil, uma holding de diversas empresas que fatura R$ 30 milhões com seguros e outros serviços do setor.

“Alberto abraçou de vez as vendas porta a porta, função que exerceu até 2007. E não só vendendo seguros: o empresário foi vendedor de itens que foram desde enciclopédias a purificadores de água”, destaca a publicação.

O CEO do Grupo Life Brasil conta que chegou a trabalhar 16 horas por dia. Foram ao todo mais de oito mil visitas a potenciais clientes.

Atualmente todas as empresas da holding utilizam uma metodologia desenvolvida por Alberto, que oferece treinamento para colaboradores e franqueados. A taxa de conversão chegou a 54% em 2017, ante uma média de 21% no mercado segurador.

Lançado por Alberto em 2012, o livro “A Lógica – Como ganhar milhões com seguro de vida na prática”, que virou um best-seller do setor e foi lançado no exterior, foi validado pela Million Dollar Round Table (MDRT). Trata-se de uma associação comercial fundada em 1927, que agrega corretores de seguro de todo o mundo e é reconhecida internacionalmente.

O Grupo Life Brasil também chegou a figurar entre as 0,2% melhores do setor na lista da própria MDRT.

Alberto acredita que, uma das razões para o sucesso é fazer o que “ninguém tem coragem e fugir do óbvio”. Sua própria trajetória dá outro exemplo de como ele aplica essa filosofia: o empresário conta que, “quando não tinha onde vender, chegou até a vender dentro de presídios para os carcereiros, durante a madrugada”.

“Quem consome seguro de vida? Quem está vivo”, Alberto Júnior.

Tokio Marine registra crescimento de 11,3% na Região Sul em 2018 310

Rogério Spezia é Diretor Comercial Varejo Sul da Tokio Marine / Divulgação

Regional registrou recorde histórico de Margem de Contribuição superior a R$ 90 milhões

Superação. Está é a palavra que define o desempenho da Diretoria Comercial Sul da Tokio Marine em 2018. A Regional emitiu R$ 632 milhões em prêmios no ano passado, o que representa um crescimento de 11,3% em relação a 2017 e, além disso, registrou pela primeira vez na História uma Margem de Contribuição superior a R$ 90 milhões. Foi um ano marcado pela intensificação do relacionamento com os quase 4 mil Corretores locais.

“A proximidade com os Corretores e Assessorias é uma parte fundamental do nosso trabalho e como fruto da estratégia de expansão da atuação no Sul, a Companhia abriu um novo escritório em Passo Fundo (RS), que já está atendendo 200 Parceiros de Negócios. Isso demonstra a confiança da Tokio Marine no potencial econômico da região. Para atingirmos os bons resultados no ano, destaco também o apoio da Matriz, essencial para encontrarmos soluções adequadas às demandas específicas em seguros dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina”, afirma o Diretor Comercial Varejo Sul da Tokio Marine, Rogério Spezia.

O trabalho dos Corretores atendidos pela Diretorial Sul resultou no crescimento de diversas carteiras. Um dos destaques foi o Seguro de Riscos Nomeados, que cresceu 59,6% em 2018. A Seguradora também registrou aumento de 29,6% nos prêmios dos Seguro Condomínio. Seguindo a tendência de crescimento, o Seguro Auto continuou com bons resultados, com aumento de 15,7% na Regional.

Para 2019, as perspectivas são de continuidade dos investimentos em Qualidade de Produtos e Serviços e abertura de mais um escritório no Sul, em Maringá (PR). “Agradeço aos Corretores e às Assessorias pela parceria e reafirmo nosso compromisso de ficar cada vez mais próximos neste ano. Continuaremos investindo em inovações tecnológicas para oferecer soluções ágeis e eficientes aos nossos Parceiros e Clientes. Já estamos pensando inclusive na abertura de outro ponto de atendimento na região”, conclui o Diretor Rogério Spezia.

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho 323

Em 2019, 51% das empresas vão contratar via CLT e novos regimes de trabalho

É o que aponta uma pesquisa da Amcham

O Brasil vai crescer em 2019. Essa é a premissa pela qual as empresas vão construir suas estratégias de expansão e produtividade para este ano. Muitas delas vão contratar com base na nova lei trabalhista, como mostram os resultados da pesquisa “Plano de Voo Amcham: perspectivas empresariais 2019” feita com 550 presidentes e diretores de empresas e divulgada nesta terça-feira (13/2).

A maioria das empresas (51%) vai contratar mais pessoas ao longo de 2019, abrindo novas posições ou ampliando equipes. Sendo que 36% vão trazer colaboradores pelo regime de CLT, e 15% por meio de novas maneiras de contratação possibilitadas pela nova lei trabalhista. Mas 37% dos executivos não pretendem contratar este ano, enquanto 12% não têm definição.

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir as reformas estruturais que o Brasil precisa, em especial, a da Previdência”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil. A Câmara Americana de Comércio reúne no Brasil 5 mil empresas, em 15 cidades, sendo 85% delas de origem brasileira.

O ritmo de crescimento e contratação de mão de obra vai depender de alguns fatores. O primeiro deles, apontado por 42%, é o aumento da competitividade da economia, o que vai exigir firmeza na condução dessas reformas estruturais aguardadas ansiosamente pelos empresários.

Na sequência, os empresários entrevistados pela Amcham, citam dois fatores cruciais a retomada das contratações: o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%), que exige – entre outras ações – mecanismos a serem oferecidos pelo novo governo para diminuir riscos implícitos de contratos.

Produtividade para crescer

As empresas também estão planejando ações de expansão em 2019. Para a maioria dos pesquisados pela Amcham, o crescimento vai ser com produtividade em processos, produção e equipe. É o que respondeu 43%, quando perguntados sobre a prioridade do negocio. Destaque para o foco em inovação e digitalização do portfólio de produtos e serviços (21%), ampliação geográfica de mercado (12%) e aquisição ou investimentos em novos negócios (11%).

As companhias também planejam investimentos em áreas consideradas como não prioritárias pelo novo governo. Para compensar, as empresas vão investir de maneira redobrada em educação, capacitação e treinamento para colaboradores (38%), inovação (33%), sustentabilidade (18%) e diversidade (12%). Em janeiro, por exemplo, o governo sinalizou cortes de verba no Sistema S (Senai, Senac e Sebrae).

Em relação ao uso de novas tecnologias no negócio, 42% do empresariado respondeu que os investimentos serão para melhoria de processos, com foco em aumento de eficiência e da produtividade. Também serão feitos investimentos em ferramentas para melhorar a experiência do cliente (34%) e detecção de produtos e novos modelos de negócios, com foco em análise de dados e incorporação de serviços digitais ao produto (17%).

Expectativas de crescimento

A economia vai crescer em 2019 para 99% do público. Só há divergência quanto ao ritmo: 69% acham que o PIB aumenta até 2%, enquanto 30% é mais otimista e considera que será mais que 2%.

O otimismo quanto ao crescimento é pontual para 52% e baseado no voto confiança ainda sem base concreta que garanta uma melhora da economia. Mas 45% acha que o cenário de crescimento é concreto e segue em virtude da nova agenda econômica e ajustes prometidos pelo novo governo.

Diante de um cenário macroeconômico positivo, 34% do empresariado respondeu que suas respectivas empresas vão crescer entre 5% e 10% este ano. Outros 28% estimam expansão de 10% nos seus negócios, enquanto 27% projetam crescimento de até 5%. E 10% responderam que não haverá crescimento.