Sindseg/RS reúne parceiros em confraternização de final de ano 544

Sindseg

Momento especial aconteceu no último dia 7 de dezembro, em Porto Alegre

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS​) promoveu, na noite do último dia 7 de dezembro, sua tradicional confraternização de final de ano. O momento contou com a presença de diversos parceiros e representantes da entidade, no Box Interativo, em Porto Alegre (RS).

“Obrigado por fortalecer os laços com o mercado segurador fazendo-se presente em nossa confraternização de fim de ano. O Sindseg/RS, bem como suas associadas, deseja um 2019 próspero e produtivo. Que nossa união se consolide cada vez mais”, afirmou o Sindicato em card alusivo aos convidados da noite especial.

Um dos destaques foi a presença de Julio Cesar Rosa, que retorna ao Rio Grande do Sul. Rosa fez um brilhante trabalho na Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), no Rio de Janeiro.

Confira as imagens – Confraternização do Sindseg/RS:

O seguro garantia e a retomada do desenvolvimento 331

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da CNseg

Nos últimos 30 anos, o Brasil enfrentou – e venceu – desafios imensos. Nos anos 1990 derrotou a hiperinflação e, nas décadas seguintes, superou os efeitos de grandes terremotos financeiros internacionais. Agora, recém-saído da pior recessão desde os anos 1930 e com o início do novo governo, o País tem pela frente mais um grande desafio: avançar nas reformas necessárias ao inadiável ajuste fiscal – com destaque para a reforma da Previdência, – sem abrir mão de uma agenda de retomada do crescimento econômico com justiça social.

A infraestrutura ocupa lugar central nessa agenda.  Investimentos no setor significam melhoria da qualidade de vida dos brasileiros em áreas fundamentais como saneamento e mobilidade urbana, geração de empregos e a ampliação da presença competitiva do Brasil na economia global, com mais e melhores ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e bons serviços de energia elétrica, telefonia e outros. Em um momento no qual o País decidiu abandonar modelos que derrubaram o emprego e a renda média, viabilizar investimentos em infraestrutura é algo estratégico para a reconstrução, modernização e reconstrução da vida nacional.

Nesse cenário, a Confederação das Seguradoras (CNseg) considera que a inserção do seguro garantia obrigatório para grandes obras públicas é tema prioritário. Trata-se de uma modalidade de seguro que reforça o arcabouço para a estruturação de financiamento e garante o cumprimento das obrigações assumidas pelo contratado, eliminando a necessidade de recorrer a garantias como o patrimônio das empresas (o que frequentemente põe em risco sua sobrevivência) ou fianças bancárias (que já se demonstraram ineficazes para as amortizações de longo prazo características dos empreendimentos de infraestrutura). O objetivo é garantir que a obra seguirá no ritmo esperado, e que a construtora contratada será rapidamente substituída por outra se abandonar os trabalhos.

O seguro garantia é instrumento crucial para melhorar a qualidade, a transparência e a execução de projetos governamentais, em parceria com a iniciativa privada, e deixar para trás um modelo que resultou na paralisação de milhares de empreendimentos. Estudos recentes dão conta de que existiam em 2016 mais de 2.500 obras paralisadas no Brasil, sendo pouco mais de 500 delas de infraestrutura.  Ainda que muitas tenham sido retomadas, esses são números preocupantes. Obras paradas significam população privada de serviços, e dinheiro do contribuinte escorrendo pelo ralo – além de configurar sinal negativo para potenciais investidores. De acordo com o Ministério do Planejamento, a maior parte das paralisações acontece por problemas técnicos, abandono da obra pela empresa responsável e dificuldades financeiras.

São informações que reforçam a importância do seguro garantia, figura que já existia nos Estados Unidos do século XIX para apoiar obras voltadas ao desenvolvimento do país e dar bom destino aos impostos pagos pelos cidadãos. Em 1893, o Congresso americano aprovou o “Heard Act”, estabelecendo a obrigatoriedade das garantias em todos os contratos governamentais, dando mais segurança à aplicação dos recursos públicos. A primeira seguradora especializada nessa modalidade de seguro surgiu em 1895, na Filadélfia.

No Brasil, o tema precisa de mais atenção. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6814/2017 (apensado ao PL 1292/1995), que prevê alterações na Lei de Licitações, com a adoção de seguro garantia obrigatório para obras acima de R$ 100 milhões, e ampliação da garantia para 30% do valor do empreendimento. A lei atual já permite (mas não obriga) a contratação de seguros, que podem variar de 5% a 10% do valor da obra. Hoje, a maioria dos seguros é de 5%.  Nossa proposta para o novo seguro garantia tem como parâmetros práticas do mercado internacional.

Existe um largo atraso a superar. Os investimentos nesse setor não passam de 1,67% do PIB, quando o ideal seria uma taxa de 4% a 5%, ou algo em torno de R$ 300 bilhões por ano ao longo de uma década. O desafio é grande, mas entendemos que há motivos para estarmos otimistas. Apesar de persistirem incertezas no horizonte, a confiança começa a retornar. A Fundação Getúlio Vargas registrou, em janeiro, o primeiro resultado positivo no Índice de Clima Econômico depois de três trimestres consecutivos de níveis negativos, o que significa expectativa de retomada de investimentos e contratações. E os movimentos iniciais do governo federal são alentadores.

Na infraestrutura, que voltou a merecer um ministério, o plano é realizar leilões de 23 concessões de aeroportos, ferrovias e terminais portuários dentro dos primeiros cem dias de governo. Já se percebe também movimentação de investidores interessados em explorar as possibilidades de parceria em obras públicas. Os empreendimentos necessários a dotar o país de infraestrutura compatível com seu tamanho e importância na geopolítica mundial envolve desafios logísticos relevantes e exige atualização de marcos regulatórios, o que confere ao seguro garantia importância ainda maior.

No mundo inteiro, o setor de seguros passou a fazer parte da pauta de mudanças de políticas macroeconômicas pelas quais, em maior ou menor grau, todos os países passam hoje, com menor participação dos governos em setores como saúde, previdência e infraestrutura.  No Brasil, queremos estar no centro das políticas públicas, junto com o setor de resseguros em coberturas de grande valor, fundamental para o equilíbrio do sistema, como garantidor da atividade seguradora. O apoio ao desenvolvimento brasileiro será o tema do 8º Encontro de Resseguro, que se realiza em abril, no Rio de Janeiro.

No Brasil, o setor de seguros dispõe de ativos para garantir riscos assumidos da ordem de R$ 1,2 trilhão, equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país.

As seguradoras estão preparadas e confiantes na recuperação, apostando que é possível devolver ao Brasil o desenvolvimento frustrado, a melhoria da infraestrutura, a competitividade, a liberdade de empreender e a reconquista do emprego.

Judicialização da saúde cresce 130% 1004

Judicialização da saúde cresce 130%

Problemas com planos de saúde representam 30% da demanda

O número de processos em primeira instância relativos ao direito à saúde, entre 2008 e 2017, subiu 130%. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O aumento geral de processos na instância foi de 50% no mesmo período, para fins de comparação.

Quando incluídos os recursos em segunda instância, os problemas com planos de saúde são responsáveis por 30% dos processos, sendo assim a principal causa de demandas judiciais. O seguro aparece em segundo lugar, com 21,1%, e saúde pública aparece em terceiro, com 11,7%.

“Podemos constatar sem a necessidade de acessar números estatísticos, que a saúde pública no Brasil não consegue atingir a todos, e tanto a saúde pública como particular, por vezes não possuem qualidade em seus serviços prestados – onde justificadamente acarretam ações judiciais em busca do direito violado de um paciente/consumidor. Porém, o que vemos independente disso, é um aumento injustificado e infundado de ações que sequer deveriam ser levadas para o judiciário, que configuram tão somente o enriquecimento ilícito mediante ações judiciais”, explica Ricardo Stival, Graduado em Direito pela Universidade Tuiuti do Paraná, em artigo publicado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM-PR).

Ontem, em São Paulo, foi realizada a III Jornada de Direito da Saúde, no Hospital Sírio Libanês. O Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann, destacou pontos importantes como a atuação para reduzir índices de judicialização e aprimorar a orientação aos pacientes sobre as terapias que o SUS já disponibiliza e que são seguras para os pacientes.

Além de Germann, participaram do evento os Ministros Luiz Mandetta e Dias Toffoli, entre outras grandes autoridades de Saúde e da Justiça.

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras 224

Seguro auto feminino está mais caro que o masculino em 5 capitais brasileiras

Segundo Relatório da Bidu, a cotação média com maior valor para o público feminino foi registrada no Rio de Janeiro, seguida por Porto Alegre e São Paulo

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, que faz parte do Grupo Thinkseg, divulga levantamento realizado este mês com valores dos seguros para as versões de entrada dos dez veículos mais vendidos em fevereiro de 2019, de acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O Relatório Bidu, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro em cinco capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez. As cotações desta edição foram feitas no dia 6 março.

Contrariando a tendência usual, o valor médio do seguro para mulheres para os modelos mais emplacados do País está mais caro que o masculino em todas as capitais analisadas. A cotação média com maior preço para o perfil feminino foi registrada no Rio de Janeiro, cidade em que elas pagam uma média de R$ 3.920, seguida por Porto Alegre e São Paulo. Já o menor custo para as condutoras foi registrado em Fortaleza, em que o serviço sai em média por R$ 1.870. Como acontece normalmente, a capital fluminense também lidera as cotações mais altas para ambos os sexos, já que entre os homens o maior preço foi encontrado na cidade novamente, no valor médio de R$ 3.702. Do mesmo modo, o menor custo para o perfil masculino também está na principal metrópole do Ceará, que registrou custo médio de R$ 1.710.

*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Preço médio do seguro em março por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Quando comparado com o mês anterior, o maior aumento para o perfil feminino se dá em São Paulo, com um acréscimo de 15%, enquanto em Fortaleza há uma retração de 17,5%. Para os homens, os preços têm pequena elevação apenas em Porto Alegre (1,4%) e no Rio de Janeiro (0,2%). No entanto, há uma redução significativa na capital cearense, com decréscimo de 33,8%.

*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade entre fevereiro e março (vermelho: mulheres; azul: homens)

Analisando o comportamento de preços dos diferentes modelos, o crescimento no valor médio do seguro para mulheres aconteceu em oito dos dez veículos que se repetem, entre janeiro e fevereiro, no ranking dos mais vendidos, de acordo com a Fenabrave, com exceção do Fiat Mobi e Fiat Argo. Como mostra a tabela abaixo, o maior aumento na cotação de preços médio para o perfil feminino é registrado para o Chevrolet Onix, com crescimento de 15,1%. Já para os homens, o destaque em termos de redução de preço médio se dá com o Fiat Argo, que registra uma queda de 27,2%. Inversamente, os únicos modelos que tiveram um pequeno aumento para motoristas masculinos foram o Renaul Kwid, Hyunday HB20 e o Jeep Renegade, apontando acréscimos no valor médio de 3,2%, 2,1% e 0,7%, respectivamente.

*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro dos modelos que se repetem entre janeiro e fevereiro (vermelho: mulheres; azul: homens)

Modelo mais vendido

De acordo com o relatório da Fenabrave, em fevereiro foram emplacados 162.537 automóveis – uma queda de 0,8% em comparação com janeiro, quando foram emplacadas 163.796 unidades. Este é o quarto mês consecutivo com redução no número de emplacamentos.

*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave
*Ranking dos 10 veículos mais emplacados em fevereiro, de acordo com a Fenabrave

O Chevrolet Onix segue novamente como o carro mais emplacado no Brasil, com 18.392 unidades em fevereiro ante 8.055 registradas para o segundo colocado, o Hyunday HB20. O preço médio do seguro do modelo de entrada do Onix para o sexo masculino custa atualmente R$ 2.409, contra R$ 2.524, registrado no estudo anterior. Já para o perfil feminino, o valor médio atual é de R$ 2.607 ante R$ 2.265 calculados na cotação do mês anterior. Em fevereiro, todos os veículos listados entre os mais vendidos continuaram os mesmos de janeiro, invertendo apenas algumas posições do ranking, como exemplos os modelos Volkswagen Gol e Polo, que caem do 5º e 7º lugares para ocuparem o 8º e 10º lugares, respectivamente. Já os modelos Fiat Argo e Mobi, sobem no ranking do 8º para o 4º lugar e do 10º para 7º, sucessivamente.

A redução de preço médio no seguro mais expressiva registrada no período para o sexo masculino, fica para o modelo Fiat Argo, que teve um decréscimo de 27,2%, seguido do Volkswagen Polo, com 18,7%. Já para o perfil feminino essa redução se dá apenas para os modelos Fiat Mobi, com tímido 2,9%, seguido do Fiat Argo, com apenas 1,2%.

O melhor custo-benefício

No Relatório Bidu deste mês, o Volkswagen Polo aparece como o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), para ambos os perfis. Para as mulheres, o price ratio é de 5,2% e para os homens é de 4,6%.

Já a relação de menor custo-benefício para ambos os sexos, fica para o Renault Kwid, que registra price-ratio de 8,1% para mulheres e 7,7% para homens.

*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação por preço de seguro (price ratio) / (vermelho: mulheres; azul: homens)

Variação entre as cidades

Neste mês, a cidade de Fortaleza registrou o seguro mais barato entre as capitais estudadas, onde a média geral do preço do seguro dos dez modelos do ranking, para homens e mulheres, ficou em R$ 1.790. Já o Rio de Janeiro, figura novamente com a média geral mais alta, considerando os dois perfis, com cotação de R$ 3.811 – uma diferença de 112,9% em relação ao preço médio cobrado na capital cearense.

*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)
*Variação do preço médio do seguro por cidade (vermelho: mulheres; azul: homens)

Mais detalhes

Confira abaixo, as tabelas com os dez veículos mais vendidos em fevereiro, de acordo com a Fenabrave, e o valor do seguro para cada modelo nos perfis analisados pela Bidu. As cotações de seguro foram realizadas no dia 6 de março de 2019. Para mais dados e gráficos de análise, confira o relatório completo da Bidu para este mês, assim como edições anteriores.

*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil A: mulher de 35 anos, casada, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.
*Perfil B: homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, e que está contratando o seguro pela primeira vez.

*Todos os preços dos seguros apresentados são para vigência de um ano. Todas as cotações foram realizadas no dia 6 de março de 2019.

Sompo debate inovação e tecnologia no mercado de seguros 210

Sompo debate inovação e tecnologia no mercado de seguros

Apresentação acontece durante a 6ª Convenção Nacional Lojacorr

Fernando Grossi é diretor comercial da Sompo Seguros / Divulgação
Fernando Grossi é diretor comercial da Sompo Seguros / Divulgação

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, marca presença na 6ª Convenção Nacional Rede Lojacorr, que acontece nos dias 21 e 22 de março, no Expo Unimed Curitiba (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido), em Curitiba (PR). “A Sompo participa anualmente do evento, que é uma oportunidade para apresentarmos as diversas soluções desenvolvidas nos mais variados ramos de seguros aos corretores parceiros que integram uma das mais expressivas redes independentes do País”, afirma Fernando Grossi, diretor comercial da Sompo Seguros.

Na ocasião, Grossi será um dos participantes do talk show Inovação e Tecnologia no Mundo dos Negócios, que acontece às 12h00 do dia 22 e deve abordar a influência das novas tecnologias no mercado de seguros. “A Sompo investe significativamente em tecnologia para tornar a jornada do cliente mais aprazível, para facilitar o dia-a-dia e contribuir para que os corretores de seguros possam ter recursos para explorar formas de desenvolver mais oportunidades de negócios”, observa Grossi.

Além disso, a Sompo vai contar com mais de 20 executivos no evento, que vão atuar na área de relacionamento nos lounges. Outro destaque será a participação da companhia nas mesas de negócios, quando os corretores de seguros vão poder estar frente a frente com os especialistas da companhia em rodadas de negociações. Entre os destaques desse ano estão os ramos de Transporte, no qual a Sompo é líder de mercado, Vida e Seguros Empresariais. “A Sompo é uma seguradora multiproduto, que conta com soluções flexíveis para que o corretor de seguros possa atender a diferentes perfis de segurados. Isso permite também contratar modalidades diferentes de seguros para cada perfil, o que pode ser financeiramente mais vantajoso para o segurado e mais fácil e prático para se administrar pelo corretor de seguros”, completa Alberto Muller, Diretor Comercial da Sompo nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro 196

Chubb protegeu mais de 5 milhões de pessoas no carnaval brasileiro

Destaque foi para cidades como SP, Rio, BH, Salvador, Recife e outras

A Chubb afirma que o poder público e os promotores de eventos têm demonstrado crescente conscientização ao assegurar vários direitos de cidadania da população durante o carnaval no Brasil. “Este ano, as nossas apólices protegeram a diversão de mais de 5 milhões de pessoas, ao garantir indenização em caso de danos corporais e morais durante o período de folia”, diz Juliana Santos, responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com ela, os seguros adquiridos cobriram blocos de rua, camarotes e eventos em recintos fechados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e outras.

Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb
Juliana Santos é responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb / Divulgação

Conforme a executiva, as apólices da Chubb também protegeram profissionais envolvidos com a organização dos eventos, da montagem à desmontagem. O seguro também englobou prejuízos por danos a equipamentos, instrumentos musicais, objetos cenográficos e estruturas temporárias. Segundo Juliana Santos, os riscos mais frequentes no carnaval têm sido quedas, desmoronamento de estruturas, atropelamentos, choques elétricos, acidentes envolvendo carros alegóricos e danos a equipamentos, entre outros.

Sobre outros riscos que podem ser cobertos pelo seguro, Juliana cita o cancelamento, adiamento e interrupção do evento em virtude de condições climáticas, queda de estrutura, grande tumulto e outras causas. Esse seguro, de acordo com ela, pode garantir ao promotor o pagamento de várias despesas tais como locação de espaço, logística, alimentação, produção e muitas outras. “Por outro lado, é também possível segurar toda a receita do evento, incluindo o lucro”, conclui.